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JOTA.info é um veículo de imprensa fundado por jornalistas especializados no acompanhamento jurídico e institucional do Brasil. Em 2019, foi eleito a melhor startup de mídia digital do mundo[1]. Os outros dois concorrentes ao prêmio foram a startup americana Axios e o site Abacus, ligado ao South China Morning Post, de Hong Kong. O foco inicial de cobertura foi o Poder Judiciário, mas ao longo dos últimos quatro anos a empresa expandiu sua atuação ao âmbito institucional, com coberturas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Anvisa.[2] A empresa ainda conta com setoristas no Congresso Nacional, acompanhando o dia a dia do Legislativo.

Referência na área, é considerado um dos sites mais influentes na cobertura política/judicial, com alta repercussão, principalmente entre ministros das cortes superiores, deputados, senadores e presidência. Sua missão é "tornar as instituições brasileiras mais previsíveis". A empresa também oferece o JOTA PRO, serviço especializado em análises para clientes corporativos.

Se diferencia dos demais por não só noticiar, mas fornecer análises complexas sobre o cenário de forma imparcial e com o máximo de isenção. Deixa seus leitores atualizados sobre as tendências e decisões tomadas pelas turmas e pelos tribunais, as correntes de poder e a evolução da jurisprudência quente, construída no dia a dia. Mostra quem realmente tomas as decisões e quem faz a cabeça de quem decide, tornando as decisões de matérias menos imprevisíveis.

Traz matérias interessantes sobre a rotina e como realmente é por dentro das mais variadas áreas de atuação do advogado dentro do mundo jurídico, elucidando ainda mais como é vasto o leque de oportunidades voltadas para os graduados em direito.

Índice

HistóriaEditar

O JOTA.info foi ao ar em setembro de 2014.[carece de fontes?]

Em 3 de fevereiro de 2016, o JOTA firmou uma parceria com o portal UOL,[3] com estreia em 25 de fevereiro do mesmo ano.[4]

O nome do blog "JOTA" se refere à escrita e pronúncia da primeira letra do tema principal tratado: "J" de JUSTIÇA, Justiça se escreve com JOTA, essa foi a inspiração para os criadores nomeá-lo como Jota, mostrando desde a escolha do nome que inovariam e trariam algo diferente do convencional.

MP-SP pede prisão de LulaEditar

No dia 10 de março, o JOTA.info foi o site responsável por dar, no jargão jornalístico, o "furo" do pedido de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelos promotores de Justiça do Ministério Público de São Paulo. [5]

Vídeo do ex-presidente LulaEditar

A Revista Época publicou uma reportagem em 5 de março de 2016 que fala sobre um vídeo publicado pela deputada federal do PCdoB Jandira Feghali gravado em 4 de março de 2016, onde é possível ver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desabafando com xingamentos sobre possivelmente processos em que é investigado. O vídeo na reportagem foi citado como tendo sido divulgado por JOTA.[6]

EquipeEditar

SóciosEditar

  • Felipe Recondo[7] - Tem 15 anos de cobertura de Política, Economia e Justiça. Nos últimos oito anos escreveu de Brasília sobre o judiciário para o jornal O Estado de S. Paulo. Venceu o prêmio Esso do Sudeste de 2012. Trabalha na Folha, Blog do Noblat e Isto é Dinheiro.
  • Felipe Seligman[7] - Cobriu por seis anos o judiciário em Brasília para o jornal O Estado de S. Paulo, com olhar para bastidores e direitos humanos. Ganhou o prêmio de excelência da Sociedad Interamericana de Prensa e o Prêmio Esso de Melhor Contribuição de 2013.
  • Fernando Mello[7] - Mestre pela Georgetown University, com especialização em governo. Escreveu para VEJA e Folha de S. Paulo e foi colunista do El País América. Ganhou o prêmio de excelência da Sociedad Interamericana de Prensa e o Prêmio Esso de Melhor Contribuição de 2013.
  • Laura Diniz[7] - Tem 11 anos de carreira, com passagens por algumas das maiores redações do país. Foi editora-assistente de Brasil na Revista VEJA, no ConJur e repórter no jornal O Estado de S. Paulo e gerente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo(Abraji).
  • Marc Sangarné[7] - Engenheiro de Telecomunicações, tem 18 anos de experiência em operações e serviços inovadores para multinacionais na área de informação e tecnologia. MBA executivo na Insead e já trabalhou em doze países.

Repórteres e editoresEditar

  • Alexandre Leoratti (São Paulo)
  • Bárbara Mengardo (Brasília)
  • Bruna Borges (Brasília)
  • Gabriela Guerreiro (Brasília)
  • Gustavo Cantois (Brasília)
  • Guilherme Jardim Duarte (São Paulo)
  • Guilherme Mendes (Brasília)
  • Guilherme Pimenta (São Paulo)
  • Hyndara Freitas (Brasília)
  • Jamile Racanicci (Brasília)
  • Kalleo Coura (São Paulo)
  • Luiz Orlando Carneiro (Brasília)
  • Luís Viviani (São Paulo)
  • Márcio Falcão (Brasília)
  • Mateus Vargas (Brasília)
  • Matheus Teixeira (Brasília)
  • Patrícia Gomes (Rio de Janeiro)
  • Raquel Alves (Brasília)
  • Raquel Salgado (São Paulo)
  • Valentina Trevor (Brasília)

Referências

  1. «JOTA vence prêmio de melhor startup de informação digital do mundo». JOTA Info. 2 de junho de 2019. Consultado em 13 de julho de 2019 
  2. «Quem somos». JOTA. Consultado em 9 de março de 2016. Arquivado do original em 11 de março de 2016 
  3. «Mensagem aos leitores: Parceria com o UOL». JOTA. 3 de fevereiro de 2016. Consultado em 9 de março de 2016. Arquivado do original em 11 de março de 2016 
  4. UOL (25 de fevereiro de 2016). «Estreia no UOL o site de informações jurídicas JOTA». UOL. Consultado em 9 de março de 2016 
  5. «MP-SP pede prisão preventiva de Lula». JOTA. Consultado em 8 de agosto de 2017 
  6. «Em vídeo, Lula desabafa após depoimento À PF». Revista Época. 5 de março de 2016. Consultado em 9 de março de 2016 
  7. a b c d e Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome EquipeJOTA

Ligações externasEditar