Abrir menu principal

Mappin

extinta rede de lojas de departamentos brasileira
Mappin
Foto do Edifício João Brícola, o icônico prédio que abrigou a unidade mais conhecida do Mappin, em 2018. Hoje, o edifício abriga uma loja da Casas Bahia.
Razão social Blue Group Participações Ltda.
Nome(s) anterior(es) Casa Anglo Brasileira S.A.

Mappin Stores (Brazil) Ltd.

Empresa de capital aberto
Cotação B3: CABR (1948-2000)
Atividade Lojas de departamento
Fundação 29 de novembro de 1913 (1913-11-29)
10 de junho de 2019 (2019-06-10) (comércio virtual)
Fundador(es)
  • Walter Mappin
  • Hebert Mappin
Sede São Paulo, SP, Brasil
Proprietário(s)
  • Alberto Alves Filho (1950-1982)
  • Cosette Alves (1982-1996)
  • Ricardo Mansur (1996-1999)
  • Nasser Fares (2019-atualmente)
Empregados 2.000 (1999)
Website oficial https://www.mappin.com.br/

Mappin (antigo código CABR na B3) é uma empresa de E-Comerce brasileira fundada em 29 de novembro de 1913 na cidade de São Paulo como uma rede de lojas físicas de departamento. As origens da empresa remetem-se a inglesa Mappin & Webb, criada na cidade de Sheffield ainda no século XVII, e trazida para o Brasil pelos irmãos Walter e Hebert Mappin. O Mappin foi criado após os irmãos unirem o seu negócio no Brasil aos da John Kitching em 1913. A primeira loja da empresa foi instalada na Rua 15 de Novembro, região central da capital paulista, local que nos anos seguintes se tornou o principal ponto de encontro da elite paulistana (impulsionada pelo mercado do café), que se encontrava no estabelecimento para tomar o chamado "chá das cinco", além de fazer compras.[1]

Pelo prédio em que estava já não comportar mais a quantidade de clientes que passavam todos os dias por lá, seja para fazer compras ou para ter um encontro, em 1919, o Mappin deixou a Rua 15 de Novembro e se mudou para a Praça do Patriarca em um novo edifício de cinco andares.[1]

Com foco na venda de artigos de decoração e utilidade domésticas para a elite, o Mappin teve que rever a sua estratégia e mudar o foco de seus negócios após a quebra da Bolsa de Nova Iorque em 1929. Desta forma, o Mappin começou a vender no crediário e a etiquetar os preços dos produtos que vendia nas vitrines para atender o grande público consumidor.[2]

Com o novo modelo de negócios, a empresa retomou seu crescimento e inaugurou, em 1939, a sua famosa unidade na Praça Ramos de Azevedo, em frete ao Theatro Municipal de São Paulo, edifício que foi construído em arquitetura art déco. Na década de 1940, o avanço econômico brasileiro e a entrada de novas empresas de comércio varejista afetaram os negócios do Mappin, que mudou a razão social para Casa Anglo Brasileira S.A. e abriu seu capital na bolsa de valores em 1948. Em 1950, a empresa teve seu controle acionário vendido ao advogado e empresário do ramo do café Alberto Alves Filho.

Alves Filho seguiu no comando da varejista até a sua morte, em 1982, e Cosette Alves herdou a empresa do marido e, assim, assumiu o controle do Mappin. Na década seguinte, a empresa adquiriu cinco lojas da Sears no Brasil. A partir daí, o endividamento da empresa começou a aumentar, registrando o maior prejuízo de sua história em 1995. Com isso, o negócio foi colocado a venda e acabou sendo adquirido pelo o empresário Ricardo Mansur em 1996, que na sequência assumiu a rival Mesbla. Porém, o problema do endividamento agravou a delicada situação financeira das companhias e ambas tiveram a falência decretada em 1999.[2]

Em 10 de junho de 2019, a empresa foi refundada, agora pelo comando da Marabraz, por meio de um site de compras voltado para o seguimento de venda em departamentos. Com a inauguração comercial do site, o Mappin voltou aos negócios depois de 19 anos da sua falência.

