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José Anselmo de Figueiredo Santiago

José Anselmo de Figueiredo Santiago (Belém, 27 de novembro de 1928) é um magistrado brasileiro, ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), cargo que ocupou de 1993 a 1998.[1][2]

Anselmo Santiago
Ministro do Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Mandato: 12 de fevereiro de 1993
a 28 de novembro de 1998
Nomeação por: Itamar Franco
Antecessor(a): Geraldo Barreto Sobral
Sucessor(a): Francisco Falcão
Dados pessoais
Nascimento: 27 de novembro de 1928 (90 anos)
Belém, PA
Alma mater: Universidade Federal do Pará

CarreiraEditar

Formado em direito pela UFPA em 1959, Anselmo Santiago foi juiz de direito e juiz eleitoral do Estado do Pará antes de se tornar juiz federal, sendo promovido para o Tribunal Regional Federal da 1ª Região em 1989. Em 1993, foi nomeado ministro do STJ, pelo presidente Itamar Franco, em vaga destinada a membro de Tribunal Regional Federal. Aposentou-se em 1998, ao atingir a idade limite do serviço público.[1]

O ministro Santiago era considerado pelos advogados como um juiz "linha dura" em causas penais, tendo sido relator do inquérito instaurado para apurar o envolvimento do governador de Pernambuco, Miguel Arraes, no chamado "escândalo dos precatórios",[3] e ordenado a colheita de depoimentos de investigados como o então deputado federal Eduardo Campos.[4]

Referências

  1. a b «Ministro Anselmo Santiago». Superior Tribunal de Justiça. Consultado em 14 de março de 2015 
  2. «José Anselmo de Figueiredo Santiago». Senado Federal. Consultado em 19 de março de 2015. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  3. «Relator é "linha dura"». Jornal do Commercio. 6 de março de 1998. Consultado em 19 de março de 2015 
  4. «Eduardo Campos depõe sobre os precatórios na próxima semana». Diário de Pernambuco. 19 de novembro de 1998. Consultado em 19 de março de 2015. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
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