Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém

A Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém (em latim: Ordo Equestris Sancti Sepulcri Hierosolymitani - OESSH) é uma instituição leiga da Santa Sé encarregada de suprir as necessidades do Patriarcado Latino de Jerusalém e de sustentar a atividade e as iniciativas em favor da presença cristã na Terra Santa.[1]

Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém
(OESSH)
Brasão da Ordem
Lema "Deus Lo Vult"
Fundação 1103 (918 anos)
Estado legal Ativa
Propósito Sustentar a atividade e iniciativas em favor da presença cristã na Terra Santa.
Sede Cidade do Vaticano, Vaticano
Membros 20 mil
Filiação Igreja Católica
Grão-Mestre Itália Fernando Filoni
Fundador(a) Godofredo de Bulhão
Fundadores Godofredo de Bulhão
Antigo nome Ordem dos Cônegos do Santo Sepulcro
Sítio oficial oessh.va

Atualmente a Ordem conta com 20 mil[2] Cavaleiros e Damas, os quais recebem a precedência de vestirem capa branca, no caso dos Cavaleiros, e capa preta e véu, no caso das Damas, bordada com o símbolo máximo de Jerusalém: a Cruz vermelha de Jerusalém, enquadrada por outras quatro pequenas cruzes, em recordação às cinco feridas sofridas por Jesus Cristo.[1]

A Ordem é a única instituição secular do Vaticano.[3] E, em conjunto com a Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, também chamada de Hospitalários e a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos de Santa Maria de Jerusalém são as únicas Ordens de Cavalaria reconhecidas, histórica e juridicamente, pela Santa Sé.[4][5]

HistóriaEditar

FundaçãoEditar

A Ordem Equestre do Santo Sepulcro tem sua origem na Ordem dos Cônegos da Santo Sepulcro, constituída por Godofredo de Bulhão, depois da conquista de Jerusalém, na época da Primeira Cruzada. Após a conquista os Cavaleiros, de diversas nacionalidades fizeram votos de obediência sob juramento de entregar suas vidas em proteção do Santo Sepulcro.[6] Tal feito foi eternizada pelo escritor espanhol Torquato Tasso no livro de poemas e cantos A Jerusalém Libertada, de 1581.[7]

 
Brasão em prédio da Ordem

Alguns anos depois, em 1103, segundo os cronistas desta época, Balduíno I de Jerusalém, segundo rei cruzado, se torna superior da Ordem dos Cônegos do Santo Sepulcro, com prerrogativas, por si e para seus sucessores, de criar Cavaleiros. No caso de ausência ou impedimento do monarca, esta faculdade era subordinada ao Patriarca Latino de Jerusalém. Entre os membros da Ordem, alguns eram considerados Sargentos, os quais representavam uma espécie de milícia eleita dentro da companhia cruzada e se devotavam à defesa do Santo Sepulcro e dos Lugares Santos.[8]

Logo após a Primeira Cruzada, em 1114, Arnolfo de Choques, então Patriarca de Jerusalém, obrigou os cônegos a viverem em comunidades sob a regra de Santo Agostinho além de outras normas elaboradas pelo Papa Calisto II. Erigindo-se, outrossim, uma divisão feminina. A igreja do Santo Sepulcro estava exclusivamente sob os cuidados dos cônegos e cônegas da Ordem.[8][9]

Período de obscuridadeEditar

Com o desaparecimento do Reino Cristão de Jerusalém, a Ordem permanece sem um superior, ainda que os priorados continuassem a existir sob a proteção de vários senhores e soberanos europeus e da Santa Sé.[10] A vacância do patriarcado Latino fez com que a faculdade de criar novos cavaleiros fosse prerrogativa da mais alta autoridade religiosa na Terra Santa, isto é, a Custódia da Terra Santa, instituição liderada pelos Franciscanos.[11]