Índice

AntecedentesEditar

A origem do negócio do Mappin remete-se a criação da Mappin & Webb, originada na cidade Sheffield, Inglaterra, em 1775. Hoje, a empresa continua com os negócios ativos e é uma das principais joalherias do Reino Unido.[3] No final do século XIX, a Mappin & Webb começou a expandir seu negócio ao redor do mundo e abriu filiais em localidades como Joanesburgo, Buenos Aires e Hong Kong.[4] No Brasil, a Mappin & Webb foi trazida pelos irmãos Walter e Hebert Mappin. Eles uniram, em 1913, o seu negócio com os da John Kitching, surgindo assim a Mappin Stores.[1]

HistóriaEditar

 
Vista do centro de São Paulo, com destaque para o prédio do Mappin, em fotografia de Werner Haberkorn.

Em 1774, as famílias de comerciantes Mappin e Webb inauguraram em Sheffield, na Inglaterra, uma sofisticada loja de artigos finos e prataria. Ao longo dos anos se mudaram para Londres, Buenos Aires até que, enfim, chegaram no Brasil pelas mãos dos irmãos Walter e Hebert Mappin.[5]

A primeira loja do Mappin, inaugurada na rua 15 de Novembro, região central de São Paulo em 19 de novembro de 1913, com 11 departamentos e 40 funcionários, foi pioneira do comércio varejista para a elite paulistana.[6] Antecipou o "conceito" de shopping center, reunindo produtos de diversos tipos em um único local. Em seu interior eram vendidos apenas produtos de origem importada da Europa e forneciam serviços como barbearia e um salão de chá, que atraiam um público ainda maior para o espaço que se tornou um dos principais pontos de encontro da capital.[1]

O interior da loja era muito luxuoso, possuía grandes lustres de cristais, móveis de madeira maciça e tapetes enormes importados da Europa. O ambiente proporcionava muito glamour para a elite cafeeira que frequentava constantemente as salas individuais com vendedores que traziam todas as mercadorias escolhidas no catálogo da loja, que era uma ideia extremamente inovadora na época.[1]

O prédio, localizado na Praça do Patriarca, possuía arquitetura em estilo europeu e um relógio em sua fachada que, mais tarde, seria transferido para a próxima sede da loja.[7]

A loja era tão importante que, em 1914, foi palco da primeira exposição de arte de Anita Malfatti.[8]

Realizava liquidações semestrais, de inverno e verão, que tornaram-se verdadeiros acontecimentos na cidade e levavam famílias inteiras reunidas para às compras, inclusive, foi o primeiro estabelecimento a utilizar de técnicas de promoções temáticas principalmente na época de Natal em que a loja vendia decorações dos mais diversos tipos.[9] Em 1919, já contava com 35 departamentos e mais de 200 funcionários.[10]

No ano de 1922, a loja foi parcialmente destruída por um grande incêndio[9] mas conseguiu diminuir o prejuízo ao promover uma liquidação enorme com as mercadorias que restaram após a catástrofe, formando filas enormes em frente à loja.

Em 1929, com a crise econômica, o café perdeu grande valor afetando diretamente à elite paulistana da época. Por conta disso, o Mappin precisou se reinventar, tornando-se a primeira loja a implantar vitrines de vidro para a exibição dos produtos e seus devidos preços, facilitando a escolha das mercadorias pelos consumidores e passando a atingir camadas mais baixas da população. Até então, era necessário que os mesmos entrassem nas lojas para ver os produtos à venda e essa inovação representou uma vantagem muito grande para a época.[1]

Com esse novo público de classes mais baixas, uma nova modalidade de pagamento surgiu: o crediário: o popular carnê que oferecia aos clientes a possibilidade de dividir e comprar a prazo.[1]

Já reestabelecida economicamente, em 1939, a marca pôde expandir para o novo prédio na Praça Ramos de Azevedo. O edifício foi reformado pelo próprio Ramos de Azevedo e gastou 400 contos de réis na época e criava toda uma atmosfera de requinte para a clientela que, além de serem atendidos em salas de estar particulares, era servido com chás e petits-fours.[9] As novas instalações contavam com 5357m² em cinco andares que abrigavam 50 departamentos e mais de 500 funcionários.[11]

