Max Fleiuss

Max Fleiuss, (Rio de Janeiro, 2 de outubro de 186831 de janeiro de 1943), foi um jornalista, escritor, historiador, professor, diplomado em direito, secretário perpétuo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e memorialista. Era filho de Henrique Fleiuss.

Max Fleiuss
Nascimento 2 de outubro de 1868
Morte 31 de janeiro de 1943 (74 anos)
Serviço militar
País Brasil

BiografiaEditar

Filho do famoso pintor e caricaturista Henrique Fleiuss, Max Fleiuss ficou mais conhecido como importante historiador, embora tenha publicado crônicas, um romance naturalista, Femina, com o pseudônimo de Rodrigues d'Almeida, não mais encontrado, e que necessita de urgente reedição, além de críticas de teor literário.

Foi amigo de vários conhecidos literatas, como Raul Pompeia e Francisca Júlia. Foi oficial da diretoria geral dos Correios, redator de debates do Senado Federal (1896-1898), colaborador do Comércio de São Paulo e diretor da revista Semana (1893-1895), do Século XX e da Renascença (1904). Doutor Honoris Causa da Universidade de La Plata (1924) e membro das Academias de História de Portugal, Cuba, Munique, Madri e Argentina.

Membro ainda das Sociedades de Geografia do Rio de Janeiro (1889) e de Lima (1939) e dos Institutos Históricos de todos os estados brasileiros. Sócio grande-benemérito e secretário perpétuo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Usou os pseudônimos de Adin, Chrispim Faz Tudo, Frederico Martins, Rodrigues d'Almeida, Tácito e Terêncio.

É nome de rua e de escola na cidade do Rio de Janeiro.

ObrasEditar

  • A Semana (1915)
  • Femina (1896)
  • Páginas Brasileiras (1919)
  • A Batalha do Passo do Rosário (1923)
  • Apostilas de História do Brasil (1933)
  • Dom Pedro Segundo (1940)
  • Recordando (Casos e Perfis) (1941)
  • Formação da Pátria (1943)

BibliografiaEditar

  • COUTINHO, Afrânio; SOUSA, J. Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. São Paulo: Global.