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Linhas da Umbanda

artigo de lista da Wikimedia

As linhas da Umbanda são dentro da doutrina daquela religião, sete diferentes tipos de irradiações dos orixás, cada uma delas atuando num padrão vibratório que estimula e dá sustentação aos seres viventes.[1]

Assim, as linhas da Umbanda são sete partições da energia divina. As linhas da Umbanda não devem ser confundidas, deste modo, com as Linhas de Trabalho, que referem-se a características afins de entidades,[2][3] que se apresentam em um corpo fluídico com determinadas características, numa espécie de arquétipo.[4]

HistóriaEditar

Em 1925, portanto, dezessete anos após a fundação da Umbanda, Leal de Souza apresentou pela primeira vez a codificação das sete linhas.[5] Outras variações das sete linhas foram apresentadas posteriormente, ao longo da história da religião, conforme novas escolas foram surgindo, mas sempre mantendo-se o número de sete.[5]

Referências

  1. Umbanda Eu Curto (7 de maio de 2017). «Linhas de Umbanda Sagrada». Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2018 
  2. Stephen C. Finley; Torin Alexander (2009). African American Religious Cultures. ABC-CLIO. p. 393. ISBN 978-1-57607-470-1.
  3. Edmondo F. Lupieri; James Hooten; Amanda Kunder (2011). In the Name of God: The Making of Global Christianity. Wm. B. Eerdmans Publishing. pp. 137 – 138. ISBN 978-0-8028-4017-2.
  4. Umbanda eu Curto. «Preto-Velho». Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2018 
  5. a b paimane.com. «As Sete Linhas de Umbanda». Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2018