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Lúcio Papírio Crasso (tribuno consular em 368 a.C.)

Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Lúcio Papírio Crasso.
Lúcio Papírio Crasso
Tribuno consular da República Romana
Tribunato 368 a.C.

Lúcio Papírio Crasso (em latim: Lucius Papirius Crassus) foi um político da gente Papíria nos primeiros anos da República Romana, eleito tribuno consular em 368 a.C.. Lúcio Papírio Crasso, cônsul em 336 e 330 a.C., e Marco Papírio Crasso, ditador em 332 a.C., eram seus filhos.

Tribunato consular (368 a.C.)Editar

Em 368 a.C., foi eleito tribuno consular com Sérvio Cornélio Maluginense, Espúrio Servílio Estruto, Sérvio Sulpício Pretextato, Tito Quíncio Cincinato Capitolino e Lúcio Vetúrio Crasso Cicurino[1].

Quando os tribunos da plebe Caio Licínio Calvo Estolão e Lúcio Sêxtio Laterano lideraram as tribos a votarem as suas próprias propostas a favor da plebe, mesmo com o veto expresso dos demais tribunos da plebe, controlados pelos patrícios. O Senado então nomeou Camilo ditador pela quarta vez, nominalmente para dar conta de um ataque dos velétrios, mas principalmente para impedir a votação das leis de Licínio e Sêxtio[1].

E como as tribos já haviam sido convocadas a votar e o veto dos colegas não impediu os promotores da lei, os patrícios, alarmados, recorreram a duas medidas extremas: o cargo mais alto e o cidadão acima de todos os demais. Decidiram nomear um ditador e a escolha recaiu sobre Marco Fúrio Camilo, que escolheu Lúcio Emílio como seu mestre da cavalaria.
 
Lívio, Ab Urbe Condita VI, 4, 38[1].

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c Lívio, Ab Urbe Condita VI, 4, 38.

BibliografiaEditar

  • T. Robert S., Broughton (1951). The Magistrates of the Roman Republic. Volume I, 509 B.C. - 100 B.C. (em inglês). I, número XV. Nova Iorque: The American Philological Association. 578 páginas