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Disambig grey.svg Nota: Para pelo ex-governador do Espírito Santo, veja Jerônimo de Sousa Monteiro.



Jerônimo Monteiro é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Está localizado na Macrorregião Sul e na Microrregião Central Sul, sendo o sexto menor município em extensão territorial do Espírito Santo.

Município de Jerônimo Monteiro
"Jerominho"
"Terra da laranja"
Bandeira de Jerônimo Monteiro
Brasão de Jerônimo Monteiro
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 28 de novembro de 1958
Gentílico jeromense
Lema Paz e prosperidade
Padroeiro(a) Nossa Senhora Auxiliadora
CEP 29550-000[1]
Prefeito(a) Sergio Farias Fonseca (PSD)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Jerônimo Monteiro
Localização de Jerônimo Monteiro no Espírito Santo
Jerônimo Monteiro está localizado em: Brasil
Jerônimo Monteiro
Localização de Jerônimo Monteiro no Brasil
20° 47' 20" S 41° 23' 42" O20° 47' 20" S 41° 23' 42" O
Unidade federativa Espírito Santo
Mesorregião Sul Espírito-santense IBGE/2008 [2]
Microrregião Cachoeiro de Itapemirim IBGE/2008 [2]
Municípios limítrofes Alegre, Cachoeiro de Itapemirim, Mimoso do Sul e Muqui
Distância até a capital 184 km
Características geográficas
Área 162,164 km² [3]
População 10 888 hab. Censo IBGE/2010[4]
Densidade 67,14 hab./km²
Altitude 140 m
Clima Tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,698 médio PNUD/2010[5]
PIB R$ 68 047,009 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 6 105,06 IBGE/2008[6]
Página oficial
Prefeitura www.jeronimomonteiro.es.gov.br
Câmara www.jeronimomonteiro.es.leg.br

Município de Jerônimo Monteiro tem como limítrofes os Municípios de Mimoso do Sul, ao Sul, Alegre, a Oeste e Cachoeiro de Itapemirim, ao Norte e a Leste.

Jerônimo Monteiro está distante aproximadamente 194 km de Vitória, a Capital do Estado, e a 47 km de Cachoeiro de Itapemirim, principal cidade do Sul do Espírito Santo.

O Município compartilha com os vizinhos da região, o privilégio de ocupar uma posição geográfica bastante favorável, tanto do ponto de vista econômico, como social e ambiental. Podemos destacar ainda, que a cidade está relativamente próxima aos principais centros econômicos do País (São Paulo-SP, Rio de Janeiro-RJ e Belo Horizonte-MG), e de 03 (três) importantes rodovias federais que cortam o País, as BRs, 101, 116 e 262.

O Município também e cortado pelo mineroduto da empresa SAMARCO S/A, que leva o minério de ferro extraído das minas localizadas em Mariana-MG, para o complexo industrial e portuário da empresa localizado no Distrito de Ubú, no Município de Anchieta-ES.

O seu vínculo com os Municípios do entorno é percebido, principalmente, nas relações que envolvem o comércio, a educação e a saúde.

O comércio local apesar de pequeno, tem uma gama de produtos variados para atender as necessidades dos consumidores tanto os locais, como os de Municípios vizinhos, um bom exemplo e o setor de Supermercados e Lojas. O Município também atrai um grande número de pessoas que buscam vagas nas Escolas da rede municipal de ensino, que a partir do final dos anos de 1990 (com processo de municipalização) passou a receber investimentos por parte tanto do Município como do Estado, podemos citar o aumento do número de salas de aulas, laboratórios de informática nas escolas da rede municipal (1998) e a melhoria na qualidade do ensino.

Outro fator que pode se transformar em atrativo de pessoas para o Município, e o pleno funcionamento do Núcleo de Estudos e de Difusão de Tecnologia em Florestas, Recursos Hídricos e Agricultura Sustentável (NEDTEC), que foi construído no ano de 2002, onde atualmente funciona o Departamento de Ciências Florestais, áreas de pesquisas e laboratórios vinculados ao Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

O setor de saúde, também e um fator importante de atração de pessoas de outros Municípios para o nosso, devido principalmente a boa oferta de serviços oferecidos pelo Município e pelo Hospital Unidade Integrada Jerônimo Monteiro, que pertence ao Estado, sendo um dos poucos hospitais públicos do interior do Espírito Santo.