A Ordem chegou a ser extinta pelo Papa Inocêncio VIII em 21 de março de 1489, pela publicação da bula Cum Solerti meditatione, a qual repassou seus bens e propriedades aos Hospitalários.[12] Contudo a Ordem resiste à extinção e, em 1496, Papa Alexandre VI revoga a bula de Inocêncio VIII trazendo a ordem à tona novamente, agora diretamente sob os auspícios da Santa Sé.[6][13]

Apesar da revogação da bula papal de Inocêncio VIII, a Ordem não conseguiu recuperar os bens e propriedades repassados aos Hospitalários, a despeito das, fracassadas, tentativas em 1555 e 1558.[14]

 
Cavaleiros com as capas da Ordem

Após esse período os parcos registros que se tem da Ordem, referem-se aos clérigos que se dispersaram pela Europa por mosteiros na Itália, Alemanha, Espanha, Portugal e Holanda.[9]

Volta às origensEditar

Com o restabelecimento do Patriarcado pelo Papa Pio IX em 1847, a Ordem retorna a suas origens de custodiar o Santo Sepulcro com a promulgação de um novo estatuto e a sua colocação de seu governo, sob a proteção da Santa Sé, ao Patriarca Latino.[15] Nesta situação, foi definida a função preeminente da Ordem de sustentar as obras do Patriarcado Latino de Jerusalém e de incentivar a propagação da fé cristã.[16]

A partir de 3 de agosto de 1888, através das cartas apostólicas Venerabilis Frater Vicentius do Papa Leão XIII, mulheres leigas também passaram a ter acesso à Ordem por meio do chamado Braço de Damas.[17][18]

O termo Equestre substituiu o termo Militar no nome da Ordem em 1928.[17]

Em 1949, o Papa Pio XII estabeleceu que o Grão Mestre fosse um cardeal da Santa Igreja Romana, assegurando ao Patriarca Latino a prerrogativa de ser o Grão-Prior.

 
Estandarte da Ordem com a cruz de Jerusalém

Em 1962, o Papa João XXIII e depois, em 1967, o Papa Paulo VI modificaram o estatuto, para favorecer uma ação mais coordenada e eficiente. Em fevereiro de 1996, o Papa João Paulo II elevou a dignidade da Ordem a Associação Pública de Fiéis, ereta pela Sé Apostólica, de acordo com o artigo 312, parágrafo 1, 1º do Código de Direito Canônico, com personalidade canônica e civil.[19]

Papa Paulo VI aprovou a nova constituição da Ordem, em 8 de julho de 1977, na qual descreve seus principais propósitos:[20]

  • A prática da vida cristã;
  • A custódia e manutenção da fé cristã na Palestina;
  • A defesa dos direitos da Igreja Católica na Terra Santa.

Atualmente, entre outras obras de caridade, a Ordem contribui diretamente com a manutenção da Universidade de Belém, além de escolas, asilos, dispensários e hospitais na Palestina.[21][22][23]

Descrição Jurídica da OrdemEditar

 
Sede da OESSJ

A Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém é uma associação de fiéis leigos aberta aos eclesiásticos, estabelecida com base no Direito Canônico, à qual é confiada, pelo Soberano Pontífice, a missão especial de assistir a Igreja da Terra Santa e de estimular em seus membros a prática da vida cristã. Somente a Santa Sé tem competência para erigir associações públicas, universais e internacionais de fiéis. Uma vez que seus membros estão dispersos além das fronteiras nacionais e diocesanas e possuem um estatuto aprovado e promulgado pela Santa Sé, a Ordem é claramente uma associação pública internacional de fiéis. Isto é decorrente das normas comuns do Direito Canônico, das disposições eclesiásticas particulares e das disposições do estatuto da Ordem.[3][24]

