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Marcas da Paixão

Marcas da Paixão é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela RecordTV entre 8 de maio e 18 de novembro de 2000, em 120 capítulos, substituindo Tiro e Queda e sendo substituída por Vidas Cruzadas. Escrita por Solange Castro Neves com colaboração de Maria Duboc, Marcelo César Fagundes, Enéas Carlos e dirigida por Atílio Riccó, Henrique Martins e Fernando Leal, é uma obra representativa na história da teledramaturgia da emissora, sendo esta a primeira telenovela completamente desenvolvida pela rede desde Canoa do Bagre, em 1997, e também a primeira a ser assinada por Neves. Foi a 5ª telenovela transmitida pela emissora na safra de produções independentes sem conter um núcleo de teledramaturgia desde 1977 – o qual só seria reestruturado em 2004. A classificação indicativa da novela é de imprópria para menores de 12 anos.[2]

Marcas da Paixão
Marks of Passion (Título Internacional)[1]
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 60 minutos
Criador(es) Solange Castro Neves
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Atílio Riccó
Henrique Martins
Fernando Leal
Elenco
Tema de abertura "Marcas da Paixão", Gian & Giovani
Tema de encerramento "Marcas da Paixão", Gian & Giovani
Localização Record Estúdios, São Paulo
Exibição
Emissora de televisão original Brasil RecordTV
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 8 de maio18 de novembro de 2000
N.º de episódios 120

A dupla sertaneja Gian & Giovani era a voz o tema de abertura, "Marcas da paixão", disponível na única trilha sonora da novela que foi lançada logo após a estreia da trama. O título Marcas da Paixão foi decidido após o começo da produção, pois de início Laços de Família era o nome escolhido pela empresa televisiva. O nome foi mais tarde trocado pois a história homônima de Manoel Carlos exibida pela Rede Globo já estava registrada.[3] O folhetim de Neves obteve uma recepção mista pelos críticos de televisão e oscilou 8 pontos de média na Grande São Paulo, segundo o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE).[4]

Vanessa Lóes e Carla Regina deram vida às personagens principais Cíntia e Guida, duas irmãs que são filhas de um rico fazendeiro e após a morte dele, terão que morar um ano juntas na fazenda deixada por ele para receber suas partes na herança. Carlos Casagrande viveu Diogo Villaverde, integrante do triângulo amoroso entre as protagonistas. Irene Ravache, Eriberto Leão, Rodrigo Veronese, Jussara Freire, Mara Carvalho, Mara Carvalho, Nathália Thimberg, Oscar Magrini e Emílio Orciollo Netto interpretaram os demais papéis principais da história.

Índice

AntecedentesEditar

O núcleo de teledramaturgia da Rede Record entrou em concepção em 1964, com a trama João Pão, de Roberto Freire.[5] Foi encerrado com a novela O Espantalho em 1977, quando decidiu-se não produzir mais telenovelas após a venda da emissora, que tinham outros objetivos.[6] O retorno da teledramaturgia do canal voltaria apenas vinte anos depois, em 1997, com o desenvolvimento da minissérie Direito de Vencer e a telenovela Canoa do Bagre.[7][8] Logo após a emissora decidiu terceirizar as produções de forma independente, exibindo as minisséries Uma Janela para o Céu (1997),[9] Velas de Sangue (1997),[10] A Sétima Bala (1997),[11] Do Fundo do Coração (1998)[12] e a novela Estrela de Fogo (1998) pela produtora VTM.[13] Louca Paixão (1999) e Tiro e Queda (1999) foram produzidas pela JPO.[14][15]

ProduçãoEditar

"Nossa novela traz a trajetória de brasileiros que não desistiram de sonhar e buscam nesses sonhos a matéria-prima para urdirem o mato de esperança com que enfrentam o dia-a-dia".

