Marcas da Paixão

Telenovela brasileira

Marcas da Paixão é uma telenovela brasileira exibida pela RecordTV entre 8 de maio e 18 de novembro de 2000, em 167 capítulos, substituindo Tiro e Queda e sendo substituída por Vidas Cruzadas. Escrita por Solange Castro Neves, com colaboração de Enéas Carlos, Maria Duboc e Marcelo César Fagundes, sob direção de Atílio Riccó, Henrique Martins e Fernando Leal e direção geral de Atílio Riccó. Foi a 5ª telenovela transmitida pela emissora na safra de produções independentes sem conter um núcleo de teledramaturgia desde 1977 – o qual só seria reestruturado em 2004. A classificação indicativa da novela é de "não recomendada para menores de 12 anos".[2][3]

Marcas da Paixão
Marks of Passion (Título Internacional)[1]
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 60 minutos
Criador(es) Solange Castro Neves
País de origem  Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es) Atílio Riccó
Roteirista(s) Enéas Carlos
Maria Duboc
Marcelo César Fagundes
Elenco
Tema de abertura "Marcas da Paixão", Gian & Giovani
Empresa(s) produtora(s) RecordTV
Localização São Paulo, SP
Irecê, BA
Exibição
Emissora original Brasil RecordTV
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 8 de maio18 de novembro de 2000
Episódios 167

Conta com Irene Ravache, Vanessa Lóes, Carla Cabral, Carlos Casagrande, Emílio Orciollo Netto, Eriberto Leão, Jussara Freire, Nathalia Timberg, Cláudio Cavalcanti, Eduardo Conde, Mara Carvalho e Oscar Magrini nos papéis principais.

AntecedentesEditar

O núcleo de teledramaturgia da Rede Record entrou em concepção em 1964, com a trama João Pão, de Roberto Freire.[4] Foi encerrado com a novela O Espantalho em 1977, quando decidiu-se não produzir mais telenovelas após a venda da emissora, que tinham outros objetivos.[5] O retorno da teledramaturgia do canal voltaria apenas vinte anos depois, em 1997, com o desenvolvimento da minissérie Direito de Vencer e a telenovela Canoa do Bagre.[6][7] Logo após a emissora decidiu terceirizar as produções de forma independente, exibindo as minisséries Uma Janela para o Céu (1997),[8] Velas de Sangue (1997),[9] A Sétima Bala (1997),[10] Do Fundo do Coração (1998)[11] e a novela Estrela de Fogo (1998) pela produtora VTM.[12] Louca Paixão (1999) e Tiro e Queda (1999) foram produzidas pela JPO.[13][14]

ProduçãoEditar

"Nossa novela traz a trajetória de brasileiros que não desistiram de sonhar e buscam nesses sonhos a matéria-prima para urdirem o mato de esperança".

— Solange Castro Neves sobre a temática da novela para o jornal Folha de S.Paulo.[15]

Nos anos 2000, a Rede Record decidiu voltar a produzir suas novelas. A autora Solange Castro Neves, que trabalhou por doze anos na Rede Globo colaborando em texto de autores titulares, foi contratada para assinar a trama.[16] Em janeiro de 2000, a produção foi iniciada e o título provisório Laços de Família divulgado. A novela substituta de Terra Nostra, da Rede Globo e que seria assinada por Manoel Carlos, teria o mesmo nome da divulgada por Neves, que declarou: "Foi a maior coincidência de toda a minha vida. Alguns jornais divulgaram que o título havia sido trocado para "Laços de ternura", mas não é verdade. Ainda não tive tempo para pensar num outro nome".[16] A produção de Laços de Família da Globo começou e em fevereiro a trama da Record continuava com o seu título, a autora dizia: "O nome da minha novela está registrado. Por que eu é que tenho de mudar?".[17]

Em abril as notas sobre a trama já eram divulgadas sobre o título oficial, Marcas da Paixão.[18] As locações foram divididas em três núcleos: nos estúdios da emissora e em uma fazenda em Embu, São Paulo; e Irecê, interior da Bahia.[16][19] As gravações foram iniciadas em 15 de março de 2000 na Bahia e cada capítulo com orçamento de aproximadamente R$ 50 mil.[18][20]

