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João Luiz Espeschit
Presbítero da Igreja Católica
Pe Espeschit.png
Ordenação e nomeação
Ordenação presbiteral 5 de julho de 1903
Dados pessoais
Nascimento Juiz de Fora-MG
24 de junho de 1876
Morte Pedro Leopoldo-MG
27 de novembro de 1950
Categoria:Igreja Católica
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo

João Luiz Espeschit (Juiz de Fora, 24 de junho de 1876[1]Pedro Leopoldo, 27 de novembro de 1950) foi um sacerdote católico brasileiro.

BiografiaEditar

Nasceu em Chácara em 23 de junho de 1876 e veio a falecer em Pedro Leopoldo em 27 de novembro de 1950. Filho de Georg ESPENSCHIED (Jorge Espeschit no Brasil) e Emma Elisa HAGEN (Amélia Elisa Espeschit no Brasil).

Iniciou seus estudos com o Prof. Raymundo Nonnato de Mello, junto com os filhos do Dr Eugênio Teixeira Leite, na fazenda deste último, na região de Juiz de Fora(MG). Estudou escrituração mercantil e chegou a trabalhar em uma casa comercial na cidade de Juiz de Fora (MG). Em novembro de 1895, foi a Caeté(MG), onde conheceu Dom Silvério, então bispo de Câmaco, onde este o convidou para estudar no Seminário de Mariana, onde no fim de dezembro de 1895 ingressou. Em janeiro de 1896 iniciou seus estudos em latim e português. Em junho do mesmo ano fez os exames e logo após, começou a desfrutar de férias de três meses, onde só ficou somente 13 dias, voltando ao seminário e continuando seus estudos. Em outubro, iniciou-se o ano letivo do seminário, onde requereu a entrada do quarto ano de latim e conseguiu. Em junho de 1897, fez os exames finais, terminando deste modo, em um ano e cinco meses, um curso, que na época, era normal fazê-lo em quatro anos. Destacou-se junto com o Padre Jesuíno Soares da Cunha, no curso de filosofia, por serem os únicos a defenderem tese. Suas notas foram publicadas no Boletim de Mariana e o periódico de “Minas Gerais”. Neste período de estudo, no seminário, exerceu vários cargos de confiança, como regente dos Médios e dos Grandes, professor, diretor da orquestra e da banda de música do seminário e também diretor da música do Salão dos Grandes. Formou-se em Engenharia Civil, em 01 de junho de 1917 e bacharel em Ciências Físicas e Matemáticas em 12 de março de 1918, na cidade do Rio de Janeiro. Em 24 de junho de 1902, recebeu o Subdiaconato, a primeira ordem sacra, onde no dia 29 do mesmo mês e ano recebeu o Diaconato. Em julho de 1903, foi ordenado sacerdote e logo nomeado coadjutor de Pedrões(MG) e simultaneamente vigário de Cana Verde (MG). Em Cana Verde fundou o colégio Florescentíssimo. Foi professor e diretor do Colégio Sagrado Coração de Jesus, e professor da Escola Normal , de Oliveira(MG). Foi durante 10 anos, secretário de Dom Silvério, arcebispo de Mariana. Neste período fundou o jornal D. Silvério, onde foi impresso na máquina rotativa do estado de Minas Gerais. Quando vigário em Sete Lagoas(MG), fundou o jornal A Pátria Mineira e depois foi transferido para a cidade do Rio de Janeiro(RJ), mudando o nome para A Pátria Brasileira, onde deixou a cargo de Dr Felício dos Santos, cujo nome foi mudado para União. Escreveu artigos para o “Jornal do Comércio” do Rio de Janeiro(RJ), “Jornal do Comércio” de Juiz de Fora(MG), “Diário de Minas” de Belo Horizonte(MG), na “Gazeta de Minas” de Oliveira(MG), no “Entre-Rios” de Entre Rios (RJ). Em 23 de maio de 1918, recebe a nomeação de Membro Honorário do Instituto Agrícola Brasileiro e também Membro Honorário do Instituto Técnico Industrial do Rio de Janeiro. Foi correspondente e consultor técnico da revista “A Engenharia”, onde destaca-se o trabalho publicado sobre a regulação automática e instantânea das rodas hidráulicas denominadas “rodas de cima”. ‎[2][3]

