Lista de lugares fictícios da televisão

artigo de lista da Wikimedia

Lugares Fictícios das Telenovelas, Minisséries e Seriados BrasileirosEditar

Países e RegiõesEditar

CidadesEditar

  • Serranias, da novela Eterna Magia (Globo, 2007, autoria de Elizabeth Jhin), ambientada no interior de Minas Gerais;[141]
  • Serras Azuis, da novela Serras Azuis (Bandeirantes, 1998, autoria de Ana Maria Moretzsohn), ambientada no interior de Minas Gerais;[142][143]

Distritos, bairros e comunidadesEditar

Lugares fictícios dos Seriados Norte-AmericanosEditar

PaísesEditar

CidadesEditar

Países fictícios dos Desenhos AnimadosEditar

Cidades ficticias dos filmesEditar

  • Hogwarts, de Harry Potter
  • Hogsmead, de Harry Potter

Cidades Fictícias e Continentes Fictícios dos Desenhos AnimadosEditar

Veja tambémEditar

Notas

  1. Para a novela, foram construídas duas cidades cenográficas, a fim de idealizar duas cidades diferentes na trama. Todavia, não havia menção a uma cidade específica, mas sim, ao (à Região do) Vale do Café.
  2. Tanto Albuquerque como Santa Fé são cidades reais situadas no estado do Novo México e relativamente próximas entre si (104 km), sendo a primeira a maior cidade do estado e a segunda, a capital do Estado. A proposta da novela não era recriar as americanas Albuquerque e Santa Fé do século XIX, mas sim ambientar a trama em um contexto que lembrasse as típicas cidadezinhas do velho oeste americano. Além disso, na novela, as cidades situavam-se mais próximas de si do que são na realidade. Por esses motivos, considerar-se-ão as cidades da trama como fictícias e não reais. Albuquerque também era o nome da cidade fictícia de Estúpido Cupido, novela que o mesmo autor havia escrito em 1976 [1]
  3. O autor Benedito Ruy Barbosa afirmou que não fez um remake de sua novela homônima, apresentada em 1971 na Globo. Segundo ele, “Essa novela não tem nada da outra, só os nomes dos personagens e das localidades. Foi uma oportunidade de dizer as coisas que a censura não deixava. E pude começar a falar de política, de saúde, de educação”.[2]
  4. A cenografia desta versão de Meu Pedacinho de Chão não tinha compromisso com a realidade, proporções ou estilo arquitetônico. A cidade fictícia foi criada nos moldes de um imenso brinquedo de lata, com cavalos coloridos e articulados, engrenagens que tornam autômatos objetos inanimados, um carrossel de esculturas de vacas chamado “curral-céu”[3]. Por esse motivo, bem como não se tratar de remake, conforme as palavras do autor, corroborado pelo fato que a cidade fictícia de Antas não existia na primeira versão da novela, e, considerando ainda, que aquela versão havia sido uma coprodução entre a TV Globo e a TV Cultura, a vila de Santa Fé da versão de 1971 será indicada em item à parte.
  5. Asa Branca havia sido idealizada para retratar cidades brasileiras que vivem em função da religiosidade popular (Juazeiro do Norte, no Ceará; Aparecida, em São Paulo etc). Além disso, na cenografia, houve o cuidado de retratar diversas regiões brasileiras num cenário só. Para isso, foi feita uma colagem de símbolos de diferentes locais do país. Misturou-se o colonial carioca com o nordestino, construções da região Centro-Oeste com elementos do Sul, tudo com o objetivo de representar em Asa Branca o Brasil por inteiro. Os sotaques dos personagens seguiam essa mesma linha.[4]
  6. Não ficou explícito na trama se a fictícia Ilha de Boiporã pertencia a algum município, ou se era uma ilha/cidade autônoma.
  7. A trama original se desenrolava no sertão nordestino, mas para evitar a extensa repetição da caatinga como locação, o diretor artístico da minissérie optou por situar a história em um Brasil colonial, em Goiás.
  8. Na 1ª Versão da novela, em 1977, a cidade fictícia do início da trama chamava-se Guariba (ou Guariba Grande), ambientada no interior de algum estado não especificado da Região Sudeste do Brasil.