Escolha de elenco e cenografiaEditar

A escolha do elenco ficou encarregada pelo diretor Atílio Riccó e a autora Solange Castro Neves. No início da produção já tinha acertado com os atores Irene Ravache, Cláudio Cavalcanti e Juca de Oliveira; as atrizes Luana Piovani e Vivianne Pasmanter estavam nos planos dos encarregados para integrar o time.[16] Vanessa Lóes e Carla Regina foram contratadas para viverem as protagonistas. Carlos Casagrande foi contratado para viver Diego, que de início seria vivido por Eriberto Leão, que trocou para o papel de Ivan. O resto do elenco foi integrado por Tânia Alves, Nathália Thimberg, Mara Carvalho, Emílio Orciollo Neto, Oscar Magrini, Antônio Petrin, Liza Vieira, Lady Francisco, Jussara Freire, Eduardo Conde e Rodrigo Veronese.[20]

Em fevereiro de 2000, Riccó e Neves começaram a checar lugares para dar início as gravações de Marcas da Paixão.[19] Cidades do interior da Bahia, como Irecê e uma fazenda em Embu das Artes na Grande São Paulo foram escolhidas.[16][21] Neves, afirmou: "A novela vai mostrar várias situações geográficas. Teremos cenas nas terras secas da pequena Barro Alto, na Bahia. Os campos férteis do país terão como cenário a Fazenda Fantasia e a agitação das grandes cidades, o dia-a-dia da Construtora Mello Pontes, em São Paulo".[22]

EnredoEditar

Após quebrar a banca num cassino clandestino da Bahia, o fazendeiro Jorge Maia (Walmor Chagas) é perseguido por uma quadrilha de olho em seu dinheiro, e acaba morrendo na explosão de seu jatinho. Toda sua fortuna é deixada para suas duas filhas bastardas: Guida (Carla Cabral) e Cíntia (Vanessa Lóes). A primeira é uma humilde professora que vive no vilarejo de Barro Alto, no árido sertāo baiano, e dedicou a vida a alfabetizar a população, sendo filha de Wilma (Jussara Freire), ex-funcionária da fazenda de Jorge que foi embora acreditando que havia sido rejeitada grávida por ele, tendo se casado depois com Zé Biriba (Renato Borghi) e tido mais dois filhos, o sonhador Dimas (Walther Verve) e o escultor Abel (Fábio Ferrer). Já Cíntia é uma arquiteta rica e sofisticada, que mora na cidade de São Paulo e vive em conflito com sua mãe, Olga (Mara Carvalho), que sempre tratou-a com desprezo por ser fruto de uma desilusão e namora o engenheiro Sílvio (Oscar Magrini), um mau-caráter sedutor que sonha em se tornar presidente da Construtora Mello Pontes e a manipula para isso. Para desmascarar o vigarista, Cíntia conta com a ajuda do bondoso arquiteto César (Rodrigo Veronese), apaixonado por ela, do advogado Dr. Djalma (Cláudio Cavalcanti), e da avó, Marrita (Nathalia Timberg), com quem juntou as ações para ter a maior porcentagem e garantir a presidência.

As vidas de Guida e Cíntia mudam completamente quando elas descobrem que só poderão receber a herança se passarem um ano morando na Fazenda Fantasia, no interior paulistano, tocando os negócios do falecido pai, tendo que aprender a conviver com as diferenças e formarem uma verdadeira família, embora ambas se apaixonem pelo belo veterinário Diogo (Carlos Casagrande), criado como filho por Jorge e Dete (Irene Ravache), governanta da fazenda e amante de Jorge há mais de vinte anos. Falsa e ardilosa, Dete possui verdadeira adoração pelo filho adotivo e não suporta ter ficado sem uma parte da herança de Jorge, fazendo de tudo para afastar Guida e Cíntia da fazenda. Responsável pelas armações que tiraram Wilma e Olga de seu caminho no passado, Dete tem como cúmplices, dois homens facilmentes manipulados por ela: Motta (Carlo Briani), um advogado ingênuo e corrupto, a quem seduz; e o peão de rodeio Orlando Furacão (Emílio Orciollo Netto), um jovem perturbado e perigoso que foi levado a crer, por Dete, que é filho bastardo dela com Jorge Maia criado em orfanatos para não comprometer a imagem dela de virtuosa.