Fundador e Diretor do Colégio S. C Jesus de Cana Verde‎MG (1905) ‎[4] Criador do Jornal A Pátria Mineira em Sete LagoasMG‎(1908)[5] Celebrou uma missa na Candelária (1910).[6] Realiza uma entrevista com o presidente marechal Hermes da Fonseca (1910).[7] Fundador do Jornal Pátria Brasileira no Rio de Janeiro-RJ(1910). [8] Realizou junto com Dom Silvério uma visita pastoral a PitanguyMG‎, onde possui a função de redator do jornal arquidiocesano Dom Silvério de Mariana, MG (1912).[9] Assume a nova paróquia de Santa Efigênia em Belo Horizonte-MG(1915).‎ [10] Instalação de Usina hidrelétrica em Santa Ana do Imbé, distrito de Caratinga-MG, hoje Imbé de Minas-MG[11] Construção de hidrelétrica em Carandaí-MG‎ (1916).[12] Construção da usina hidrelétrica de Sabará-MG, assim como a sua distribuição[13] Faz proposta para construção de uma usina elétrica na cidade de Rio Casca‎-MG (1920).‎[14] Construção do cinema e da arquibancada no estádio em Pouso Alto-MG(1920).‎[15] Contratado para fazer uma usina hidrelétrica em Silvestre Ferraz, hoje Carmo de Minas-MG ‎(1925).[16] Assina um manifesto pelo moralização do ensino de engenharia [17] Em Pouso Alto‎(MG)‎ o Colégio dos Padres Mercedários passa a ser Colégio Municipal de Pouso Alto onde passa a ser diretor. O farmacêutico José Capristano de Paiva é um dos professores (1828).[18] Professor do Ginásio de São João de Campanha‎(MG)‎[19]

Referências

  1. «Padre Dr. João Luiz Espeschit». Pouso Alto: O Pouso Alto. 26 de dezembro de 1920. Consultado em 5 de abril de 2018 
  2. Periódico O POUSO ALTO – Pouso Alto (MG), 26 de dezembro de 1920
  3. Elleno, Elleno (26 de dezembro de 1920). «Padre DR João Luiz Espeschit». O Pouso Alto (24): 1. Consultado em 22 de março de 2018 
  4. Periódico O PHAROL – Juiz de Fora (MG), 14 de dezembro de 1905
  5. Periódico O PHAROL – Juiz de Fora‎(MG)‎, 14 de novembro de 1908 e A LANTERNA ‎(jornal Anticlerical e de combate)‎ – São Paulo-SP‎ ano de 1911
  6. JORNAL DE BRASIL – Rio de Janeiro ‎(RJ)‎, 4 de fevereiro de 1910
  7. O PAIZ – Rio de Janeiro‎(RJ)‎ , 11 de fevereiro de 1910
  8. REVISTA DA SEMANA – 12 de maio de 1910 e A LANTERNA ‎(jornal Anticlerical e de combate)‎ – São Paulo ‎(SP)‎ ano de 1911
  9. A ÉPOCA – Sucursal de Belo Horizonte ‎(MG)‎, 30 de outubro de 1912 e A LANTERNA ‎(jornal Anticlerical e de combate)‎ – São Paulo ‎(SP)‎, 16 de agosto de 1913
  10. A UNIÃO – Belo Horizonte ‎(MG)‎, 12 de janeiro de 1915
  11. O AVINOPOLIS – Cidade Avinopolis ‎(MG)‎, 27 de fevereiro de 1916
  12. CORREIO DA MANHÃ – 22 de novembro de 1916
  13. A UNIÃO – Belo Horizonte ‎(MG)‎, 12 de julho de 1917, O PHAROL – Juiz de Fora‎(MG)‎, 3 de agosto de 1917 e O MALHO – foto sem data
  14. JORNAL DA MANHÃ – Belo Horizonte ‎(MG)‎, 27 de março de 1920
  15. CORREIO DA MANHÃ – 12 de julho de 1920
  16. O PAIZ – Rio de Janeiro‎(RJ)‎ , 1 de fevereiro de 1925
  17. CORREIO PAULISTANO – 02 de julho de 1925
  18. A NOITE – 16 de fevereiro de 1928
  19. O PAIZ – Rio de Janeiro‎(RJ)‎ , 26 de junho de 1928

Ligações externasEditar