Pandemia de COVID-19 no Brasil

detalhes da pandemia viral em curso no Brasil
Ver artigo principal: Pandemia de COVID-19
Pandemia de COVID-19 no Brasil
Casos por UF de notificação
Casos por 100 mil habitantes por UF de notificação
Doença COVID-19
Vírus SARS-CoV-2
Origem Wuhan, Hubei, China
(via Itália)
Local 26 estados e Distrito Federal
Período (1 ano, 2 meses e 22 dias)
Início 26 de fevereiro de 2020
Estatísticas globais
Casos confirmados 15 657 391[1]
Mortes 436 537
Casos que recuperaram 14 152 433
Página Governamental
Atualizado em 17 de maio de 2021 19:22 UTC-3

A pandemia de COVID-19 no Brasil teve início em 26 de fevereiro de 2020, após a confirmação de que um homem de 61 anos de São Paulo que retornou da Itália testou positivo para o SARS-CoV-2, causador da COVID-19. Desde então, em 18 de maio de 2021, confirmaram-se 15 657 391 casos, segundo o Ministério da Saúde, causando 436 537 mortes. O número de pessoas recuperadas da doença, é de 14 152 433. A transmissão comunitária foi confirmada para todo o território nacional.[2][3]

A pandemia afetou a economia do país, que vinha se recuperando da crise econômica de 2014. Em 30 de março de 2020, pela primeira vez, foi prevista uma retração no Produto Interno Bruto (PIB) para o ano, atrasando mais ainda o fim da crise e a retomada do crescimento. Como consequência a crise econômica gerada atingiu setores diversos, que inclui os de serviços essenciais. Como medida de enfrentamento a crise, o Congresso Nacional aprovou o auxílio emergencial, posteriormente sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.[4] Com novos casos confirmados do novo coronavírus e por consequência o isolamento social, outros setores, como da imprensa, cultura, esporte e religião foram afetados; escolas e universidades tiveram as aulas suspensas; na política, o Senado Federal pela primeira vez na história iniciou a sessão virtual; na linha de frente do combate ao coronavírus, afetou profissionais de saúde, que perderam suas vidas. A partir de abril, a doença atingiu indígenas brasileiros,[5] posteriormente causando a morte de 92 índios.[6] Já nas favelas na cidade do Rio de Janeiro, o número de mortes chegou a quase 100.[7]

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, a COVID-19 no Brasil até abril de 2020 matou mais do que a H1N1, dengue e sarampo em todo o ano de 2019. Durante a pandemia, o Ministério da Saúde através de Luiz Henrique Mandetta posicionou-se de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao adotar o isolamento social com o objetivo de "achatar a curva", embora em desacordo com o presidente Jair Bolsonaro que defendeu o isolamento somente para o grupo de risco, chamado de isolamento vertical. Alguns dos governadores dos estados mais atingidos pelo vírus adotaram o isolamento social, a exemplo de João Dória em São Paulo[8] e Wilson Witzel no Rio de Janeiro.[9] Durante a pandemia no Brasil, dois ministros da Saúde foram trocados (Mandetta e Nelson Teich) por discordâncias sobre protocolo do uso da cloroquina e hidroxicloroquina para tratamento da doença.[10] O general de divisão Eduardo Pazuello, ficou como ministro interino[11] e, em 16 de setembro de 2020, foi efetivado no cargo pelo presidente Jair Bolsonaro.[12]

Com o aumento do número de casos e mortes em território nacional, em abril de 2020, o sistema de saúde de Manaus entrou em colapso, e em seguida o sistema funerário. No mês seguinte, os estados do Maranhão, Pará e Ceará optaram pelo lockdown em alguns dos seus municípios como uma medida mais rígida para impedir o avanço do coronavírus, podendo a população sair de casa somente para atividades essenciais.[13] Posteriormente, a mesma medida foi adotada pelo Rio de Janeiro, no município de Niterói, e parcialmente na capital. No dia 9 de maio, o país superou a marca de dez mil mortes,[14] e em 4 de junho, ultrapassou trinta mil mortes, superando a Itália, e ficando atrás dos Estados Unidos e Reino Unido; três dias depois, ao atingir 42.161 mortes, superou Reino Unido em números absolutos. Proporcionalmente, levando em consideração o tamanho da população, até junho de 2020, o Brasil ocupou a 15° posição no ranking de mortes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.[15]

HistóricoEditar

AntecedentesEditar

 
Ministro de Estado da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante a pandemia em março de 2020.

Antes de iniciar o surto em território nacional, no dia 28 de janeiro de 2020, o alerta de emergência foi elevado ao nível 2 de 3, considerando um "perigo iminente" para o Brasil.[16] No mesmo dia, o Ministério da Saúde do Brasil já monitorava três casos suspeitos de COVID-19, localizados em Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba.[17] A paciente de Minas Gerais apresentava sintomas compatíveis com o protocolo de prevenção, sendo que ela havia passado pela cidade de Wuhan, o epicentro do surto do vírus.[18]

Em 3 de fevereiro o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, havia afirmado que o Brasil, mesmo sem casos confirmados de infectados pelo SARS-CoV-2, reconheceria o vírus como uma Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional (PHEIC, na sigla em inglês), e que o governo determinaria as regras para a volta dos brasileiros que estavam em Wuhan.[19]

Repatriação de brasileiros na ChinaEditar

Em 4 de fevereiro, confirmou-se que 29 brasileiros que estavam em Wuhan regressariam ao país em 8 de fevereiro, sendo que ficariam 18 dias de quarentena em Anápolis, Goiás e, caso algum deles apresentasse algum sintoma da infecção, seria encaminhado ao Hospital das Forças Armadas, em Brasília, para avaliação médica.[20]

No dia seguinte, o Senado Federal aprovou um projeto com regras para quarentena para que os brasileiros pudessem voltar da cidade chinesa de Wuhan. O governo brasileiro enviou dois aviões para evacuar 34 dos 58 brasileiros em Wuhan.[21][22] Eles e a tripulação do voo foram colocados em quarentena em uma base da Força Aérea Brasileira (FAB) em Anápolis, Goiás, e receberam alta, juntamente com os médicos e profissionais que tiveram contato com eles, em 23 de fevereiro, quatro dias antes do previsto, pois os testes de rotina mostraram repetidamente resultados negativos para COVID-19.[23]

Início da pandemia no BrasilEditar

Em 4 de fevereiro o presidente Jair Bolsonaro decretou estado de emergência[24] para conter o novo coronavírus no Brasil. Bolsonaro também enviou ao Legislativo Projeto de lei (PL) que cria quarentena e torna exames, vacinação e tratamento obrigatórios.[25]

Em 6 de fevereiro o Ministério informou que havia nove casos suspeitos de COVID-19 em cinco estados diferentes do país, sendo que, destes, nenhum caso foi confirmado.[26] No dia 24 de fevereiro de 2020 o Ministério da Saúde informou que havia quatro casos suspeitos de infecção pelo SARS-CoV-2 e que outros 54 casos suspeitos foram descartados.[27]

Em 25 de fevereiro de 2020, o Hospital Israelita Albert Einstein registrou a notificação daquele que, no dia seguinte, pelo Ministério da Saúde, seria confirmado como o primeiro caso de COVID-19 no Brasil: um homem de 61 anos que esteve em viagem na Itália do dia 9 a 21 de fevereiro.[28][29] O paciente teve sintomas leves e permaneceu em quarentena em casa.[30] Em 26 de fevereiro de 2020, após o primeiro caso confirmado no país, o governo havia informado que o Brasil monitorava 20 casos suspeitos, 12 deles de pessoas que haviam retornado da Itália.[31] Em 27 de fevereiro de 2020 o Brasil notificou 132 casos suspeitos em 16 estados, 85 deles no estado de São Paulo.[32]

Em 28 de fevereiro de 2020 o governo brasileiro relatou 182 casos suspeitos em 17 estados, 72 dos casos do dia anterior foram descartados.[33] No dia seguinte, o Ministério da Saúde relatou 207 casos suspeitos em 17 estados, 91 deles em São Paulo. No mesmo dia, o segundo caso brasileiro de COVID-19 foi confirmado em São Paulo.[34]

Durante a pandemia, no mês de março, o Ministério da Saúde através do então ministro Luiz Henrique Mandetta posicionou-se de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao adotar o isolamento social com o objetivo de "achatar a curva",[35] embora em desacordo com o presidente Jair Bolsonaro que defendeu o isolamento somente para o grupo de risco, chamado de isolamento vertical.[36]

Segundo a professora Mirian Goldenberg, titular do Departamento de Antropologia Cultural do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a pandemia de COVID-19 evidenciou o preconceito contra idosos ("velhofobia") que existe no Brasil.[37]

De acordo com um estudo liderado pela Fiocruz, a circulação do vírus no país começou no início de fevereiro de 2020, semanas antes do primeiro caso confirmado (26 de fevereiro de 2020) e antes que medidas de controle (como restrição de viagens nacionais e internacionais) fossem adotadas. Ainda segundo este estudo, o início da transmissão comunitária no Brasil se deu em um período similar aos estimados para os países do hemisfério norte.[38]

Em 17 de maio de 2020, os sindicatos dos médicos de São Paulo e do Rio de Janeiro, e mais dez instituições assinaram uma nota acusando o governo brasileiro de "omissão deliberada" no controle da pandemia no país.[39] Em julho de 2020, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, criticou a postura do governo Federal no combate a pandemia, que não está alinhada com os municípios.[40]

Sequenciamento do genomaEditar

Em 6 de março de 2020, a imunologista brasileira Ester Sabino e sua equipe sequenciaram o genoma do Coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2 (SARS-CoV-2), no Instituto Adolfo Lutz.[41]

Ao final do mês, o virologista brasileiro Felipe Naveca coordenou o sequenciamento genoma do SARS-CoV-2 na Amazônia,[42] de uma amostra de vírus de um paciente infectado na Espanha, identificando mutações no vírus, se comparado ao sequenciamento das outras amostras.[43][44] A pesquisa foi feita na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).[43]

Infectados e mortosEditar

Expansão dos casosEditar

Os primeiros casos de infecção no país foram confirmados na primeira semana de março de 2020 e ocorreram no estado de São Paulo (treze casos),[45] estado do Rio de Janeiro (dois casos),[46] Espírito Santo (um caso), Bahia (dois casos), e Distrito Federal (um caso), totalizando dezenove casos.[47]

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente em 11 de março que ocorria no mundo uma pandemia de COVID-19,[48] quando o Brasil já contabilizava mais de cem casos confirmados.[49] Uma semana depois ocorreria a primeira morte por COVID-19 no Brasil.

Primeiras mortesEditar

Na manhã de 17 de março de 2020, o estado de São Paulo registrou a primeira morte por COVID-19 no Brasil. Era de um homem de 62 anos que estava internado em um hospital particular, com histórico de diabetes, hipertensão e hiperplasia prostática.[50] No dia seguinte, o governo paulista confirmou mais duas mortes no estado, de uma pessoa de 65 anos, com quadro de comorbidade, e outra de 80 anos, sem registros de acometimentos anteriores.[51]

No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro declarou que seus ministros Bento Albuquerque e Augusto Heleno haviam testado positivo para o vírus.[52] O Senado cancelou em 20 de março todas as reuniões presenciais de comissões e sessões do plenário e no mesmo dia foi realizada a primeira sessão virtual da história do Senado, para votar o decreto de calamidade pública.[53]

Em 21 de março, com a confirmação de dois casos no estado de Roraima, todos os estados da federação haviam registrado casos confirmados da doença.[54]

As primeiras mortes de pessoas mais jovens, entre 23 e 32 anos começaram a ocorrer no final de março.[55] No início de abril, um bebê de três anos, com problemas renais, morreu em decorrência de complicações da doença, sendo até então a vítima mais nova a morrer em decorrência da COVID-19.[56]

Expansão das mortesEditar

 
Desinfecção do Aeroporto Internacional de Brasília para combater o coronavírus.