Ainda há o jovem Ivan (Eriberto Leão), engenheiro agrônomo particular de Jorge, e filho de Djalma, que foi espancado e jogado num rio para morrer durante o assassinato do fazendeiro, sendo dado como morto. Resgatado pelo mateiro Adrião (Antônio Petrin), é levado para Barro Alto, e após retornar, apaixona-se por Guida, formando um quadrado amoroso com Diogo e Cíntia. Disputado pelas sertanejas Marinalva (Lady Francisco) e Zefinha (Tânia Alves), Adrião é avô da doce surda-muda Lazinha (Natália Nobeschi), apaixonada por Abel, que também se envolve com a fogosa Creuza (Leila Lopes). Na região todos temem a ira de Tenório (Eduardo Conde), homem poderoso e sem escrúpulos que nutre uma obsessão por Wilma, seu grande amor do passado, e acaba unindo-se a Dete para prejudicar Cíntia e Guida.[2]

ExibiçãoEditar

A novela foi inicialmente anunciada para abril de 2000;[16] logo após foi divulgada pela cadeia televisiva uma data fixa: 15 de maio.[18] O primeiro capítulo de Marcas da Paixão acabou indo ao ar oficialmente no dia 8 de maio de 2000, na faixa das 20h15 pela Record.[23] Exibida de segunda a sábado,[24] Foi reprisada entre 9 de agosto a 26 de outubro de 2004 em 60 capítulos.

Recebeu a classificação indicativa de "não recomendada para menores de 12 anos" por conter violência, drogas lícitas e conteúdo sexual, e em sua reprise em 2004, foi "Livre para todos os públicos", editando as cenas mais fortes, e sem restrições de horário.[25] Sua abertura era transmitida ao som de "Marcas da paixão", interpretada pela dupla Gian & Giovani. Seu desfecho foi mostrado em 18 de novembro de 2000, totalizando 167 capítulos, sendo substituída por Vidas Cruzadas.[26] Marcas da Paixão foi vendida e exibida em Portugal em setembro de 2000 no horário nobre do canal RTP.[27]

Foi reprisada pela segunda vez entre 11 de janeiro e 3 de setembro de 2021 em 168 capítulos, através da Rede Família, canal irmão da RecordTV, substituindo Cidadão Brasileiro às 14h, com reprises dos capítulos semanais aos sábados e domingos.[28]

ElencoEditar

Ator/Atriz Personagem
Irene Ravache Bernadete dos Anjos (Dete)
Vanessa Lóes Cíntia Brumm Mello Pontes Maia
Carla Cabral Margarida Gomes Maia (Guida)
Carlos Casagrande Diogo Alves Villaverde
Emílio Orciollo Netto Orlando Furacão
Eriberto Leão Ivan Barreto / Zito
Jussara Freire Wilma Gomes Neves
Nathalia Timberg Maria Rita Brumm (Marrita)
Cláudio Cavalcanti Djalma Barreto
Eduardo Conde Tenório Barros / Ted
Mara Carvalho Olga Brumm Mello Pontes
Oscar Magrini Sílvio Ramos
Renato Borghi José Bento Neves (Zé Biriba)
Tânia Alves Josefa Onofre (Zefinha)
Antônio Petrin Adrião da Silva
Lady Francisco Marinalva
Maria Estela Simone Mello Pontes
Carlo Briani Dr. Afrânio Motta (Motta)
Fernanda Guerra Júlia
Rodrigo Veronese César Rangel
Fabiana Alvarez Celeste
Walther Verve Dimas Gomes Neves
Fabio Ferrer Abel Gomes Neves
Natália Nobeschi Lázara da Silva (Lazinha)
Liza Vieira Isaltina de Assis (Isa)
Valter Santos Valter de Assis (Valtinho)
Leila Lopes Creuza
Anastácia Custódio Filomena (Loló)
Edson Montenegro Neno
Alex André Cinato
Cissa Carvalho Zoraide
Gideon Rosa Benito
Débora Cardoso Regina
Marco Lunez Juventino Onofre (Juba)
Carlos Betão Roberto (Beto)
Verônica Macedo Teresa
Tuca Graça Joaquim de Assis (Quinho)
Rafael Pardo Alberto de Assis (Bebeto)
Francisco Pithon Francisco (Chiquinho)

Participações especiaisEditar

Ator Personagem
Walmor Chagas Jorge Maia
Antônio Abujamra Coronel Ambrósio
Roberto Pirillo Detetive Rodrigo
Maximira Figueiredo Marisa
Narcival Rubens Tobias
João Bourbonnais Reginaldo Vieira
Flávia Pucci Berenice da Silva (Nice)
Echio Reis Coronel Ventura
Sérgio Migliaccio Tonho
Jaque Militello Dito
Guile Branco Segurança
Gilberto Barros Motoqueiro
Carlos Falat Porteiro da Mello Pontes
Luiz Pepeu Chefe dos bandidos
Bartho Raimundo Peão de obra espião
Frank Zagarino Engenheiro
Luiz Carlos Bahia Delegado de Barro Alto