Podemos destacar como pontos positivos para o desenvolvimento de Jerônimo Monteiro os seguintes:

-         a rodovia BR – 482, que corta o Município, e é uma das principais vias do Sul do Estado, que faz a interligação de toda a região com a Região Metropolitana da Grande Vitória e com os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, facilitando o escoamento da produção, e pode facilitar a atração de investimentos;

-         a localização geográfica, que pode ser atrativa se melhor explorada pelo poder público municipal e estadual, cidade bem localizada regionalmente, média qualidade de vida, próxima de duas regiões com grande potencial turístico a Serra do Caparaó e a Região Serrana Central que é cortada pela BR – 262 que liga Vitória-ES a Belo Horizonte-MG;

-         disponibilidade de áreas de terras favoráveis para a implantação de indústrias, e disponibilidade de recursos hídricos;

-         proximidade com a cidade Cachoeiro de Itapemirim, um dos maiores centros processadores de rochas ornamentais do mundo, e importante produtor de máquinas para o setor rochas ornamentais vendidos para todo País em para o exterior;

-         substancial infra-estrutura em estradas, energia e telecomunicações;

-         estrutura fundiária baseada na pequena propriedade familiar;

-         sede do Núcleo de Estudos e de Difusão de Tecnologia em Florestas, Recursos Hídricos e Agricultura Sustentável (NEDTEC) e do Departamento de Ciências Florestais da Universidade Federal do Espírito Santo, que possui auditórios, biblioteca, laboratórios em diversas áreas e salas de aulas;

-         boa rede de escolas do Município e do Estado;

-         Hospital estadual, que atende a pacientes do Município e dos Municípios vizinhos, e referência regional, principalmente nas áreas de cirurgias eletivas;

-         sétimo Município com a melhor qualidade de vida para as crianças nascerem e crescerem no Estado do Espírito Santo, segundo o Índice de Desenvolvimento Infantil (IDI) de 1999 a 2004 do UNICEF.

HistóriaEditar

A origem do Município de Jerônimo Monteiro, está ligada a de outras cidades do Sul do Estado do Espírito Santo, desbravadas pelo português radicado em Minas Gerais Manoel José Esteves de Lima. Foi ele quem partiu da cidade de Mariana-MG em 1820, com uma expedição para atingir a foz do Rio Itapemirim no Oceano Atlântico. Há informes dando conta de que ele veio pela região montanhosa, seguindo o curso principal dos rios e tendo como guia o caboclo Calixto Antônio dos Santos, que fez o mesmo trajeto que mais tarde seria o da Estrada de Ferro Leopoldina, no trecho entre Cachoeiro de Itapemirim-ES e Espera Feliz-MG.

Somente em 1823, a expedição chegou à região onde hoje está localizada a Sede de Jerônimo Monteiro-ES e chamaram aquela gleba de Cachoeira das Flores. Depois da expedição à foz do rio Itapemirim, um grupo retornou para os locais por onde haviam passado e em Jerônimo Monteiro ficaram seis pessoas. Enfrentando as matas, o grupo subiu pelas margens de um ribeirão até o atual bairro de Parada Cristal. Uma dessas pessoas se chamava Souza, sobrenome que se tornou comum na região. Daí a razão de o vilarejo de Cachoeira das Flores passar a ser conhecida por Vala do Souza, nome reconhecido mais tarde pela Companhia Estrada de Ferro Caravelas do Brasil, construída em 1887. No trajeto entre Cachoeiro de Itapemirim e Pombal (atual Rive, Município de Alegre-ES), a estação de Vala de Souza e Coutinho eram as únicas paradas.

Por volta de 1840, chega ao Município de Alegre-ES, o cidadão francês Cândido José Bossois, casado com D. Joaquina Medeiros Bossois, provenientes de São João Nepomuceno-MG. Torna-se grande proprietário de terras, possuindo as fazendas: Santa Cruz, Jacutinga, Velha, Cristal, Sobradinho, Soledade, Santa Joana e do Norte.

Em suas terras, na fazenda Cristal, construiu o edifício da estação de trem, doando-o, assim como as terras necessárias, à Companhia Estrada de Ferro Caravelas do Brasil. Em 16 de setembro de 1887 passou por Vala do Souza o primeiro trem com destino ao Pombal. Estava sendo inaugurada a primeira ferrovia do estado, Estrada de Ferro Caravelas, construída pela Companhia de Navegação Espírito Santo e Caravelas.

Sem levar em consideração a doação de Cândido José Bossois, a Estrada de Ferro Caravelas foi inaugurada a dois quilômetros abaixo da estação de Vala do Souza (onde é hoje é o centro da cidade) . O povoado passou a ser identificado por dois nomes: Vala do Souza e Sabino Pessoa. Isto aconteceu até 1943, quando a sede do distrito foi elevada à categoria de Vila e passou a se chamar Vila de Vala do Souza.

Inconformado pelo fato do trem não parar na estação que construíra, Cândido José Bossois, juntamente com os deus genros Antônio Egídio de Souza Lima e Francisco Martins, passaram a arrastar grandes toras de madeira, com juntas de boi, para cima do leito da estrada de ferro, obrigando o trem a parar também na Estação Sabino Pessoa, nome dado em homenagem ao engenheiro que construiu aquele trecho. Como a insistência dos fazendeiros era muito grande, a diretoria da empresa resolveu reconhecer a parada e a inaugurar oficialmente a estação, onde é hoje a agência do BANESTES Praça Cândido José Bossois, no centro de Jerônimo Monteiro.

