Manuel Silvestre da Silveira

Manuel Silvestre da Silveira[1] foi um pioneiro povoador da região serrana fluminense, com registro de sua presença na região nos primórdios do século XIX.[2]

Foi capitão da Guarda Nacional do Império do Brasil, delegado substituto (1857/1858)[3] e juiz de paz (1853/1854) do Município de Nova Friburgo,[4][5] importante fazendeiro desde os anos de 1840[6][7] e proprietário da sesmaria "Fazenda do Paredão",[8][9] no município de Nova Friburgo, na freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, hoje município do Sumidouro.

Foi casado com Maxima Umbelina da Silveira, com quem teve os seguintes filhos: Manuel Maximiano da Silveira, subdelegado do Município de Nova Friburgo (1861/1863, 1868/1870), capitalista e fazendeiro; Joaquim Maximiano da Silveira, fazendeiro; José Maximiano da Silveira, fazendeiro; e Ana Umbelina da Silveira Faria, casada com o fazendeiro Manoel José Correia de Faria, pais de Maria Adelaide de Faria Soares (Nova Friburgo, 1845Nova Friburgo, que foi casada com o advogado provisionado,[10] solicitador,[11][12] promotor público adjunto,[13] procurador e tenente-coronel[10] da Guarda Nacional do Império do Brasil. Naturalizou-se brasileiro em 1876.[14]José Balbino Soares.

Foi um dos principais doadores de terras para a construção de uma capela em honra a Nossa Senhora da Conceição,[15] em 1822,[16] às margens do rio Paquequer, em Sumidouro.

Referências