MúsicaEditar

Marcas da Paixão
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 20 de junho de 2000
Gênero(s) MPB, sertanejo
Duração 43:50
Idioma(s) Português
Formato(s) CD
Gravadora(s) Sony Music

O tema de abertura da telenovela, "Marcas da paixão", é interpretado pela dupla Gian & Giovani. A trilha sonora conta ainda com cantores como Chitãozinho & Xororó, por "Falando ás paredes", As Meninas por "Xibom bombom" e Fafá de Belém por "Eu daria minha vida". Tais canções foram incluídas em um CD.[29]

Lista de faixas
N.º TítuloMúsica Duração
1. "Marcas da Paixão"  Gian & Giovani 04:06
2. "Falando ás Paredes"  Chitãozinho & Xororó 04:19
3. "Eterno Amor"  Gerson Cardozo 04:21
4. "Xibom Bombom"  As Meninas 03:45
5. "Eta Vida Boa"  Tânia Alves 02:49
6. "Morango do Nordeste"  Lairton & Seus Teclados 04:09
7. "Casa, Comida & Paixão"  Elba Ramalho 02:56
8. "Vozes da Seca"  Dominguinhos & Elba Ramalho 03:40
9. "Eu Daria Minha Vida"  Fafá de Belém 04:31
10. "Doce Paixão (All by Myself)"  Carla Bueno 05:16
11. "Viagem de Amor"  Sandra de Sá 03:49
12. "Nada Me Faz Esqueçer"  Pepê e Neném 03:24
13. "Depois da Tempestade"  Zé Ricardo 04:37
14. "Nada Demais"  Banda Colapso 03:38
Outras canções

RepercussãoEditar

AudiênciaEditar

No dia da estreia de Marcas da Paixão, estrearam mais duas novelas na mesma faixa, Uga Uga da Rede Globo e A Mentira no SBT. O folhetim da Globo marcou 42 pontos, a mexicana do SBT fechou com 17 e Marcas da Paixão teve uma média de 10 pontos de audiência, medida pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) na Grande São Paulo, oscilando a terceira posição no horário.[30][nota 1] A telenovela encerrou com uma média de 8 pontos em São Paulo, e no Rio de Janeiro fechou com 2 pontos.[3]

Avaliação em retrospectoEditar

 
Walmor Chagas foi elogiado por sua participação especial no início de Marcas da Paixão.

Elena Corrêa de O Globo afirmou que Marcas da Paixão segue a fórmula "arroz-com-feijão", o que impede da trama cometer grandes erros. Ela priorizou as atuações de Walmor Chagas e Cláudio Cavalcanti, opinando que Chagas "levou o capítulo nas costas". Comparou o papel de Jussara Freire com a personagem Filó de Pantanal e o de Carla Regina com o seu em Mandacaru, ambas da Rede Manchete. Corrêa criticou a cena da explosão de um avião que ocorre no capítulo de estreia de Marcas da Paixão, torcendo que este fosse "o último toque de aventura da trama".[32] A Folha de S.Paulo, sobre a revisão feita por Francisco Martins da Costa, elogiou e notou a evolução da trama em relação as produções próprias feitas anteriormente e também as produções terceirizadas pela produtora JPO. Exibiu "cenas bucólicas e bem feitas no Nordeste e no interior de São Paulo", mas afirma que a trama se tornou trash após a cena da explosão do avião, lembrando, segundo Costa, uma cena da explosão de um shopping center da telenovela Torre de Babel, da Rede Globo.[33]

Patrícia d'Abreu e Ulisses Mattos do Jornal do Brasil ao comparar Marcas da Paixão com as tramas da Globo, "não pareceu tão eficiente". Criticaram a sonorização, pois "a todo instante, uma música de suspense forçava um tom que não havia em algumas cenas" e acabou elogiando os atores e o texto da autora.[34] Paula Alzugaray da IstoÉ Gente percebeu boas tramas que podem prender o telespectador junto a novela, elogiando Carla Regina, dizendo que "além de beleza, tem equilíbrio na interpretação. Na rolação de lágrimas dos primeiros capítulos, foi ela quem se saiu melhor, dando um banho em Casagrande e em Eriberto Leão". Alzugaray percebeu o teor dramático da novela, não distanciando-a da trama mexicana que estreou no mesmo dia da estreia de Marcas da Paixão, A Mentira no SBT.[24]