— Solange Castro Neves sobre a temática da novela para o jornal Folha de S.Paulo.[16]

Nos anos 2000, a Rede Record decidiu voltar a produzir suas novelas. A autora Solange Castro Neves, que trabalhou por doze anos na Rede Globo colaborando em texto de autores titulares, foi contratada para assinar a trama.[17] Em janeiro de 2000, a produção foi iniciada e o título provisório Laços de Família divulgado. A novela substituta de Terra Nostra, da Rede Globo e que seria assinada por Manoel Carlos, teria o mesmo nome da divulgada por Neves, que declarou: "Foi a maior coincidência de toda a minha vida. Alguns jornais divulgaram que o título havia sido trocado para "Laços de ternura", mas não é verdade. Ainda não tive tempo para pensar num outro nome".[17] A produção de Laços de Família da Globo começou e em fevereiro a trama da Record continuava com o seu título, a autora dizia: "O nome da minha novela está registrado. Por que eu é que tenho de mudar?".[3]

Em abril as notas sobre a trama já eram divulgadas sobre o título oficial, Marcas da Paixão.[18] As locações foram divididas em três núcleos: nos estúdios da emissora e em uma fazenda em Embu, São Paulo; e Irecê, interior da Bahia.[17][19] As gravações foram iniciadas em 15 de março de 2000 na Bahia e cada capítulo com orçamento de aproximadamente R$ 50 mil.[18][20]

Escolha de elenco e cenografiaEditar

A escolha do elenco ficou encarregada pelo diretor Atílio Riccó e a autora Solange Castro Neves. No início da produção já tinha acertado com os atores Irene Ravache, Cláudio Cavalcanti e Juca de Oliveira; as atrizes Luana Piovani e Vivianne Pasmanter estavam nos planos dos encarregados para integrar o time.[17] Vanessa Lóes e Carla Regina foram contratadas para viverem as protagonistas. Carlos Casagrande foi contratado para viver Diego, que de início seria vivido por Eriberto Leão, que trocou para o papel de Ivan. O resto do elenco foi integrado por Tânia Alves, Nathália Thimberg, Mara Carvalho, Emílio Orciollo Neto, Oscar Magrini, Antônio Petrin, Liza Vieira, Lady Francisco, Jussara Freire, Eduardo Conde e Rodrigo Veronese.[20]

Em fevereiro de 2000, Riccó e Neves começaram a checar lugares para dar início as gravações de Marcas da Paixão.[19] Cidades do interior da Bahia, como Irecê e uma fazenda em Embu das Artes na Grande São Paulo foram escolhidas.[17][21] Neves, afirmou: "A novela vai mostrar várias situações geográficas. Teremos cenas nas terras secas da pequena Barro Alto, na Bahia. Os campos férteis do país terão como cenário a Fazenda Fantasia e a agitação das grandes cidades, o dia-a-dia da Construtora Mello Pontes, em São Paulo".[22]

EnredoEditar

  Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Após ter quebrado a banca em um cassino, o rico fazendeiro paulista Jorge Maia (Walmor Chagas) é perseguidos por uma quadrilha interessada na fortuna. Durante a fuga, ele consegue embarcar em um avião – o qual explode no ar, culminando em sua morte –, porém Ivan (Eriberto Leão), seu engenheiro agrônomo que o acompanhava, é capturado e espancado para revelar informações sobre o fazendeiro, sendo jogado em um riacho para morrer afogado logo depois. Em seu testamento, Jorge deixou toda sua fortuna para duas filhas que desconheciam a identidade do pai. Guida (Carla Regina) é uma moça doce e humilde que vive no vilarejo de Barro Alto, sertão da Bahia, onde a seca e a fome predominam, que dedicou a vida a ensinar os outros a ler e escrever. Ela é filha de Vilma (Jussara Freire), ex-funcionária da fazenda Fantasia que foi embora acreditando que havia sido rejeitada com a filha recém nascida após uma armação de Dete, tendo se casado depois com Zé Biriba (Renato Borghi) e tido mais dois filhos, Dimas (Walther Verve), que parte para a cidade grande para conseguir condições melhores de vida, e Abel (Fábio Ferrer), que faz esculturas de barro e sonha em se tornar artista.

