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Luís Antônio Aguiar da Costa Pinto, conhecido como Lula (Recife, 25 de agosto de 1968) é um jornalista brasileiro.

Fez todos os estudos primário, médio e secundário no Colégio Nóbrega, instituição jesuíta fundada em 1917 na capital pernambucana. Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco, em agosto de 1990.

Começou a trabalhar em redação de jornais no ano de 1988, quando foi aceito como estagiário do Jornal do Commercio, do Recife. Integrou, ali, a equipe que criou a editoria de Ciência & Meio Ambiente. Logo após concluir o curso universitário, ainda em agosto de 1990, tornou-se chefe da sucursal da revista Veja no Recife. Em maio de 1991 foi transferido para Brasília, onde foi sucessivamente subeditor, editor e chefe de redação da sucursal de Veja em Brasília.

No ano de 1992, a partir de duas reportagens de Luís Costa Pinto publicadas em Veja - "Os Tentáculos de PC Farias" e "Pedro Collor Conta Tudo" - desencadeou-se o processo de impeachment contra o então presidente da República do Brasil, Fernando Collor de Mello. Costa Pinto recebeu, pelas reportagens, os prêmios Líbero Badaró, Esso e Abril de Jornalismo naquele ano. Recebeu o Prêmio Jabuti de Melhor Livro Reportagem de 1993 por "Os Fantasmas da Casa da Dinda" (co-autoria junto com Luciano Suassuna, Editora Contexto). Em 1995 publicou "As Duas Mortes de PC Farias" pela Editora Best Seller. Em 2019 lançou o livro "Trapaça - Saga Política no Universo Paralelo Brasileiro (vol 1 - Collor)" pela Geração Editorial.

Em maio de 1996 aceitou convite para se tornar repórter especial do jornal O Globo, em Brasília. Em setembro de 1997 transferiu-se para São Paulo, como repórter especial do jornal Folha de S. Paulo.

A partir de fevereiro de 1998 passou a integrar o grupo pioneiro da Editora Globo, que fundaria a revista Época. Foi editor de Brasil e de Política da revista Época até abril de 2001, quando regressou a Brasília para assumir o cargo de editor-executivo do jornal Correio Braziliense. Como editor de Época, em dezembro de 1998, foi o primeiro jornalista brasileiro a publicar informações sobre o falso Dossiê Cayman - papelório com denúncias falsas contra o então presidente Fernando Henrique Cardoso, o então governador de São Paulo Mário Covas e o então ministro da Saúde José Serra. Costa Pinto publicou, em Época, a reportagem "Chantagem em Brasília" e, desde a primeira hora, levantava suspeitas sobre a origem e a finalidade do papelório. As suspeitas de Costa Pinto foram depois comprovadas pelo Ministério Público Federal.

Em agosto de 2002 resolveu deixar as redações para tocar uma empresa de consultoria de comunicação, a Ideias, Fatos e Texto. Foi o responsável pela área de mídia da campanha presidencial de Ciro Gomes (PPS), ainda naquele ano, e da campanha em segundo turno de Lúcio Alcântara (PSDB) ao governo do Ceará.

Coordenou, entre janeiro e fevereiro de 2003, a campanha de João Paulo Cunha (PT) à presidência da Câmara dos Deputados. A partir de então, passou a se dedicar à atividade de consultoria privada de comunicação. Em 2010 Luís Costa Pinto coordenou a comunicação e a formulação de estratégia da campanha de Agnelo Queiroz (PT) ao governo do Distrito Federal. Agnelo venceu a eleição com 68% dos votos válidos.

A partir de janeiro de 2013 passou a responder, também, pela vice-presidência de relações institucionais do Grupo PPG - holding que reúne as agências Propeg, Revolution, Invent, InFavela e Menta. Em janeiro de 2017 regressou em tempo integral à consultoria Ideias, Fatos e Texto atendendo a clientes como consultor-sênior. Coordenou a comunicação das campanhas de Rodrigo Maia (DEM) à presidência da Câmara dos Deputados em 2017 (mandato-tampão) e de Eunício Oliveira (PMDB) à presidência do Senado em 2017.