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Ney Franco da Silveira Júnior, mais conhecido como Ney Franco (Vargem Alegre, 22 de julho de 1966) é um técnico de futebol brasileiro. Atualmente comanda o time do Goiás.[1]

Ney Franco
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Ney Franco em 2011
Informações pessoais
Nome completo Ney Franco da Silveira Júnior
Data de nasc. 22 de julho de 1966 (53 anos)
Local de nasc. Vargem Alegre (MG), Brasil
Informações profissionais
Equipa atual Goiás
Função Técnico
Times/Equipas que treinou
2004
2004–2006
2006–2007
2007–2008
2008–2009
2009–2010
2010–2012
2012–2013
2013–2014
2014
2014
2015
2017
2018
2019
2019–
Cruzeiro (interino)
Ipatinga
Flamengo
Atlético Paranaense
Botafogo
Coritiba
Brasil Sub-20
São Paulo
Vitória
Flamengo
Vitória
Coritiba
Sport
Goiás
Chapecoense
Goiás
008
074
048
074
083
083
029
079
061
007
007
020
017
034
018
012
Última atualização: 13 de outubro de 2019

CarreiraEditar

InícioEditar

Ney Franco é formado em Educação Física pela Universidade Federal de Viçosa. Trabalhou três anos nas divisões de base do Atlético-MG, e depois mais onze anos nas do Cruzeiro, antes de iniciar sua carreira de treinador no Ipatinga.

Ganhou notoriedade nacional já em seu primeiro torneio, quando levou sua equipe à conquista do título de Campeão Mineiro de 2005. Na ocasião era a primeira vez, em quarenta anos, que um clube de fora da capital vencia aquele campeonato regional. No ano seguinte, o Ipatinga, uma vez mais, surpreendeu a todos e conseguiu chegar novamente à final do Campeonato Mineiro. Desta vez, porém, o título acabou ficando nas mãos do Cruzeiro.

Em virtude do título mineiro de 2005, o Ipatinga havia entrado na disputa da Copa do Brasil de 2006. Ney Franco, então, conduziu o Ipatinga, desde o primeiro jogo da competição, até a fase de semifinais, quando seu time foi eliminado pelo Flamengo.

Naquele momento, o Ipatinga, que havia passado por grandes equipes, como o Botafogo (campeão carioca de 2006) e o Santos (campeão paulista de 2006), despedia-se da Copa do Brasil.

Flamengo (primeira passagem)Editar

O reconhecimento do excelente trabalho de Ney Franco diante do Ipatinga permitiu que o técnico continuasse na competição, ao ser contratado pelo próprio Flamengo.

A final da Copa do Brasil de 2006 foi disputada entre Flamengo e Vasco, quando pela primeira vez na história do torneio dois clubes da mesma cidade chegavam à final. Antes do primeiro jogo, o Vasco foi apontado como o favorito ao título, porém, Ney Franco mostrou-se ousado ao mudar o esquema tático do Flamengo, e o que se viu foi uma enorme superioridade da equipe rubro-negra. O Flamengo venceu as duas partidas e, pela primeira vez em sua curta carreira como treinador, Ney Franco conquistava um título nacional.

Ney Franco continuou à frente do Flamengo, no início da temporada 2007, e apesar de alguns percalços em seu caminho conseguiu levar o rubro-negro às conquistas da Taça Guanabara e do Campeonato Carioca de 2007. Por outro lado, na Libertadores da América, tida como prioridade pela diretoria, Ney somente conseguiu avançar com sua equipe até às oitavas-de-final, tendo sido desclassificado pelo time uruguaio do Defensor.