EstruturaEditar

 
Vela da Ordem

Desde a sua fundação a Ordem possui dois tipos distintos de membros: o cavaleiro, que se dedica à guerra e afazeres profanos, e o clérigo, dedicado aos afazeres do sacerdócio da Ordem.[6] A Ordem tem uma estrutura hierárquica, com o governo do Cardeal Grão-Mestre, que é nomeado diretamente pelo Papa. O Grão-Mestre recebe a colaboração do Grão Magistério, o qual, de acordo com o Patriarca Latino de Jerusalém, define o programa de ação e as operações a favor da estrutura cristã na Terra Santa.[25]

Atualmente, o Grão Magistério está dividido em cinquenta e dois Lugares-Tenências,[10] sendo:

O número de membros ativos da Ordem, ou seja, dos que participam de sua vida no empenho do serviço e da caridade, assumidos no ato de admissão, é de cerca de vinte mil.

A Lugar Tenente no Brasil - Rio de JaneiroEditar

 
A Lugar Tenente, Isis Penido com o Papa Francisco e o Grão Mestre da Ordem, Cardeal O´Brien (2011-2020)

A atual Lugar Tenente da Ordem Equestre do Santo Sepulcro Rio de Janeiro Brasil é a Dama de Comenda com Placa, Isis Penido. Isis Terezinha Cunha Penido é de tradicional família Católica do Estado de Minas Gerais. Ela foi investida na Ordem em 1997 tendo desde então ocupado vários cargos na instituição. Isis Penido foi Cerimoniaria e Chanceler até que chegou ao mais alto posto que é o de Lugar Tenente. Casada com o Engenheiro Paulo Penido, tem dois filhos, Paulo Penido Filho e Rosa Karina Penido. Sua neta, Maria Theresa foi batizada por São João Paulo II na Capela Sistina. Católica fervorosa é comprometida com a Igreja "em saída". Isis Penido tem feito um trabalho muito elogiado pelo Grande Magistério da Ordem e pela Arquidiocese do Rio de Janeiro. Sob seu comando, a Lugar Tenência da Ordem no Rio de Janeiro encontra-se numa fase crescente tendo participado de diversas ações caritativas relevantes. A cada primeiro domingo de cada mês, Isis Penido lidera os Cavaleiros e Damas na participação da organização de um "café da manhã" para os moradores em situação de rua do centro da cidade. O café é servido após a Missa na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé. Comprometida com a caridade Isis Penido tem exortado os Cavaleiros e Damas a praticarem a caridade sendo ela mesmo um exemplo de profundo envolvimento com o semelhante. Em novembro de 2017 a Dama ela esteve em Roma, no evento denominado Consulta, onde os Lugares Tenentes de todo o mundo discutem e deliberam sobre as diretrizes da OESSJ para os próximos 5 anos.

