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Metabolismo social

estudo dos fluxos de materiais e de energia entre a natureza e a sociedade

O metabolismo social ou metabolismo socioeconômico (português brasileiro) ou socioeconómico (português europeu) é o conjunto de fluxos de materiais e de energia que se produzem entre a natureza e a sociedade, e entre diferentes sociedades entre si, levados a cabo com uma forma cultural específica.[1][2]

Os processos metabólicos sociais começam com a apropriação por parte dos seres humanos de materiais e energia da natureza. Estes podem ser transformados e circular para ser consumidos e finalmente excretados de novo à própria natureza. A cada um destes processos tem um impacto ambiental diferente dependendo da maneira no que se executa, a quantidade de materiais e energia implicados no processo, a área onde se produz, o tempo disponível ou a capacidade de regeneração da natureza.[1][2]

Apesar de que grande parte dos estudos sobre metabolismo social se reduzem à entrada e saída de materiais e energia de um Estado (importações e exportações) pela facilidade de acesso à informação sobre transações mercantis,[3][4] o metabolismo social também se ocupa de estudar em detalhe outros processos metabólicos, como os levados a cabo em sociedades mais pequenas, os serviços que a natureza presta aos seres humanos, bem como a forma cultural concreta que as pessoas adotam ao fazer cada processo.[1][2]

Ver tambémEditar

Referências