Notas

  1. Cada ponto de audiência medido pelo Ibope em 2000 correspondia a 80 mil domicílios na Grande São Paulo.[31]

Referências

  1. «Marks of Passion». Record TV Network. Consultado em 6 de julho de 2014. Arquivado do original em 18 de junho de 2014 
  2. a b «Marcas da Paixão - Teledramaturgia». Teledramaturgia. Consultado em 24 de abril de 2014. Arquivado do original em 3 de janeiro de 2014 
  3. a b Calixto, Leandro (13 de agosto de 2000). «Vanessa Lóes vira estrela na Record». A Notícia. Consultado em 7 de março de 2014. Arquivado do original em 10 de novembro de 2013 
  4. «João Pão». Teledramaturgia. Consultado em 27 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 22 de fevereiro de 2014 
  5. «O Espantalho». Teledramaturgia. Consultado em 27 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 3 de novembro de 2013 
  6. «Direito de Vencer». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2014 
  7. «Canoa do Bagre». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2014 
  8. «Janela para o Céu». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2014 
  9. «Velas de Sangue». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2014 
  10. «A Sétima Bala». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2014 
  11. «Do Fundo do Coração». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2014 
  12. «Estrela de Fogo». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2014 
  13. «Louca Paixão». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2014 
  14. «Tiro e Queda». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011. Arquivado do original em 3 de dezembro de 2010 
  15. «Record investe em artistas renomados e tenta dar "cara" ao Brasil». Folha de S.Paulo. 8 de maio de 2000. Consultado em 25 de abril de 2014 
  16. a b c d e f «A seguir, um dramalhão repleto de estrelas». O Globo. 30 de janeiro de 2000. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  17. Gemignani, Gabriela, Apolinario, Sônia (5 de março de 2000). «Autora escreve próxima novela da Record». Folha de S.Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  18. a b c Caldeira, Flávia Lopes (23 de abril de 2000). «Caras conhecidas numa nova fábrica de folhetins». O Globo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  19. a b Apolinário, Sônia (13 de fevereiro de 2000). «Record vai ao sertão para escolher cenários de novela». O Estado de S. Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  20. a b Gemignani, Gabriela, Apolinario, Sônia (5 de março de 2000). «Record vira refúgio de gllobais». O Estado de S. Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  21. Tognoni, Rení (12 de março de 2000). «O lado seco do nordeste». O Globo. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  22. Caldeira, Flávia Lopes (7 de maio de 2000). «As diferentes faces do Brasil representadas num só folhetim». O Globo. Consultado em 28 de janeiro de 2014 
  23. Velloso, Beatriz (8 de maio de 2000). «A hora e a vez do drama». Época. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  24. a b c Alzugaray, Paula. «Marcas da Paixão». Terra. IstoÉ Gente. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  25. «MARCAS DA PAIXÃO». Classificação indicativa. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  26. «Marcas da Paixão». Teledramaturgia. Consultado em 30 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 3 de janeiro de 2014 
  27. Goulart, Gabriela (31 de agosto de 2000). «Mercado internacional». Jornal do Brasil. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  28. PERLINE, GABRIEL (17 de outubro de 2020). «Rede Família exibirá as novelas Vidas Cruzadas e Marcas da Paixão». Notícias da TV. Consultado em 18 de outubro de 2020 
  29. «Marcas da Paixão - Trilha Sonora». Teledramaturgia. Consultado em 7 de fevereiro de 2014. Arquivado do original em 3 de janeiro de 2014 
  30. «"Uga Uga" estréia com boa audiência, mas Record naufraga». Folha Online. 9 de maio de 2000. Consultado em 24 de abril de 2014 
  31. Castro, Daniel (28 de setembro de 2000). «Horário eleitoral na TV teve fuga de 1,8 milhão». Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de abril de 2014. Arquivado do original em 12 de julho de 2015 
  32. Corrêa, Elena (10 de maio de 2000). «Um folhetim que segue a receita trivial do gênero». O Globo. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  33. Martins da Costa, Francisco (10 de maio de 2000). «Novelas estréiam com cenas de nudez e cenas "trash"». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  34. d'Abreu, Patrícia, Mattos, Ulisses (10 de maio de 2000). «A novela das estréias». Jornal do Brasil. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 

Ligações externasEditar