Em 8 de abril de 2020 o Brasil chegou a 800 mortes por COVID-19, número que superou o das mortes por H1N1 e dengue durante todo o ano anterior. Em 2019 ocorreram 796 mortes por H1N1 e 782 por dengue.[57] A marca de mil mortes pela doença no Brasil foi atingida dois dias depois,[58] quando o número de casos confirmados chegou a quase vinte mil casos.[59]

Uma estimativa apresentada pelo portal COVID-19 BRASIL, que reuniu cientistas e estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Brasília (UnB), entre outros centros de pesquisa do país, estimou que o número de infectados até 11 de abril era de 313 288, mais de quinze vezes maior que o divulgado pelas fontes oficiais, que era de 20 727, número que não representava a realidade, por falta de um programa de testagem em massa.[60] Um estudo realizado no mês anterior pelo Centro para Modelagem Matemática de Doenças Infecciosas da London School of Tropical Medicine, do Reino Unido, estimou que o Brasil teria cerca de onze vezes mais infectados do que o número oficial divulgado.[61]

No dia 15 de abril, o Tocantins registrou a primeira morte por COVID-19, fazendo com que todas as unidades da Federação registrassem óbitos pela doença.[62]

Na primeira semana de junho, o Brasil chegava a quase 1 500 mortes, ultrapassando o número de mortes pela pandemia na Itália, e ficando logo abaixo dos Estados Unidos e Reino Unido.[63] Na segunda semana de junho, superou o Reino Unido, e tornou-se o segundo país com mais mortes causadas pela COVID-19,[64] superando a marca de cinquenta mil mortes pela doença no dia 20 de junho.[65] Menos de dois meses depois, na primeira semana de agosto, já havia ultrapassado a marca das cem mil mortes.[66], número que dobrou na primeira semana de janeiro de 2021.[67]

Foi adotado um novo método de acompanhamento, a média móvel, que então registrava mais de 1 500 mortes diárias chegando a ficar 47 dias seguidos acima das mil mortes até 9 de março.[68] Em 10 de março, a quantidade de óbitos registrados em 24 horas passou de dois mil, assim como nos dois dias seguintes, fazendo com que o país acumulasse catorze dias de recordes sucessivos na média móvel de óbitos.[69]

Na última semana de março o país chegava a trezentas mil mortes e eram registradas mais de três mil mortes diárias, sendo a primeira vez que essa marca havia sido alcançada.[70][71]

Aumento no estado de São PauloEditar

Em 24 de abril de 2020, o estado de São Paulo registrou 224 mortes em 24h e um total de 1 512 mortes, mais que dobro do registrado pelo estado do Rio de Janeiro – em segundo lugar, com 570 mortes – e era considerado o epicentro da pandemia no país.[72][73]

Segundo dados divulgados pela prefeitura de São Paulo em 4 de maio, os distritos da cidade com maior quantidade de mortes por COVID-19, tinham uma grande concentração de favelas, cortiços e conjuntos ou núcleos habitacionais.[74]

Povos indígenasEditar

Na primeira semana de abril de 2020, o Amazonas detectou o primeiro caso de contaminação em indígenas.[75] O primeiro indígena a morrer por COVID-19 foi um adolescente de quinze anos da tribo Yanomami em 9 de abril, naquele estado.[76]

Até 18 de maio, pelo menos 103 indígenas haviam morrido em decorrência da COVID-19, segundo estudo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).[77] Os números da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, eram de 23 mortes e 301 infectados.[6][77] 75% dos casos confirmados de índios infectados estavam na Amazônia.[77]

Vítimas notáveisEditar

ColapsosEditar

ManausEditar

 Ver artigo principal: Pandemia de COVID-19 no Amazonas
 
Hospital 28 de Agosto, em Manaus, o maior complexo hospitalar de urgência e emergência da região Norte.[78]

Em 20 de abril de 2020, Manaus no estado de Amazonas começou a abrir valas comuns no maior cemitério da cidade e as imagens começaram a repercutir pelo Brasil.[79] No dia 24, a cidade começou a registrar colapso hospitalar e funerário. Os leitos de UTI ficaram na capacidade máxima, como no Hospital 28 de Agosto, que também teve que amontoar os cadáveres. Os necrotérios passaram a não suportar mais o aumento da demanda e foram instalados contêineres de refrigeração do lado de fora dos hospitais.[80] Até o final de abril, o Amazonas tinha, proporcionalmente, os piores números do país de casos e mortes, cerca de três vezes mais que a incidência por milhão registrada na média do país.[81]

Durante o mês de janeiro de 2021, a capital do Amazonas viveu novamente um colapso da saúde, desta vez pela falta de tanques de oxigênio, afetando também o restante do estado e algumas cidades do Pará como Faro e Terra Santa.[82] Nesse período, empresários e o governo da Venezuela anunciaram doações de tanques de oxigênio, além de ajuda financeira a hospitais.[83] A ausência do oxigênio no estado levou ao início de uma série de investigações contra o governo federal e estadual, através de ações do Ministério Público Federal e no Supremo Tribunal Federal.[84] Para aliviar a lotação nas UTIs, os estados do Pará, Maranhão, Goiás, Ceará e Bahia disponibilizaram leitos exclusivos de UTI clínicos e neonatal para pacientes do Amazonas.[85] Naquele mesmo mês, foi descoberta uma nova variante do vírus, que causou um pico no número de internações, com hospitais lotados e sem oxigênio.[86] Em 20 de janeiro, Manaus registrou 4 371 óbitos em decorrência da COVID-19, com cinco mil novos casos, e um novo recorde diário de internados.[87]

Porto VelhoEditar

 Ver artigo principal: Pandemia de COVID-19 em Rondônia

Em 23 de janeiro de 2021, o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB) em um vídeo publicado nas redes sociais anunciou que o sistema de saúde da cidade e de todo o estado de Rondônia havia entrado em colapso, após um grande número de internações. De acordo com o levantamento do consórcio de imprensa, em 1º de janeiro, o número de casos confirmados era de 270 em Rondônia e no dia 22 chegou a 1 422. Segundo a prefeitura, o aumento ocorreu devido à chegada ao estado, de uma nova variante do vírus.[88]

ChapecóEditar

No dia 14 de fevereiro de 2021 o prefeito João Rodrigues publicou um vídeo em redes sociais anunciando o colapso.[89] No dia seguinte, um comitê de autoridades estaduais e federais chegou à cidade para organizar um gabinete de crise.[90] O Ministério da Saúde designou uma equipe de dezoito médicos para tratar de pacientes de COVID-19 na cidade.[91]

AcreEditar

 Ver artigo principal: Pandemia de COVID-19 no Acre

Em 23 de fevereiro de 2021, devido às fortes chuvas e à cheia dos rios, o governador Gladson Cameli decretou calamidade pública em dez cidades do estado, incluindo a capital Rio Branco. Cinco dias depois, o estado entrou em colapso no sistema de saúde por causa da pandemia de COVID-19 e do surto de dengue.[92][93]

Bloqueios de emergência e confinamento (lockdown)Editar

 Ver artigo principal: Lockdown no Brasil em 2020
 Ver artigo principal: Lockdown no Brasil em 2021

A partir de abril de 2020, foi decretado lockdown em alguns municípios do país por decisão de governadores e prefeitos,[94][95] como uma forma de tentar combater o avanço da pandemia. O primeiro local onde foi realizado o lockdown foi Fernando de Noronha.[96] O Amapá foi o primeiro estado a decretar em todos os municípios.[97]

EstatísticasEditar

Evolução do número de casos e óbitosEditar

Os gráficos abaixo apresentam o crescimento de casos e óbitos a partir da confirmação, pelo Ministério da Saúde, do primeiro caso no país (26 de fevereiro de 2020).[98] Nos gráficos de casos e óbitos novos, as barras representam o número real de notificações por dia, enquanto a linha é uma média móvel de sete dias para ajudar a suavizar as anomalias entre um dia e outro e revelar a tendência geral. Os dados são do Ministério da Saúde (MS).

Casos e óbitos confirmados por estadoEditar

As notificações de casos pela COVID-19 são gerenciadas pela Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, onde as estatísticas são reunidas a partir das notificações das secretarias estaduais de saúde.[99] Podem ocorrer discrepâncias entre os dados de cada Estado durante o período de atualização desses dados. A tabela abaixo apresenta o número de casos confirmados de COVID-19 e o total de óbitos decorrentes em cada região do Brasil, distribuídos conforme o estado.

Região Casos confirmados
Ministério da Saúde
Unidade federativa Casos confirmados
Ministério da Saúde
Casos confirmados
secretarias de saúde
Óbitos
Ministério da Saúde
Óbitos
secretarias de saúde
Sudeste 5 840 929   São Paulo 3 096 845 104 295
  Rio de Janeiro 817 947 48 024
  Minas Gerais 1 465 668 37 557
  Espírito Santo 460 469 460 743 10 259 10 271
Sul 2 987 596   Rio Grande do Sul 1 032 330 26 724
  Santa Catarina 929 621 14 465
  Paraná 1 025 645 24 702
Nordeste 3 647 683   Bahia 957 267 19 972
  Pernambuco 443 064 14 980
  Ceará 745 493 746 597 19 123 19 246
  Alagoas 185 070 4 508
  Rio Grande do Norte 251 077 253 364 5 835 5 882
  Sergipe 218 603 4 746
  Maranhão 279 085 7 727
  Piauí 257 554 259 059 5 537 5 556
  Paraíba 310 470 7 248
Centro-Oeste 1 622 221   Distrito Federal 393 631 8 345
  Goiás 580 900 582 630 16 114 16 231
  Mato Grosso do Sul 266 139 6 230
  Mato Grosso 381 551 384 443 10 289 10 464
Norte 1 558 962   Amazonas 379 167 12 855
  Roraima 100 084 1 571
  Amapá 109 272 1 622
  Pará 499 176 501 407 13 961 14 016
  Tocantins 168 831 2 727
  Rondônia 221 871 5 501
  Acre 80 561 1 620
  Brasil 15 657 391 15 669 414 436 537 437 085

ImpactoEditar

Na economiaEditar

 
Produção de máscaras de proteção no Brasil durante a pandemia
Famílias esperando doação de alimentos durante a crise gerada pela pandemia de COVID-19.
Agentes do Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) do Distrito Federal fiscalizando o preço dos insumos em farmácias durante a pandemia. O objetivo da ação foi adotada para evitar o preço abusivo de produtos.

A pandemia ocorre em um momento em que o país ainda sente os efeitos da recessão de 2015/2016, o que, segundo estimativas, atrasará ainda mais a volta do Produto Interno Bruto (PIB) ao nível pré-crise. No dia 30 de março, foi prevista pela primeira vez uma retração no PIB do país para o ano de 2020,[102] devido sobretudo à pandemia.[103] A projeção de crescimento, que faz parte do boletim Focus do Banco Central, passou para -0,48%, o primeiro valor negativo desde a estimativa anterior de 1,48%. Foi a sétima queda consecutiva da previsão de crescimento.[102]

O país contou 150 mil novos desempregados entre o início de março e a primeira quinzena de abril em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo estimativa do Ministério da Economia. A causa para o aumento foram as medidas de enfrentamento à doença. O fechamento das agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine) gerou uma demanda reprimida pelo seguro-desemprego, e a número de novos desempregados foi calculado com base nesses requerimentos do seguro. Contudo, a quantidade desses requerimentos, em relação ao mesmo período do ano anterior, é relativamente pequena, não havendo uma explosão de desempregados no país como se esperava.[104]

No dia 14 de abril, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou que a dívida bruta do governo deve fechar 2020 em 85% ou mais do PIB em um cenário sem venda de reservas internacionais pelo Banco Central. Esse crescimento da dívida é motivado principalmente pelas despesas do governo com as ações de combate à crise do novo coronavírus.[105] Segundo a consultoria Capital Economics, o Brasil será um dos países que mais levarão tempo para se recuperar da crise econômica causada pela epidemia, devido ao forte aumento da dívida pública. Segundo o relatório da consultoria, "as repercussões do forte aumento da dívida podem atrasar [a recuperação de] alguns países, incluindo Itália e Brasil, por uma década ou mais".[106]

O uso de máscara de proteção pela população foi recomendado pelo Ministério da Saúde, que orientou a produção de modelos simples, de pano, que também funcionam como barreiras na propagação do vírus.[107] Devido o aumento da demanda, as máscaras ficaram mais caras e escassas no início da pandemia. A alternativa foi incentivar a produção em grande escala de máscaras de proteção para profissionais de saúde e para a população, criando uma oportunidade de nicho de mercado, que envolve, por exemplo, indústrias têxteis, de confecções e até pequenas oficinas de costura.[108][109]

Unidades hospitalares e profissionais de saúdeEditar

Até 30 de março de 2020, o Hospital Sírio-Libanês afastou 104 funcionários por 14 dias por terem testado positivo para o novo coronavírus.[110] No mesmo período, o Hospital Israelita Albert Einstein precisou afastar 348 profissionais.[111]

Profissionais de saúde de São Paulo alertam para a conscientização da luta contra a COVID-19.
Em São Paulo, homenagem aos profissionais de saúde.

Em fevereiro de 2020, estavam registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde, mais de 3 milhões de trabalhadores da Saúde em todo o Brasil.[112] Um parecer técnico elaborado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), aponta que o Brasil poderá apresentar entre 122 mil e 365 mil casos de profissionais da saúde afastados do trabalho por contágio ou adoecimento.[112] Desde o começo da pandemia no Brasil, 98[113] enfermeiros e profissionais de enfermagem entraram em óbito em decorrência de complicações da COVID-19, além de dez mil casos de infecções entre esses profissionais da saúde, segundo informações divulgadas no dia 6 de maio pelo Comitê Gestor de Crise do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen).[114][115] O número supera o registrado, por exemplo, pela Itália e Espanha.[116] Em Santa Catarina 780[113] profissionais de enfermagem foram afastados[117] e, destes, 80 receberam diagnóstico positivo para a doença.[113] De acordo com o levantamento, os enfermeiros dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro foram, até então, os mais atingidos pela doença, contabilizando os maiores números tanto de mortes como de infecções.[115] No Rio de Janeiro foram 930 profissionais da enfermagem infectados, 23 óbitos e 1751 com suspeita.[113] Já em São Paulo 660 infectados, 21 óbitos e 2206.[113] Na Bahia 207 infectados.[113] No Ceará 135 infectados.[113] No Espírito Santo 108 confirmados.[113] Em Pernambuco 107 infectados.[113]

Em relação a todos os profissionais da saúde, São Paulo possuía mais de 3 mil profissionais da saúde afastados por causa do coronavírus.[118] Cerca de 2 mil no Rio de Janeiro[119] e dois mil no Rio Grande do Sul.[120] No Espírito Santo pelo menos 729 profissionais foram infectados.[121] No Amazonas foram afastados 376 com a doença.[122] Goiás tinha, ao menos, 264 profissionais afastados por COVID-19.[123] No Pará foram afastados aproximadamente 200 profissionais com a doença.[124] No Paraná foram, até então, infectados 63 funcionários de hospitais geridos pelo estado.[125] No Maranhão mais de 60 profissionais testaram positivo para COVID-19.[126] Em Pernambuco em abril eram 868 profissionais da saúde infectados,[127] já em maio o total ultrapassava dois mil profissionais.[128] Em todo o país, até 14 de maio, foram identificados 199 768 profissionais de saúde com suspeita da doença, destes, 31 790 foram confirmados e 114 301 estão em investigação; 53 677 foram descartados.[129]

Profissional de saúde durante a pandemia no Brasil.
Profissional de saúde durante a pandemia no Brasil.