Apesar da precoce eliminação na Libertadores, Ney continuou como treinador do Flamengo para o Campeonato Brasileiro. Porém, alguns meses mais tarde, não resistiu à fraca campanha do time na competição e acabou sendo demitido.[2]

Atlético-PREditar

Poucas rodadas após ser demitido do rubro-negro carioca, ainda durante o Brasileirão de 2007, Ney Franco foi contratado pelo Atlético-PR, em substituição ao consagrado Antônio Lopes.[3]

No início de 2008 Ney Franco continuou no comandando do Furacão, que acabou vice-campeão do Campeonato Paranaense após um início avassalador no campeonato. Desgastado com o clube, em virtude da perda do estadual, o técnico acabou sendo demitido logo nas primeiras rodadas do Brasileirão.[4]

BotafogoEditar

Depois da demissão do Atlético, Ney Franco ficou sem clube até meados de 2008, quando assinou com o Botafogo. Assumindo um time abalado pela traumática perda do Campeonato Carioca e pela eliminação na Copa do Brasil, Ney conseguiu conduzir o Glorioso durante o Campeonato Brasileiro, que terminou a competição na sétima posição.

Em 2009, Ney seguiu á frente do Botafogo e, inesperadamente, levou seu time à conquista da Taça Guanabara e à final da Taça Rio. Tendo perdido a Taça Rio para o Flamengo, o resultado se repetiria na decisão do Estadual e, com isso, ficou apenas com o vice-campeonato.

Em agosto, o treinador foi demitido do alvinegro carioca devido aos maus resultados no Brasileirão.

Poucas semanas antes de sua demissão, em participação no programa Bem Amigos, Ney lançou oficialmente sua canção Na Beira do Caos, que expressava muito dos momentos de pressão como treinador. Coincidência ou não, o lançamento foi um passo a frente tanto na sua carreira musical, quanto em direção ao caos. O single acabou rendendo um inesperado disco de platina para o treinador, além de um honroso 74º lugar no top 100 da Billboard Brasil.

Coritiba (primeira passagem)Editar

No dia seguinte à sua demissão do Botafogo, Ney Franco acertou com o Coritiba para o restante do Campeonato Brasileiro de 2009, com a missão de ajudar o clube a sair da incomoda posição que o deixava na zona de rebaixamento. Na última rodada do campeonato, o Coritiba enfrentou o Fluminense e empatou, não conseguindo manter sua vaga na Série A em 2010, e sendo rebaixado no ano do seu centenário.

Em 2010, Ney começou uma série invicta de 8 partidas pelo Coritiba onde perdeu a invencibilidade para o rival Paraná Clube, mas esta derrota não abalou seu time que conquistou o super-mando de campo (bônus para melhor time da primeira fase do paranaense) e com a mídia apontando o seu time como o principal candidato ao título.

Na segunda fase, com uma ótima campanha, o Coritiba foi campeão paranaense invicto, vencendo a competição com uma rodada de antecedência em cima do arquirrival, o Atlético Paranaense. Ainda no início do ano, Ney assumiu papel importante no momento mais difícil do Coritiba, associando-se ao clube e demonstrando que ele queria devolver o Coxa à Série A do Brasileiro.

Seleção Brasileira Sub-20Editar

No dia 23 de setembro, foi anunciado como novo técnico da Seleção Brasileira Sub-20 e coordenador das divisões de base. Mantendo seu compromisso com o Coritiba, Ney cumpriu seu contrato até o final de 2010, ainda sagrando-se campeão brasileiro da Série B com uma rodada de antecedência. Pela Seleção Sub-20, sua principal missão foi classificar o Brasil às Olimpíadas de Londres, por meio do Sul-Americano Sub-20. Após vencer o Uruguai por 6 a 0 na última rodada, Ney Franco foi novamente campeão, classificando o Brasil para as Olimpíadas de 2012.

São PauloEditar

2012Editar

Com um bom trabalho na Seleção de base, inclusive conquistando o Campeonato Mundial Sub-20 em 2011, em julho de 2012 Ney Franco foi contratado pelo São Paulo Futebol Clube para ser o substituto de Emerson Leão, após a eliminação na Copa do Brasil e a derrota por 1 a 0 para a Portuguesa.[5]

Apesar do início ruim de trabalho no São Paulo, o pior desde 1998, com Mário Sérgio, quando obteve, nas dez primeiras partidas, cinco vitórias, um empate e quatro derrotas, Franco se firmou e, ao final do ano, além de conseguir vaga à Libertadores de 2013 via Brasileirão, também devolveu, depois de quatro anos, um título ao clube, a Sul-Americana, que dá ao seu campeão o direito de disputar a mais importante competição do continente no ano seguinte. Com isso, seguindo a promessa do presidente Juvenal Juvêncio, deve receber carta branca para tocar a equipe.[6]

