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Maria Francisca de Abreu Pereira Cirne
Nascimento 10 de outubro de 1801
Morte 9 de setembro de 1860 (58 anos)
Cidadania Portugal

Maria Francisca de Abreu Pereira Cirne ou Maria Francisca de Abreu Pereira Cyrne Peixoto (10 de Outubro de 1802 - 9 de Setembro de 1860[1]), senhora da então Vila Nova de Lanheses, com sede na sua quinta Paço de Lanheses, e condessa de Almada por casamento, teve para si a administração de metade do padroado da Igreja de Santa Eulália de Lanheses e dos Dízimos da Igreja de São Mamede de Guide,[2] o morgadio do "Paço Velho em Guimarães", a Comenda e alcaidaria-mor de São Pedro Fins de Ferreira (1820[3] e1821[4]) e a alcaidaria de Vila de Ferreira (Zêzere)[5] e a Comenda de São Miguel de Vila Franca (1820[6])(1821[7]), todas na Ordem de Cristo.

Foi sepultada no seu jazigo de família na capela-mor da Igreja de Lanheses,[8] de que tinha o padroado.

Dados genealógicosEditar

Filha única e herdeira de:

Casou, em 30 Março de 1818, na freguesia de Santa Isabel, em Lisboa,[14] com:

Tiveram 8 filhos:

  • D. Lourenço José Maria de Almada Cirne Peixoto, 3º conde de Almada casado com D. Maria Rita Machado de Castelo-Branco Mendonça e Vasconcelos.
  • D. Maria José de Almada, nasc. 30 de Setembro de 1819 e m. a 8 de Março de 1835.[10]
  • D. Maria Carlota de Almada, nasc. a 17 de Abril de 1821 e m. em tenra idade.[10]
  • D. Maria Bárbara de Almada, nasc. a 14 de Dezembro de 1822 e m. a 13 de Março de 1852.[10]
  • D. Maria da Conceição, nasc. 22 de Dezembro de 1823.[1]
  • D. Sebastião de Almada, m. m.
  • D. Maria Violante de Almada, nasc. a 22 de Dezembro de 1823.[10]
  • D. Maria Vitória de Almada, nasc. a 27 de Junho de 1830[10] e m. em 20 de Agosto de 1918, moça do Coro do Real Mosteiro da Encarnação de Lisboa.[1]
  • D. Antão José de Almada, nasc. a 9 de Maio de 1831 e m. em Viana do Castelo a 1 de Maio de 1858, e casado com Júlia Angelina de Melo Teixeira, a 1 de Maio de 1858,[10] que nasc. a 10 de Novembro de 1838 e m. em 1907, filha de João Lopes Teixeira de Melo, capitão de Caçadores do exército realista, e de sua mulher D. Joaquina de Souza.[1] Tiveram as filhas:
    • D. Maria Francisca, nasc. a 30 de Março de 1859,[10] sem geração.
    • D. Maria Joaquina, nasc. 25 deSetembro de 1860.[1]
    • D. Maria Barbara, nasc. a 15 de Março de 1866[10] e m. 23 de Junho de 1883,[1] sem geração.
    • D. Maria José, m. m,[1] nasceu 5 de Agosto de 1875 e m. a 10 de Maio de 1776.[8]

Referências

  1. a b c d e f g Últimas Gerações Entre-Douro e Minho, por José de Sousa Machado, Tipografia de «Paz», Braga, 1931, tomo I, pág. 15
  2. (D.) MARIA FRANCISCA DE ABREU PEREIRA, Registo Geral de Mercês, D.João VI, liv.12, fl.71v, ANTT
  3. Diario das Cortes Geraes e Extraordinarias da Nação Portugueza, Volume 6, Portugal Cortes Geraes e Extraordinarias, 1822, pág. 184
  4. (D.) MARIA FRANCISCA DE ABREU PEREIRA CIRNE, Registo Geral de Mercês, D.João VI, liv.17, fl.7v. ANTT
  5. FerreiraAlvará. Alcaidaria-mor de Ferreira, 8 de Outubro de 1821, Registo Geral de Mercês, D.João VI, liv.17, fl.7v, ANTT
  6. (D.) MARIA FRANCISCA DE ABREU PEREIRA CIRNE, Registo Geral de Mercês, D.João VI, liv.15, fl.132, ANTT
  7. Alvará. Administração, por um ano, da Comenda de S. Miguel de Vila Franca da Ordem de Cristo, 5 de Novembro de 1821, Registo Geral de Mercês, D.João VI, liv.15, fl.184v, ANTT
  8. a b Informação retirada numa genealogia manuscrita constante no Arquivo Almada.
  9. Ordenanças de Lanheses
  10. a b c d e f g h i Albano da Silveira Pinto, Resenha das famílias titulares Grandes de Portugal, Empreza Editora de Francisco Arthur da Silva, Lisboa, 1883. Pág. 36.
  11. Soveral, Manuel abranches de, «Sangue Real», 1998, e seu verbete «Maria José de Lencastre César de Menezes» na roglo, visitado em 14/12/2012
  12. Carta de Maria José de Lencastre César e Meneses, de 14.03.1817, "a agradecer a carta de 18 de Novembro e a informar que Manuel Luís [Alvares de Carvalho] tem-se encarregado dos seus negócios: os serviços de seu cunhado; e o casamento de sua filha" - Arquivo Distrital de Braga - Referência: PT/UM-ADB/FAM/FAA-AAA/001006 - Archeevo
  13. Filha única e herdeira de Sebastião Correia de Sá, moço fidalgo com exercício na Casa Real; Tenente General do Exército; Governador das armas do Partido do Porto, e de sua mulher D. Clara Joana de Amorim Pereira de Brito, senhora dos Morgados de Fontão, Agrédo, e Rua Escura (Porto), como herdeira de D. Lourenço Manoel de Amorim Pereira, senhor dos ditos morgados; alcaide-mór de Monção; comendador de Airães na Ordem de Cristo; sargento-mór de Campanha; Fidalgo da Casa Real, casado com D. Luiza Josefa d'Abreu Pereira, senhora do Morgado da Rua Escura, no Porto - Albano da Silveira Pinto, Resenha das famílias titulares Grandes de Portugal, Empreza Editora de Francisco Arthur da Silva, Lisboa, 1883. Pág. 36.
  14. registo paroquial, na Torre do Tombo, livro 11-C folha 171 v, AATT