Já Cíntia (Vanessa Lóes) é uma arquiteta sofisticada, filha da amarga Olga (Mara Carvalho), que sempre tratou-a com desprezo por ser fruto de uma desilusão. A madame namora o vigarista Sílvio (Oscar Magrini), que está disposto a tudo para colocar as mãos no dinheiro da Construtora Mello Pontos, influenciando ela a coloca-lo como vice-presidente. Para impedir que isso aconteça, Cíntia delega suas ações para sua avó, Marrita (Nathália Thimberg), para que juntas a matriarca tenha a maior porcentagem e o poder das decisões, barrando a promoção do golpista, que não desistirá de seus planos. Quem ajuda Cíntia é o bondoso arquiteto César (Rodrigo Veronese), que dedica-se em fiscalizar tudo que passa pelas mãos de Silvio para que nenhum dinheiro seja desviado. Ele namora a temperamental (Fernanda Guerra), mas sempre teve uma atração pela amiga, ficando também balançado quando conhece Guida. A vida das duas irmãs muda ao descobrirem toda história e que só poderão receber a herança se passarem um ano morando na fazenda e tocando os negócios. As duas aceitam o desafio movidas por ideais diferentes – Guida quer salvar seu povo da fome, enquanto Cíntia quer provar que pode ter sucesso longe de sua mãe – tendo que aprender a conviver com as diferenças e fortalecendo os laços entre elas como uma família.

As irmãs acabam se apaixonando e vivendo um triângulo amoroso com Diogo (Carlos Casagrande), moço simples e órfão que foi criado por Jorge e que não tem conhecimento que toda fortuna ganha no cassino foi depositada em uma conta secreta em seu nome, ficando confuso entre o que sente por elas. Quem não gosta da situação é a governanta da fazenda, Dete (Irene Ravache), que foi por muitos anos amante de Jorge e fica revoltada ao descobrir que ele não lhe deixou nada, jurando destruir suas filhas e seu legado. Ela conta com a ajuda de Mattos (Carlo Briani), um advogado ingênuo e manipulado, e de Orlando (Emílio Orciollo Netto), um mau-caráter que nem imagina que é seu filho bastardo, criado como órfão para não manchar sua imagem de virtuosa. Paralelamente Ivan conseguiu sobreviver ao ser salvo pelo pescador Adrião (Antônio Petrin) e sua neta surda-muda Lazinha (Natália Nobeschi), o grande amor dos irmãos Abel e Dimas. O retorno de Ivan trará não só respostas, mas também mais confusão na cabeça de Diogo, uma vez que o rapaz entrará na disputa pelo coração de Guida, fazendo com que o órfão descubra de uma vez por todas quem ama verdadeiramente.[2]

  Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

ExibiçãoEditar

A novela foi inicialmente anunciada para abril de 2000;[17] logo após foi divulgada pela cadeia televisiva uma data fixa: 15 de maio.[18] O primeiro capítulo de Marcas da Paixão acabou indo ao ar oficialmente no dia 8 de maio de 2000, na faixa das 20h15 pela Record.[23] Exibida de segunda a sábado,[24] recebeu a classificação indicativa como imprópria para menores de 12 anos, e em sua reprise em 2004, foi livre para todos os públicos.[25] Sua abertura era transmitida ao som de "Marcas da paixão", interpretada pela dupla Gian & Giovani. Seu desfecho foi mostrado em 18 de novembro de 2000, totalizando 120 capítulos, sendo substituída por Vidas Cruzadas.[26] Marcas da Paixão foi vendida e exibida em Portugal em setembro de 2000 no horário nobre do canal RTP.[27]

ElencoEditar

Ator Personagem
Vanessa Lóes Cíntia Mello Pontes Maia
Carla Regina Margarida Pereira Maia (Guida)
Carlos Casagrande Diogo Alves Villaverde
Irene Ravache Odete Gardelha Flores (Dete)
Eriberto Leão Ivan Barreto
Rodrigo Veronese César Rangel
Emílio Orciollo Netto Orlando Furacão
Jussara Freire Vilma Pereira
Mara Carvalho Olga Mello Pontes
Nathália Thimberg Marrita Mello Pontes
Oscar Magrini Sílvio Ramos
Cláudio Cavalcanti Djalma Barreto
Antônio Petrin Adrião da Silva
Natália Nobeschi Lázara da Silva (Lazinha)
Lady Francisco Marinalva
Walther Verve Dimas Pereira
Fabio Ferrer Abel Pereira
Renato Borghi José das Neves Pereira (Zé Biriba)
Carlo Briani Claudio Motta (Motta)
Tânia Alves Josefa (Zefinha)
Roberto Pirillo Rodrigo
Fernanda Guerra Júlia
Fabiana Alvarez Celeste
João Bourbonnais Reginaldo
Valter Santos Valter Dumas (Valtinho)
Maria Estela Simone
Leila Lopes Creuza
Eduardo Conde Tenório
Tuca Graça Francisco Dumas (Quinho)
Flávia Pucci Berenice (Nice)
Liza Vieira Iza
Anastácia Custódio Filomena (Loló)
Marco Lunez João Carlos (Juba)
Débora Cardoso Regina
Rafael Pardo Alberto Dumas (Bebeto)
Alex André Cinato
Edson Montenegro Neno
Cissa Carvalho Zoraide
Gideon Rosa Benito
Narcival Rubens Tobias
Carlos Betão Beto
Verônica Macedo Teresa
Francisco Pithon Chiquinho