O Edifício João Brícola, foi construído pelo arquiteto Elisário Bahiana, mesmo que projetou o Viaduto do Chá e o Jockey Club, e havia sido construído para ser a sede do Banespa mas, por conta da localização considerada distante do centro financeiro da época, houve uma troca e o prédio tornou-se propriedade da Santa Casa.[12]

Na época, era possível realizar as compras, também, pelo telégrafo, pelo telefone - bastava discar o número 45, ou pelos correios ao encaminhar os pedidos para uma caixa postal.[9]

Possuía um famoso jingle que fazia parte das principais campanhas publicitárias da época, se tornando viral entre a população brasileira que, até hoje, se recorda da letra e ritmo da música:

Mappin
Venha correndo, Mappin
Chegou a hora, Mappin
É a liquidação!
Mappin
Tem tudo aqui no Mappin
Muitos descontos, Mappin
É a liquidação!
Mappin
Venha correndo, Mappin
Chegou a hora, Mappin
É a liquidação!
Liquidação no Mappin![13]

Jingle Mappin

Em 1947, foi inaugurado uma nova seção de roupas voltada para a classe média da população, que já era alvo das principais concorrentes na época. Porém, a empresa apresentou grande dificuldade em entender às necessidades desse novo público que, queria ter acesso a produtos de grande qualidade sem precisar pagar muito por isso. O controle acionário foi vendido em 1950.[11]

Em 1950, com a economia brasileira em constante aceleração, surgiram muitos concorrentes e a marca não conseguiu acompanhar esse crescimento, sendo vendida para o advogado e empresário do ramo de café Alberto Alves Filho.[1]

Alves Filho, que ficou no comando do Mappin até seu falecimento em 1982, enxergando a necessidade de adequação à nova realidade econômica de seus consumidores, substituiu os produtos importados por nacionais para que tivessem uma maior rotatividade de seus estoques e menor margem, criou novas políticas de crédtto que permitiam o parcelamento do pagamento em até dez vezes e abriu o capital da empresa, além de ter criado famosas propagandas de TV que passavam na extinta Rede Tupi e aumentaram ainda mais a popularidade da loja varejista. Em 1973, a empresa já apresentava um aumento de vendas de cerca de 54,86%.[11]

No final da década de 70, se tornou a primeira empresa da América Latina a implantar o PDV - caixa no ponto de venda, que trouxeram ganhos de produtividade extremamente significativos.[11]

Em 1982 e no ano seguinte, o Mappin foi considerado a empresa do ano[8] e segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup, 97% da população paulistana conhecia a empresa. Nos próximos anos, a marca investiu na compra de outras empresas concorrentes do setor como a Sears[14] que, na época, possuía cinco unidades localizadas em shoppings da capital e cidades próximas.

Algumas filiais foram abertas:

 
O tradicional relógio no prédio da primeira grande loja localizada na Praça Ramos de Azevedo.
  • 1969 – Rua São Bento
  • 1977 – Avenida São João: a primeira de São Paulo a ter estacionamento próprio
  • 1984 – Itaim Bibi
  • 1987 – Shopping Mappin Santo André - a primeira loja fora da capital e em shopping center
  • 1991 – Adquiriu a Sears e suas unidades: Shopping Center Norte, Shopping West Plaza, Shopping Morumbi e outras duas em Campinas
  • 1993 – Criada a TV Mappin em Santos: loja destinada a atender ao público por meio de terminais multimídia nos quais os próprios consumidores escolhiam os produtos na tela e efetuavam as compras
  • 1993 - Mappin Store Company: venda de produtos importados por meio de catálogos
  • 1993 – Shopping Plaza Sul.
  • 1995 – Esplanada Shopping, em Sorocaba, interior de São Paulo.
  • 1997 - Inauguração da primeira loja franqueada da empresa, em São Roque
  • 1997 - CenterVale Shopping, em São José dos Campos - SP (inaugurada em 4 de maio de 1997)
  • 1997 - No segundo semestre foram abertas três novas lojas: Shopping Jardim Sul, Tatuapé e Ribeirão Preto
  • 1998 - Shopping Interlagos

Em 1995, era a única loja de departamentos completa do Brasil com mais de 85 mil ítens distribuídos em seções como Eletrodomésticos, Eletrônicos, Eletro-portáteis, Confecções, Móveis, Esportes, Lazer, Bazar e Cama/Mesa/Banho.[11]