O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz de Britto Ribeiro, classificou a doença como a maior ameaça da história recente para a sociedade brasileira e ressaltou a importância de garantir aos médicos e demais profissionais de saúde o uso de equipamento de proteção individual (EPIs) para o enfrentamento da pandemia no Brasil.[130] O CFM frisa também que os gestores precisam disponibilizar condições de trabalho, higienização e ajudarem na identificação de novos casos e encaminharem para tratamento os suspeitos e confirmados.[130] O Conselho Federal de Psicologia (CFP) demonstrou preocupação com os profissionais da saúde e da assistência social que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) e no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), e pediu um maior cuidado com os profissionais.[131][132] O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) reforçou da necessidade de inserir os profissionais fisioterapeutas 24 horas por dia nas UTIs para combater a COVID-19,[133] além de diferentes cenários de atuação.[134][135] O CNS solicitou para que o Ministério da Saúde e o Ministério da Economia para que promovam maior transparência na disponibilização atualizada dos dados estatísticos sobre morbimortalidade entre os trabalhadores da saúde. A recomendação da CNS tem com o objetivo de detectar o número real sobre a quantidade de profissionais que vieram a óbito, confirmado, em função da COVID-19 e aqueles que estão esperando resultados dos exames.[136] O Ministério da Saúde recomendou um cadastramento online não obrigatório e a capacitação de profissionais da área de saúde para o enfrentamento à pandemia. A Portaria nº 639/2020 prevê assim a formação de um banco de dados de profissionais das diferentes áreas da saúde.[137]

Na culturaEditar

No Brasil exposições em museus, bibliotecas, sessões de cinema, espetáculos de teatro, shows musicais e festivais, danceterias e baladas, entre outros segmentos, tiveram suas atividades temporariamente paralisadas.[138][139] O setor cultural e toda a indústria de entretenimento, que também movimenta a economia brasileira, sofreu com o impacto da pandemia.[138] Artistas, técnicos e profissionais diretos e indiretos acabaram também suspendendo suas atividades. De acordo com dados do IBGE de 2018, cerca de 5 milhões de pessoas trabalham no setor cultural brasileiro, sendo que, segundo estimativa de 2017, o setor foi responsável por 2,64% do PIB (Produto Interno Bruto).[138]

Importantes eventos foram cancelados ou adiados, como o Lollapalooza,[140] a Virada Cultural de São Paulo,[141] o Festival de Teatro de Curitiba,[142] a Festa Literária Internacional de Paraty,[143] a Festival Internacional de Quadrinhos, a Oktoberfest ,[144] a Münchenfest,[145] o Festival Folclórico de Parintins,[146] a procissão do Círio de Nazaré[147] entre outros, somando mais de 800 eventos impactados.[148][149][150] Segundo o levantamento da conferência musical SIM São Paulo, mais de 5 mil shows ou atividades foram atingidas no início da pandemia no Brasil.[138] O prejuízo foi estimado em aproximadamente 442 milhões de reais, sendo que o público esperado para os projetos suspensos era de 3,4 milhões de pessoas.[138]

O consumo por música cresceu, pelo menos, 15% no Brasil, por exemplo, de acordo com a lista de mais ouvidas no Spotify.[139] Já as visualizações no país de videoclipes musicais no YouTube aumentaram, pelo menos, em 30 milhões, no período de 3 de março a 9 de abril, comparando-se ao mesmo período de 2019.[139] A audiência no streaming cresceu significativamente que algumas plataformas tiveram que diminuir a qualidade da transmissão para não sobrecarregar as redes.[139] Na internet diversos portais de cultura foram lançados para transmitir espetáculos, debates, aulas e oficinas.[139] A oportunidade de transmissão virtual é uma alternativa viável e acessível. A inovação dos meios de produção e distribuição digital busca ir de encontro com o trabalho do artista, que procura se recolocar na sociedade em um momento de crise.[139]

Na imprensa e meios de comunicaçãoEditar

 
Imprensa durante a coletiva presidencial em Brasília

A pandemia encerrou ou atrasou a produção de programas de televisão. Em alguns casos, jornalistas e apresentadores com mais de 60 anos que fazem parte do grupo de risco do coronavírus foram afastados por tempo indeterminado.

Em 13 de março de 2020, canais de televisão brasileiros passaram a exibir dicas de prevenção ao vírus ao decorrer de suas grades de programação e plantões especiais sobre as informações mais recentes da doença. Temendo um risco maior de contágio, algumas emissoras anunciaram o cancelamento de eventos, gravações de programas e de telenovelas e a ausência de plateia em atrações de auditório, ampliando o jornalismo.[151][152] A TV Globo foi uma das primeiras emissoras de TV no país a implantar medidas de contenção da COVID-19 como o fechamento dos Estúdios Globo, que ocasionou na suspensão de alguns programas de auditórios e gravações das novelas, além de ampliar os seus telejornais para dar maior cobertura a pandemia.[153]

Em 23 de março de 2020 os principais jornais do Brasil circularam neste dia com uma capa em comum, em que se lê "Juntos vamos derrotar o vírus — unidos pela informação e pela responsabilidade".[154][155]

Nas escolas e universidadesEditar

As instituições de ensino públicas e privadas de Brasília anunciaram a suspensão de atividades inicialmente durante um período de cinco dias. No caso da UnB, o período de cancelamento das atividades era de 15 dias, prazo ao qual aderiram as demais instituições. Outros estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Tocantins e as capitais estaduais de Campo Grande e Recife aderiram à ideia, além de antecipar as férias do mês de julho. Já no Pará, apesar de até o dia 17 de março não haver casos confirmados, todas as instituições de ensino públicas e privadas decretaram situação de quarentena, paralisando as atividades entre 5 e 30 dias, sendo estendidos em até dois meses, culminando na antecipação das férias escolares.[156][157][158][159] A grande maioria das escolas privadas do Brasil optaram pela antecipação das férias de julho, suspendendo temporariamente o calendário do 1° semestre.[160] Em algumas universidades públicas, principalmente federais, o calendário letivo de 2020 foi cancelado.[161] Nas faculdades privadas, as atividades presenciais passaram a ser substituídas pela Educação a Distância, medida também adotada em algumas escolas.[162]

O presidente Jair Bolsonaro assinou em abril uma medida provisória que suspende a obrigatoriedade de escolas e universidades cumprirem a quantidade mínima de dias letivos neste ano. No entanto, manteve-se a obrigatoriedade da carga horária mínima.[163] O Ministério da Educação (MEC) abriu um cadastro para que estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuassem no combate ao coronavírus. A proposta seria formar um banco de dados e selecionar os estudantes para estágios de 40 horas, com uma bolsa de um salário mínimo, e para estágios de 20 horas, com meio salário mínimo. Os selecionados devem atuar em estabelecimentos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).[164] O MEC flexibilizou as regras para antecipar a formatura de estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia da rede federal de ensino e retirou a necessidade de que eles atuassem "exclusivamente" no combate à pandemia da COVID-19.[165][166][167][168] O Conselho Federal de Medicina (CFM) posicionou-se contra a antecipação de formaturas de estudantes de medicina. Segundo o CFM, a antecipação das formaturas em medicina traz prejuízos à formação profissional de medicina, "que pode perder acesso a importantes conteúdos e vivências na fase final de seu internato".[169]

Segundo a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), 823 pesquisas foram iniciadas no Brasil para mapear o novo coronavírus e encontrar uma vacina.[170] Para a produção da vacina está sendo feito a identificação do genoma viral do SARS-CoV-2. As iniciativas são promovidas por 46 universidades federais brasileiras no combate à pandemia.[170] As instituições de ensino da rede federal disponibilizaram 489 leitos de UTIs e 2228 leitos de atendimento comum. Ações preventivas também estão em andamento, sendo, até então, 96 projetos de produção de produtos de limpeza, por exemplo, responsáveis pelo fornecimento de álcool gel e de álcool comum.[170] As universidades e institutos colaboram também para a fabricação de equipamentos de proteção (EPIs) aos profissionais de saúde e aos cidadãos comuns, como, protetores faciais, máscaras de pano, aventais e capuzes.[170]

A Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC), Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (FAETEC-RJ), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) vinham fabricando álcool em gel com ajuda de docentes, doutorandos e alunos para distribuição para sociedade civil e a hospitais.[171]

Em 15 de maio de 2020, o Senado Federal aprovou a suspensão do pagamento de empréstimos no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) por pelo menos três meses. O número de parcelas dependerá do nível econômico dos estudantes, sendo duas parcelas para estudantes que ainda estão concluindo o curso ou nos dezoito meses após a conclusão e quatro parcelas para quem concluiu a graduação acima de um ano.[172]

Em 19 de maio de 2020, através de uma sessão extraordinária no Senado Federal, é aprovado por 75 votos favoráveis e apenas 1 contrário, o projeto de lei que prevê o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio e de todos os processos seletivos para o ano de 2021 até que o calendário letivo das escolas esteja concluído em 2020. Antes da aprovação do projeto, o então Ministro da Educação, Abraham Weintraub, teria anunciado a criação de uma enquete pública sobre a manutenção ou adiamento do ENEM, com datas previstas para os dias 1° e 8 de novembro (provas físicas), 22 e 29 de novembro (provas digitais). As incrições inclusive já tinham sido abertas no dia 11 de maio de 2020 com o término para o dia 22 de maio.[173]

Em 20 de maio de 2020, após a votação do projeto de lei, o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) optaram pela decisão de adiar as duas versões das provas entre 30 a 60 dias após a publicação das datas nos editais. Porém, as inscrições seguiram abertas até o dia 22 do mesmo mês e em junho será feita uma consulta pública entre a manutenção das datas, adiamento ou suspensão das provas. Essa já é a segunda vez na história da prova desde a fraude na edição de 2009 que uma edição do Enem é cancelada. A decisão foi feita após uma grande mobilização de estudantes, movimentos políticos e também de digitais influencers pelo adiamento das provas tendo como o principal fator a desigualdade social.[174][175][176] Em 22 de maio de 2020, é anunciado a prorrogação das inscrições até às 23h59 do dia 27 e a confirmação do pagamento até o dia 28.[177] Em 20 de junho de 2020, é iniciado o período de votação para a definição de novas datas das provas através de uma enquete virtual, com o término para o dia 30 do mesmo mês. Nela, são oferecidas três opções para a realização das provas, entre elas em dezembro de 2020, janeiro e maio de 2021 nas duas versões da prova.[178] Após o fim da enquete no dia 30 de junho de 2020, a opção escolhida foi o mês de maio de 2021 por 49,7% dos estudantes. No entanto, a escolha da data ainda não significa que o dia das avaliações foram definidos, já que haverá debates entre as instituições de ensino médio e superior com relação aos processos seletivos.[179] Mesmo que o mês de maio tenha sido a opção escolhida, em 8 de julho de 2020, o INEP optou por escolher os dias 17 e 24 de janeiro de 2021 para as provas impressas e 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021 para as provas digitais. A reaplicação será nos dias 24 e 25 de fevereiro, com o resultado final sendo divulgado no dia 29 de março de 2021. A justificativa foi que a soma dos votos para quem preferia as provas nos meses de dezembro de 2020 e janeiro de 2021 superou a quantidade de quem preferia em maio de 2021, além de se adequar ao calendário dos processos seletivos das universidades federais e estaduais que usam as notas do Enem para classificar os alunos.[180]

O Amazonas se tornou a primeira unidade federativa do Brasil a autorizar o retorno das atividades presenciais, iniciando com as escolas privadas a partir de 6 de julho de 2020, mas adotando o esquema de "rodízio" entre os alunos.[181] Em 10 de agosto, é autorizado o retorno presencial nas unidades públicas, começando por Manaus no nível de ensino médio e na modalidade EJA.[182] Em 1.º de setembro, foi a vez do estado do Pará aderir ao retorno das aulas presenciais nas unidades de ensino público e privado, mas apenas para os municípios que estiverem na bandeira amarela, verde e azul, seguindo a análise da contaminação, além de aderir as diversas medidas sanitárias e obedecendo a capacidade máxima através de esquemas de retorno.[183] Em 14 de setembro, foi a vez da rede municipal de Belém retornar as aulas, mas com apenas 33% da capacidade máxima de alunos, iniciando com 8.° e 9.° ano do fundamental e a 4.ª turma da modalidade EJA. No mesmo dia, foi a vez do Rio Grande do Norte também retornar com as aulas presenciais, seguindo todos os protocolos de segurança e em Cuiabá no Mato Grosso, mas apenas com as atividades extracurriculares.[184][185][186] Em 18 de outubro de 2020, foi a vez do Rio de Janeiro retornar com as aulas presenciais, mas iniciando apenas com os alunos da 3.ª série do ensino médio em razão da preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e os estudantes da modalidade EJA.[187] Em São Paulo, as aulas foram reiniciadas inicialmente apenas para as modalidades extracurriculares a partir de 22 de outubro. As aulas nas escolas públicas e privadas só retornam no dia 3 de novembro, mas apenas para o ensino médio.[188]

Nas comunidades da periferiaEditar

Nas duas maiores favelas da cidade de São Paulo, os moradores se organizaram para conter os efeitos da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a prefeitura, existem 1,7 mil favelas na capital com 391,7 mil domicílios.