Voltando à Sul-Americana, Ney Franco, graças à campanha que desembocou no título, foi, através dela, eleito para fazer parte da seleção do torneio, junto com três jogadores por ele treinados (o zagueiro Rafael Tolói, o meia Jadson e o ponta Lucas.[7]

2013Editar

Durante o começo da temporada de 2013, apesar da liderança do Campeonato Paulista e com um jogo a menos, o time não conseguiu jogar um futebol vistoso e Ney Franco começou enfrentar as primeiras criticas sobre seu trabalho por parte da diretoria e alguns conselheiros. Passou a ser criticado pelas fracas atuações do time principalmente quando enfrentava adversários mais fortes, e por não conseguir desfazer o esquema tático 4-2-3-1 vitorioso durante o 2° semestre de 2012, mas que se mostrava ineficaz na temporada. Também não conseguiu encaixar Jadson e Ganso na equipe titular, e viu a equipe ficar em situação complicada na Libertadores (prioridade do clube na temporada), com apenas 4 pontos após 4 partidas, e com apenas mais 2 partidas para serem realizadas. Passou então a ser questionada uma possível demissão do técnico do São Paulo.

O processo de possível saída de Ney Franco do comando são-paulino atingiu seu ápice depois da derrota diante o Arsenal de Sarandí, por 2 a 1, derrota esta que minimiza as possibilidades de o clube obter sua classificação às oitavas-de-final da Libertadores, e da vitória sobre o Oeste, por 3 a 2, quando, apesar do triunfo, foi chamado de "burro" pelo público presente no Morumbi.[8] Mesmo assim, apesar do recente atrito com o zagueiro Lúcio, que deixou o jogo na Argentina "triste"[9], o treinador, respaldado por Édson Silva e Thiago Carleto, tem sua hierarquia respeitada pelo grupo.[10]

Cobrado pelo presidente Juvenal Juvêncio, que após a derrota diante do The Strongest, da Bolívia, pediu ao técnico repensar o caminho do time, Ney Franco, após o jogo seguinte ao revés na Libertadores, em 7 de abril de 2013, a vitória por 3 a 1 sobre o Botafogo de Ribeirão Preto, respondeu ao mandatário, dizendo que "As reflexões estão sendo feitas desde o início da temporada. O que não falta na minha cabeça é reflexão".[11]

Porém, o técnico consegue dar a volta por cima e classificar o São Paulo para a próxima fase da Libertadores, que era tida como impossível para o clube e para a imprensa. O time venceu o Atlético Mineiro, o time de melhor campanha no campeonato continental por 2-0 e contou com a derrota do The Strongest contra o Arsenal de Sarandí para assumir a segunda colocação. Como se classificou com a pior campanha da fase de grupos, irá reencontrar o clube mineiro nas oitavas.[12]

Em junho, apesar de o São Paulo ter estado invicto nas três primeiras rodadas do Brasileirão, fator que lhe garantia a liderança da competição, com sete pontos, a derrota para o Goiás, por 1 a 0, em casa, no quarto jogo do Tricolor válido pelo certame, expôs novamente um princípio de crise. A torcida, indignada com o desempenho da equipe, vaiou os atletas e o treinador, que para parte das arquibancadas deveria ser substituído por Muricy Ramalho, recém-demitido do Santos. Mesmo assim, após o jogo, Franco se isentou de culpa, através das seguintes palavras: "Se sentir que estou impedindo o sucesso do time, sou o primeiro a pedir o boné, não quero atrapalhar. Mas acho que treinador não é o problema. É uma opinião minha. Quando há insucessos, é um pouco de cada coisa. Agora, o cargo é do clube. Tenho firmeza de continuar no cargo, mas não sou eu que tomo a decisão."[13]

