Ordenação de mulheres

Katharine Jefferts Schori foi eleita em 2006 como a primeira Bispo Presidente na história da Igreja Episcopal e também a primeira primaz na Comunhão Anglicana.[1]

A ordenação de mulheres, ou ordenação feminina, é a nomeação de mulheres como padres e bispos dentro das igrejas e comunidades cristãs. Ocorre em certas Igrejas Protestantes, mas não é aceita na Igreja Católica nem na Igreja Ortodoxa.[2][3][4]

Igrejas cristãs protestantes luteranasEditar

A Igreja da Suécia (protestante luterana) aceita a ordenação feminina desde 1958, e consequentemente há inúmeras mulheres-madres, algumas episcopisas, e desde 2013 uma arcebispa — Antje Jackelén.[5]

A Igreja da Dinamarca (protestante luterana) teve a sua primeira mulher-madre em 1948.[5][6]

Desde 1974 que a Igreja da Islândia (protestante luterana) tem mulheres-madres. Estas constituem atualmente 40% dos sacerdotes do país. Desde 2012, Agnes M. Sigurðardóttir é a arcebispa da Igreja da Islândia.[7]

Cristianismo evangélicoEditar

Certas denominações evangélicas autorizam oficialmente a ordenação de mulheres nas igrejas.[8] A primeira mulher batista que foi pastor consagrado é a americana Clarissa Danforth na denominação Batista de Livre Arbítrio em 1815. [9] Em 1882, na National Baptist Convention, USA. [10] Nas Assembléias de Deus dos Estados Unidos, desde 1927. [11] Em 1961, na Progressive National Baptist Convention. [12] Em 1975, na Igreja Internacional do Evangelho Quadrangular. [13]

Ver tambémEditar

Referências

  1. «US Episcopal Church installs first female presiding bishop». Australia: Journeyonline.com.au. 7 de novembro de 2006. Consultado em 19 de novembro de 2010. Cópia arquivada em 6 de julho de 2011  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda)
  2. «Igreja de Inglaterra aprova a ordenação de mulheres como bispos». Público. Consultado em 23 de julho de 2015 
  3. Filipe d'Avillez. «O que diz a Igreja Católica sobre a ordenação de mulheres?». Renascença. Consultado em 22 de julho de 2015 
  4. Anselmo Borges. «Sobre a ordenação de mulheres». Diário de Notícias. Consultado em 22 de julho de 2015 
  5. a b Sören Wibeck. «Kvinnliga präster 1958 – ett omstritt beslut» (em sueco). Populär historia, 2/2008. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  6. «Præsten» (em dinamarquês). Folkekirken. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  7. «Agnes M. Sigurðardóttir: Biskopen som städar kyrkan» (em sueco). Arbeidsliv i Norden. Consultado em 31 de outubro de 2016 
  8. Brian Stiller, Evangelicals Around the World: A Global Handbook for the 21st Century, Thomas Nelson, USA, 2015, p. 117
  9. Rosemary Skinner Keller, Rosemary Radford Ruether, Marie Cantlon, Encyclopedia of Women and Religion in North America, Volume 1, Indiana University Press, USA, 2006, p. 294
  10. Robert E. Johnson, A Global Introduction to Baptist Churches, Cambridge University Press, UK, 2010, p. 372
  11. Lisa Stephenson, Dismantling the Dualisms for American Pentecostal Women in Ministry, BRILL, USA, 2011, p. 46
  12. Glenn T. Miller, Piety and Plurality: Theological Education since 1960, Wipf and Stock Publishers, USA, 2014, p. 94
  13. Lisa Stephenson, Dismantling the Dualisms for American Pentecostal Women in Ministry, BRILL, USA, 2011, p. 55
  Este artigo sobre cristianismo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.