A União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis (Unas) tem usado carros de som e o convencimento boca a boca para reforçar as instruções que evitam o contágio pelo vírus causador da doença. A comunidade, com aproximadamente 200 mil pessoas, localizada na região sudeste da cidade, é a maior favela da capital paulista.[189]

Em meio à pandemia, a fome tornou-se a maior ameaça a favela de São Paulo, em Heliópolis, onde milhares de moradores dependem do trabalho informal, a falta de alimentos tornou-se agonia diária para famílias, que passaram a depender de doações e distribuição de comida para ajudar a amenizar cenário de escassez durante a crise do novo coronavírus.[190]

Nos serviços básicosEditar

 
Faixa "Use máscara e evite aglomerações!" na avenida Vitório Marçola, em Belo Horizonte.

As operadoras de televisão por assinatura abriram o sinal de seus canais do item básico no período de 14 de março a 10 de maio.[191] No dia 3 de abril, o TJ-SP concedeu liminar a ANATEL proibindo a interrupção no serviço de telecomunicações a inadimplentes. Alguns estados passaram a adotar medidas semelhantes.[192] A ação causou polêmica pela liberação de serviços a inadimplentes, especialmente a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), que alega prejuízos financeiros principalmente a provedores regionais.[193]

No dia 15 de abril, o TRF3 derrubou a liminar que proibia a suspensão dos serviços mesmo em tempos de pandemia.[194] Algumas operadoras sinalizaram em alternativas para negociar as dívidas, como é o caso da Vivo e da Oi, que negociarão em até dez vezes o débito sem cobrança de juros e multas, além de darem quinze dias extras para regularização dos serviços. Já a Claro anunciou que fará apenas a suspensão parcial dos serviços em caso de contas não pagas, além do prazo em até dez dias para pessoas físicas e vinte dias para jurídicas na regularização de débitos, ocasionando também no serviço de reativação do sinal por confiança. A operadora também usa meios alternativos de negociação como o lançamento de descontos nas faturas e a renegociação, sem cobrança de multas e juros.[195]

A ANEEL anunciou a suspensão dos cortes nos serviços em caso de contas não pagas por noventa dias.[196] No caso dos serviços de fornecimento de água, foi adotado também a política de não suspensão a inadimplentes em alguns estados. O mesmo também ocorreu com o fornecimento de gás.[197][198] Em 1.º de agosto de 2020, a ANEEL volta a liberar a interrupção do serviço de energia elétrica para clientes inadimplentes, com exceção das famílias de baixa renda, que seguem suspensos até 31 de dezembro. No entanto, os cortes serão realizados cumprindo a lei federal que permite a interrupção até quinta feira, com exceções aos finais de semana, véspera de feriado e nos feriados.[199]

No esporteEditar

Em 16 de março de 2020, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu suspender as competições nacionais sob sua coordenação em andamento. Foram suspensos a Copa do Brasil, Campeonatos Brasileiros Femininos A1 e A2, Campeonato Brasileiro de Futebol Sub-17 e Copa do Brasil Sub-20.[200][201]

No mesmo dia, o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) suspenderam atividades e eventos esportivos em razão da emergência de saúde pública internacional provocada pelo novo coronavírus.[202]

Em 9 de julho de 2020 a CBF divulgou um novo calendário do futebol brasilerio para a temporada, com previsão de início dos campeonatos em agosto de 2020 e término apenas em fevereiro de 2021.[203] Um protocolo com 60 páginas foi redigido pela entidade, e dentre as várias medidas adotadas para a volta do futebol, foi considerado inicialmente a retomada sem público nos estádios.[204] Pensando nos possíveis impactos financeiros sofirdos pela pandemia, foi disponibilizado aos clubes que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro uma linha de crédito total de até R$ 100 milhões de reais.[205]

O primeiro jogo do Campeonato Brasileiro de Futebol foi entre Forteleza e Athletico Paranaense, terminando com a vitória do time paranaese por 1 à 0. O jogo ocorreu num sábado, dia 8 de agosto em 2020, na cidade de Fortaleza, após mais de 3 meses de atraso no calendário inicial do campeonato e sem público presente no estádio.[206] No dia seguinte ao primeiro jogo oficial do campeonato, a partida que seria realizada entre São Paulo e Goiás foi cancelada minutos antes do início, atendendo a um pedido do time goiano, que teve dez jogadores diagnosticados com Covid-19 durante a manhã do domingo.[207]

Na religiãoEditar

Assim como em outras atividades, a pandemia impactou também a prática religiosa no Brasil.[208] Igrejas, cultos, encontros e eventos passaram por adaptações.[209] Com a suspensão de cultos e missas em algumas regiões, as instituições religiosas passaram por mudanças, e a transformação mais sentida foi a adoção de práticas remotas e virtuais mediante meios de telecomunicações, como rádio, televisão e internet. A transmissão de cultos, missas, cerimônias e rituais via online foi adotado em diferentes práticas religiosas conforme a necessidade de se comunicar.[208] O número de espectadores em lives de páginas espirituais no Facebook triplicou em menos de um mês.[208] A plataforma de vídeos ao vivo da rede social bateu recorde, com o maior número de transmissões desse tipo desde seu lançamento, em 2016.[208]

Segundo um levantamento, na plataforma de vídeos do Google, desde que a empresa começou a divulgar dados de busca, em 2008, nunca se pesquisou tanto as palavras "missa" e "culto" no Brasil quanto a partir do final de fevereiro de 2020.[208] De 20 de março até 5 de abril, por exemplo, o volume de buscas pela palavra "missa" cresceu 809% no site.[208] A suspensão de missas em diversas dioceses forçou as pessoas a procurarem missas online, e de acordo com dados do Google Analytics, a estimativa é que a audiência das emissoras tenha crescido em 300% no meio digital. O coordenador da Signis Brasil TV e funcionário da Associação Evangelizar é Preciso, Geizom Sokacheski, explica que as emissoras católicas de TV e rádio têm atingido diariamente índices de audiência elevados. "Canais até então menos assistidos tem superado canais que antes tinham posições acima em algumas faixas de horários", ressalta.[210]

Um bom exemplo desta alavancada na audiência das emissoras católicas, foi o índice que a TV Aparecida alcançou no dia 29 de março de 2020, cravando a terceira colocação no horário da transmissão da Missa do Santuário Nacional de Aparecida, e ficando atrás apenas da TV Globo e do SBT. A TV Cultura, que transmitia a mesma missa no horário, ficou em quarto lugar. Se somadas as audiências da TV Aparecida e da TV Cultura, a missa de Aparecida ficou em segundo lugar na audiência, ou seja, à frente do SBT, e atrás apenas da Globo.[211] A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se manifestou a favor das medidas de distanciamento social e divulgou orientações para padres e fiéis sobre missas pela internet.[208] Além das comunidades católicas, grandes comunidades evangélicas brasileiras também têm buscado intensificar o conteúdo religioso na internet devido a pandemia, como a Igreja Batista,[209] a Igreja Universal do Reino de Deus[208] e até a Congregação Cristã no Brasil,[208] uma igreja mais conservadora e que tradicionalmente não utiliza rádio e televisão.[212]

No Brasil, religiões minoritárias também sofreram com os impactos, como, por exemplo, os centros espíritas, o Candomblé, a Umbanda e a Jurema.[213] Além de muçulmanos, ortodoxos, judeus e budistas.[209][214][215] Grandes comemorações como o Ramadã, a Páscoa Judaica e a Semana Santa, foram restringidas no país.[215] As religiões de matriz africana e indígena, principalmente no interior do país, tentam se manter com as dificuldades impostas pelo isolamento social e a suspensão dos atendimentos, bem como as limitações de se inserir no meio digital e se adaptar aos meios de comunicação.[208][209] O presidente Jair Bolsonaro considerou incluir as atividades religiosas na lista de atividades e serviços essenciais no Brasil em meio à pandemia de coronavírus. A medida foi publicada no Diário Oficial da União.[216]

Datas comemorativasEditar

Eventos como a Semana Santa, Páscoa e o Dia das Mães, tiveram os seus tradicionais rituais alterados durante o período de pandemia. Na Semana Santa e na Páscoa, os ritos como a Via Sacra foram realizados online. As tradicionais peças da Paixão de Cristo, entre eles o famoso teatro a céu aberto de Nova Jerusalém em Pernambuco foram adiados para o mês de setembro. No dia das mães, a maioria das visitas foram substituídas por videochamadas.[217][218] Já as famosas manifestações e os shows organizados por centrais sindicais, realizados no Dia do Trabalhador, acabaram sendo substituídos por palestras online e lives de cantores, respeitando o distanciamento social.[219]

Na Grande São Paulo, os feriados como Corpus Christi e o Dia da Consciência Negra, foram antecipados para os dias 20 e 21 de maio de 2020, como forma de aumentar o isolamento social no estado. Também foi decretado ponto facultativo no dia 22. O projeto também engloba feriado estadual do dia da Revolta Constitucionalista de 1932, podendo ser antecipado para o dia 25.[220] Em 21 de maio de 2020, através de uma sessão online na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), é aprovado o decreto que antecipa o feriado de 9 de julho para o dia 25 de maio de 2020.[221]

Em estados como a Bahia também houve antecipações de feriados como o de São João e Independência da Bahia para os dias 25 e 26 de maio de 2020.[222] Em Fortaleza, os feriados municipais e religiosos também foram antecipados para os dias 27 e 28 de maio de 2020.[223] Na cidade de Caruaru, em Pernambuco, o feriado de São Pedro foi antecipado para o dia 26 de maio.[224]

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas anunciou o cancelamento do tradicional Réveillon na Avenida Paulista devido ao fato do megaevento reunir mais de um milhão de pessoas na tradicional Avenida da capital paulista. O governador João Dória anunciou que não haverá eventos por São Paulo até que haja a vacina contra a COVID-19.[225][226]

Com relação ao Carnaval 2021, as cidades tradicionais por receberem milhões de pessoas como Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo defendem o adiamento do evento ou para o feriado da Semana Santa em abril ou de Corpus Christi em junho. No Rio, as agremiações Estação Primeira de Mangueira, Beija-Flor, Imperatriz Leopoldinense, Unidos de Vila Isabel e São Clemente, se posicionaram contra a realização do evento em fevereiro, assinando um manifesto pelo adiamento do Carnaval, além de não apresentarem o enredo ao público devido a indefinição quanto as datas do evento. Já em São Paulo, a Liga das Escolas de Samba defende o adiamento do carnaval para o mês de maio e ameaça o cancelamento do evento, caso a prefeitura não acate. Também foi marcada uma reunião com as escolas do grupo especial para a definição das datas. Já em Salvador, o então prefeito ACM Neto, estudava uma proposta aos prefeitos de diversas cidades brasileiras para o adiamento do Carnaval até o mês de julho de 2021 caso não seja encontrada a vacina do coronavírus a tempo.[227][228] Em 24 de julho de 2020, a Prefeitura de São Paulo decide pelo adiamento do Carnaval 2021 para o mês de maio com data ainda a ser definida. Outros eventos como a tradicional Marcha para Jesus foram realizados virtualmente.[229]

O tradicional Réveillon de Copacabana no Rio de Janeiro não teve a presença do público na virada para 2021, sendo substituído por uma festa alternativa que seria decidida pelo então prefeito Marcelo Crivella.[230] Em 5 de agosto de 2020, foi apresentado o projeto alternativo para a virada do ano. Entre eles está a realização da contagem regressiva através das janelas de prédios e residências, com o objetivo de trazer um coral a céu aberto. Além disso, pontos turísticos da cidade seriam iluminados com exibição de video mapping em substituição aos tradicionais fogos, além de haver um minuto de silêncio em homenagem as vítimas da COVID-19. Os tradicionais shows seriam substituídos por lives patrocinadas com transmissão ao vivo na TV e Internet e o tráfego pela Avenida Atlântica seria bloqueado com o objetivo de evitar aglomeração, o que acabou acontecendo.[231] Outras cidades como Niterói e Salvador também decidiram pelo cancelamento dos shows de ano novo, no caso da primeira, os festejos do Natal serão antecipados para o fim de outubro.[232][233] No dia 15 de dezembro de 2020, o Réveillon na cidade do Rio de Janeiro é cancelado após um aumento de casos confirmados da COVID-19.[234] Outras capitais como Belém, Goiânia, Natal, Brasília e Fortaleza também anunciaram o cancelamento de seus respectivos shows, queima de fogos e o lançamento de decretos de restrição.[235][236][237][238][239]

Assim como em São Paulo e em Salvador, o Rio de Janeiro também decidiu pelo adiamento dos desfiles das escolas de samba após decisão unânime da Liesa com uma data ainda a ser definida.[240] Apesar do anúncio do adiamento do carnaval para os meses de maio e junho, as prefeituras de São Paulo e Rio de Janeiro decidiram pelo cancelamento do Carnaval 2021, adiando os desfiles para 2022. Outros estados também decidiram pelo cancelamento dos festejos e pela retirada dos pontos facultativos e do feriado.[241][242][243]

A tradicional Corrida Internacional de São Silvestre em São Paulo é adiada pela primeira vez em 95 anos, ganhando edição dupla em 2021, sendo a primeira que seria realizada no último dia de 2020 marcada para o dia 11 de julho e a segunda segue a tradição de ser realizada no último dia de 2021.[244]

No ano de 2021, algumas cidades adotaram o "superferiado", unificando a semana santa, Tiradentes e outras datas comemorativas locais em uma única semana para tentar conter o avanço da COVID-19, principalmente em sua segunda onda com a nova variante.[245][246][247]