A nova estação tornou-se a sede do distrito judiciário de Vala do Souza do município de Alegre, criado após a proclamação da República. Ali se instalaram as repartições estaduais e municipais, cartório, tabelionato e fiscalização municipal. Mais tarde foi construída uma escola e o prédio da coletoria de rendas estaduais, ambas com o nome de Sabino Pessoa. Em 20 de janeiro de 1928 o vilarejo passou a receber iluminação elétrica.

O Distrito criado com a denominação de Vala de Souza, pela Lei do Município de Alegre-ES nº 11, de 11 de janeiro de 1895, e ratificada pela Lei Estadual nº 715, de 05 de dezembro de 1910.

Na divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Vala do Souza, figura no Município Alegre.

Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

No quadro de fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Vala de Souza, figura no Município de Alegre.

Elevado à categoria de Município com a denominação de Vala de Souza, pela Lei Estadual nº 777, de 29-12-1953, desmembrado de Alegre. Constituído do distrito Sede.

Por decisão do Supremo Tribunal Federal, através do Acórdão de 04-10-1955 (representação nº 244), foi anulado o ato de criação do município, voltando a categoria de distrito de município de Alegre. Com a denominação de Jerônimo Monteiro.

Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Jerônimo Monteiro, pela lei estadual nº 1416, de 28-11-1958, desmembrado de Alegre. Sede no distrito de Vala de Souza atual Jerônimo Monteiro. Constituído de distrito sede. Instalado em 15-12-1958.

Em divisão administrativa de 1-VII-1960, o município é constituído de distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial de 2003.

Alteração toponímica distrital

Vala de Souza para Jerônimo Monteiro alterado por ordem Supremo Tribunal Federal, Acórdão de 04-10-1955. (Representação nº 244).

[7]

GeografiaEditar

O Relevo das regiões Sul e Central do Estado do Espírito Santo se caracterizam pelo prolongamento da Serra da Mantiqueira, que atinge no Estado os seus pontos de maior altitude (Pico da Bandeira, Cristal e outros), e chega mais próximo do mar, essa formação montanhosa cobre boa parte da superfície estadual. Tecnicamente a denominação dada a esse tipo de relevo predominante não só no Estado, mas em quase todo Sudeste, e o dos Planaltos e Serras do Atlântico Leste-sudeste (ROSS), que tem como uma de suas principais característica, a formação residual do relevo, ou seja, solos antigos e desgastados, restos de antigas superfícies erodidas pela ação dos ventos, das chuvas e de outros fatores de desgastes ao longo do tempo.

A baixada litorânea e as serras são as duas principais unidades representativas do relevo capixaba, a seguir caracterizadas.

Baixada Litorânea - Segue por toda a costa litorânea, desde a fronteira com o Estado do Rio de Janeiro até o da Bahia. Apresentando largura variável, sendo mais estreita ao sul e, ao norte alargando-se a partir de Vitória. Verifica-se altitude média de 40 a 50m englobando cerca de 40% do território estadual.

Serra - Com altitude média na casa dos 700m, ocupa o interior do Estado. Cortada por vários rios, a zona montanhosa apresenta a formação de vales profundos; no alto destes vales originam-se serras, como a do Caparaó, e os Picos da Bandeira (2.890m) e do Calçado (2.790m), e o Pico do Forno Grande (2.070m). A diminuição das altitudes ocorre ao norte do rio Doce, onde há formação de pequenas montanhas (pontões) erroneamente chamados de serras. Exemplificando: os Pontões de Pancas e Pontão do Cunha.[8]

Para FEITOZA (1999) o relevo do Estado do Espírito Santo caracteriza-se por apresentar um quadro natural diversificado, permitindo a sua estratificação em três grandes regiões: região litorânea, ocupando cerca de 5% da área estadual, região de tabuleiros, com aproximadamente 25% da área e a região elevada do interior, ocupando cerca de 70% da área estadual. Nesta última região, concentram-se as pequenas propriedades rurais, situadas em sua maioria, em locais de relevo acidentado, com os problemas mais graves de degradação dos recursos naturais.

Para fins de análise regional FEITOZA (1999), o Espírito Santo está estratificado em unidades naturais, que podem ser expressas em três níveis, assim denominadas: zonas, subzonas e províncias. Nessas unidades os dados considerados incorporam características de clima e solos que afetam as atividades humanas e o comportamento de organismo, os quais controlam a produtividade dos ecossistemas. Em conseqüência, as unidades naturais estão associadas com a ecologia e com os aspectos sócio-econômicos das diferentes regiões do Estado.[9]

A partir da divisão do estado em zonas, que é nível categórico mais amplo, em que são considerados simultaneamente apenas aspectos temperatura, relevo e número de meses secos, observam-se nele nove tipos distintos de zonas naturais.    

