Mânio Juvêncio Talna

Mânio Juvêncio Talna
Cônsul da República Romana
Consulado 163 a.C.
Nascimento 162 a.C.

Mânio Juvêncio Talna (m. 162 a.C.; em latim: Manius Juventius Thalna) foi um político da gente Juvência da República Romana eleito cônsul em 163 a.C. com Tibério Semprônio Graco.

CarreiraEditar

Talna foi tribuno da plebe em 170 a.C. e, com seu colega "Cneu Aufídio", acusou o pretor "Caio Lucrécio" por sua conduta tirânica e opressiva na Grécia. Em 167 a.C., foi pretor peregrino e, no mesmo ano, apelou ao povo para que fosse declarada a guerra contra Rodes na esperança de assumir o comando da campanha. Mas falhou ao não consultar o Senado e sua proposta foi veementemente combatida pelos tribunos da plebe "Marco Antônio" e "Marco Pompônio"[1].

Foi eleito cônsul em 163 a.C. com Tibério Semprônio Graco e recebeu o comando da campanha contra os corsos, que estavam rebelados e foram rapidamente derrotados. Como reconhecimento, o Senado lhe conferiu a honra de uma "ação de graças", mas ele não conseguiu celebrá-la pois, enquanto realizava os sacrifícios aos deuses romanos, sofreu um ataque cardíaco que o matou instantaneamente[2][3][4].

Ver tambémEditar

Cônsul da República Romana
 
Precedido por:
'Aulo Mânlio Torquato

com Quinto Cássio Longino

Mânio Juvêncio Talna
163 a.C.

com Tibério Semprônio Graco II

Sucedido por:
'Públio Cornélio Cipião Násica Córculo

com Caio Márcio Fígulo


Referências

BibliografiaEditar

Fontes primáriasEditar

Fontes secundáriasEditar