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Mariana Rey Monteiro
Nome completo Mariana Dolores Rey Colaço Robles Monteiro
Nascimento 28 de dezembro de 1922
Lisboa
Nacionalidade Portuguesa
Morte 20 de outubro de 2010 (87 anos)
Lisboa
Ocupação Atriz
Atividade 1946
Cônjuge Emílio Gomes Lino (1947-2010, 3 filhos)
Outros prémios
Óscar da Imprensa (1962)

Mariana Dolores Rey Colaço Robles Monteiro DmSEGOSE[1] (Lisboa, 28 de Dezembro de 1922 - Lisboa, 20 de Outubro de 2010[2]) foi uma actriz portuguesa.

BiografiaEditar

Nascida em Lisboa, no ano de 1922, os seus pais foram duas figuras centrais do teatro português: Felisberto Robles Monteiro (18891958), ator, encenador e empresário teatral; e Amélia Rey Colaço (18981990), grande atriz e também encenadora; ambos fundadores da Companhia Rey Colaço - Robles Monteiro, que durou mais de 40 anos, permanecendo como a companhia de teatro mais duradoura da Europa[3]

Em 1946 inicia a sua carreira artística com a peça "Antígona", de Sófocles, num Arranjo do Dr. Júlio Dantas, no Teatro Nacional D. Maria II, integrando a companhia teatral dirigida pelos pais, a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.

Outras das suas peças preferidas foram "As Divinas Palavras" (Valle Inclán), "Um Eléctrico Chamado Desejo" (Tenessee Williams), "O Diálogo das Carmelitas" (Bernanos) e "Equilíbrio Instável" (Eduard Albee).

Em 1962 recebeu o Óscar da Imprensa pela sua participação no filme Um dia de vida de Augusto Fraga.

Na televisão, tornou-se conhecida do grande público com a novela Vila Faia (1982), a série "Gente fina é outra coisa" e a novela Origens (1983).

Em 1984 faz a sua última aparição em palco na peça "Filhos de um Deus Menor" com encenação de João Perry.

Entrou também em Chuva na Areia (1984), Cinzas (1992), Verão Quente (1993), Roseira Brava (1995) e Vidas de Sal (1996).

A sua versátil voz que, usava com uma cadência, timbre e sonoridade inconfundíveis, marcaram-na positivamente ao longo de toda a sua carreira. Versátil também era como actriz, qualquer papel se lhe encaixava bem.

Casou-se em Sintra, Fontanelas, a 27 de Setembro de 1947 com o arquitecto Emílio Gomes Lino (Lisboa, São Mamede, 8 de Junho de 1916 - Lisboa, Lapa, 3 de Março de 1958), de quem teve três filhos: Manuel Caetano (n. 1948), Francisco Alexandre (n. 1949) e Maria Rita (n. 1952). Era avó da actriz Mónica Garnel (n. 1974).

A 3 de Agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, tendo sido elevada a Grande-Oficial da mesma Ordem a 8 de Junho de 1996.[4]

Mariana Rey Monteiro faleceu com 87 anos no dia 20 de Outubro de 2010, em casa, em Lisboa, de causas naturais, durante o sono.[5]

TelevisãoEditar

TeatroEditar

  • Antígona, de Sófocles, na Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro (1946)
  • "As Divinas Palavras" (Valle Inclán)
  • "Um Eléctrico Chamado Desejo" (Tenessee Williams)
  • "O Diálogo das Carmelitas" (Bernanos)
  • "Filomena Maturano" (Eduardo De Filippo)
  • "Equilíbrio Instável" (Eduard Albee)
  • "Hedda Gabler" (Henrik Ibsen)
  • "Filhos de um Deus Menor" (1984)

Referências

  1. Mariana Rey Monteiro
  2. http://sexoforte.net/mulher/artigos.php?id=2135
  3. Casa do Artista
  4. «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Mariana Rey Monteiro". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 25 de fevereiro de 2015 
  5. Morreu a atriz Mariana Rey Monteiro

Ligações externasEditar

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