Maria de Melo Furtado Caldeira Giraldes de Bourbon

Maria de Melo Furtado Caldeira Giraldes de Bourbon (8 de Junho de 186429 de Janeiro de 1944). Foi uma figura de grande relevo no meio artístico nacional, com obras no campo da escrita e da música, área na qual merecem destaque as obras: Ecos do Passado, Melodias Dispersas, Cânticos Religiosos, Os Nossos Poetas e As Minhas Asas, entre outras. Usava o pseudónimo M. Grisalde, um anagrama de Giraldes[1].

A Condessa de Proença-a-Velha

Casou-se em 10 de Agosto de 1856 com João Filipe Osório Menezes Pita, 2.º conde de Proença-a-Velha, formado em Direito pela Universidade de Coimbra. Por contração de seu matrimónio, Maria de Melo tornou-se 2.ª condessa consorte de Proença-a-Velha.

Entre os filhos da condessa de Proença, três vieram a ser titulares de títulos nobiliárquicos, nomeadamente:

Filha de Francisco Augusto Furtado de Mesquita Paiva Pinto, 1.º conde de Foz de Arouce, e de Maria Joana de Bourbon Melo Giraldes de Sampaio Pereira.

Era a condessa amante do fado de Coimbra, para o qual musicou alguns poemas e era especial apreciadora de nomes como Alexandre Rezende e António Menano[2]. Ficaram famosos os serões musicais e artísticos, passados nas casas dos condes de Proença-a-Velha[3].

Referências

Ver tambémEditar


 

Proença-a-Velha:
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