Cavaleiros e Damas - Lugar Tenência do Rio de JaneiroEditar

NOME INVESTIDURA
Cardeal Orani João Tempesta 21/11/2011

Designação como Grão Prior

Monsenhor André Sampaio de Oliveira 25/10/2003
Monsenhor José Maria de Oliveira Vasconcelos 28/09/1990
Monsenhor Sergio da Costa Couto 31/10/2013
NOME INVESTIDURA
Adriana Padilha Mach Barreto 31/10/2013
Agenor Casaril (RS)
Alda Maria Almeida Cabral de Soares 19/10/2000
Alessandra Correa do Amaral 10/12/2015
Almerinda Vilela dos R. C. Mendes 25/10/2003
Amancia do Espirito Santo Aroucha Matos 21/05/2018
Ana Paula Rocha Lemos Leite 21/05/2018
Andrea Christina Silva Panaro Caldas 17/10/2016
Angela Maria Machado Costa 21/05/2018
Antônio Cândido Silveira Pires (RS)
Antonio Carlos Pereira de Lemos Bastos 27/10/2017
Antônio Gilberto Lehnen (RS)
Aristóteles Drummond (Comendador) 13/03/1996
Bernardino Conte (RS)
Carlos Alberto Figueiredo Osório 31/10/2013
Carlos Fernando Gomes de Almeida 10/12/2015
Célio de Oliveira Borja 15/12/2005
Célio Gallotti Guimaraes
Christiane Maria Ferreira de Assis - Kitty 10/12/2015
Claudio André Padilha de Castro 10/12/2015
Cláudio do Carmo Chaves (AM)
Cleiton Robson (DF) 10/12/2015
Dara Lee Chapman 27/10/2017
Dauro Garcia Machado (MG) 27/10/2017
David de Amorim Bravo 21/05/2018
Décio Fabrício Oddone da Costa 22/11/2006
Décio Flávio Barbosa Freire
Dimas Fabiano Toledo
Dulce Pugliese Borges 10/12/2015
Eduardo Pellew Wilson
Eduardo Wetzel Barbosa (RS)
Elda Maria Aranha Monnerat
Eliana Conzo de Moura 10/12/2015
Fabiano Machado da Rosa 21/05/2018
Fábio Viana Alves (DF) 27/10/2017
Felipe Menegat 17/10/2016
Fernando Bicudo 10/12/2015
Fernando Octavio Ramiro de La Riva Averhoff 17/10/2016
Gilson Araújo (Comendador) 19/05/1990
Gilson Araújo Júnior 13/03/1996
Gustavo Miguez de Mello (Comendador) 22/09/2005
Henrique Cunha de Lima 27/10/2017
Hugo Henrique A. de Castro (MG) 27/10/2017
Hugo Leal Melo da Silva 21/05/2018
Ilka Bandão Bambirra 21/05/2018
Iná Valkiria A. Moreira 27/10/1998
Isabel Cristina P. da Costa Trigo de Traux de Wadin 25/10/2014
Isabella Lessa 11/09/2017
Isis Terezinha Cunha Penido (Dama de Comenda com Placa) 25/10/1997
Jean-Pierre Marie Grivory 27/10/2017
João Afonso da Silveira Assis 10/12/2015
João Marinonio C. Lages (RS)
Joaquim Francisco Monteiro de Carvalho Neto 10/12/2015
Joel Mendes Rennó 25/10/2003
Jorge Barbosa
José Bernardo Cabral (AM)
José Fernando Ximenes S Rocha 10/12/2015
José Francisco Thompson da S. Ramos 22/09/2003
José Loredo 10/12/2015
José Luís Lira (CE) 10/12/2015
José Paulo Soares 23/10/1987
José Roberto Tadros (AM)
Louise Gomes da Motta 21/05/2018
Luciano Saldanha Coelho
Luiz Carlos de Souza Pugialli (Comendador) 25/10/2003
Luiz Carlos Marques Simões 31/10/2013
Luiz Guilherme R. Rodrigues 27/10/2017
Luiz Pauletti (RS)
Luiza Moraes Gazola 11/09/2017
Lygia Maria Guedes Lowndes
Manoela Ferrari Cabral Colombo 19/10/2000
Marcelo Moreira Susini Ribeiro 13/03/1996
Marcio Eduardo S. Fortes de Almeida 27/10/2009
Marcos Antônio da Cunha Araújo (ES) 17/10/2016
Maria Christina Kastrup (PR)
Maria Consuelo Bethonico Cardoso 21/05/2018
Maria Regina Anachoreta Ximenes Rocha 10/12/2015
Maria Rita Ramos Araujo (ES) 17/10/2016
Maritza de Orleans e Bragança 10/12/2015
Marlene de Souza S. Freire
Mauricio Soares Guimarães 27/10/2017
Moisés Pio Franco de Azeredo (DF) 10/12/2015
Newton Geraldo Vieira (MG) 31/10/2013
Padre Jorge Luiz Neves Pereira da Silva 21/05/2018
Padre Omar Raposo de Souza 21/05/2018
Paulo Renato Atyde Girardi
Paulo Roberto Capriotti Rubio (RS)
Paulo Soares Penido Filho 27/10/1998
Pedro Trengrouse 10/12/2015
Philippe Artur de Traux de Wardin 25/10/2014
Rachel M. Jordan
Rawlson R. de Thuin 22/09/2015
Raymundo Nery Stelling Junior
Regina Cavalcanti Valle 03/12/2014
Renato de Almeida
Ricardo Cravo Albin 10/12/2015
Rita de Sá Freire 31/10/2013
Rosane Doring Oddone da Costa 22/11/2006
Selma Luiz Duarte (DF) 17/10/2016
Sérgio Antônio de Paula Almeida (MG) 27/10/2017
Tarcisio Meirelles Padilha
Tereza Antonia M. Veiga Frering 25/10/1997
Theophilo de Azeredo Santos
Thomaz P. Pires Magalhães
Vera Lucia Botel Tostes 10/12/2015
Vitor Pimentel Pereira 10/12/2015
Wambert Gomes Di Lorenzo (RS)
Willian Alberto de Aquino Pereira 08/04/1988