Participações especiaisEditar

Ator Personagem
Walmor Chagas Jorge Maia
Antônio Abujamra Diogo Del Rey
Guile Branco Segurança
Echio Reis Coronel Ventura

MúsicaEditar

Marcas da Paixão
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 20 de junho de 2000
Gênero(s) MPB
Duração 43:50
Idioma(s) Português
Formato(s) CD
Gravadora(s) Sony Music

O tema de abertura da telenovela, "Marcas da paixão", é interpretado pela dupla Gian & Giovani. A trilha sonora conta ainda com cantores como Chitãozinho & Xororó, por "Falando ás paredes", As Meninas por "Xibom bombom" e Fafá de Belém por "Eu daria minha vida". Tais canções foram incluídas em um CD.[28]

Lista de faixas
N.º Título Música Duração
1. "Marcas da Paixão"   Gian & Giovani  
2. "Falando ás Paredes"   Chitãozinho & Xororó  
3. "Eterno Amor"   Gerson Cardozo  
4. "Xibom Bombom"   As Meninas  
5. "Eta Vida Boa"   Tânia Alves  
6. "Morango do Nordeste"   Lairton & Seus Teclados  
7. "Casa, Comida & Paixão"   Elba Ramalho  
8. "Vozes da Seca"   Dominguinhos & Elba Ramalho  
9. "Eu Daria Minha Vida"   Fafá de Belém  
10. "Doce Paixão"   Carla Bueno  
11. "Viagem de Amor"   Sandra de Sá  
12. "Nada Me Faz Esqueçer"   Pepê e Neném  
13. "Depois da Tempestade"   Zé Ricardo  
14. "Nada Demais"   Banda Calypso  

RepercussãoEditar

AudiênciaEditar

No dia da estreia de Marcas da Paixão, estrearam mais duas novelas na mesma faixa, Uga-uga da Rede Globo e A Mentira no SBT. O folhetim da Globo marcou 42 pontos, a mexicana do SBT fechou com 17 e Marcas da Paixão teve uma média de 10 pontos de audiência, medida pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) na Grande São Paulo, oscilando a terceira posição no horário.[29][nota 1] A telenovela encerrou com uma média de 8 pontos em São Paulo, e no Rio de Janeiro fechou com 2 pontos.[4]

Avaliação em retrospectoEditar

 
Walmor Chagas foi elogiado por sua participação especial no início de Marcas da Paixão.

Elena Corrêa de O Globo afirmou que Marcas da Paixão segue a fórmula "arroz-com-feijão", o que impede da trama cometer grandes erros. Ela priorizou as atuações de Walmor Chagas e Cláudio Cavalcanti, opinando que Chagas "levou o capítulo nas costas". Comparou o papel de Jussara Freire com a personagem Filó de Pantanal e o de Carla Regina com o seu em Mandacaru, ambas da Rede Manchete. Corrêa criticou a cena da explosão de um avião que ocorre no capítulo de estreia de Marcas da Paixão, torcendo que este fosse "o último toque de aventura da trama".[31] A Folha de S.Paulo, sobre a revisão feita por Francisco Martins da Costa, elogiou e notou a evolução da trama em relação as produções próprias feitas anteriormente e também as produções terceirizadas pela produtora JPO. Exibiu "cenas bucólicas e bem feitas no Nordeste e no interior de São Paulo", mas afirma que a trama se tornou trash após a cena da explosão do avião, lembrando, segundo Costa, uma cena da explosão de um shopping center da telenovela Torre de Babel, da Rede Globo.[32]

