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O Faraó Mernephtah

O Faraó Mernephtah
Autor(es) Inglaterra Conde John Wilmot Rochester
Rússia Wera Krijanowsky
Idioma Inglês
País Inglaterra Inglaterra
Linha temporal 1213 a 1203 a.C.
Tradutor Brasil Francisco Pires
Editora Brasil Editora Lake; Editora do Conhecimento
Páginas Brasil 320
ISBN 85-7360-090-X

O Faraó Mernephtah é um romance espírita inglês escrito pela russa Vera Kryzhanovskaia, que conta a vida de Moisés sob a visão de 3 espíritos Termutis (mãe de Moisés e irmã do faraó, segundo o livro), Pinehas (um mago egípcio) e Necho (soldado do faraó). A autora alega que o texto foi-lhe ditado pelo espírito de Conde John Wilmot Rochester.

DescriçãoEditar

O livro é divido em dois volumes, o primeiro com as narrativas de Termutis e Pinehas e o segundo com a de Necho e observações suplementares do espírito autor.

Narrativa de TermutisEditar

A narrativa de Termutis conta que Mesu (Messu, nome verdadeiro de Moisés) foi um filho de um amor proibido entre ela e um hebreu, povo tido como indigno na época. Depois de ter o filho ela o dá para a família do pai, até o faraó Ramessés II decretar a matança dos bebês hebreus quando ela pede para que a família que cuidava, dele até então, colocasse ele em uma cesta e ela encenasse o encontro com a cesta para alegar ao faraó Ramessés II que o menino foi dado a ela pelos deuses, salvando assim sua vida. A narrativa para de ser detalhista om a mote de Termutis e termina com a morte de Moisés.

Narrativa de PinehasEditar

A narrativa Pinehas conta a vide dele próprio e as intersecções que esta teve com a vida do profeta Moisés. Pinehas foi um mago iniciado por Enoch, um hebreu amigo de sua mãe, em um templo onde estudou os mistérios egípcios. Mais a frente na narrativa, Pinehas é convencido por Enoch a ajudar Moisés a libertar os hebreus do Faraó Merneptah, quem, segundo o livro, é o faraó citado pela bíblia. Pinehas descreve Moisés como um impostor, porquanto usava as forças da natureza (que ele, Moisés, aprendeu a dominar na Índia, citada por ele como 'A mãe da sabedoria egípcia') para atemorizar a massa egípcia e forçar o faraó a libertar os hebreus. Pinehas conta também que: as pragas egípcias eram todas magias, descritas bem detalhadamentes, feitas por Moisés, que aprendeu a usar profundamente as leis da natureza, e alguns sacerdotes submissos a ele; o sonho de Moisés era ser rei do povo hebreu; Moisés era uma pessoa extremamente obstinada e magnética, porém não hesitava em ferir alguém para cumprir seu plano. A narrativa de Pinehas termina com a morte dele mesmo e descrições de sua vida espiritual.

Narrativa de NechoEditar

Necho, amigo de iniciação de Pinehas, é o único que faz sua narrativa de uma visão totalmente egípcia e sua narrativa conta detalhadamente como o povo egípcio sofreu com as pagras e como as pragas eram apenas mapiluações de leis naturais, como descrito por Pinehas. Necho conta toda a saga de resistência do faraó contra todos os ataques de Moisés, até a sua morte com grande parte do exército egípcio no Mar Vermelho.

Comentários do Conde RochesterEditar

O autor espirital do livro, que é na história o próprio faraó Merneptah, faz apenas dois comentários, o primeiro durante a narrativa de Pinehas e o segundo no final do Livro.

Conde Rochester/Merneptah também conta que Moisés era temido por todo o povo egípcio, inclusive os soldados, por usar seu magnetismo para provocar os mais diversos fenômenos físicos, e por isso não conseguiu prendê-lo.

Informações sobre a edição brasileiraEditar

  • Edição da Editora LAKE
    • ISBN 85-7360-090-X
    • Tradução: Francisco Pires
    • 280 páginas (sem as propagandas)
    • Catalogação: 1.Psicografia. 2.Romance Inglês.

Referências

  1. pg 83, nota. 11ª edição da Lake.

Ver tambémEditar

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