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Monte do Picoto ou Mata do Picoto são os nomes mais vulgares pelos quais é denominada uma pequena inclinação geográfica situada a sul da cidade de Braga, Portugal.

Este local é conhecido pelo miradouro que o monte dispõe.

Centro de Braga do topo do Monte do Picoto

Reflorestação em 2016Editar

E 2016 a câmara municipal quer transformar o Monte Picoto no maior parque urbano de floresta autóctone. No total vão ser plantadas mais de três mil árvores como medronheiros, azevinho, bétulas e sobreiros.[1]

Parque AventuraEditar

Em novembro de 2016, o Município de Braga lançou uma hasta pública para a constituição do direito de superfície sobre uma parcela de terreno no Parque do Monte Picoto, destinada à implantação do ‘Parque Aventura’.

Trata-se de uma parcela de terreno com uma área de 14.366 metros quadrados, cujo valor do direito de superfície é de 107.410,88 euros. O prazo previsto para o direito de superfície é de 25 anos, prorrogável por períodos iguais e sucessivos de cinco anos, mediante prévio acordo.

A constituição é feita a título oneroso, devendo ser paga, anualmente, durante todo o tempo que vigorar o direito de superfície, uma prestação, de valor correspondente a 1/25 avos do valor do direito de superfície licitado.[2]

Hotel no monte PicotoEditar

Em 2016, o projecto de um hotel no sopé do Monte Picoto voltou à ordem do dia, mais de três décadas após a Câmara Municipal de Braga ter acordado com um promotor privado a cedência, a preço simbólico, terrenos para a construção daquele e outros edifícios.

Nunca concretizada, a operação urbanística é novamente considerada, já que o privado tem vindo a abordar o actual executivo autárquico para dar cumprimento ao que o presidente da Câmara, Ricardo Rio, classifica como “contrato pendurado”.

O projeto imobiliário é do empresário bracarense José Veloso que motivou, na década de 80 do século XX, um concurso de ideias ao qual concorreram arquitectos de renome como Álvaro Siza, Alcino Soutinho, Pedro Vieira de Almeida, Eduardo Souto Moura e Fernando Távora.

A passagem dos terrenos em causa para a posse da Câmara, por força das expropriações do Parque Urbano do Monte Picoto, levou o promotor imobiliário a solicitar a concretização do acordo celebrado décadas atrás.[3]

Referências