Insígnias da OrdemEditar

 
Estátua em bronze, de 2,5 metros de altura, sobre o Santuário em Deir Rafat

PadroeiraEditar

Como ordem católica que é, a Ordem do Santo Sepulcro tem por padroeira Nossa Senhora da Palestina, a quem, juntamente com o Patriarcado Latino, dedica e cuida de um Santuário, construído em 1928, na cidade de Deir Rafat, a 30 km de Jerusalém.[27][28]

Deus lo vultEditar

O lema da Ordem, Deus vult, ou Deus lo vult em latim medieval (Deus o quer; português), foi usado pelos cruzados como um grito de guerra ao serem convocados pelo Papa Urbano II para a Primeira Cruzada, no Concílio de Clermont em 1095, quando o Império Bizantino solicitou ajuda para defender a Terra Santa da invasão dos Turcos seljúcidas.[29]

Cruz de JerusalémEditar

Principal símbolo da Ordem, acredita-se que esta cruz tenha surgido no século XI para ser o símbolo do Reino de Jerusalém. As cinco cruzes representam as chagas de Cristo, sendo as quatro pequenas a dos membros e a maior se refere ao trespasse da lança de Longino.[30]

Palma de JerusalémEditar

Introduzida em 1949, possui 3 graus: Ouro, prata e bronze. É concedida a quem tenha prestado um serviço de caráter excepcional à Ordem ou às obras de caridade dela dependentes.[31]

Concha do PeregrinoEditar

Bastante difundida em razão dos caminhos de Santiago, a Concha do Peregrino, ou Peregrinatoris em latim, é uma condecoração a ser atribuída a Cavaleiros durante sua peregrinação à Terra Santa. A imposição é feita pelo próprio Patriarca Latino de Jerusalém.[31]

Insígnias e heráldicas da Ordem
Concha do Peregrino Palma de Jerusalem em Bronze Palma de Jerusalem em Prata Palma de Jerusalem em Ouro

GrausEditar

  • Cavaleiro de Colar ou Dama de Colar
  • Cavaleiro de Grã-Cruz ou Dama de Grã-Cruz
  • Grande-Oficial / Cavaleiro-Comendador com Placa ou Dama-Comendadora com Placa
  • Cavaleiro-Comendador ou Dama-Comendadora
  • Cavaleiro ou Dama

