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Pátio é um filme brasileiro de curta-metragem de 1959, o primeiro dirigido pelo cineasta Glauber Rocha.[1]

Rodado na Bahia, é influenciado pelo concretismo e definido pelo diretor como "experimental". Nos seus 11 minutos de duração, um homem (Solon Barreto) e uma mulher (Helena Ignez) interagem sobre um piso quadriculado em branco e preto, como um tabuleiro de xadrez. Ainda sem as principais temáticas que definiriam a carreira de Glauber, já permite identificar no entanto alguns de seus traços marcantes, como o enquadramento meticuloso e particular, influenciado pelo formalismo de Dziga Vertov e Sergei Eisenstein.[2][3]

A trilha sonora é a Sinfonia para um Homem Só (musique concrete), de Pierre Henry e Pierre Schaeffer.[4]

Referências

  1. Crítica: Curtas-metragens de Glauber Rocha. Plano Crítico, 14 de março de 2014
  2. Dois olhares sobre Pátio Arquivado em 20 de dezembro de 2016, no Wayback Machine.. Revista Polvo
  3. Primeiro filme de Glauber é livre da "estética da fome" Folha de S.Paulo, 29 de setembro de 2010
  4. Pátio Arquivado em 20 de dezembro de 2016, no Wayback Machine.. Tempo Glauber

Ligações externasEditar


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