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Marcos José de Noronha e Brito, 6.º Conde dos Arcos (Lisboa, 4 de maio de 1712 - Lisboa, 14 de agosto de 1768) foi um nobre e administrador colonial português, 7.º vice-rei do Brasil.

Era filho de Tomás de Noronha, 5.º Conde dos Arcos com Madalena Bruna de Castro. Assentou praça em 1726, num regimento de cavalaria da Corte. Um decreto de 1734 concedeu-lhe dispensa para ser promovido a alferes e tenente, sendo nomeado em 1735, no regimento comandado por António Caetano Luís de Sousa, Marquês das Minas, chegando ao posto de capitão[1].

Em 1745, foi nomeado governador da capitania de Pernambuco[2]. Exerceu o cargo até 1748, quando passou a ser governador de Goiás[2]. Em 1755, foi nomeado Vice-Rei do Brasil[1][2].

Durante seu governo, deu cumprimento às determinações do Marquês de Pombal referentes à expulsão dos jesuítas do Brasil. Ajudou a reconstrução de Lisboa após o Terramoto de 1755, enviando 3 milhões de cruzados da municipalidade da Bahia[1].

Em 1760, regressa a Portugal, onde é nomeado governador das armas do Minho, até 1763, quando é nomeado governador de Marzagão[1][2].

DescendênciaEditar

Casou-se com D. Maria Xavier de Lancastre, filha de Tomás José Botelho de Távora, 3.º conde de São Miguel, em 19 de novembro de 1731. Dos oito filhos, quatro foram sobreviventes à idade adulta:

  • D. Juliana Xavier de Lancastre, 7ª condessa dos Arcos, casou-se com D. Manuel José de Noronha e Menezes
  • D. Madalena Xavier de Noronha, freira no mosteiro da Madre de Deus
  • D. Maria de Noronha, freira no convento das Trinas
  • D. Antónia de Sales de Noronha, freira no Mosteiro da Madre de Deus

Referências