Período eleitoralEditar

 
Eleitores e mesários utilizam máscaras e álcool gel durante a votação

Com o avanço do novo coronavírus, a realização das Eleições municipais no Brasil em 2020 passou a entrar em debate entre os meios da imprensa e pelos partidos políticos, sendo inclusive sugerido o adiamento das datas de votação, inicialmente marcados para os dias 4 e 25 de outubro de 2020. Outras medidas também chegaram a ser discutidas como o porrogamento dos mandatos de prefeitos e vereadores por mais um ano, a realização das eleições para 2021, a substituição de prefeitos por juízes após o fim do mandato dos mesmos ou até mesmo a unificação das eleições municipais, podendo ocorrer junto com a eleição de governador, senador, deputados estaduais e federais e presidente da república, sendo realizadas em 2022.[248]

Em 23 de junho de 2020, durante uma sessão remota no Senado Federal, foi aprovado em dois turnos a PEC que adia as eleições municipais para os dias 15 e 29 de novembro de 2020. Caso as condições sanitárias de algumas cidades impeçam a realização das eleições, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral poderá enviar, através de ofício a Justiça Eleitoral e após a oitava da autoridade sanitária nacional, a definição de novas datas para o pleito, tendo como limite o dia 27 de dezembro de 2020.[248]

Além das eleições, foram adiadas também as convenções de definição de candidatos, que deverão ocorrer entre 31 de agosto e 16 de setembro. O registro das candidaturas deve acontecer até o dia 26 de setembro e após essa data, é iniciado a campanha eleitoral na TV, Rádio e Internet. As prestações de contas deverão acontecer até o dia 15 de dezembro, podendo publicar os resultados até 12 de fevereiro de 2021 e a diplomação dos eleitos segue mantida para o dia 18 de dezembro, bem como a posse para o dia 1º de janeiro de 2021. As convenções eleitorais deverão ocorrer via internet.[248]

Em 1 de julho de 2020, a Câmara dos Deputados aprova por 402 votos favoráveis contra 90 contrários e quatro abstenções em primeiro turno e 407 votos favoráveis contra 70 votos contrários e uma abstenção em segundo turno, a PEC que adia as Eleições Municipais de 2020 para os dias 15 e 29 de novembro.[249]

ReaçõesEditar

Combate ao vírusEditar

 
Teste rápido para SARS-CoV-2 sendo realizado no Distrito Federal.
 
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal aguarda contraprova para confirmar diagnóstico do primeiro caso de infecção pelo novo coronavírus em Brasília.

Em 6 de março, cientistas brasileiros anunciaram o cultivo do SARS-CoV-2 em laboratório, com o objetivo de contribuir para o diagnóstico e vacinas contra a doença.[250] No dia 19 de março a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou os primeiros oito testes rápidos para o diagnóstico de COVID-19. Os novos produtos são voltados para uso profissional e permitem a leitura dos resultados, em média, em 15 minutos. Segundo a Anvisa, os dados devem ser interpretados por um profissional de saúde, com auxílio de informações clínicas do paciente e de outros exames. As autorizações, Resolução 776/2020 e Resolução 777/2020, foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).[251]

Em março de 2020, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) passou a cooperar com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mobilizando 12 estados do Brasil e prometendo acelerar a definição de tratamento da COVID-19.[252] A Fiocruz desenvolveu um kit de teste rápido para diagnóstico do SARS-CoV-2,[253] comandando o estudo clínico[254] e coordenando pesquisas do SARS-CoV-2 e tratamento da COVID-19 no Brasil,[255] treinando os profissionais de saúde do Brasil e da América Latina para serem aptos a fazer o diagnóstico do SARS-CoV-2.[256][257][258][259][260][261][262][263] Ainda em março, a Universidade de São Paulo (USP) criou uma rede colaborativa de laboratórios para diagnóstico laboratorial do SARS-CoV-2.[264] Já a Universidade de Brasília (UnB) fechou uma parceria com governo do Distrito Federal para fazer até 700 testes de COVID-19 diariamente, e convocou pesquisadores de diversas universidades, para projetos de pesquisas de diagnóstico laboratorial do SARS-CoV-2.[265][266]

No mesmo mês, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) iniciou projetos de pesquisas de diagnóstico laboratorial do SARS-CoV-2, além de prestar orientações sobre prevenção e riscos.[267][268] Além disso, o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ) iniciou desenvolvimento de um novo teste com exame mais simples para detectar a COVID-19,[269][270] e em conjunto com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sequenciam o genoma do SARS-CoV-2 em pacientes de cinco estados brasileiros e lideram pesquisas para o combate ao novo vírus e tratamento da COVID-19.[271] Paralelamente a isso, a Universidade Federal Fluminense (UFF) convocou pesquisadores especialistas de diversas universidades para estudar o SARS-CoV-2.[272][273] Nesse caminho, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também convocou estudiosos de várias áreas, como biólogos, virologistas e estatísticos para desenvolver estudos sobre o SARS-CoV-2.[274][275][276][277] A Universidade Estadual Paulista (UNESP) estudou rotas que o vírus pode percorrer no estado de São Paulo.[278][279][280] Os campus de Botucatu, Araraquara e São José do Rio Preto realizam teste da COVID-19.[281] A universidade também convocou pesquisadores para estudar o SARS-CoV-2.[282]

Governo FederalEditar

Em 10 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória (MP) destinando crédito extraordinário de 11,2 bilhões de reais ao Ministério da Defesa para combater o vírus. O dinheiro foi redirecionado de uma reserva de contingência que consta do orçamento. De acordo com o texto, o repasse é para custear ações de enfrentamento de "emergência de saúde pública de importância internacional" provocada pela COVID-19.[283]

Pronunciamento oficial do presidente brasileiro Jair Bolsonaro em 24 de março sobre a COVID-19 no país.
 
Jair Bolsonaro em videoconferência com governadores do Sudeste sobre a pandemia de COVID-19 no país.

Em 6 de março, em pronunciamento à nação, Bolsonaro, disse às pessoas que "não há motivo para entrar em pânico" e que elas "devem seguir rigorosamente as recomendações dos especialistas como a melhor medida de proteção".[284] Durante novo pronunciamento, em 18 de março, o presidente foi alvo de um panelaço em diversas capitais do país. O ato se repetiu entre os dias 19 e 21 de março.[285][286] Segundo uma pesquisa da consultoria Atlas Político, 64% dos brasileiros rejeitam a maneira como o governo está lidando com a crise.[287]

No dia 24 de março, através de um pronunciamento em rede nacional, Bolsonaro sugeriu o fim da quarentena e questionou o fechamento de escolas, além de novamente classificar a COVID-19 como "gripezinha" e "resfriadinho" e destacar que tem "saúde de atleta". Também, de forma indireta, criticou meios de comunicação, em especial a TV Globo, e o médico Drauzio Varella. Durante o pronunciamento, foram registrados novamente panelaços e buzinaços, além de gritos e exibição de slides em prédios com os dizeres "Fora Bolsonaro".[288] Após a exibição do depoimento, houve uma grande repercussão negativa nas redes sociais, gerando reclamações de alguns apoiadores e de ex-apoiadores, entre eles o Movimento Brasil Livre, o youtuber Nando Moura, o comediante Danilo Gentili e outros. Além disso, diversos políticos também repudiaram o comportamento do presidente, causando inclusive uma grande coalizão entre governadores, que optaram por continuar com o isolamento e as políticas de prevenção, além do rompimento de alianças, entre elas do governador de Goiás, Ronaldo Caiado.[289][290][291][292]

 
A Caixa Econômica Federal lança o aplicativo para a liberação do Auxílio emergencial aos trabalhadores de baixa renda prejudicados pela Pandemia de COVID-19.

A crise no governo federal piorou a partir do mês de abril: além de embates com governadores, também houve manifestações contrárias ao isolamento, realizadas em algumas cidades brasileiras, com carreatas e ameaças ao Congresso Nacional e ao STF, tendo inclusive o apoio do próprio Bolsonaro.[293] No dia 27 de abril de 2020, a justiça determinou um prazo de 48 horas para que o presidente mostrasse os exames comprovando os resultados dos testes do coronavírus, prazo que foi estendido no dia 30.[294] No dia 2 de maio, o TRF-3 havia determinado a suspensão do prazo para os exames, dando cinco dias para a comprovação, com a sentença derrubada no mesmo dia.[295] No dia 3 de maio de 2020, apoiadores do governo realizaram manifestações contra o isolamento e contra ministros do STF e o presidente Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Bolsonaro criticou governadores e prefeitos. "Essa destruição de empregos de forma irresponsável feita por alguns governadores não é bom", afirmou Bolsonaro.[296] Com o intuito de mitigar os danos financeiros causados pelo isolamento social às famílias, o Congresso Nacional aprovou, e o presidente Jair Bolsonaro sancionou, no dia 2 de abril, um auxílio emergencial de 600 reais por mês, até três meses, para trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa que cumpram determinados critérios.[297]

Em 6 de abril de 2020, o jornal O Globo noticiou que o presidente Jair Bolsonaro teria demitido o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta,[298] mas depois teria desistido.[299] Posteriormente, em 17 de abril, Nelson Teich tomou posse,[300] após a demissão de Mandetta no dia anterior.[301]

Ministério da SaúdeEditar

 
Coletiva à Imprensa do Presidente da República, Jair Bolsonaro e Ministros de Estado, sobre o SARS-CoV-2 no Brasil, em março de 2020.

Nos dias 6 e 7 de fevereiro, o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram capacitação técnica de representantes de nove países da América do Sul e Cetral para o diagnóstico laboratorial do vírus. O treinamento foi realizado a pedido da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) como uma ação de cooperação entre os países latino-americanos.[302]

No dia 24 de fevereiro, o Ministério da Saúde ampliou o número de países em monitoramento, devido ao surgimento de casos de COVID-19 na Europa, incluindo Alemanha, França e Itália na lista. Pacientes que passaram por esses países e apresentem sintomas são tratados como casos suspeitos.[303]

Em 28 de fevereiro, o Ministério da Saúde anunciou a compra de 20 milhões de máscaras cirúrgicas e 600 mil aventais hospitalares em razão do aumento do número do novo coronavírus no país. A informação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).[304]

Na segunda semana de março, o Ministério da Saúde recomendou isolamento domiciliar de todo viajante internacional que retornar ao país e o cancelamento ou adiamento de grandes eventos.

 
Nelson Teich, em coletiva de imprensa com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, um dia antes de sua posse.

Essas recomendações foram repassadas aos estados, porém não são obrigatórias. "As recomendações devem passar por uma reflexão dos gestores locais, para que eles as adaptem de acordo com suas localidades", ponderou Wanderson Oliveira, então secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, em coletiva de imprensa.[305]

Em 8 de abril, anunciou a compra de 14 mil respiradores mecânicos produzidos em território nacional para o tratamento de pacientes graves da doença.[306]

Em maio, com a saída de Nelson Teich, o general Eduardo Pazuello assumiu como interino o Ministério da Saúde, antes atuando como secretário-executivo do Ministério da Saúde.[307] No início da gestão no Ministério, a cloroquina passou a ser protocolo para tratamento da doença no país.[308]

No dia 25 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS), suspendeu os usos e testes da cloroquina e da hidroxicloroquina após a revista científica The Lancet publicar um estudo com 96 mil pessoas apontando que o uso dos medicamentos aumentava o risco de morte dos pacientes. No entanto, o Ministério da Saúde manteve protocolo do amplo uso uso das drogas para casos, inclusive leves. A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, afirmou que o estudo carecia de "metodologia aceitável".[309]

Em 9 de dezembro de 2020 a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) publicou o documento "ATUALIZAÇÕES E RECOMENDAÇÕES SOBRE A COVID-19 Elaborado em 09/12/2020"[310] Nesta publicação, a SBI não recomenda o tratamento farmacológico precoce com qualquer medicamento porque os estudos clínicos randomizados com grupo controle existentes até o momento não mostraram benefício e, além disso, alguns destes medicamentos podem causar efeitos colaterais. Ou seja, segundo essa publicação não existe comprovação científica de que esses medicamentos sejam eficazes contra a COVD-19. No mesmo dia o Ministério Publico Federal, através do Procurador da República em Goiás, Ailton Benedito de Souza, no âmbito do inquérito cível nº 1.18.000.000947/2020-82, solicitou informações a SBI sobre tal publicação e que a SBI informasse os estudos científicos que embasam sua recomendação. Solicitou ainda que a SBI informasse se tem conhecimento da Nota Técnica do Ministério da Saúde[311] que orienta sobre ao manuseio medicamentoso precoce no tratamento da COVID-19 e em caso positivo esclarecer se os estudos científicos que embasam a nota técnica não tem valor científico para a SBI.

Em 14 de dezembro de 2020 a SBI respondeu ao Ministério Público Federal em um documento com 43 páginas[312] contendo todos os esclarecimentos solicitados. No tocante às referências científicas da Nota Técnica do Ministério da Saúde, a SBI faz uma análise detalhada das 93 referências e demonstra que nenhuma delas utiliza estudos randomizados em humanos (padrão ouro), 33 citações consiste de publicações que não avaliam a eficácia clínica de tratamento medicamentoso em pacientes com COVID-19, outros consistem de pré-prints (artigos pré-impresso) e em alguns casos foram inclusive retirados, além de opinião de especialistas, entre outros com baixo nível de evidência.[313]

Em janeiro de 2021 o Ministério da Saúde publica em seu site a notícia de que o The American Journal of Medicine publicou um estudo que comprova a eficácia do tratamento precoce para COVID-19.[314] Embora a notícia cita o jornal como sendo de renome mundial, o mesmo encontra-se classificado na posição 928º no ranking dos periódicos de medicina da Scimago enquanto o New England Journal of Medicine, que publicou um dos primeiros artigos mostrando que o tratamento precoce com hidroxicloroquina é inútil, está na oitava posição no mesmo ranking.[315] Essa notícia foi removida posteriormente do site.