No dia 5 de Julho de 2013, dois dias após a derrota para o Corinthians na primeira partida da final da Recopa, perseguido pela torcida que já vinha o hostilizando há alguns jogos, e sem clima com a grande maioria dos atletas do elenco, descontentes pela sua filosofia de trabalho e por suas declarações, Ney Franco foi demitido do São Paulo. O diretor de futebol do clube, Adalberto Baptista, justificou a saída de Franco com as seguintes palavras: "Foi um ano altamente competente. Foi bem no Brasileiro, título da Sul-Americana. Mostrou competência, mas infelizmente a gente sabe que no futebol resultados levam do céu ao inferno. Por isso decidimos retirar."[14]

VitóriaEditar

2013Editar

Após demissão de Caio Júnior, então técnico do Vitória, Ney Franco foi anunciado como novo treinador do clube baiano para o segundo turno do Campeonato Brasileiro. Seu desempenho o deixou em evidência, após assumir o time na 10ª colocação levando o time a disputar uma vaga para a Copa Libertadores até a última rodada, ficando na 5ª posição, a um ponto da zona.

2014Editar

Ney Franco disputou sua primeira final comandando o Vitória, pelo Campeonato Baiano, por ter feito a melhor campanha, jogava por dois resultados iguais, mas acabou perdendo por 4 a 2 no placar agregado contra o rival Bahia. Ney Franco deixou o comando do rubro-negro baiano após um empate por 1 a 1 contra o Bahia, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.[15]

Flamengo (segunda passagem)Editar

Logo após pedir demissão do Vitória, Ney Franco assumiu o Flamengo. Foi a sua segunda passagem pelo Rubro-Negro carioca, onde defendeu nos anos de 2006 e 2007. Porém, no dia 23 de julho de 2014 foi demitido do clube após uma grande sequência de derrotas.

Coritiba (segunda passagem)Editar

Voltou ao Coritiba após a demissão do técnico Marquinhos Santos.[16]

No dia 3 de novembro de 2015, após 6 partidas sem vencer pelo Campeonato Brasileiro, sendo 5 derrotas e 1 empate, Ney Franco foi demitido do Coritiba, deixando a equipe na 18°colocação.

SportEditar

No dia 27 de março de 2017, acertou com o Sport.[17]

Ney Franco foi demitido do clube pernambucano no dia 25 de maio de 2017, após a derrota para o Bahia na final da Copa do Nordeste de 2017.[18]

ChapecoenseEditar

No dia 28 de março de 2019, acertou com a Chapecoense.

Já no dia 24 de julho de 2019, Ney Franco foi demitido do clube catarinense após uma sequência de maus resultados. Deixou o time de Chapecó na 18° posição no Campeonato Brasileiro. Em 18 jogos, o técnico teve um aproveitamento de 35,19%.[19]

ControvérsiasEditar

No dia 6 de agosto de 2013, quase um mês depois de sua demissão do São Paulo, Ney Franco, em entrevista ao jornal O Globo, afirmou que Rogério Ceni extrapolava suas funções de capitão. Segundo o treinador, o goleiro "participa da vida política do clube, há uma disputa por seu apoio político". Jogadores como Paulo Henrique Ganso e Lúcio não teriam sido bem-sucedidos no clube porque "Se chega um nome que é do interesse dele (Ceni), ele fica na dele; se não é, reclama nos corredores."[20] No dia seguinte, após a derrota são-paulina por 3 a 2 para o Kashima Antlers, na final da Copa Suruga de 2013, Ceni respondeu a seu ex-comandante declarando: "Se eu tivesse a influência que ele acha, ele estaria no olho da rua há muito tempo."[21]

EstatísticasEditar

ClubesEditar

Atualizado até 29 de julho de 2019.

