Monitor Encouraçado Bahia

Bahia
Monitor Bahia fundeado no Rio de Janeiro
Carreira   Bandeira da marinha que serviu Bandeira da marinha que serviu
Operador Armada Imperial Brasileira
Lançamento 11 de junho de 1865
Comissionamento 22 de janeiro de 1866
Descomissionamento 1894
Características gerais
Deslocamento 928 t
Comprimento 52,08 m
Boca 10,67 m
Calado 2,50 m
Propulsão 2 caldeiras
2 motores a vapor
2 eixos
Velocidade 10 nós
Armamento 2 canhões Whitworth de 150 mm em torre giratória
2 metralhadoras
Blindagem cinturão de armadura com 76mm - 110mm
Tripulação 120

O Monitor Encouraçado Bahia foi o segundo navio a ostentar esse nome em homenagem ao estado da Bahia. Teve relevante participação na Guerra do Paraguai.[1]

HistóriaEditar

 
Passagem de Humaitá efetuada na noite de 19 de fevereiro de 1868, pelos encouraçados Barroso, Bahia e Tamandaré, levando a reboque os monitores Rio Grande, Alagoas e Pará.

Originalmente o Bahia foi encomendado pelo Paraguai ao estaleiro britânico Laid Brothers, sendo batizado de Minerva, mas devido à falta de dinheiro o Paraguai não pôde adquirir, então o Brasil aproveitou a oportunidade e comprou o monitor no final de 1865, já na Guerra do Paraguai. Chegou ao Rio de Janeiro em 12 de janeiro de 1866 e incorporado em 22 de janeiro, sendo rebatizado de Bahia. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata José Antônio de Faria.[1]

BibliografiaEditar

  • Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.35-37.
  • Andréa, Júlio. A Marinha Brasileira: florões de glórias e de epopéias memoráveis. Rio de Janeiro, SDGM, 1955.

Referências

  1. a b «Monitor Encouraçado Bahia». Navios de Guerra Brasileiros. Consultado em 1 de novembro de 2018 
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