Ministério da JustiçaEditar

Em 31 de março de 2020 o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, autorizou o uso da Força Nacional para ajudar as áreas mais afetadas no combate ao coronavírus, medida esta válida por 60 dias.[316]

Instituto Brasileiro de Geografia e EstatísticaEditar

Em 17 de março foi informado que o Censo demográfico do Brasil de 2020, que seria uma operação censitária a ser realizada em território brasileiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi adiado para 2021, diante do avanço do novo coronavírus no país. De acordo com o IBGE, a decisão leva em consideração o modelo de coleta da pesquisa, domiciliar e entrevista presencial.[317][318] Já o concurso com 208 mil vagas anunciado para a realização do Censo foi suspenso.[317] A previsão era visitas de mais de 180 mil recenseadores em 71 milhões de domicílios brasileiros. Segundo o IBGE, a previsão é que o orçamento de 2,3 bilhões de reais que seria destinado ao Censo seja transferido para o Ministério da Saúde para combater o avanço do coronavírus.[317][318]

Ainda em março as demais pesquisas realizadas pelo IBGE foram temporariamente suspensas, principalmente as que dizem respeito de visitas domiciliares para coleta de informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD).[317] Alternativas seriam implementadas para manter a realização da pesquisa sem a necessidade de fazer visitas domiciliares.[317][318]

No mês de abril o IBGE e o Ministério da Saúde firmaram uma parceria, com apoio da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para implementar uma pesquisa inédita, uma versão da PNAD Contínua para monitorar a incidência da COVID-19.[319][320] Em maio o IBGE passou a desenvolver a PNAD Covid, pesquisa que tem como objetivo identificar pessoas com sintomas do novo coronavírus, bem como a demanda e a oferta de serviços de saúde pública. Essas informações vão contribuir com as políticas públicas do Ministério da Saúde.[319][320]

Do presidente Jair BolsonaroEditar

Em abril de 2021, uma análise de pesquisadores das ciências humanas da associação Instituto Nacional de Pesquisa e Promoção dos Direitos Humanos (INPPDH) aponta que as ações negacionistas do presidente Jair Bolsonaro frente a pandemia de Covid-19 no Brasil podem ser consideradas genocídio.[321]

Governadores e prefeitosEditar

No dia 11 de março de 2020 foi confirmado o segundo caso da doença no Distrito Federal, sendo o marido da paciente que estava com COVID-19 em estado grave em um hospital do DF.[322] Por conseguinte, o governador do DF, Ibaneis Rocha, suspendeu as aulas de escolas públicas e particulares por 5 dias em decorrência dos casos.[323]

 
Governador de São Paulo, João Dória, em coletiva de imprensa sobre o coronavírus, em março de 2020.

Em 11 de março, o então governador do Rio, Wilson Witzel, divulgou um decreto para o enfrentamento emergencial do novo coronavírus. A publicação ocorreu em edição extraordinária do Diário Oficial (DO). O decreto determina que os órgãos competentes devem "adotar as medidas judiciais cabíveis", caso o paciente se recuse a adotar certos cuidados como isolamento, quarentena, exames médicos, testes laboratoriais, coleta de amostras, vacinação, tratamento médico e investigação epidemiológica.[324]

No dia 21 de março, o número de mortes no estado de São Paulo subiu para 15. Uma das vítimas era uma médica da prefeitura, de 52 anos. O governador João Dória afirmou que vai determinar quarentena de 15 dias para os 645 municípios do estado.[325]

Em 10 de abril, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, durante uma transmissão ao vivo, no Palácio Piratini, comunicou o corte de 30% no próprio salário, pelos próximos três meses, em razão dos impactos causados pela pandemia de COVID-19 no Rio Grande do Sul.[326]

Em 17 de abril, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sancionou um Projeto de Lei (PL) que obriga o uso de máscaras de proteção em todo o estado de Minas Gerais.[327] O anúncio foi feito em uma transmissão feita pela internet e pela TV Minas, que também contou com as presenças dos secretários de Estado da Saúde, Carlos Eduardo Amaral, e do secretário adjunto de Estado de Saúde, Marcelo Cabral.[328]

Em 23 de abril, entrou em vigor no município do Rio de Janeiro o decreto do então prefeito Marcelo Crivella que obriga o uso de máscaras de proteção.[329][330] Neste dia, a prefeitura colocou máscaras nas estátuas da cidade como forma de conscientização.[331][332][333] A partir do dia 28 de abril o uso de máscara passou a ser obrigatório no Paraná, tanto em locais de uso coletivo, públicos e particulares. A Lei nº 20.189 é válida para a população de todos os municípios paranaenses.[334][335]

Em 1° de maio de 2020, o governador do Maranhão, Flávio Dino, decretou estado de lockdown em quatro municípios do estado por pelo menos 10 dias, a iniciar no dia 5 de maio, respeitando uma ordem judicial imposta pelo Ministério Público protocolada no dia 30 de abril. As cidades afetadas foram: a capital São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar. Essa é a primeira situação de quarentena total no Brasil.[336] Medida semelhante que passou a ser tomada no estado do Pará através da capital Belém e dez cidades.[337] O estado do Ceará adotou a medida através de Fortaleza e o Rio de Janeiro através de Niterói e parcialmente na Capital.

 
Hospital de Campanha do Ibirapuera, em São Paulo

Na cidade de São Paulo, quatro vias importantes foram bloqueadas nos horários das 6h às 10h para tráfego de veículos particulares, sendo permitido apenas a passagem de ônibus, ambulâncias e viaturas policiais.[338] Porém, após prejuízos e grandes congestionamentos, o bloqueio foi revogado.[339] Também em São Paulo hospitais de campanha para atendimento exclusivo a pessoas portadoras de COVID-19 foram construídos pelos governos municipal e estadual, como o Pacaembu,[340][341] Ibirapuera[342] e Anhembi.[343]

No Rio de Janeiro, as aglomerações passaram a fazer parte do crime de desobediência a partir do dia 6 de maio de 2020. Quem descumprir a regra, será multado ou preso, além de autorizar o fechamento de comércios não essenciais.[344]

Durante a pandemia de COVID-19, o então prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, emitiu uma carta aberta (em formato de vídeo) à ativista sueca Greta Thunberg, onde pede ajuda no combate à pandemia na capital do Amazonas.[345] O prefeito também admitiu ter enviado um pedido de socorro aos líderes dos países que compõem o G20, onde argumentou que Manaus "faz muito tanto pelo aquecimento global" e que "está na hora de devolverem".[346]

Corpo de BombeirosEditar

 
Corpo de Bombeiros visando detecção de casos suspeitos no combate à proliferação do coronavírus.

Em 14 de março de 2020, cerca de 40 militares do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal foram escalados e preparados para atuar em terminais rodoviários e aeroportos na identificação de pessoas suspeitas de infecção pela COVID-19. A informação foi divulgada em coletiva à imprensa no Palácio do Buriti, quando oficiais da corporação fizeram a demonstração de parte dos trabalhos que pretendem desenvolver para ajudar no combate à proliferação do novo coronavírus.[347]

No Ceará, assim como em outros estados, no município de Sobral o Corpo de Bombeiros Militar do estado, realizou ações de conscientização da população acerca da importância do isolamento social como forma de prevenção da doença.[348]

No dia 14 de abril, o vice-governador do Amazonas, Carlos Almeida, anunciou que bombeiros militares da área da saúde atuarão na rede de assistência aos pacientes com COVID-19, em especial no hospital da Universidade Nilton Lins, funcionando como unidade de apoio ao Hospital e Pronto-Socorro Delphina Aziz.[349]

Poder Judiciário brasileiroEditar

 
Reunião de emergência no STF, com a presença do então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o presidente do Senado, convocada pelo presidente do Supremo, Dias Toffoli, com o objetivo de debater ações de enfrentamento à COVID-19.

Em 17 de março, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) emitiu uma recomendação a tribunais e magistrados para adoção de medidas preventivas à propagação do novo coronavírus no sistema de justiça penal e socioeducativo (Recomendação CNJ 62/2020). As medidas são válidas por 90 dias, com possibilidade de prorrogação. A recomendação foi enviada aos presidentes de tribunais para divulgação aos magistrados.[350]

Posteriormente, o ministro do STF Luiz Fux posicionou-se contra a recomendação do CNJ pela liberação de presos em regime semiaberto para evitar a disseminação do novo coronavírus. De acordo com o ministro, a medida poderia "gerar uma crise sem precedentes na segurança pública nacional". Em entrevista para a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, Fux afirmou que "os juízes criminais devem ter em mente que o Conselho Nacional de Justiça ‘recomendou’ e não ‘determinou’ a liberação dos presos em regime semiaberto". O então ministro da Justiça, Sergio Moro, concordou com Fux, e afirmou que é preciso "não ceder ao pânico". Segundo Moro, manter os presos nas cadeias seria uma forma de não "vulnerabilizar as pessoas que estão fora da prisão" e citou o caso de crimes violentos. "Vamos soltar todos os traficantes do país?", questionou Moro.[351]

Em 29 de março de 2020, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, autorizou em liminar — decisão provisória — que o governo descumpra a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) a pedido da Advocacia Geral da União (AGU) como medida emergencial em razão da pandemia no Brasil.[352] No dia seguinte, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou que cerca de três milhões de reais pagos pelo delator Daniel Gomes da Silva, investigado na Operação Calvário, sejam destinados ao Ministério da Saúde para o combate ao coronavírus.[353]

Em 7 de abril, o juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara Federal Cível de Brasília, determinou, o bloqueio dos fundos eleitoral e partidário, cujos valores não poderão ser depositados pelo Tesouro Nacional, à Disposição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a fim de ser utilizado pelo Governo Federal no combate ao à pandemia de COVID-19 no Brasil.[354]

Congresso NacionalEditar

 
Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre utilizando máscara de proteção durante a pandemia.
 
Homenagem do Congresso Nacional aos profissionais da saúde no combate da pandemia do coronavírus (COVID-19).

No dia 3 de abril de 2020, o Congresso Nacional aprovou uma mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020, com objetivo de aumentar de cerca 128 bilhões de reais para pouco mais de 159 bilhões de reais o déficit fiscal deste ano. Segundo o relator da LDO, deputado Cacá Leão, esse acréscimo de cerca de 30 bilhões de reais é uma permissão para que estados, Distrito Federal e municípios aumentem o endividamento com ações de combate ao coronavírus.[355] Em maio o Congresso Nacional promulgou também a proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria o chamado "orçamento de guerra", destinado exclusivamente a ações de combate à pandemia de coronavírus. O governo poderá adotar "processos simplificados de contratação" de pessoal, obras, serviços e produtos.[356]

Em 9 de maio, o Congresso Nacional, através dos presidentes da Câmara e do Senado decretaram luto oficial pelo marca de dez mil mortes atingidos nesta data. Com a medida, ficam proibidas celebrações, comemorações ou festividades nesse período.[357]

Câmara dos DeputadosEditar

A Câmara dos Deputados criou, no dia 11 de fevereiro, a Comissão Externa de Ações Contra o Coronavírus para acompanhar as medidas de prevenção da vigilância sanitária e possíveis consequências para o Brasil em relação a pandemia de COVID-19.[358] O colegiado passou a se reunir por videoconferência e as pautas debatidas[359] pelos deputados são transformadas em propostas que podem ser levadas ao Plenário da Câmara.[360] Em 3 de abril de 2020, a Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria um orçamento paralelo (orçamento de guerra), para destinar recursos exclusivos às medidas de combate ao novo coronavírus.[361]

 
Senado Federal adotou dispensadores de álcool em gel.