Patrícia d'Abreu e Ulisses Mattos do Jornal do Brasil ao comparar Marcas da Paixão com as tramas da Globo, "não pareceu tão eficiente". Criticaram a sonorização, pois "a todo instante, uma música de suspense forçava um tom que não havia em algumas cenas" e acabou elogiando os atores e o texto da autora.[33] Paula Alzugaray da IstoÉ Gente percebeu boas tramas que podem prender o telespectador junto a novela, elogiando Carla Regina, dizendo que "além de beleza, tem equilíbrio na interpretação. Na rolação de lágrimas dos primeiros capítulos, foi ela quem se saiu melhor, dando um banho em Casagrande e em Eriberto Leão". Alzugaray percebeu o teor dramático da novela, não distanciando-a da trama mexicana que estreou no mesmo dia da estreia de Marcas da Paixão, A Mentira no SBT.[24]

Notas

  1. Cada ponto de audiência medido pelo Ibope em 2000 correspondia a 80 mil domicílios na Grande São Paulo.[30]

Referências

  1. «Marks of Passion». Record TV Network. Consultado em 6 de julho de 2014 
  2. a b «Marcas da Paixão - Teledramaturgia». Teledramaturgia. Consultado em 24 de abril de 2014 
  3. a b Gemignani, Gabriela, Apolinario, Sônia (5 de março de 2000). «Autora escreve próxima novela da Record». Folha de S.Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  4. a b Calixto, Leandro (13 de agosto de 2000). «Vanessa Lóes vira estrela na Record». A Notícia. Consultado em 7 de março de 2014 
  5. «João Pão». Teledramaturgia. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  6. «O Espantalho». Teledramaturgia. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  7. «Direito de Vencer». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  8. «Canoa do Bagre». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  9. «Janela para o Céu». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  10. «Velas de Sangue». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  11. «A Sétima Bala». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  12. «Do Fundo do Coração». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  13. «Estrela de Fogo». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  14. «Louca Paixão». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  15. «Tiro e Queda». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  16. «Record investe em artistas renomados e tenta dar "cara" ao Brasil». Folha de S.Paulo. 8 de maio de 2000. Consultado em 25 de abril de 2014 
  17. a b c d e f «A seguir, um dramalhão repleto de estrelas». O Globo. 30 de janeiro de 2000. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  18. a b c Caldeira, Flávia Lopes (23 de abril de 2000). «Caras conhecidas numa nova fábrica de folhetins». O Globo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  19. a b Apolinário, Sônia (13 de fevereiro de 2000). «Record vai ao sertão para escolher cenários de novela». O Estado de S. Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  20. a b Gemignani, Gabriela, Apolinario, Sônia (5 de março de 2000). «Record vira refúgio de gllobais». O Estado de S. Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  21. Tognoni, Rení (12 de março de 2000). «O lado seco do nordeste». O Globo. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  22. Caldeira, Flávia Lopes (7 de maio de 2000). «As diferentes faces do Brasil representadas num só folhetim». O Globo. Consultado em 28 de janeiro de 2014 
  23. Velloso, Beatriz (8 de maio de 2000). «A hora e a vez do drama». Época. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  24. a b c Alzugaray, Paula. «Marcas da Paixão». Terra. IstoÉ Gente. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  25. «MARCAS DA PAIXÃO». Classificação indicativa. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  26. «Marcas da Paixão». Teledramaturgia. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  27. Goulart, Gabriela (31 de agosto de 2000). «Mercado internacional». Jornal do Brasil. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  28. «Marcas da Paixão - Trilha Sonora». Teledramaturgia. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  29. «"Uga Uga" estréia com boa audiência, mas Record naufraga». Folha Online. 9 de maio de 2000. Consultado em 24 de abril de 2014 
  30. Castro, Daniel (28 de setembro de 2000). «Horário eleitoral na TV teve fuga de 1,8 milhão». Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de abril de 2014 
  31. Corrêa, Elena (10 de maio de 2000). «Um folhetim que segue a receita trivial do gênero». O Globo. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  32. Martins da Costa, Francisco (10 de maio de 2000). «Novelas estréiam com cenas de nudez e cenas "trash"». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  33. d'Abreu, Patrícia, Mattos, Ulisses (10 de maio de 2000). «A novela das estréias». Jornal do Brasil. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 

Ligações externasEditar