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
Flamengo 81 33 20 28 48,9%
Atlético Paranaense 48 29 9 10 66,6%
Botafogo 74 34 17 23 53,6%
Coritiba 103 53 27 23 60,1%
São Paulo 79 41 16 22 58,6%
Vitória 60 34 10 16 62,9%
Cruzeiro 8 2 2 4 33,3%
Sport 17 6 4 7 43,1%
Goiás 34 18 5 11 57,8%
Chapecoense 18 5 4 9 35,19%

SeleçõesEditar

Seleção Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
Brasil Sub-20 19 12 5 2 71,9%

TítulosEditar

ClubesEditar

São Paulo
Coritiba
Botafogo
Flamengo
Ipatinga

SeleçãoEditar

Seleção Brasileira Sub-20

Referências

  1. «Após derrota para o Corinthians, Goiás anuncia volta de Ney Franco». GloboEsporte.com. 7 de agosto de 2019 
  2. Márcio Iannacca (29 de julho de 2007). «Ney Franco não é mais técnico do Fla». GloboEsporte.com. Consultado em 29 de julho de 2019 
  3. «Ney Franco é o novo técnico do Furacão». GloboEsporte.com. 21 de agosto de 2007. Consultado em 29 de julho de 2019 
  4. «Falta de resultados leva Atlético-PR a demitir Ney Franco». UOL. 19 de maio de 2008. Consultado em 29 de julho de 2019 
  5. Marcelo Prado (5 de julho de 2012). «Ney Franco deixa CBF e acerta com o São Paulo até dezembro de 2013». GloboEsporte.com. Consultado em 29 de julho de 2019 
  6. Em cinco meses, Ney faz São Paulo renascer e afasta fantasma de Muricy
  7. Lucas, Tolói, Jádson e Ney Franco entram na seleção da Sul-Americana; veja time ideal[ligação inativa]
  8. Em meio a protestos, São Paulo sofre para vencer o Oeste por 3 a 2
  9. Lúcio questiona mexida de Ney Franco: "Quando saí, estava 0 a 0"
  10. Grupo acata Ney Franco por hierarquia e jura haver bom ambiente
  11. Cobrado por Juvenal Juvêncio, Ney Franco diz: "Não me falta reflexão"
  12. Clube da Fé!
  13. Ney elogia goleiro rival e diz: "Não sou eu o problema"
  14. Diretoria demite Ney Franco do São Paulo e fala em ano "altamente competente"
  15. Ney Franco pede demissão, deixa o Vitória e acerta com o Flamengo
  16. Marquinhos é demitido do Coritiba, e Ney Franco é o novo técnico do clube
  17. «Ney Franco é o novo técnico do Sport». Consultado em 27 de março de 2017. Arquivado do original em 28 de março de 2017 
  18. «Ney Franco é demitido do Sport após vice na Copa do Nordeste - Futebol - UOL Esporte». UOL Esporte 
  19. «Chapecoense demite Ney Franco». GloboEsporte.com. 24 de julho de 2019 
  20. «Ney Franco rompe silêncio e acusa Rogério Ceni de minar Ganso e Lúcio». GloboEsporte.com. 6 de agosto de 2013. Consultado em 29 de julho de 2019 
  21. Carlos Augusto Ferrari (7 de agosto de 2013). «Ceni sobre Ney: 'Se tivesse influência, ele estaria no olho da rua há tempos'». GloboEsporte.com. Consultado em 29 de julho de 2019 

Ligações externasEditar

Precedido por
Geninho
Treinador do Botafogo
2008–2009
Sucedido por
Estevam Soares
Precedido por
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Marquinhos Santos
Treinador do Coritiba
2009–2010
2015
Sucedido por
Marcelo Oliveira
Pachequinho
Precedido por
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Paulo César Gusmão
Émerson Leão
Treinador do Cruzeiro
2002
2004
2004
Sucedido por
Vanderlei Luxemburgo
Émerson Leão
Marco Aurélio
Precedido por
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Treinador do São Paulo
2012–2013
Sucedido por
Paulo Autuori
Precedido por
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Jorginho
Treinador do Vitória
2013–2014
2014
Sucedido por
Jorginho
Ricardo Drubscky
Precedido por
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Jaime de Almeida
Treinador do Flamengo
2006–2007
2014
Sucedido por
Moacir Pereira (Interino)
Vanderlei Luxemburgo
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Daniel Paulista
Treinador do Sport
2017
Sucedido por
Vanderlei Luxemburgo
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Claudinei Oliveira
Treinador do Goiás
2018
2019–
Sucedido por
Maurício Barbieri
Precedido por
Emerson Cris (Interino)
Treinador da Chapecoense
2019
Sucedido por
Emerson Cris (Interino)