Referências

  1. a b Pinchiari, Marcos Rodrigues.Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém. In: Folha do Abc - Junho/2012.
  2. Ordem do Santo Sepulcro tem novo Governador Geral - Rádio Vaticano
  3. a b The Knights of the Holy See. Página oficial do Governo da Itália.
  4. Esclarecimentos da Santa Sé a respeito das Ordens de Cavalaria. Patriarcado latino de Jerusalém.
  5. PINHO, António Brandão de (2017). A Cruz da Ordem de Malta nos Brasões Autárquicos Portugueses. Lisboa: Chiado Editora. 426 páginas. Consultado em 28 de agosto de 2017 
  6. a b c Teixidó, Antonio M. (2002). «La Orden de Caballería del Santo Sepulcro de Jerusalén.». Studia Historica: Historia Moderna. 24: 207-219. ISSN 0213-2079. doi:10.14201/shhmo 
  7. Tasso, Torquato (1864). A Jerusalém Libertada. Lisboa: Typographia Universal 
  8. a b Carvalhos, Isabel MM (2006). A Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém 1103 - 2005. (PDF) (Tese de Mestrado). Universidade de Coimbra. 
  9. a b Gomez, José A. C. (2015). «Los Canónigos Regulares del Santo Sepulcro de Jerusalén en la Península Ibérica (siglos XII-XV).». Medievalismo. 25: 55-84. ISSN 1131-8155. doi:10.6018/j/241321 
  10. a b Cavaleiros do Santo Sepulcro, peregrinos da Alemanha. Christian Media Center.
  11. History The Equestrian Order of the Holy Sepulchre of Jerusalem. Diocese de Veneza (em inglês).
  12. Valente, Vasco (1924). A Ordem do Santo Sepulcro em Portugal. (PDF). Porto: Companhia Portuguesa. p. 13 
  13. Coimbra, Álvaro V. (1963). «Ordens militares de cavalaria de Portugal». Revista de História (USP). 26: 21-33. ISSN 2316-9141. doi:10.11606/issn.2316-9141.rh.1963.121849 
  14. Verdegal, Joan M. (2000). Las órdenes militares: realidad e imaginario. Castelló: Publicacions de la Universitat Jaume I. p. 144. ISBN 9788480212977 
  15. Papa João Paulo II. (2 de março de 2000). To the Equestrian Order of the Foly Sepulchre. Página oficial do Vaticano
  16. Valente, 1924, p. 15.
  17. a b Westdal, Stewart J. (1998). «The badges of the Equestrian Order of the Hoyl Sepulchre of Jerusalem» (PDF). The Journal of the Orders and Medals Society of America. 49: 34-36 
  18. Equestrian Order of the Holy Sepuchre Arquivado em 29 de agosto de 2017, no Wayback Machine.. Diocese of Alexandria.
  19. História. Página oficial da Ordem.
  20. Equestrian Order of the Holy Sepulchre of Jerusalem Collection. Universidade de Notre Dame.
  21. Boix, Jordi L. (8 de outubro de 2016). «Edwin Frederick O'Brien, el jefe católico del 'ejército' protector del Santo Sepulcro.». La Vanguardia 
  22. Bethlehem University Receives a Gift from the Middle Atlantic Lieutenancy of the Equestrian Order of the Holy Sepulchre of Jerusalem. Bethlehem University.
  23. The Equestrian Order of the Holy Sepulchre of Jerusalem−German Lieutenancy Visits Bethlehem University. Bethlehem University.
  24. Organização. Página oficial da Lugar-Tenência de Portugal.
  25. Magistrado amazonense é um dos sete brasileiros escolhidos para a Ordem do Santo Sepulcro. Tribunal de Justiça do Amazonas.
  26. Edwin Cardinal O’Brien, Grand Master of the Equestrian Order of the Holy Sepulchre of Jerusalem, to visit the Republic of China. Ministério das Relações Internacionais da China (em inglês).
  27. La Orden Ecuestre del Santo Sepulcro celebra a su patrona, la Virgen de Palestina, con una misa presidida por el Cardenal. Arquidiocese de Valencia.
  28. Nossa Senhora, Rainha da Palestina, “filha ilustre” desta terra. Christian Media Center.
  29. Morwood, James (1998). A Dictionary of Latin Words and Phrases. Oxford: Oxford University Press. p. 46. ISBN 9780198601098 
  30. Koloski, Philip. (11 de agosto de 2017). O significado da Cruz de Jerusalém. Aleteia.
  31. a b «Insígnias e heráldicas» (PDF). Informe da OESSJ. 4. 2 páginas. Fevereiro de 2017 

Ligações externasEditar