Abrir menu principal
Júlio
Informação geral
Nome completo Júlio César Barbosa
Também conhecido(a) como Júlio Rasec
Nascimento 4 de janeiro de 1968
Local de nascimento Guarulhos, SP
Morte 2 de março de 1996 (28 anos)
Local de morte Serra da Cantareira, São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Gênero(s) Hard Rock
Rock cômico
Instrumento(s) Teclado
Modelos de instrumentos Roland U-20
Gravadora(s) EMI
Afiliação(ões) Mamonas Assassinas

Júlio César Barbosa, mais conhecido como Júlio Rasec (Guarulhos, 4 de janeiro de 1968Serra da Cantareira, 2 de março de 1996), foi um músico brasileiro, tecladista da banda de Rock Mamonas Assassinas. O nome Rasec é a inversão de seu nome César.[1]

Índice

BiografiaEditar

Júlio era técnico de eletrônica, foi o último a entrar para banda por intermédio de Dinho que já era seu amigo. Começou como roadie da banda Utopia, onde mais tarde na mesma assumiu os teclados depois da saída do então tecladista do Utopia, Márcio Cardoso de Araújo.[2] Junto com Dinho era o principal compositor dos Mamonas, além de tecladista, Júlio também fazia vocal em algumas músicas: Interpretava Maria na música Vira-Vira e nas apresentações ao vivo cantava as músicas Sábado de Sol e Sabão Crá Crá, além de imitar o cantor Belchior na música Uma Arlinda Mulher, dividindo o vocal com Dinho.

Júlio era torcedor do São Paulo, embora em certas fotos tiradas com a banda ele apareça vestindo a camiseta da Portuguesa.[3]

MorteEditar

Faleceu tragicamente em um acidente aéreo que matou toda a banda, um segurança, um de seus roadies e os pilotos da aeronave, ocorrido na Serra da Cantareira, na noite do dia 2 de março de 1996.[4]

Estranhamente, horas antes do trágico acidente fatal, Júlio disse a um amigo cabeleireiro no sábado à tarde antes do show em Brasília que havia sonhando com um acidente de avião. O depoimento foi gravado e teve muita repercussão na época após o acidente.[5]

Ver tambémEditar

Referências

  1. «"Nossa formação vai de Ultraman aos Power Rangers"». O Globo. 6 de dezembro de 1995. Consultado em 26 de fevereiro de 2016 
  2. VANNUCHI, Camilo (28 de maio de 2009). «O dissidente dos Mamonas Assassinas». Revista Quem. Consultado em 26 de fevereiro de 2016 
  3. [s.a.] (Abril de 1996). Doidjão pelos Mamonas, Revista Placar. [S.l.]: Abril. Edição 1114 
  4. «Morte dos Mamonas Assassinas». Memória Globo. Consultado em 26 de fevereiro de 2016 
  5. «Casos de Premonição». Mais Você - Gshow. Junho de 2012. Consultado em 26 de fevereiro de 2016 
  Este artigo sobre músico é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.