Miguel M. Abrahão

escritor brasileiro

Miguel M. Abrahão (São Paulo, 25 de janeiro de 1961[1]) é um escritor, dramaturgo, historiador, com especialização em História Medieval [2] e professor de história brasileiro.[3]

Miguel M. Abrahão
Nascimento 25 de janeiro de 1961 (63 anos)
São Paulo, Brasil
Nacionalidade Brasil Brasileira
Ocupação Escritor, dramaturgo e professor
Principais trabalhos A Escola, A Pele do Ogro, O Dinheiro, etc.

Biografia editar

Miguel M. Abrahão é um escritor[4] e dramaturgo[5] paulistano. É formado em história, comunicação social e pedagogia, tendo exercido várias atividades em instituições de ensino, além de dedicar parte de seu tempo à literatura. Lecionou História do Brasil para o curso de graduação em jornalismo da Universidade Metodista de Piracicaba nos anos 1980.[6] Nessa instituição de ensino foi, também, o responsável pela implantação do Núcleo de Teatro UNIMEP em 1979, tendo coordenado todas as atividades teatrais até 1981.[7] É um dos mais prolíficos autores de romances históricos no Brasil, cujas obras mais importantes nesse sentido são A Pele do Ogro,[8] A Escola: onde está um, estão todos, O Bizantino e O Strip do Diabo.[9]

Atualmente mora na cidade do Rio de Janeiro[10] com a mulher e os filhos. A maior parte de sua obra infanto-juvenil,[11] no entanto, apesar de escrita durante sua adolescência, só foi publicada em livro a partir de 1983.[12] É o autor do texto "Há um Juiz Chamado Tempo" e que circula nas Redes Sociais por meio de vídeo, como mensagem de Natal de Tom Cavalcanti [13]

Obras teatrais editar

[14]

Romances editar

Obras infantojuvenis editar

Obras acadêmicas editar

  • Introdução aos Estudos Históricos (compêndio histórico, 1984)
  • História Antiga e Medieval (compêndio histórico, 1985)
  • História Antiga (compêndio histórico, 1985)
  • História Medieval (compêndio histórico, 1985) [17]

Bibliografia editar

  • COUTINHO, Afrânio; SOUSA, J. Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. São Paulo: Global; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Academia Brasileira de Letras, 2001: 2v.
  • Revista de teatro, Edições 445-452 - Sociedade Brasileira de Autores Teatrais -1983
  • Ficha de Autor - [2]

Referências

  1. Congress, The Library of. «LC Linked Data Service: Authorities and Vocabularies (Library of Congress)». id.loc.gov. Consultado em 26 de abril de 2022 
  2. «O Mito e a Moral: Instrumentos Críticos de Transformação Social nas Obras Infantis De Miguel M. Abrahão - Page 1 -» (em inglês). Consultado em 25 de maio de 2023 
  3. COUTINHO, Afrânio; SOUSA, J. Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. São Paulo: Global; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Academia Brasileira de Letras, 2001: 2v.
  4. Revista de teatro, Edições 445-452 - Sociedade Brasileira de Autores Teatrais -1983
  5. UFSC-NUPILL, UFSC-INE. «Biblioteca Digital de Literatura de Países Lusófonos». www.literaturabrasileira.ufsc.br. Consultado em 26 de abril de 2022 
  6. SBAT
  7. Jornal da Unimep-edição de dezembro de 1979
  8. «Book lists on Ranker». Ranker (em inglês). Consultado em 10 de fevereiro de 2023 
  9. «Miguel M. Abrahão - Literatura Avaliada - Page 194-195 -» (em inglês). Consultado em 10 de fevereiro de 2023 
  10. Fundação Biblioteca Nacional
  11. «O Mito e a Moral: Instrumentos Críticos de Transformação Social nas Obras Infantis De Miguel M. Abrahão - Page 1 -» (em inglês). Consultado em 26 de abril de 2022 
  12. Editora Agbook e Sbat - Sociedade Brasileira de Autores Teatrais.
  13. «ospaparazzi». view.ospaparazzi.com. Consultado em 10 de fevereiro de 2023 
  14. [Oliveira, Jorge Matos de, "O Teatro de Miguel M. Abrahão: Em busca de uma Identidade Ilusória"-[1]
  15. «A Linguagem como fator de desconstrução identitária na dramaturgia de Miguel M. Abrahão - Page 04 e 05 -» (em inglês). Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
  16. «O Mito e a Moral: Instrumentos Críticos de Transformação Social nas Obras Infantis de Miguel M. Abrahão - Page 4-5 -». view.publitas.com (em inglês). Consultado em 10 de fevereiro de 2023 
  17. «O Mito e a Moral: Instrumentos Críticos de Transformação Social nas Obras Infantis de Miguel M. Abrahão - Page 21-22 -». view.publitas.com (em inglês). Consultado em 13 de setembro de 2023 

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