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Dados biográficosEditar

Max Larson é de ascendência dinamarquesa visto que a sua mãe emigrou para os Estados Unidos em 1910, à idade de 18 anos. Fixando-se no estado do Dakota do Sul, conheceu ali o homem com quem viria a casar-se em 20 de Setembro de 1911. Em busca de melhores condições de vida, no início de 1913, o pai tentou a sua sorte viajando para Montana construindo ali uma casa. No Verão, a esposa junto com Norman, o filho do casal com apenas alguns meses de idade, pode então reunir-se com o marido. Dois anos depois, em 29 de Abril de 1915 nasceu Max e três anos mais tarde nasceu Jean, no mesmo local. No ano seguinte, a família mudou-se para o leste de Montana, onde o seu pai arrendou uma fazenda. Em 1921 nasceu Laverna, sendo que os quatro foram criados nas planícies de Montana.

Anos iniciaisEditar

Tendo pais luteranos, a cada domingo os seis frequentavam a igreja local. No entanto, uma vizinha, que era Estudante Internacional da Bíblia, como então se chamavam as Testemunhas de Jeová, passou a visitar a mãe e a estudar a Bíblia com ela. Depois de dois anos, em 1925, ela foi batizada numa tina de água para cavalos. Nem o marido nem os filhos aceitaram a nova religião, mas todos deixaram de assistir aos ofícios religiosos na igreja luterana.

Visto que a família dependia da agricultura, um período prolongado de seca nos primeiros anos da década de 30, no Século XX, resultou na mudança para o Estado de Washington, onde montaram uma fazenda de gado leiteiro. Cerca de um ano mais tarde, Max Larson passou a trabalhar por conta própria, dirigindo ou conduzindo veículos de transporte de madeira. Passou também seis meses no Alasca como maquinista de navio. Em 1938, quando Max e a sua irmã Jean tinham emprego em Seattle, a sua mãe, que morava a cerca de 80 quilómetros de distância, veio assistir ao congresso anual das Testemunhas de Jeová naquela cidade. Ela aceitou o convite de hospedagem dos filhos e eles, por sua vez, concordaram em assistir ao congresso.

Durante o congresso, na noite de sábado, Joseph Franklin Rutherford, na época o presidente da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, discursou sobre o tema "Amantes da Justiça". O seu discurso era sobre o ministério de tempo integral, ou serviço de pioneiro. Motivado pelo que ouviu e apesar de nem sequer ser batizado, Max Larson decidiu enveredar pelo serviço de tempo integral realizado pelas Testemunhas. Nesse mesmo dia preencheu a sua petição para o serviço e no dia seguinte, em 5 de Junho de 1938, foi batizado como Testemunha de Jeová.

Novo rumo para toda a famíliaEditar

Três semanas depois recebeu a sua primeira designação como pioneiro, em Raymond, Washington. Pouco depois, as suas irmãs e o seu irmão, Norman junto com a esposa, também entraram no ministério de tempo integral. A filha de Norman, Joan, e o seu marido, Maurice O’Callaghan, vieram mais tarde a participar por décadas no trabalho de visitar congregações no serviço de circuito. A sua irmã mais nova, Laverna, cursou a décima segunda turma da escola missionária de Gileade, em 1949, e foi designada para a Itália. A oposição que sentiu devido à sua obra missionária, resultou na deportação para a Suíça, onde passou a viver com o marido.

Desejo de expandir o serviçoEditar

Depois de servir dois meses como Pioneiro Regular, Max Larson foi designado para o trabalho de Pioneiro Especial. Foram seus colegas de serviço, Bill Griffith e Warren Henschel, irmão mais velho de Milton George Henschel.

No primeiro mês nesta modalidade de serviço voluntário, Max conversou com um superintendente viajante sobre a Casa da Bíblia, agora chamada Betel, a sede mundial das Testemunhas de Jeová, em Brooklyn, Nova Iorque. Escreveu uma carta pedindo uma petição para Betel e três meses depois, recebeu o convite para trabalhar no Betel, em Brooklyn, onde chegou em 14 de Janeiro de 1939.

Serviço em BetelEditar

Foi atendido pelo servo de Betel, Grant Suiter, que o encaminhou para a gráfica, apresentando-o a Nathan Knorr, o servo da gráfica. A sua primeira designação foi amarrar caixas de livros no Departamento de Expedição. Na segunda semana, recebeu tarefas relacionadas com a operação das rotativas, permanecendo nesse serviço por cerca de um ano e meio. A convite de Knorr passou a servir como seu ajudante no escritório e, quando Rutherford faleceu, em 8 de Janeiro de 1942, Nathan Knorr tornou-se o terceiro presidente da Sociedade Torre de Vigia. O seu lugar como superintendente da gráfica foi ocupado por Max Larson, que na época tinha apenas 26 anos e somente três anos de experiência em Betel. Por mais de 35 anos, até à morte de Knorr em 1977, trabalhou com ele em assuntos administrativos ligados às actividades editoriais e de construção da Sociedade. Esteve envolvido na maioria dos processos de aquisição dos imóveis que passaram a compôr o vasto complexo de edifícios interligados das Testemunhas de Jeová em Brooklyn.

Em 7 de Abril de 1956 casou-se com Helen Lapashanski, que passara a trabalhar em Betel em 1951. Pouco depois do casamento, Helen contraiu esclerose múltipla, e, nos anos posteriores, a doença agravou-se, exigindo a ajuda de um andador e de uma cadeira de rodas eléctrica para se locomover. Ainda assim, ela participava diariamente no serviço, no escritório do Lar de Betel.

A sua irmã Jean foi convidada para Betel em 1943. Em 1952, casou-se com Russell Mock, passando ambos a servir como membros da família de Betel.

Serviu por diversas vezes como Superintendente de Zona. Em 1 de Janeiro de 1977 foi nomeado vice-presidente da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados de Nova Iorque, Inc., e em 7 de Outubro de 2000, é nomeado como Presidente.

Ligações externasEditar