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João Leitão de Abreu
Nascimento 6 de julho de 1913
Cachoeira do Sul
Morte 13 de novembro de 1992 (79 anos)
Brasília
Nacionalidade  Brasil
Ocupação Professor e jurista

João Leitão de Abreu GCCGCSE (Cachoeira do Sul, 6 de julho de 1913Brasília, 13 de novembro de 1992) foi um jurista e ministro brasileiro.

Índice

BiografiaEditar

Ocupou a pasta da Casa Civil nos governos Médici e Figueiredo.[1]

Teria considerado por Médici como seu sucessor na presidência, caso o país estivesse, ao final de seu mandato, numa situação de perfeita calma.[1] Também foi responsável em transmitir uma mensagem de Médici para Delfim Neto desistir de se candidatar à presidência, o candidato de Médici era Geisel.[1]

O único pedido que Médici fez a Geisel, ao deixar o governo, foi que Leitão de Abreu fosse escolhido como ministro do Supremo Tribunal Federal, foi atendido: Leitão de Abreu foi nomeado na primeira vaga aberta.[1] Também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A 20 de Julho de 1972 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo e a 13 de Julho de 1973 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal.[2]

Em seu artigo dominical na Folha de S. Paulo de 28 de janeiro de 2007, o jornalista Elio Gaspari descreveu Leitão de Abreu como o mais poderoso ministro da Casa Civil da história republicana, apesar de sua discrição.[3]

Era cunhado do general Aurélio de Lira Tavares.[1]

Referências

  1. a b c d e Gaspari, Elio (2014). A Ditadura Derrotada 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca. 544 páginas. ISBN 978-85-8057-432-6 
  2. «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "João Leitão de Abreu". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 24 de março de 2016 
  3. Artigo de Elio Gaspari

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar