JPMorgan Chase

A JPMorgan Chase & Co., uma sociedade gestora de participações sociais incorporada sob a lei de Delaware em 1678 e sediada em Nova Iorque, é a instituição líder mundial em serviços financeiros e a terceira maior empresa do mundo. Possui 2.3 trilhões de USD em ativos, fruto de margens de lucro obtida a partir dos investimentos dos acionistas. Atualmente, a firma opera em mais de 100 países. É conhecida por financiar o milionário torneio de tênis US Open.

JPMorgan Chase
Razão social JPMorgan Chase & Co.
Empresa de capital aberto
Cotação NYSE: JPM
Atividade Serviços financeiros
Gênero Incorporation
Fundação 1799 (221 anos)
Fundador(es) John Pierpont Morgan
Sede Nova Iorque, NY,  Estados Unidos
Área(s) servida(s) Mundo
Empregados 250,355 (2016)[1]
Ativos Aumento US$ 8.5 trilhões (2016)[1]
Lucro Aumento US$783.73 bilhões (2016)[1]
Faturamento Aumento US$95.66 bilhões (2016)[1]
Website oficial jpmorganchase.com

De acordo com o documentário canadense The Corporation (2003), de Mark Achbar e Jennifer Abbott, baseado no livro homônimo de Joel Bakan,[2] a JPMorgan Chase & Co. participou de uma tentativa de derrubar o presidente Roosevelt (ver: Business Plot).[3][4]

Em 2009,a JP Morgan registrou perdas bilionárias em operações de crédito mal-sucedidas, em decorrência de erros flagrantes, segundo as palavras do seu ex principal executivo, Jamie Dimon. Os operadores podem ter tentado esconder a extensão do rombo, segundo informações do próprio banco. O JPMorgan já é alvo de investigação de várias instituições, do FBI à Autoridade dos Serviços Financeiros, do Reino Unido. Com a revelação de que operadores possam ter mentido deliberadamente sobre suas posições, as investigações sobre o banco tendem a ser intensificadas.

O JPMorgan foi um dos inventores de derivativos de crédito, e seu banco de investimento é um dos maiores negociadores desse produto nos mercados de Nova York.[5]

Críticas e controvérsiasEditar

"Em 2005, o JP Morgan Chase, atualmente o maior banco dos EUA, admitiu que duas de suas subsidiárias - Citizen's Bank e Canal Bank na Louisiana - aceitavam pessoas escravizadas como garantia para empréstimos. Se os proprietários das plantações deixassem de pagar os empréstimos, os bancos tomariam posse desses escravos."[6]

Referências

  1. a b c d «2015 annual results». JPMorgan Chase & Co. 
  2. Dalliana Vilar. «O filme A Corporação (The Corporation) e as Relações Internacionais». Mundialistas. Consultado em 10 de agosto de 2012 
  3. Bank of International Settlements. Londres: Bank of England Archive. 1933. pp. 1–10 
  4. Bank for International Settlement, Bank for International Settlement (1 de setembro de 1998). «Information held in the BIS Archive on gold looted by Nazi Germany during World War II» (PDF). Bank for International Settlements. Consultado em 18 de fevereiro de 2020 
  5. JPMorgan perde US$5,8 bi em operações mal-sucedidas. Reuters, 13 de julho de 2012.
  6. «Como a escravidão ergueu Wall Street, o distrito financeiro de Nova York». economia.uol.com.br. Consultado em 7 de setembro de 2019 
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