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Em sua concepção moderna, o termo libertino refere-se aos pensadores e literatos europeus que se abstraíam dos princípios morais do seu período, como aqueles relacionados à moral sexual, sendo caracterizado também como um hedonismo extremo.[1][2][3] A palavra foi cunhada por João Calvino para depreciar seus oponentes políticos.[4]

Referências

  1. Feiner, Shmuel (6 de junho de 2011). The Origins of Jewish Secularization in Eighteenth-Century Europe. [S.l.]: University of Pennsylvania Press. ISBN 978-0812201895 – via Google Books 
  2. «libertine» – via The Free Dictionary 
  3. "libertine" at WordNet
  4.   Vários autores (1911). «Libertines». In: Chisholm, Hugh. Encyclopædia Britannica. A Dictionary of Arts, Sciences, Literature, and General information (em inglês) 11.ª ed. Encyclopædia Britannica, Inc. (atualmente em domínio público) 

BibliografiaEditar

  • Choderlos de Laclos - As Relações Perigosas.
  • Marquês de Sade - Os Crimes do Amor, 120 Dias de Sodoma, Justine.
  • Restif de La Bretonne - Anti-Justine ou As Delícias do Amor.
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