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Othon Motta
Bispo da Igreja Católica
Bispo-emérito de Campanha
Atividade Eclesiástica
Diocese Diocese de Campanha
Nomeação 16 de maio de 1960
Predecessor Dom Frei Inocêncio Engelke, O.F.M.
Sucessor Dom Tarcísio Ariovaldo Amaral, C.Ss.R.
Mandato 1960 - 1982
Ordenação e nomeação
Ordenação presbiteral 12 de janeiro de 1936
Nomeação episcopal 10 de março de 1953
Ordenação episcopal 24 de maio de 1953
por Dom Jaime Cardeal de Barros Câmara
Lema episcopal IN VINCULIS CARITATIS
Dados pessoais
Nascimento Rio de Janeiro
12 de maio de 1913
Morte Campanha
4 de janeiro de 1985 (71 anos)
Nacionalidade brasileiro
Funções exercidas - Bispo-auxiliar de Juiz de Fora (1953-1955)
- Bispo-auxiliar de Rio de Janeiro (1955-1959)
- Bispo-coadjutor de Campanha (1959-1960)
dados em catholic-hierarchy.org
Bispos
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo

Dom Othon Motta (Rio de Janeiro, 12 de maio de 1913 - Campanha, 4 de janeiro de 1985) foi um bispo católico brasileiro. Foi bispo auxiliar de Juiz de Fora e do Rio de Janeiro e o terceiro bispo diocesano da Campanha.

Tornou-se Servo de Deus, reconhecido pelo Vaticano, devido ao início de seu processo de beatificação pela Igreja Católica Apostólica Romana (em fase diocesana). Encontra-se sepultado no interior da catedral diocesana de Campanha.

EstudosEditar

Realizou seus estudos nos seminários do Rio de Janeiro e São Paulo, concluindo a Teologia, em 1935.

Presbiterado e atividades antes do episcopadoEditar

Foi ordenado presbítero em 12 de janeiro de 1936, sendo imediatamente designado professor, no Seminário São José do Rio Comprido, da arquidiocese do Rio de Janeiro, onde também foi Diretor Espiritual. Foi criado cônego do cabido metropolitano do Rio de Janeiro.

EpiscopadoEditar

Em 10 de março de 1953, foi eleito bispo titular de Uzita, sendo sagrado em 24 de maio de 1953 e nomeado bispo auxiliar de Juiz de Fora. Em 1955, foi nomeado bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro, cujo arcebispo era o cardeal Dom Jaime de Barros Câmara. A 30 de maio de 1959 foi designado bispo coadjutor da Campanha, com direito à sucessão, o que ocorreu a 16 de maio de 1960, quando sucedeu a Dom Frei Inocêncio Engelke O.F.M..

Foi pastor zeloso, competente, modesto, afável e acessível a todos. Realizando as visitas pastorais, percorreu, por várias vezes, todo o território de seu bispado. Em 16 de janeiro de 1982, renunciou ao bispado da Campanha. Vitimado pela Doença de Parkinson, faleceu em 4 de janeiro de 1985, sendo sepultado na cripta da catedral de Santo Antônio, na Campanha.

Processo de beatificaçãoEditar

Devido a sua fama de santidade e diante de vários relatos de graças alcançadas por sua intercessão, em 2016, a diocese da Campanha anunciou a abertura do processo de beatificação de Dom Othon Motta, com autorização do Vaticano, o que fez com que recebesse o título de Servo de Deus.[1]

Em setembro de 2016, a diocese da Campanha inaugurou o Memorial Dom Othon Motta, com pertences do bispo, aberto à visitação pública.[2]

Em 5 de novembro de 2016, foi instalado o tribunal eclesiástico para a causa de beatificação de Dom Othon Motta. Seus restos mortais foram reconhecidos oficialmente (de forma canônica) e transferidos da cripta para o interior da catedral, em virtude do início de seu processo de beatificação.[3]

Brasão e lemaEditar

Descrição: Escudo eclesiástico de blau semeado de flores-de-lis de jalde, calçado (chaussé) de goles com uma palmeira arrancada, ao natural. O escudo assente em tarja branca. O conjunto pousado sobre uma cruz trevolada de ouro. O todo encimado pelo chapéu eclesiástico com seus cordões em cada flanco, terminados por seis borlas cada um, tudo de verde. Brocante sob a ponta da cruz um listel de blau com a legenda: IN VINCVLIS CARITATIS, em letras de jalde.

Referências