Abrir menu principal

O Mal-Amado

filme de 1974 dirigido por Fernando Matos Silva
O Mal-Amado
Portugal Portugal
1974 •  pb •  100 min 
Realização Fernando Matos Silva
Argumento Álvaro Guerra, Fernando Matos Silva, João Matos Silva
Elenco João Mota
Maria do Céu Guerra
Zita Duarte
Género drama
Música Luís de Freitas Branco
Lançamento 3 de maio de 1974
Idioma português
Página no IMDb (em inglês)

O Mal-Amado (1973) é um filme português de Fernando Matos Silva, produzido pelo Centro Português de Cinema, cooperativa que agrupava uma boa parte dos jovens cineastas do Novo Cinema. A obra foi proibida pelo regime fascista, ainda vigente, e o seu negativo apreendido. Só após a Revolução de 25 de Abril de 1974 o filme pôde ser exibido.

Estreou no cinema Satélite, em Lisboa, a 3 de Maio de 1974.

Ficha sumáriaEditar

SinopseEditar

«João, com cerca de vinte e cinco anos, decide abandonar os estudos, pouco antes de ir para a tropa. Soares, o pai - funcionário público zeloso, com influências e amizades - arranja-lhe um emprego transitório. Colocado numa secção de mulheres, a sua chefe, Inês, marcando a situação de favor de João, transfere para ele uma paixão frustrada pelo irmão, morto na guerra colonial, enquanto João começa a namorar Leonor, uma colega. Por mero acaso de ciúme, Inês acaba por abatê-lo, com um tiro de pistola»[1]

Ficha artísticaEditar

Ficha técnicaEditar

  • Realizador – Fernando Matos Silva
  • Assistentes de realização – José Nascimento e Francisco Manso
  • Anotação: Francisco Machado
  • Fotografia – Manuel Costa e Silva
  • Assistente de imagem – Pedro Efe
  • Iluminação – Manuel Carlos Silva e Carlos Manuel da Silva
  • Electricistas – Laurentino da Silva, João de Almeida, José Simões
  • Decoração – Mário Alberto
  • Director de som – Alexandre Gonçalves
  • Operadores de som – João Diogo, José de Carvalho e Luís Filpe
  • Música – Luís de Freitas Branco
  • Canções – Camaradas de João Aboim; fado por Maria do Rosário Bettencourt
  • Montagem – Fernando Matos Silva e Alexandre Gonçalves
  • Assistente de montagem: Teresa Olga
  • Estúdios – Tóbis Portuguesa

Festivais e prémiosEditar

Ver tambémEditar

Referências

  1. (Cit. José de Matos-Cruz em Cais do Olhar, ed. Cinemateca Portuguesa, 1999.
  2. «Prémios Bordalo». Em 1974 denominado "Prémio da Imprensa". Sindicato dos Jornalistas. 22 de janeiro de 2002. Consultado em 18 de outubro de 2017 

Ligações externasEditar