Todos esses investimentos acabaram por trazer um prejuízo, anunciado no ano de 1995, de quase 20 milhões de reais e dar um grande "passo" em direção a venda da empresa que ocorreu no ano seguinte. O empresário Ricaro Mansur, dono da Mesbla e do Banco Crefisul adquiriu a marca por 25 milhões de reais com um projeto para expandir a loja através de mais 40 filiais por todo o Brasil, porém as ideias não deram certo.[15]

No início de 1999, a real situação da empresa veio a público: em péssima situação financeira, passou a atrasar o pagamentos de fornecedores. Os próximos meses marcaram o fechamento das lojas São Bento e São João.[16]

Em 29 de julho de 1999, o Mappin encerrou suas atividades, após 86 anos de sua fundação, com uma dívida de 1.2 bilhão de reais.

CampanhasEditar

  • Liquida, liquida!:Eletrodomésticos, higiene, autopeças, etc. (1975)
  • Economia é só no Mappin (1977/78)
  • Compre tudo para a Copa do Mundo (1986)
  • Compre de novo para a Copa do Mundo (1990)
  • TV Mappin (1992)
  • Turma da Mônica (1980-1999) (falência)

FimEditar

Encerrou suas atividades em 1999, durante a administração de Ricardo Mansur. Teve falência decretada junto com as lojas Mesbla, que haviam sido incorporadas ao Mappin em 1996. Ainda em 1999, o Grupo Pão de Açúcar, por meio do Extra Hipermercados, com a bandeira "Extra Mappin", sendo abandonada logo em seguida.[17] Em 2003, a loja foi fechada sob a alegação de possuir baixa rentabilidade, não compensando os custos de manutenção do ponto de venda, e que a loja não atendia mais aos "padrões de qualidade que devem fazer parte de todas as bandeiras do grupo".[18] O edifício pertence a Santa Casa de São Paulo[19] e atualmente é administrado pela Via Varejo,[20] que mantém instalada uma loja da Casas Bahia nos primeiros andares do prédio, inaugurada em 2004.[21]

O RetornoEditar

Em dezembro de 2009, em um leilão judicial, a rede de lojas Marabraz arrematou a marca por 5 milhões de reais. Durante anos, a compra da marca pela Marabraz gerou rumores de uma possível volta do Mappin, como em 2014, que foi anunciado uma possível volta da marca em 2016.[22]Porém, foi só em 2019, próximo aos 20 anos de falência do Mappin, que a marca retornou por meio da criação de um site voltado para compras em varejo. O plano da Marabraz é de, em 2020, abrir lojas físicas da marca na cidade de São Paulo.[23]

ControvérsiasEditar

Segundo a coluna de Mônica Bergamo em 3 de junho de 2009, Ricardo Mansur, último proprietário da rede, considerou reabrir o Mappin, inclusive tendo encaminhado pedido ao juiz de seu processo de falência e tenta captar dinheiro com investidores internacionais.[24] Porém, em 2011, Mansur foi condenado a 11 anos e meio de prisão por gestão fraudulenta no Mappin.

O Ministério Público denunciou, em 2016, 15 pessoas envolvidas em crimes na falência da empresa. Os mesmos ocorreram no período entre 2009 e 2012, em que foram desviados quase 1,65 milhões de reais prejudicando os credores da massa falida. Esses crimes envolveram uma funcionária do Poder Judiciário e alguns de seus familiares, que desviavam dinheiro público para uso próprio ao fraudarem informações no sistema do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e expedirem falsos mandados de levantamento judicial. Em 2014, uma ex-funcionária já havia sido condenada a devolver 3,5 milhões de reais que haviam sido desviados por meio da falsificação de guias para pagar credores.