  9. Essa primeira versão, em verdade, não era uma novela propriamente dita, mas sim, possuía mais uma feição de seriado, onde eram apresentadas aventuras, cujos enredos se desenrolavam independentes um dos outros, com início, meio e fim próprios. A versão de 1984, embora tivesse sido concebida para ser exibida no mesmo formato do original, não teve a repercussão esperada, motivo pelo qual só foi apresentada – como novela – a primeira aventura, Laços de Sangue, que contou a origem do herói
  10. Na 2ª Versão da novela, em 2011, a cidade fictícia do início da trama chamava-se Bom Jesus do Rio Claro, ambientada no interior do Paraná
  11. Em verdade, Lagoa Serena não era uma cidade propriamente dita, mas sim uma fazenda, ou mesmo um arraial, situada no entorno do que viria a ser a cidade de São Paulo
  12. Em verdade, na minissérie, em momento algum, foi mencionado o nome da cidade em que se desenrolava a trama, que se passava no ano de 1970, durante a ditadura militar brasileira. Sabe-se apenas que era uma cidade do interior do Rio Grande do Sul. As cenas foram gravadas em Santa Cruz do Sul e Rio Pardo
  13. Amor com Amor se Paga é, em suma, um remake da novela Camomila e bem-me-quer, também de autoria de Ivani Ribeiro e exibida na TV Tupi entre 1972-73. Nesta novela, não houve qualquer menção ao nome da cidade durante a exibição da trama.
  14. Na novela Era Uma Vez... , de 1998, do mesmo autor, a trama se desenrolava em uma cidade também designada Nova Esperança, ambientada explicitamente no estado de Santa Catarina, situação esta não verificada na novela de 1972.
  15. Considerando que o trama tinha como pano de fundo a exploração de petróleo, é crível supor que a cidade fictícia poderia situar-se no Litoral do Estado do Rio de Janeiro, região onde situam-se os maiores campos e plataformas petrolíferas do País. Além disso, a novela teve suas cenas gravadas na cidade de Quissamã, situada naquela região
  16. Na versão original, exibida pela Tupi, em 1973, a trama se passava na cidade litorânea de Itanhaém, em São Paulo, local onde oram gravadas as cenas externas
  17. A novela de 1986-87 foi um remake da novela de 1971-72, porém com outro nome e roteiro atualizado. Para escrever Hipertensão, Ivani Ribeiro não alterou a estrutura de seu anterior trabalho Nossa Filha Gabriela, exibida pela TV Tupi, em 1971, mas modificou o nome de alguns personagens e incluiu novos temas [5]. Em verdade, na novela de 1971 não houve qualquer menção ao nome da cidade durante a exibição da trama.
  18. A ambientação da cidade fictícia nesta versão, inserida em um universo real, foi diametralmente oposta àquela apresentada na versão de 2014, na qual a Vila Santa Fé era ambientada em um universo lúdico, sem qualquer conexão com a realidade
  19. Considerando a temática do plantio da cana e da produção de açúcar, supõe-se que a cidade fictícia poderia situar-se em São Paulo, mesmo porque teve suas cenas gravadas na cidade de Iracemápolis, no interior daquele Estado [6]
  20. Na trama, a cidade de São Tomás de Trás é vizinha de Tubiacanga e Greenville, cidades fictícias das novelas Fera Ferida e A Indomada, respectivamente.
  21. A cidade fictícia de Serro Azul já havia sido mencionada nas telenovelas escritas por Aguinaldo Silva anteriormente, onde sempre era citada como a cidade vizinha mais próxima. Em A Indomada (1997), Serro Azul era cidade vizinha de Greenville, enquanto o mesmo se passava em relação à Tubiacanga, da novela Fera Ferida (1993)[7]
  22. A cidade fictícia de Jaguatirica nunca foi mostrada nas tramas, mas tão somente mencionada pelos personagens.
  23. A cidade fictícia de Pau D’Alho só foi representada na 2ª versão da novela, em 2004.
  24. Morro Alto e Ouro Verde não eram nomes de outras cidades fictícias da novela, mas sim os nomes das fazendas, também fictícias, onde se passava parte da trama.
  25. O Bairro do Borralho era dividido em três áreas: o Baixo Borralho, mais urbanizado, onde havia um misto de comércio e casas residenciais; o Médio Borralho, onde ficavam as áreas de lazer e convívio da comunidade; e o Alto Borralho, o qual tinha uma ocupação mais desordenada, com casas mais simples, becos e vielas.[8]
  26. Não confundir com o bairro (verdadeiro) de Vila Vintém, situado na zona oeste do Rio de Janeiro

Referências

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