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Marketing silencioso

O Marketing Silencioso (ou Silent Marketing) pode ser definido como uma estratégia de marketing utilizando diversas mídias diferentes e com grande atuação em nichos específicos, principalmente mídias de relacionamento direto com o indivíduo (one to one) e caracterizadas por ter grande relevância.

A Relevância deverá ser a espinha dorsal das estratégias de marketing do futuro. Segundo alguns estudos, se você entrevistar consumidores durante ou depois de uma campanha de Marketing Silencioso efetiva, eles não conseguirão identificar claramente a estratégia. O que eles te responderão é “Como esta mensagem/oferta foi tão relevante e interessante pra mim?”.

Fazendo uma analogia, estratégias baseadas em Marketing Silencioso criam campanhas e mensagens que voam abaixo da linha dos radares.

O “silêncio” do marketing de nicho cria uma enorme vantagem competitiva uma vez que vai contra as estratégias tradicionais de marketing de massa e de “idéias genéricas”.

Isto acontece porque os profissionais de marketing e seus concorrentes não conseguem compreender o que está acontecendo até que seja tarde demais, por que eles estão a todo o momento focados na mídia/marketing de massa e procurando uma “grande idéia”.

E quando eventualmente eles conseguem perceber uma ação de micro-targeting, e normalmente é apenas uma parte dela, a ponta do iceberg – eles não conseguem buscar informações ou compreender como a campanha está realmente funcionando ou qual a estratégia da campanha.

Eles cruelmente são pegos repentinamente, normalmente tarde demais, que não conseguem reagir à erosão das marcas que defendem. Na mente dos seus consumidores, a intenção, fidelidade e lealdade à marca já se foram.

Existem duas forças que nos encaminham para o mundo para a utilização de estratégias de Marketing Silencioso:

Primeiramente, é que o marketing tradicional de massa está - em diversos casos - se mostrando ineficiente. Como exemplo uma campanha de automóveis, onde entre 90 e 95% das pessoas que vêem uma campanha de massa não têm nem de perto a intenção de comprar um carro. É um approach velho e desatualizado que ainda permanece vivo, em parte, porque existe lá no fundo o status quo e o conforto do ego (os clientes amam ver suas próprias campanhas na TV e/ou impressas) Mas a tecnologia avança, potencializando capacidades e plataformas analíticas a custos decrescentes, e o micro-targeting passa a ser uma alternativa bem mais viável do que o tradicional marketing de massa ou “tiro de canhão”.

Em segundo lugar, e talvez mais importante, a mídia de massa está se mostrando um modelo antigo e passando por um início de forte declínio, sendo substituída por uma série de mídias fragmentadas e diretamente envolvidas com o consumidor. É cada vez mais difícil ou mesmo impossível ser relevante para os consumidores com um único tipo de mensagem. Já com as novas mídias fragmentadas, uma idéia é passada através de várias mensagens e ofertas adaptadas a cada grupo de pessoas.

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