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Luís d'Assunção Gallotti (Tijucas, 15 de agosto de 1904Rio de Janeiro, 24 de outubro de 1978) foi um político e magistrado brasileiro. Foi deputado estadual de Santa Catarina, procurador-geral da República e ministro do Supremo Tribunal Federal.

Luís Gallotti
Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Mandato: 22 de setembro de 1949
a 16 de agosto de 1974
Nomeação por: Eurico Gaspar Dutra
Antecessor(a): José de Castro Nunes
Sucessor(a): João Baptista Cordeiro Guerra
Procurador-geral da República do Brasil
Mandato: 13 de outubro de 1947
a 12 de setembro de 1949
Nomeação por: Eurico Gaspar Dutra
Antecessor(a): Themístocles Cavalcanti
Sucessor(a): Plínio Travassos
Dados pessoais
Nascimento: 15 de agosto de 1904
Tijucas, SC
Falecimento: 24 de outubro de 1978 (74 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Alma mater: Universidade Federal do Rio de Janeiro

Era pai de Octavio Gallotti, que também foi ministro do Supremo Tribunal Federal, além de avô de Isabel Gallotti, ministra do Superior Tribunal de Justiça, e tio de Paulo Gallotti, ex-ministro do STJ.

BiografiaEditar

Filho dos italianos Beniamino (Benjamin) Gallotti, comerciante e político, e Francisca Angeli. Era irmão de Francisco Benjamin Gallotti. Casou-se com Maria Antonieta Pires e Albuquerque.

Formou-se na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro, em 1926.

Foi deputado à Assembleia Legislativa de Santa Catarina na 13ª legislatura (1928 — 1930), e procurador da República.

Discursos de posse de Luís Gallotti como procurador-geral da República e de Alceu Barbedo como subprocurador-geral.
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Foi interventor federal em Santa Catarina, de 8 de novembro de 1945 a 5 de fevereiro de 1946. Depois foi nomeado Procurador-geral da República, de 1947 a 1949.[1]

Ministro do Supremo Tribunal Federal em 1949, foi nomeado presidente daquela corte em 1966. Foi anteriormente presidente do Tribunal Superior Eleitoral, de 1955 a 1957.

Membro da Academia Catarinense de Letras, eleito para a cadeira 22 em 13 de setembro de 1969, tomou posse em 14 de dezembro de 1971.

Foi condecorado com a grã-cruz da Ordem Nacional do Mérito, Ordem do Sol Nascente, Ordem de Rio Branco, Ordem do Mérito, Ordem de Santo Olavo, Ordem de São Miguel e São Jorge, entre outras.

Referências

BibliografiaEditar

  • PIAZZA, Walter. Dicionário Político Catarinense. Florianópolis: Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, 1985.

Ligações externasEditar