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Fernando de NoronhaEditar

 Ver artigo principal: Fernando de Noronha
   
Baía do Sancho - Fernando de Noronha

Pertencente ao estado brasileiro de Pernambuco, o arquipélago de Fernando de Noronha, localizado a 545 km do Recife, é constituído por 21 ilhas[2] de origem vulcânica que, juntas, totalizam uma área de 26 km². O ponto mais alto do arquipélago é o Morro do Pico, com 323 metros de altura. Fernando de Noronha é a mais extensa e a única habitada, contando com 3.012 habitantes (IBGE, 2008), reunidos em Vila dos Remédios. Fernando de Noronha foi, por muito tempo (1942-1987), território federal ligado às Forças Armadas, mas com a Constituição de 1988, foi reincorporado ao estado de Pernambuco, como distrito estadual. Há alguns anos, vem sendo explorado mais intensamente no arquipélago o turismo, que, ao lado da pesca, é a principal atividade econômica.[3] Em Fernando de Noronha está um dos mais espetaculares pontos para a observação de golfinhos em todo o mundo, a enseada da Praia do Sancho.

Trindade e Martim VazEditar

 Ver artigo principal: Trindade e Martim Vaz
 
Ilha da Trindade do arquipélago de Trindade e Martim Vaz.

Trindade e Martim Vaz, localizadas a 1.100 km da costa do Espírito Santo, constituem, na realidade, uma ilha maior, Trindade, com 8,2 km², e um grupo de cinco ilhotas de vegetação escassa, conhecidas como grupo Martim Vaz, a 50 km a leste de Trindade. A ilha maior é ocupada para observações meteorológicas, por situar-se em área de dispersão de massas de ar. São usadas como base da Marinha e estação meteorológica.

Penedos de São Pedro e São PauloEditar

 Ver artigo principal: Penedos de São Pedro e São Paulo
 
Estação científica/militar localizada nos Penedos de São Pedro e São Paulo.

Pertencentes ao estado brasileiro de Pernambuco e situados a cerca de 1.000 km da costa do Rio Grande do Norte, os Penedos de São Pedro e São Paulo formam um pequeno arquipélago, no qual se destacam cinco rochedos maiores e uma dezena de outros menores. Sem água potável ou qualquer vegetação, são habitados apenas por aves marinhas, que lá procriam e deixam espessa camada de guano (aculumação de fosfato de cálcio resultante do excremento das aves marinhas).

Atol das RocasEditar

 Ver artigo principal: Atol das Rocas
 
Atol das Rocas, fotografado da Estação Espacial Internacional durante a Expedição 22

O Atol das Rocas é um pequeno recife elíptico, situado 145 km a oeste de Fernando de Noronha,[4] que pertence ao Rio Grande do Norte. Com uma área de cerca de 7,5 km² e altitude média de apenas 3 m acima do nível oceânico, é o único atol no Atlântico Sul. Sem água potável e com uma rala cobertura vegetal, a ilha não é habitada, ainda que abrigue um farol automático para orientar a navegação. O local é um refúgio para uma enorme variedade de aves marinhas que povoam todos os espaços da ilha, o que fez com que, em 1979, o Atol das Rocas fosse transformado na primeira unidade de conservação marinha criada no Brasil.

Ver tambémEditar

Notas e referências

  1. «Atlas geográfico das zonas costeiras e oceânicas do Brasil» (PDF). IBGE. p. 9. Consultado em 5 de agosto de 2012 
  2. «Cópia arquivada». Consultado em 13 de fevereiro de 2008. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2008 
  3. «Cópia arquivada». Consultado em 9 de setembro de 2012. Arquivado do original em 11 de junho de 2012 
  4. KIKUCHI, R.K.P. «Atol das Rocas». Consultado em 17 de outubro de 2009. Arquivado do original em 1 de novembro de 2005