No dia 19 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto que torna obrigatório o uso de máscaras de proteção em todo país, medida válida para a circulação em espaços, transportes e vias públicas, além de locais privados, mas que permitam acesso à população, como uma iniciativa de enfrentamento à pandemia no Brasil.[362]

Senado FederalEditar

 Ver artigo principal: CPI da COVID-19

Em 20 de março de 2020, o Senado Federal do Brasil iniciou a primeira sessão virtual desde sua criação, para votar decreto de calamidade pública em meio a pandemia de COVID-19 no país, doença causada pelo novo coronavírus.[363]

No dia 30 de março, o Plenário do Senado aprovou o auxílio emergencial de 600 reais para trabalhadores informais de baixa renda, a ser concedido durante a pandemia do novo coronavírus. A medida durará, a princípio, três meses, mas poderá ser prorrogada.[364]

Em 13 de abril de 2021 o Senado (por determinação do ministro do STF Luís Roberto Barroso e 1 dia depois, referendada pelos outros ministros da Corte) realizou a abertura da CPI da COVID-19 para investigar irregularidades na distribuição de recursos além de omissões do Governo no combate a pandemia.[365][366]

Líderes religiososEditar

Proprietário da RecordTV e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, o bispo evangélico Edir Macedo apareceu em vídeo endossando um médico que desacredita da gravidade da COVID-19. Acusando a mídia e Satanás de espalharem o medo, o líder religioso afirmou: "Meu amigo e minha amiga, não se preocupe com o coronavírus. Porque essa é a tática, ou mais uma tática, de Satanás. Satanás trabalha com o medo, o pavor. Trabalha com a dúvida. E quando as pessoas ficam apavoradas, com medo, em dúvida, as pessoas ficam fracas, débeis e suscetíveis. Qualquer ventinho que tiver é uma pneumonia para elas".[367] Macedo se recusava a interromper os cultos presenciais pelo país, assim como o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.[368] Dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo também defendeu que as igrejas continuassem abertas, mas com um maior número de celebrações litúrgicas por dia, na tentativa de prevenir grandes aglomerações.[368]

Movimentos popularesEditar

Em 20 de março de 2020, por volta das 20h30, foi realizado um movimento intitulado "aplausaço", onde moradores de várias residências nas capitais brasileiras, saudavam médicos e enfermeiros com uma salva de palmas e gritos de "muito obrigado/obrigada", acompanhadas de buzinas, apitos e alguns panelaços em protesto contra o presidente Jair Bolsonaro.[369] Outros atos também foram realizados, entre eles uma oração coletiva do Pai Nosso no dia 21 de março.[370]

Ações de desinformação promovidas pelo governoEditar

 
Outdoor disseminando desinformação sobre suposto "tratamento precoce" contra a COVID-19, incentivado indiretamente por Jair Bolsonaro.[371]

No dia 25 de fevereiro de 2021, o Aos Fatos publicou um balanço com seis tópicos com casos nos quais o Ministério da Saúde incentivou a desinformação sobre a pandemia de COVID-19:[372]

  • Defesa da hidroxicloroquina
  • Informações desatualizadas sobre o vírus
  • Falta de transparência na divulgação de dados
  • Ausência de campanhas preventivas
  • Abandono de ações informativas[nota 1]
  • Omissão de dados desfavoráveis ao governo

Reações internacionaisEditar

Em 13 de abril de 2021, o primeiro ministro francês Jean Castex anunciou no Parlamento que a França iria suspender todos os voos entre França e Brasil, face à preocupação com novas variantes do vírus, e o agravamento da pandemia no Brasil.[374] O anúncio foi feito depois de várias prisões de funcionários de hospitais, que fizeram um movimento reivindicando mais restrições ao trânsito de pessoas entre os dois países. Os profissionais de saúde já vinham alertando quanto há propagação da variante brasileira do vírus, e os políticos de oposição exigiam que o governo proibisse os voos. Em março, o Ministério da Saúde divulgou que cerca de 6% dos casos de Covid-19 na França eram das variantes detectadas inicialmente no Brasil e na África do Sul, que poderiam elevar significativamente o risco de contaminação.[375]

Notamos que a situação está piorando e, portanto, decidimos suspender todos os voos entre o Brasil e a França até novo aviso.
— Jean Castex[376]

Imunização e vacinaçãoEditar

 
Idoso recebendo a segunda dose da vacina CoronaVac na vacinação em massa no Rio Grande do Sul.
 
Vacinação dos profissionais da Educação e pessoas com mais de 68 anos contra o Coronavírus em Campinas.

A ANVISA aprovou, no dia 17 de janeiro de 2021, o uso emergencial da vacina contra a COVID-19. O Instituto Butantan importou as primeiras 6 milhões de doses da Coronavac em uma colaboração com a empresa chinesa Sinovac Biotech. Já a Fiocruz desenvolveu parceria com a Universidade de Oxford e com a farmacêutica AstraZeneca.[377][378]

Em 23 de fevereiro de 2021, a ANVISA aprovou o uso definitivo da Tozinameran, vacina contra a COVID-19 desenvolvida pelo laboratório Pfizer em parceria com o a empresa de biotecnologia BioNTech, 17 dias após o pedido ser feito à agência. Ela é a primeira vacina aprovada contra a COVID-19 que obteve o registro definitivo no país.[379]

Em 3 de março de 2021, o então ministro da Saúde Eduardo Pazuello anunciou que a União pretende adquirir vacinas da Pfizer/BioNtech e do laboratório Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, mas não anunciou quando elas chegarão ao Brasil.[380] Um dia antes, a Câmara dos Deputados aprovou uma PEC que permite a compra, por governos e empresas privadas, de vacinas autorizadas pela ANVISA ou de algum órgão de controle sanitário reconhecido pela agência.[381]

Em 5 de março de 2021, segundo a CNN Brasil, o ministério da Saúde confirmou que pretende comprar as vacinas do laboratório Moderna. Porém, assim como citado acima, não há previsão de quando ela chegará ao país. [382]

Em 9 de março de 2021, por conta do aumento exponencial do número de casos e mortes pela doença, o ministério da Saúde enviou ao embaixador da China no Brasil Yang Yaming uma carta pedindo a Sinopharm se há disponibilidade de 30 milhões de doses para futura negociação.

A vacina, possui eficácia de 79,3%, mas não tem autorização da ANVISA. Também não há previsão de quando chegará ao país.[383]

Em 12 de março de 2021, a ANVISA deu o registro definitivo da vacina de Oxford/AstraZeneca além de autorizar o uso do medicamento Remdesivir. Este último é o ÚNICO eficaz contra a COVID-19 até agora. Ele só pode ser usado para pacientes hospitalizados.[384]

Em 24 de março de 2021, a Janssen pediu o uso emergencial da vacina à ANVISA. Os documentos, já estão apreciados pelo órgão. Diferente das outras, o imunizante precisa de apenas 1 dose para ser eficaz. A OMS já aprovou o uso emergencial. [385]Em 31 de março, a ANVISA autoriza o uso emergencial da vacina Ad26.COV2.S.[386]

Em 26 de março de 2021, o Instituto Butantan anunciou que está desenvolvendo uma vacina 100% brasileira: o "Butanvac". Ela utiliza a mesma tecnologia e desenvolvimento da CoronaVac, ou seja, o vírus inativado e de vetor viral utilizando ovos no processo. [387]

Em 30 de março de 2021, a ANVISA recebeu o pedido de uso emergencial de medicamento com anticorpos sintéticos fabricado pelo laboratório Eli Lilly. A expectativa é que o prazo para a conclusão das análises demore até 30 dias. [388]

Em 8 de abril de 2021, a ANVISA autorizou os testes da fase 3 da vacina canadense do laboratório Medicago Inc. em parceria com a GSK. Até o momento, as análises ainda precisam ter o aval do Conselho Nacional de Ética e Pesquisa (CONEP) e não há previsão de quando começarão as avaliações clínicas. [389]

Em 9 de abril de 2021, a ANVISA anunciou que irá inspecionar entre os dias 19 e 23 de abril, as instalações do laboratório russo Gamaleya para avaliar se os locais estão dentro dos padrões exigidos pelo órgão. Em 30 de março, a ANVISA concedeu o certificado de boas práticas ao instituto.[390] Já a Bharat Biotech, que teve o certificado de boas práticas rejeitado, além de ter sido proibida a importação da vacina COVAXIN, terá mais trabalho para apresentar os pareceres finais. No mesmo dia, houve um encontro com os embaixadores da Índia e da Rússia para tratarem sobre os temas. [391]

A ANVISA recebeu o pedido de uso emergencial de um coquetel contra a COVID-19 chamado "Regen-Cov" fabricado pelo laboratório norte-americano Regeneral Pharmaceuticals em parceria com o laboratório suíço Roche. Segundo informações, os testes com a fase 3 foram promissores e ele reduziu os sintomas da doença em 81%. [392] Apesar de o órgão ter informado isso só hoje, o pedido das farmacêuticas foi feito em 1 de abril de 2021 e a agência terá até 1 de maio de 2021 pra concluir o parecer. [393]

Operações policiaisEditar

As operações policiais contra superfaturamento relacionados à COVID-19 no Brasil foram investigações e ações da Polícia Civil do Brasil (PC), Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF) por vezes em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) em detrimento à pessoas, empresas e governos estaduais e municipais investigados no âmbito da pandemia de COVID-19 no país para compra de materiais relacionados à saúde, principalmente respiradores; e tentativas de saques de auxílio emergencial de pessoas terceiras.

Nas distintas operações foram presos chineses acusados de desviar testes,[394] venezuelanos por fraudes com saques do auxílio emergencial,[395] um ex-deputado por fraudes na compra de respiradores no Rio de Janeiro,[396] três pessoas no Amapá[397] e oito no Amazonas.[398] Há também uma investigação em curso no DF e em outros sete estados com suspeita de irregularidades na compra de testes para detectar a doença que conta conta com 74 mandados de busca e apreensão.[399]

