José Farinha Relvas de Campos

José Farinha Relvas de Campos
Deputado do Reino de Portugal
Período 1848 a 1851
Dados pessoais
Nascimento c. 1791
Relvas, Ermida, Sertã, Portugal Portugal
Morte 27 de fevereiro de 1865
Golegã, Golegã, Reino de Portugal Portugal
Nacionalidade português
Progenitores Mãe: Maria Antónia
Pai: Manuel Farinha
Religião Catolicismo

José Farinha Relvas de Campos ComNSC (Sertã, Ermida, Relvas, c. 1791 - Golegã, Golegã, 27 de Fevereiro de 1865) foi um lavrador e político português.[1][2]

BiografiaEditar

Segundo filho de Manuel Farinha (Sertã, Troviscal (hoje Ermida), Relvas, 1738 - ?), e de sua mulher (Sertã, Troviscal, 1773) Maria Antónia (Sertã, Sertã, Aldeia da Ribeira - ?), neto paterno de Domingos Gaspar[3] e de sua mulher Isabel Farinha,[4] e neto materno de Pedro Fernandes e de sua mulher Antónia Maria, era irmão de Manuel Farinha Relvas de Campos, o primogénito, Capitão de Ordenanças e Presidente da Câmara Municipal de Oleiros, que casou e teve descendência, já extinta em 1930, os quais acrescentaram ao apelido Farinha, que já seu pai usara, o de Relvas, que tiraram do lugar da sua naturalidade.[5]

Foi Arrendatário da Comenda de Oleiros, indo, depois, viver na Golegã, onde foi Senhor da Casa dos Patudos.[6]

A 8 de Setembro de 1845 foi feito 200.º Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

Desconhecem-se quaisquer dados biográficos sobre este Deputado, eleito para a 7.ª Legislatura, de 2 de Janeiro de 1848 a 25 de Maio de 1851, em representação do Círculo Eleitoral da Província da Estremadura, e que, na sessão parlamentar de 25 de Fevereiro de 1850, resignou do seu cargo, sem ter prestado juramento.[1]

Casou com Clementina Amália de Mascarenhas Pimenta (Sertã, Sertã, c. 1810 - ?), irmã de Carlos de Mascarenhas Pimenta, Governador Civil do Distrito de Portalegre, a quem o Estado, por lhe ficar a dever seus ordenados, deu, em compensação, o Convento e Cerca de Santo António da Sertã, que veio a herdar, filha de José de Mascarenhas Leitão e de sua mulher Bárbara Benedita de Almeida Pimenta, neta paterna de João Leitão da Mota Freire e de sua segunda mulher Sebastiana Clara de Santana Leitão, neta materna do Dr. Luís Nunes Pimenta da Silva, do Sardoal, Sardoal, e de sua mulher Faustina Inês Rita de Almeida,[7] com geração. Foi seu filho único Carlos Augusto de Mascarenhas Relvas de Campos.[6]

Referências e Notas

  1. a b Maria Filomena Mónica (coordenadora) (Lisboa, 2006). Dicionário Biográfico Parlamentar (1834-1910). [S.l.]: Assembleia da República (ISBN 972-671-167-3). pp. Vol. I. 564  Verifique data em: |ano= (ajuda)
  2. Domingos de Araújo Afonso e Rui Dique Travassos Valdez (2.ª Edição, Lisboa, 1988). Livro de Oiro da Nobreza. [S.l.]: J. A. Telles da Sylva. pp. Volume Terceiro. 342  Verifique data em: |ano= (ajuda)
  3. Filho de Manuel Gaspar e de sua mulher Ana Domingues, moradores no Mosteiro dos Negros, Várzea dos Cavaleiros, Sertã.
  4. Filha de Manuel Godinho e de sua mulher Mariana de Figueiredo, moradores na Póvoa, Várzea dos Cavaleiros, Sertã.
  5. Domingos de Araújo Afonso e Rui Dique Travassos Valdez (2.ª Edição, Lisboa, 1988). Livro de Oiro da Nobreza. [S.l.]: J. A. Telles da Sylva. pp. Volume Terceiro. 341-2  Verifique data em: |ano= (ajuda)
  6. a b Domingos de Araújo Afonso e Rui Dique Travassos Valdez (2.ª Edição, Lisboa, 1988). Livro de Oiro da Nobreza. [S.l.]: J. A. Telles da Sylva. pp. Volume Terceiro. 342-3  Verifique data em: |ano= (ajuda)
  7. Bisneta por varonia de Manuel Leitão Correia de Sequeira, Senhor de Casa em Figueiró dos Vinhos, e de sua mulher e prima-irmã Joana Maria Isabel de Abreu, trineta por varonia de Baltasar de Sequeira Leitão, Senhor de Casa, e de sua mulher Mariana Freire da Mota, tetraneta por varonia de António Pessegueiro de Sequeira, 2.º Capitão-Mor da vila de Álvaro, que teve os mesmos ofícios que seu pai, etc, e de sua terceira mulher e parente Maria Castelão, 5.ª neta por varonia de António Pessegueiro, 1.º Capitão-Mor da vila de Álvaro, Proprietário dos Ofícios de Escrivão dos Órfãos e Judicial da mesma vila, e de sua mulher Maria da Mota, 6.ª neta por varonia de Manuel Pessegueiro, Escrivão dos Órfãos em Álvaro, e de sua mulher Maria de Sequeira, 7.ª neta por varonia do Reverendo António Pessegueiro, Vigário da vila de Álvaro, e de mulher desconhecida, e 8.ª neta por varonia de Gaspar Pessegueiro e de sua mulher Isabel Curado, que viviam em 1580.