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Mauro Fecury
Senador do  Maranhão
Período 17 de abril de 2009
até 31 de janeiro de 2011
Prefeito de São Luís Bandeira de São Luís.svg
Período 1979-1980
1983-1986
Antecessor Ivar Saldanha
Lereno Nunes
Sucessor Roberto de Pádua Macieira
Gardênia Gonçalves
Deputado federal do  Maranhão
Período 1 de janeiro de 1993
a 1 de fevereiro de 2003 (3 mandatos consecutivos)
Deputado estadual do  Maranhão
Período 1983 a 1987
Dados pessoais
Nascimento 13 de janeiro de 1941 (78 anos)
Rio Branco, AC
Esposa Ana Lúcia Chaves Fecury
Partido PSD (desde 2018)
DEM (1994–2018)
PTB (1992–1994)
PFL (1986–1992)
PDS (1980–1986)
ARENA (1966–1979)
Profissão Empresário
linkWP:PPO#Brasil

Mauro de Alencar Fecury, (Rio Branco, 13 de janeiro de 1941) é empresário e político brasileiro.

É proprietário das instituições de ensino Uniceuma no Maranhão da Unieuro no Distrito Federal e Faculdade Metropolitana da Amazônia em Belém.[1]

É pai do ex-deputado federal pelo Maranhão e suplente de senador Clóvis Fecury.

BiografiaEditar

Formado em Engenharia Civil pela UFRJ, foi presidente da Novacap, empresa pública do Distrito Federal.

Foi prefeito indicado de São Luís em duas oportunidades, entre 1979 a 1980 e 1983 a 1985.

Candidatou-se e foi eleito deputado estadual em 1982, mas depois ser indicado novamente prefeito de São Luís em 1983, renunciou ao mandato anterior, até 1985.

Em 1986, candidata-se a deputado federal obtendo a suplência. Assume o mandato algumas vezes entre 1987 a 1991. Candidata-se novamente em 1990 e novamente alcança a suplência, sendo efetivado em janeiro de 1993. É eleito em 1994 e reeleito em 1998 a este cargo.

Em 1992, candidata-se a prefeito de São Luís, terminando em sétimo lugar.

Em 2002, Roseana Sarney é eleita senadora e Fecury é o 1º suplente. Ocupou o mandato temporariamente por 120 dias, de julho a dezembro de 2005.

Assumiu o mandato em definitivo em 12 de maio de 2009, após a renuncia de Roseana Sarney, que assumiu o governo do Maranhão, em 17 de abril do mesmo ano.

Em 2010, não se candidatou ao senado e terminou mandato em 1 de fevereiro de 2011.[2]

Referências

  1. «Bancada dos sem-voto já chega a 16». Estadão. 25 de abril de 2009. Consultado em 9 de dezembro de 2011 
  2. «Suplentes assumem cadeiras no Senado quando titulares viram governadores». Senado. 14 de setembro de 2010. Consultado em 9 de dezembro de 2011 

Ligações externasEditar