Em 2017, foi realizada uma das últimas etapas do processo de falência do Mappin, quando o último bem disponível (um edifício em que funcionava uma unidade) foi colocado em leilão. O valor arrecadado serviria para sanar as dívidas trabalhistas e pagar todos os débitos fiscais. Mas, mesmo juntando o valor arrematado no leilão, com uma quantia que já se encontrava em caixa, é uma tarefa árdua conseguir pagar todas as dívidas, ainda faltam cerca de 314 milhões de reais.[25]

No mês de setembro de 2017, um evento realizado no Museu do Ipiranga, levantou questões ligadas a construção de gênero em anúncios antigos da loja Mappin. A palestra, realizada pela pesquisadora Raissa Monteiro dos Santos, defendeu que os anúncios publicitários podem ajudar na construção de um entendimento a respeito da representação da feminilidade e masculinidade da época, como um reflexo dessa sociedade.[26]

Referências

  1. a b c d e f g «Uma breve história do Mappin – São Paulo Antiga». São Paulo Antiga. 29 de novembro de 2013 
  2. a b «Mappin faria 100 anos; relembre a história da loja de departamentos» 
  3. «It all started with silver: the Mappin & Webb story». The Telegraph. 6 de novembro de 2016. Consultado em 25 de junho de 2018 
  4. Andre Decourt (20 de junho de 2006). «"chic" Rua do Ouvidor, Mappin & Webb». foi um RIO que passou. Consultado em 25 de junho de 2016 
  5. «Mappin - Que fim levou? - Terceiro Tempo». Terceiro Tempo. Consultado em 27 de novembro de 2018 
  6. «Prédios de S.Paulo: Mappin - Notícias - Estadão». Estadão 
  7. Martins, Magda (21 de setembro de 2016). «Você conhece a interessante história do "Relógio do Mappin"?». HISTORY 
  8. a b «A Loja Mais Querida de São Paulo - A História do Mappin». SP In Foco. 11 de março de 2015 
  9. a b c d São Paulo, a juventude do centro. [S.l.]: Conex. 2004. pp. Página 143 e 144 
  10. «Desenvolvimento do formato de lojas de departamento no Brasil» (PDF) 
  11. a b c d e Battilana, Abramo Nicola; Beraldo, Valter (2004). «Aplicação do conceito do ciclo de vida organizacional na definição e determinação das fases de uma organização varejista». Revista Brasileira de Gestão de Negócios. 6 (15). ISSN 1806-4892 
  12. «Edifício João Brícola». Wikipédia, a enciclopédia livre. 11 de outubro de 2018 
  13. «Jingle é a Alma do Negócio». www.google.com.br. Consultado em 27 de novembro de 2018 
  14. «Era uma vez em SP ... lojas Sears - noticias - Estadao.com.br - Acervo». Estadão - Acervo 
  15. Varotto, Luís Fernando (3 de outubro de 2006). «História do varejo». GV-executivo. 5 (1): 86–90. ISSN 1806-8979 
  16. «Aplicação do conceitodo ciclo de vida organizacional na definiçãoe determinação das fases de uma organização varejista» 
  17. Fabiano Futema (1 de outubro de 2003). «Sindicato protesta no último dia de operação do Extra Mappin». Sindicato Mercosul. Consultado em 17 de junho de 2018. Arquivado do original em 12 de setembro de 2012 
  18. «Extra fecha na terça-feira a ex- loja do Mappin». DCI. 29 de março de 2003. Consultado em 17 de junho de 2018 
  19. Cley Scholz (24 de abril de 2014). «Prédios de S.Paulo: Mappin». Acervo Estadão. O Estado de S. Paulo. Consultado em 16 de junho de 2018 
  20. Douglas Nascimento (29 de maio de 2015). «Casas Bahia limpa relógio do antigo Mappin». São Paulo Antiga. Consultado em 17 de junho de 2018 
  21. «Casas Bahia assume local que consagrou o Mappin». Diário do Grande ABC. 25 de novembro de 2004. Consultado em 16 de junho de 2018 
  22. Isabella Villalba (19 jun. 2013). «Mappin: gigante do varejo volta, mas só em 2016». Consumidor moderno. Consultado em 11 de julho de 2014. Arquivado do original em 16 de julho de 2014 
  23. «Família Fares inaugura versão online do Mappin na segunda (10)». Veja 
  24. «Mônica Bergamo: Mansur quer reabrir o Mappin». Mercado. Folha de S.Paulo. 3 de junho de 2009. Consultado em 17 de junho de 2018 
  25. «Venda de imóvel é última etapa de falência do Mappin». Valor Econômico 
  26. «Evento discute a construção de gênero em anúncios da loja Mappin» 

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
  Categoria no Commons
  Base de dados no Wikidata