Quando analisamos o relevo do Município de Jerônimo Monteiro segundo a classificação definida por FEITOSA, identificamos três zonas naturais:

A Zona 2 são áreas (zonas) de temperaturas amenas, acidentadas e chuvosas, cobrem aproximadamente 25% do território municipal. Está localizada na parte Sul/Sudoeste do Município, numa região de topografia extremamente acidentada compreendendo as Serras, Grande, Manoel Joaquim e partes da Serra da Aliança, com altitudes superiores a 500m, chegando ao ponto de maior altitude do Município o alto do Serro com 970m, no encontro dos limites dos Municípios de Jerônimo Monteiro, com Mimoso do Sul e Alegre. Estão situadas nesta zona natural as comunidades de Rancharia, Gironda, Taquaruçú, Serro, Providência, Boa Vista, Córrego do Meio, Santa Maria, Santa Cruz e Panamá, além de parte das comunidades de Morro Alto, Aliança e Sertão, nesta zona nascem os 4 (quatro) córregos principais do Município, a Vala do Souza, Aliança, Cristal e Lajinha.

Zona 5: zona de terras quentes, acidentadas e de transição chuvosa/seca, menor zona natural do Município, está localizada na área de transição entre as zonas 2 e 6, ocupam uma área de cerca de 5% do território municipal.

Zona 6: zona de terras quentes, acidentadas e secas, está localizada em altitudes inferiores a 500m e domina cerca de 70% do território municipal, nessa zona natural está localizada a Sede do Município, e o ponto com a menor altitude do Município, o local denominado de Garganta do Jacu, situado entre as Comunidades de Santa Maria do Norte e Lajinha, nas margens do Rio Itapemirim, com apenas 98 metros acima do nível do mar.

A partir da divisão do estado em zonas, que é nível categórico mais amplo, em que são considerados simultaneamente apenas aspectos temperatura, relevo e número de meses secos, observam-se nele nove tipos distintos de Zonas Naturais do Estado do Espírito Santo (Unidades Naturais EMCAPA/NEPUT, processada em GIS, Feitosa, H. N., 1998).

Os solos predominantes no Município são do tipo latossolos, que tem entre as suas principais características serem de formação antiga, sob intenso processo e intemperização e lixiviação. Entre estes, verifica-se a maior ocorrência de latossolo vermelho-amarelo, latossolo vermelho-escuro e latossolo-roxo. Os latossolos vermelho-escuro ocorrem em áreas de relevo plano e suavemente ondulado, apresentam, em geral, textura média, são profundos e bem drenados. Apresentam baixa fertilidade natural. Os latossolos vermelho-amarelo são de textura argilosa. Outros tipos ocorrem em menor grau, como os podzólicos, cambissolos e areias quartzosas.

Esses tipos de zonas naturais que se caracterizam pelo relevo montanhoso predominante no Município, foi seriamente afetado nas últimas décadas pela substituição da cobertura vegetal predominante, a Mata Atlântica, pelo cultivo do café e pelas pastagens. A devastação acelerada combinadas com o baixo uso de tecnologias agrícolas, a falta de estímulo dos produtores rurais, o desleixo dos órgãos de assistência técnica entre outros fatores, contribuíram para intensificar a degradação dos solos de quase todo o nosso Município.  

Outro fator que contribui para degradação do ambiente são as estradas, principalmente as rurais, que também tem sido um dos principais agentes de degradação do solo agrícola municipal, servindo de foco inicial para a erosão que se espalha pela lavoura e termina com o assoreamento dos cursos d'água e reservatórios. O inverso também é verdadeiro na medida em que a erosão nas áreas agricultáveis danifica as estradas. O estado ruim das estradas, principalmente no período chuvoso, deve-se, basicamente, a carência de obras complementares que tenham por finalidade minimizar a velocidade das enxurradas.

O desmatamento indiscriminado com posterior uso do solo, sem alocação adequada dos cultivos e sem a utilização de práticas conservacionistas eficientes, tem causado degradação dos solos, refletindo negativamente na quantidade e qualidade da água.    


Referências

  1. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  2. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  4. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de agosto de 2013 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  7. «Cidades». 1 de agosto de 2019. Consultado em 1 de agosto de 2019 
  8. «Geografia do Espírito Santo» (PDF). Descubra o Espírito Santo. 1 de agosto de 2019. Consultado em 1 de agosto de 2019 
  9. «Carta Agroclimática do Espírito Santo». INCAPER. 1 de agosto de 2019. Consultado em 1 de agosto de 2019 

Ligações externasEditar