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Memantina é um medicamento antagonista do receptor NMDA utilizado como neuroprotetor no tratamento sintomático da doença de Alzheimer, demência vascular e mal de Parkinson.[1]

O seu mecanismo de ação é exercido mediante interação com os receptores NMDA, bloqueando de forma não competitiva um dos 2 receptores que se ligam ao glutamato, que atua como mediador da aprendizagem e memória. Segundo a hipótese glutamatérgica, quantidades em excesso de glutamato são liberadas, tendo como efeito final uma neurotoxicidade, que leva a perturbações cognitivas. Assim, esta droga apresenta como função propiciar uma melhoria cognitiva, embora não influa no curso normal da doença e tenha uma variedade de resposta de indivíduo para indivíduo. Seus efeitos são mais significativos se aplicados em estágios iniciais da doença.[2]

No Brasil, a substância foi lançada em 2003 de forma pioneira pelo laboratório de origem dinamarquesa, Lundbeck, após a quebra de patente do Ebix [3], o brasileiro Apsen lançou em 2005 o Alois. Conseqüentemente, outros laboratórios lançaram similares como, Eurofarma e Libbs.

Referências