João da Silveira Bettencourt


Prestou serviço no exército português, no Regimento de Guarnição nº 1, aquartelado na Fortaleza de São João Baptista, no Monte Brasil, junto à cidade de Angra do Heroísmo, onde fez carreira militar iniciando a sua carreira militar como Sargento rapidamente, e pelos serviços prestados à pátria rapidamente chegou a Alferes.

Relações familiaresEditar

Casou com D. Catarina do Espírito Santo (Santo Amaro, Velas, ilha de São Jorge — Santo Amaro, Velas, ilha de São Jorge, 1 de Setembro de 1795), que quando do seu falecimento foi sepultada nas portas travessas da Igreja de Santo Amaro, localidade de Santo Amaro. Foi feito o inventário dos deus bens, entre os quais deixou 3 000 reis (moeda da altura) para que se celebrassem 15 missas por sua alma).

Deste casamento nasceram:

  1. José de Sousa Bettencourt (Rosais, Velas, ilha de São Jorge —?) casado a 5 de Maio de 1782 com D. Ana Rosa da Silveira.
  2. D. Luísa (Santo Amaro, Velas, ilha de São Jorge, 23 de Janeiro de 1771 — Santo Amaro, Velas, ilha de São Jorge).
  3. Maria Joaquina de Bettencourt (Santo Amaro, Velas, ilha de São Jorge, 21 de Abril de 1756 —?), casou 8 de Outubro de 1791.
  4. Isabel (I), (Santo Amaro, Velas, ilha de São Jorge, 7 de Dezembro de 1752 —?)
  5. Isabel (II), (Santo Amaro, Velas, ilha de São Jorge, 3 de Março de 1753 —?)
  6. Paula Clara de Bettencourt (Santo Amaro, Velas, ilha de São Jorge —?) casou com Manuel Cabral de Bettencourt, (São Mateus, Urzelina, Velas, ilha de São Jorge, a 17 de Setembro de 1881).

Referências

  • Registos paroquiais do depósito da Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo, sediada no Palácio Bettencourt.
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