Língua carajá

Língua indígena do Brasil
Carajá
Falado em: Brasil
Total de falantes:
Família: Macro-jê
 Carajá
Códigos de língua
ISO 639-1: --
ISO 639-2: ---

A língua carajá (denominada, pelos carajás, como inyrybe, que significa "a fala dos iny"[1]) é uma língua indígena do Brasil falada até os dias de hoje pelos índios carajás.[2]. Ela pertence à família linguística carajá, a qual, por sua vez, pertence ao tronco linguístico macro-jê.

Há quatro variedades: o Karajá Setentrional, o Karajá Meridional, o Javaé e o Xambioá.[3]

Referências

  1. Terceira edição do Projeto Índio no Museu foi destaque na abertura da Semana do Índio. Disponível em http://www.museudoindio.org.br/template_01/default.asp?ID_S=51&ID_M=826 Arquivado em 4 de março de 2016, no Wayback Machine.. Acesso em 11 de agosto de 2012.
  2. «Cópia arquivada» (PDF). Consultado em 1 de maio de 2008. Arquivado do original (PDF) em 20 de setembro de 2008 
  3. Nikulin, Andrey. 2020. Proto-Macro-Jê: um estudo reconstrutivo. Tese de Doutorado em Linguística, Universidade de Brasília.

BibliografiaEditar

  • KARAJÁ, H.; KARAJÁ, J.; KARAJÁ, L.; KARAJÁ, T.; KARAJÁ, W.; KARAJÁ, W.; OLIVEIRA, C.; WHAN, Ch. Dicionário enciclopédico Inyrybè/Karajá–português brasileiro. Rio de Janeiro: PRODOCLIN, 2013.
  • BORGES, M. V. As falas feminina e masculina no Karajá. 1997. 288 f. Dissertação (Mes-trado em Linguística) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás. 1997.
  • BORGES, M. V. Diferenças entre as falas feminina e masculina no Karajá e em outras línguas brasileiras: aspectos tipológicos. LIAMES, Campinas, v. 12, p. 103–113; primavera 2012.
  • CAVALCANTE, M. P. Fonologia do Karajá. Revista do Museu Antropológico, Goiânia, v. 1, n. 1, p. 63–73, 1992.
  • FORTUNE, D. L. Gramática Karajá: um estudo preliminar em forma transformacional. BRIDGEMAN, L. I. (Ed.). Série Lingüística, no. 1. Brasília: Summer Institute of Linguistics, 1973. p. 101–161.
  • FORTUNE, D.; FORTUNE, G. Karajá grammar. Rio de Janeiro: Arquivo Lingüístico do Museu Nacional, manuscrito, 1964.
  • FORTUNE, D.; FORTUNE, G. Karajá men’s-women’s speech differences with social correlates. Arquivos de Anatomia e Antropologia, Rio de Janeiro, v. 1, p. 109–124, 1975.
  • PALHA, L. Ensaio de gramática e vocabulário da língua Karajá falada pelos índios re-meiros do rio ‘Araguaia’. Rio de Janeiro: s/ed, 1942. 42 f.
  • RIBEIRO, E. R. Empréstimos Tupí-Guaraní em Karajá. Revisa do Museu Antropológico, Goiânia, v. 5–6, n. 1, p. 75–100, jan./dez. 2001/2002.
  • RIBEIRO, E. R. Prefixos relacionais em Jê e Karajá: um estudo histórico-comparativo. LIAMES, Campinas, v. 4, p. 91–101, primavera 2004.
  • RIBEIRO, E. R. Subordinate clauses in Karajá. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, Belém, v. 1, n. 1, p. 17–47, jan./abr. 2006.
  • RIBEIRO, E. R. A grammar of Karajá. 2012. 292 f. Tese (Doutorado em Linguística) – Department of Linguistics, The University of Chicago. 2012b.
  • VIANA, A. M. S. A expressão do atributo na língua Karajá. 1995. 89 f. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Departamento de Lingüística, Línguas Clássicas e Vernácula, Ins-tituto de Letras, Universidade de Brasília. 1995.

Ligações externasEditar

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