Luís Gallotti

Luís Gallotti
19º Presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Período 14 de dezembro de 1966
até 11 de dezembro de 1968
Antecessor Ribeiro da Costa
Sucessor Gonçalves de Oliveira
Presidente interino do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Período 18 de janeiro de 1969
até 10 de fevereiro de 1969
Antecessor Gonçalves de Oliveira
Sucessor Osvaldo Trigueiro de Albuquerque Melo
Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Período 22 de setembro de 1949
até 16 de agosto de 1974
Antecessor Castro Nunes
Sucessor Cordeiro Guerra
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil
Período 06 de setembro de 1955
até 22 de janeiro de 1957
Antecessor Edgard Costa
Sucessor Francisco Lagoa Filho
Vice-Presidente do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil
Período 22 de janeiro de 1953
até 05 de setembro de 1955
Ministro do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil
Período 22 de janeiro de 1953
até 22 de janeiro de 1957
Antecessor Hahnemann Guimarães
Sucessor Plínio de Freitas Travassos
Procurador-geral da República do Brasil
Período 13 de outubro de 1947
até 12 de setembro de 1949
Antecessor Themístocles Brandão Cavalcanti
Interventor federal de Santa Catarina
Período 6 de novembro de 1945
até 8 de fevereiro de 1946
Antecessor Nereu Ramos
Sucessor Udo Deeke
Dados pessoais
Nascimento 15 de agosto de 1904
Tijucas, Santa Catarina
Morte 24 de outubro de 1978 (74 anos)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Partido PSD
Profissão Magistrado

Luís d'Assunção Gallotti (Tijucas, 15 de agosto de 1904Rio de Janeiro, 24 de outubro de 1978) foi um político e magistrado brasileiro. Foi deputado estadual de Santa Catarina, procurador-geral da República e ministro do Supremo Tribunal Federal.

Era pai de Octavio Gallotti, que também foi ministro do Supremo Tribunal Federal, além de avô de Isabel Gallotti, ministra do Superior Tribunal de Justiça, e tio de Paulo Gallotti, ex-ministro do STJ.

BiografiaEditar

Filho dos italianos Beniamino (Benjamin) Gallotti, comerciante e político, e Francisca Angeli. Era irmão de Francisco Benjamin Gallotti. Casou-se com Maria Antonieta Pires e Albuquerque.

Formou-se na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro, em 1926.

Foi deputado à Assembleia Legislativa de Santa Catarina na 13ª legislatura (1928 — 1930), e procurador da República.

Discursos de posse de Luís Gallotti como procurador-geral da República e de Alceu Barbedo como subprocurador-geral.
2

Foi interventor federal em Santa Catarina, de 8 de novembro de 1945 a 5 de fevereiro de 1946. Depois foi nomeado Procurador-geral da República, de 1947 a 1949.[1]

Ministro do Supremo Tribunal Federal em 1949, foi nomeado presidente daquela corte em 1966. Foi anteriormente presidente do Tribunal Superior Eleitoral, de 1955 a 1957.

Membro da Academia Catarinense de Letras, eleito para a cadeira 22 em 13 de setembro de 1969, tomou posse em 14 de dezembro de 1971.

Foi condecorado com a grã-cruz da Ordem Nacional do Mérito, Ordem do Sol Nascente, Ordem de Rio Branco, Ordem do Mérito, Ordem de Santo Olavo, Ordem de São Miguel e São Jorge, entre outras.

Referências

BibliografiaEditar

  • PIAZZA, Walter. Dicionário Político Catarinense. Florianópolis: Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, 1985.

Ligações externasEditar


Precedido por
Nereu Ramos
Governador de Santa Catarina
1945 — 1946
Sucedido por
Udo Deeke
Precedido por
Álvaro Moutinho Ribeiro da Costa
Presidente do Supremo Tribunal Federal
1966 — 1968
Sucedido por
Antônio Gonçalves de Oliveira
Precedido por
Themístocles Brandão Cavalcanti
Procurador-Geral da República do Brasil
1947 — 1949
Sucedido por
Plínio Travassos
Precedido por
Joaquim Domingues de Oliveira
  ACL - cadeira 22
1971 — 1978
Sucedido por
Antônio Carlos Konder Reis


  Este artigo sobre políticos ou política de Santa Catarina é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.