Ver tambémEditar

Notas

  1. O Governo Bolsonaro reduziu os gastos com campanhas de incentivo a vacinação em dezembro de 2020[373]

Referências

  1. «Coronavírus Brasil». Ministério da Saúde. Consultado em 18 de maio de 2021 
  2. «Covid-19: governo declara transmissão comunitária em todo o país». Agência Brasil. 20 de março de 2020. Consultado em 25 de março de 2020 
  3. «Extensões da COVID-19». Ministério da Saúde. Consultado em 27 de março de 2021 
  4. «Bolsonaro sanciona com vetos auxílio de R$ 600 mensais a trabalhadores informais». G1. Globo. 1 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  5. «Coronavírus: Brasil tem primeiro caso de índio infectado por covid-19». Uol. 1 de abril de 2020. Consultado em 16 de maio de 2020 
  6. a b «BRASIL TEM 92 ÍNDIOS MORTOS POR COVID». Época. Globo. 16 de maio de 2020. Consultado em 16 de maio de 2020 
  7. Livia Torres (15 de maio de 2020). «Favelas do Rio têm cerca de 100 mortos por coronavírus, segundo prefeitura». G1. Globo. Consultado em 16 de maio de 2020 
  8. «Doria: Precisamos manter isolamento acima de 50% para cumprirmos projeto de reabertura». Consultado em 29 de abril de 2020 
  9. «Witzel prorroga por mais 15 dias o isolamento social no Rio de Janeiro». Agência Brasil. EBC. 30 de março de 2020. Consultado em 29 de abril de 2020 
  10. «Assim como Teich, Mandetta caiu após discordar de Bolsonaro sobre cloroquina e isolamento». G1. Globo. 15 de maio de 2020. Consultado em 20 de maio de 2020 
  11. «Teich anuncia general Eduardo Pazuello como novo número 2 do Ministério da Saúde». G1. Globo. 22 de abril de 2020. Consultado em 10 de junho de 2020 
  12. «Eduardo Pazuello toma posse como ministro efetivo da Saúde». CNN Brasil. 16 de setembro de 2020. Consultado em 15 de novembro de 2020 
  13. Bruno Carbinatto. «Resumindo: qual é a diferença entre lockdown e quarentena?». Super Interessante. Abril 
  14. «Coronavírus: Brasil supera 10 mil mortes e é 6º país com mais óbitos». UOL. 9 de maio de 2020. Consultado em 10 de maio de 2020 
  15. «Brasil passa Reino Unido e é o segundo país com mais mortes por covid-19». DW. 12 de junho de 2020. Consultado em 19 de junho de 2020 
  16. «Coronavírus: Brasil sobe nível de alerta para 'perigo iminente'». O Globo. 28 de janeiro de 2020. Consultado em 30 de abril de 2020 
  17. «Novo coronavírus: três casos suspeitos são monitorados pelo Ministério da Saúde». Ministério da Saúde. 28 de janeiro de 2020. Consultado em 30 de abril de 2020 
  18. «Mulher suspeita de ter contraído coronavírus passa bem e foi transferida para hospital de referência em Minas Gerais». G1. 28 de janeiro de 2020. Consultado em 30 de abril de 2020 
  19. «País adotará emergência para retirar cidadãos de área de surto de coronavírus, diz ministro». G1. 3 de fevereiro de 2020. Consultado em 3 de fevereiro de 2020 
  20. «Coronavírus: brasileiros na China devem chegar ao país no sábado e cumprir quarentena em Anápolis». G1. 4 de fevereiro de 2020. Consultado em 4 de fevereiro de 2020 
  21. «Senado aprova projeto com regras de quarentena e medidas para enfrentar coronavírus». G1. 5 de fevereiro de 2020. Consultado em 30 de abril de 2020 
  22. Gomes, Pedro Henrique (5 de fevereiro de 2020). «Coronavírus: aviões da FAB decolam de Brasília para buscar brasileiros na China». G1. Consultado em 5 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2020 
  23. «Coronavírus: Brasileiros são liberados da quarentena e deixam Anápolis». BBC News Brasil. 23 de fevereiro de 2020. Consultado em 23 de fevereiro de 2020 
  24. «Página 1 do DOU - Seção 1 - Edição Extra A, número 24, de 04/02/2020 - Imprensa Nacional». pesquisa.in.gov.br. Consultado em 21 de julho de 2020 
  25. «Governo federal decreta estado de emergência para conter coronavírus no Brasil». Folha de S.Paulo. 4 de fevereiro de 2020. Consultado em 21 de julho de 2020 
  26. «Brasil descarta mais 3 casos suspeitos de coronavírus e investiga 9, diz Ministério da Saúde». G1. 6 de fevereiro de 2020. Consultado em 6 de fevereiro de 2020 
  27. «Brasil tem 4 casos suspeitos de novo coronavírus; outros 54 foram descartados». G1. Globo.com. 24 de fevereiro de 2020. Consultado em 25 de fevereiro de 2020 
  28. «Ministério da Saúde investiga possível paciente com coronavírus em SP; caso foi para contraprova». G1. Globo.com. Consultado em 25 de fevereiro de 2020 
  29. «Brasil confirma primeiro caso da doença». Ministério da Saúde. 26 de fevereiro de 2020. Consultado em 30 de abril de 2020 
  30. «O que se sabe sobre o 1º paciente diagnosticado com coronavírus no Brasil». BBC News Brasil. 26 de fevereiro de 2020. Consultado em 30 de abril de 2020 
  31. «Governo confirma 1º caso, mas diz que avaliará coronavírus em país tropical». UOL. 26 de fevereiro de 2020 
  32. Brenda Ortiz (27 de fevereiro de 2020). «Brasil tem 132 casos suspeitos de coronavírus». G1. Globo.com. Consultado em 28 de fevereiro de 2020 
  33. «Brasil tem 182 casos suspeitos de coronavírus, diz Ministério da Saúde». G1. 28 de fevereiro de 2020 
  34. G1 (29 de fevereiro de 2020). «Segundo caso de coronavírus no Brasil é confirmado em São Paulo». G1. Globo.com. Consultado em 29 de fevereiro de 2020 
  35. «Crescimento exponencial e curva epidêmica: entenda os principais conceitos matemáticos que explicam a pandemia de coronavírus». G1. Globo. 31 de março de 2020. Consultado em 3 de maio de 2020 
  36. «Por que isolamento vertical defendido por Bolsonaro é visto com ceticismo?». Uol. 30 de março de 2020 
  37. Luis Barrucho (2 de maio de 2020). «Pandemia de coronavírus evidencia 'velhofobia' no Brasil, diz antropóloga». BBC News Brasil. BBC. Consultado em 10 de maio de 2020. Cópia arquivada em 10 de maio de 2020 
  38. Delatorre, Edson; Mir, Daiana; Gräf, Tiago; Bello, Gonzalo; Delatorre, Edson; Mir, Daiana; Gräf, Tiago; Bello, Gonzalo. «Tracking the onset date of the community spread of SARS-CoV-2 in western countries». Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. ISSN 0074-0276. doi:10.1590/0074-02760200183. Consultado em 5 de setembro de 2020 
  39. Redação (17 de maio de 2020). «Entidades acusam governo de "omissão deliberada" no controle da covid-19». Congresso em Foco. Uol. Consultado em 18 de maio de 2020. Cópia arquivada em 18 de maio de 2020. Além dos sindicatos mencionados no início deste texto, assinam a nota o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a Oxfam Brasil, a Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC), o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a Anistia Internacional Brasil, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo, a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo e o Conselho Indigenista Missionário 
  40. Redação (2 de julho de 2020). «Municípios criticam União por falta de alinhamento em ações contra a covid». Congresso em Foco. UOL. Consultado em 3 de julho de 2020. Cópia arquivada em 3 de julho de 2020 
  41. «Quem são as brasileiras que sequenciaram o genoma do novo coronavírus». G1. Globo.com 
  42. Renato Mota (1 de abril de 2020). «Fiocruz conclui sequenciamento do coronavírus na região Norte». Olhar Digital. Consultado em 2 de abril de 2020 
  43. a b «Sequenciamento no AM revela linhagem diferente de coronavírus achado em SP» 
  44. «Estudo de genoma da Fiocruz mostra nove mutações do covid-19». Metro Jornal. 1 de abril de 2020. Consultado em 2 de abril de 2020 
  45. «São Paulo tem três novos casos confirmados de coronavírus» 
  46. «Secretaria de Estado de Saúde confirma o segundo caso do novo coronavírus no RJ». 7 de março de 2020. Consultado em 7 de março de 2020 
  47. «Brasil confirma 19 casos do novo coronavírus» 
  48. «OMS declara pandemia de coronavírus». G1. Globo.com. 11 de março de 2020. Consultado em 11 de março de 2020 
  49. «Brasil já tem mais de 100 casos confirmados do novo coronavírus». 12 de março de 2020. Consultado em 12 de março de 2020 
  50. «SP registra a primeira morte pelo novo coronavírus no Brasil». G1. Globo.com. 17 de março de 2020. Consultado em 11 de março de 2020 
  51. «SP registra mais duas mortes por coronavírus; total vai a 3». G1. 18 de março de 2020. Consultado em 18 de março de 2020 
  52. «Em entrevista sobre coronavírus, Bolsonaro diz que governo ganha 'de goleada' e pede elogios». G1. Globo.com. 18 de março de 2020. Consultado em 18 de março de 2020 
  53. «Senado inicia primeira sessão virtual da história para votar decreto de calamidade pública». G1. Globo.com. 20 de março de 2020. Consultado em 30 de março de 2020 
  54. Roger Pereira. «"Governo de Roraima confirma dois primeiros casos e todos os estados do Brasil têm coronavírus». Gazeta do Povo. Consultado em 21 de março de 2020 
  55. «Homem de 23 anos do RN é o mais jovem a morrer pelo coronavírus no Brasil». G1. Globo. 31 de março de 2020. Consultado em 1 de abril de 2020 
  56. Valdir Almeida (8 de abril de 2020). «Bebê de 3 meses morre pelo novo coronavírus no Ceará». G1. Globo. Consultado em 8 de abril de 2020 
  57. Célia Costa (9 de abril de 2020). «Covid-19 já matou em 1 mês e meio mais do que dengue, H1N1 e sarampo em todo 2019». O Globo. Globo. Consultado em 9 de abril de 2020 
  58. «Coronavírus: Brasil ultrapassa a marca de 1.000 mortos». VEJA. Abril. Consultado em 10 de abril de 2020 
  59. «Brasil tem mais de mil mortes por coronavírus e quase 20 mil casos confirmados». Clicrbs. Consultado em 10 de abril de 2020 
  60. «Covid-19: número real de infectados no Brasil pode ser até 15 vezes maior». Consultado em 15 de abril de 2020 
  61. «Brasil pode ter 11 vezes mais casos de coronavírus do que o registrado, diz estudo». Jovem Pan. Consultado em 15 de abril de 2020 
  62. «Servidora da saúde de Palmas é a primeira morte por Covid-19 no Tocantins». G1. 15 de abril de 2020. Consultado em 15 de abril de 2020 
  63. «Brasil supera a Itália em mortos pelo coronavírus e só vê sinais de estabilização da doença em 3 Estados». El Pais. 4 de junho de 2020. Consultado em 10 de junho de 2020 
  64. «Brasil passa Reino Unido e se torna 2º país do mundo em total de mortos». IstoÉ. 12 de junho de 2020. Consultado em 19 de junho de 2020 
  65. «Brasil passa de 50 mil mortes por coronavírus, mostra consórcio de veículos de imprensa». G1. Globo. 20 de junho de 2020. Consultado em 21 de junho de 2020 
  66. «Brasil supera 100 mil mortes por Covid-19, segundo consórcio de veículos de imprensa». G1. Globo. 8 de agosto de 2020. Consultado em 14 de janeiro de 2021 
  67. BandnewsFM (7 de janeiro de 2020). «Brasil supera a marca de 200 mil mortes por Covid-19». Band. Uol. Consultado em 14 de janeiro de 2020 
  68. «Coronavírus hoje: Média de mortes no Brasil bate recorde pelo 10º dia seguido e, nos EUA, vacinados poderão se reunir em pequenos grupos». Valor Investe. Consultado em 9 de março de 2021 
  69. «Covid-19: Brasil bate recorde com quase 2 mil mortes em 24 horas». Agência Brasil. 10 de março de 2021. Consultado em 13 de março de 2021 
  70. «Brasil registra pela 1ª vez mais de 3 mil mortes por Covid em um dia». G1. Consultado em 25 de março de 2021 
  71. «Brasil atinge marca de 300 mil mortos por COVID um dia após recorde de mais de 3 mil vidas perdidas em 24 horas». G1. Grupo Globo. Consultado em 25 de março de 2021 
  72. «Brasil registra mais de 50 mil casos confirmados do novo coronavírus». EBC 
  73. Ana Letícia Leão. «São Paulo registra recorde de mortes por coronavírus: 224 óbitos em 24 horas». O Globo. Globo 
  74. «Bairros com maior número de mortes por coronavírus em SP concentram favelas e conjuntos habitacionais». G1. Globo. 4 de maio de 2020. Consultado em 16 de maio de 2020 
  75. «Amazonas confirma novos casos e número de indígenas com coronavírus chega a três». Globo. 7 de abril de 2020. Consultado em 7 de abril de 2020 
  76. Mia Alberti. «A remote Amazon tribe just recorded its first coronavirus death» (em inglês). CNN. Consultado em 11 de abril de 2020 
  77. a b c «Com avanço da Covid-19 na Amazônia, indígenas são levados de avião para UTIs». G1. 19 de maio de 2020. Consultado em 19 de maio de 2020 
  78. «28 de Agosto vai ser transformado em complexo hospitalar e maternidade». Governo do Estado do Amazonas. 8 de julho de 2008. Consultado em 28 de abril de 2020 
  79. «Média diária de enterros triplica em Manaus, e prefeitura abre valas comuns em cemitérios públicos». Jornal Nacional. 21 de abril de 2020. Consultado em 28 de abril de 2020 
  80. «Saiba por que Manaus entrou em rápido colapso com os casos de Covid-19». Correio Braziliense. 23 de abril de 2020. Consultado em 28 de abril de 2020 
  81. «Com colapso na saúde, Amazonas tem o triplo de mortes da média do país». 22 de abril de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  82. «Falta de oxigênio mata ao menos 24 pacientes em cidades do interior do Amazonas e do Pará - Saúde». Estadão. Consultado em 22 de janeiro de 2021 
  83. «Carregamento com mais de 100 mil m³ de oxigênio da Venezuela deve chegar ao Amazonas nesta segunda-feira, diz governo». G1. Consultado em 22 de janeiro de 2021 
  84. «MP vai investigar mortes por falta de oxigênio no Amazonas». Agência Brasil. 18 de janeiro de 2021. Consultado em 22 de janeiro de 2021 
  85. «Governador do Pará oferece 30 leitos para pacientes do Amazonas com Covid-19». G1. Consultado em 22 de janeiro de 2021 
  86. Luis Barrucho (15 de janeiro de 2021). «'Manaus virou capital mundial da covid-19 e lockdown é única alternativa', diz pesquisador». BBC. Consultado em 23 de janeiro de 2021 
  87. «Amazonas registra mais de 5 mil novos casos de Covid-19 e bate recorde diário». G1. Globo 
  88. «Com explosão de casos mais graves, Porto Velho anuncia colapso na saúde». noticias.uol.com.br. Consultado em 25 de janeiro de 2021 
  89. Minas, Estado de; Minas, Estado de (18 de fevereiro de 2021). «Chapecó reforçou 'tratamento precoce' um mês antes do colapso». Estado de Minas. Consultado em 25 de fevereiro de 2021 
  90. «Secretário da Saúde de SC diz em Chapecó que prioridade é abrir leitos e melhorar processos». ndmais.com.br. 15 de fevereiro de 2021. Consultado em 25 de fevereiro de 2021 
  91. «Colapso no Oeste: Chapecó recebe médicos enviados pelo Ministério da Saúde». www.nsctotal.com.br. Consultado em 25 de fevereiro de 2021 
  92. [1]
  93. [2]
  94. «Bragança anuncia toque de recolher e entra em lockdown». Diário Online - DOL. 12 de maio de 2020. Consultado em 13 de maio de 2020 
  95. «Maior cidade do interior do Rio decreta "lockdown" de uma semana». Valor Econômico. 16 de maio de 2020. Consultado em 20 de maio de 2020 
  96. Filipe Vidon (9 de maio de 2020). «Primeiro lockdown do país, Noronho está próxima de zerar casos de coronavírus». Época. Consultado em 9 de maio de 2020 
  97. «Governo do AP decreta lockdown em todo o estado; Macapá terá rodízio de veículos». G1. Globo. 15 de maio de 2020. Consultado em 22 de maio de 2020 
  98. «Ministério da Saúde confirma primeiro caso de coronavírus no Brasil». G1. Consultado em 15 de maio de 2020 
  99. «Ministério da Saúde adota novo fluxo de consolidação de casos de coronavírus». Ministério da Saúde. 29 de fevereiro de 2020. Consultado em 15 de março de 2020 
  100. «Coronavírus Brasil». Ministério da Saúde. Consultado em 18 de maio de 2021 
  101. Brasil.IO (18 de maio de 2021). «COVID-19 - Datasets - Brasil.IO». Consultado em 18 de maio de 2021 
  102. a b de Castro, Fabrício (30 de março de 2020). «Pela primeira vez, boletim Focus, do BC, prevê retração no PIB deste ano». Estadão. Consultado em 29 de abril de 2020 
  103. «Mercado estima queda de 3,34% do PIB brasileiro em 2020 com coronavírus». Exame. 27 de abril de 2020. Consultado em 29 de abril de 2020 
  104. «Governo estima em 150 mil número de desempregados em razão da pandemia». Agência Brasil. 28 de abril de 2020 
  105. Laís Lis (14 de abril de 2020). «Crise do coronavírus elevará dívida bruta do Brasil a 85% do PIB em 2020, diz secretário do Tesouro». G1. Globo. Consultado em 13 de maio de 2020 
  106. Ana Conceição (29 de abril de 2020). «Brasil está entre os que levarão mais tempo para se recuperar, diz consultoria». Valor Econômico. Consultado em 17 de Maio de 2020 
  107. «Máscaras caseiras podem ajudar na prevenção contra o Coronavírus». Ministério da Saúde. 2 de abril de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  108. «Com coronavírus no Brasil, máscaras ficam mais caras e escassas». Exame. 26 de fevereiro de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  109. Gilberto Costa (4 de maio de 2020). «Produção de máscaras cria alternativa para negócios». Agência Brasil. Consultado em 6 de maio de 2020 
  110. «Hospital Sírio-Libanês afasta 104 funcionários com coronavírus». Globo. 30 de março de 2020. Consultado em 30 de março de 2020 
  111. «Einstein afastou 348 profissionais e tem 13 internados por coronavírus». GAUCHAZH. 30 de março de 2020. Consultado em 30 de março de 2020 
  112. a b «Brasil poderá apresentar até 365 mil casos de Covid-19 entre profissionais da Saúde, constata CNS em parecer técnico». Conselho Nacional de Saúde. 9 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  113. a b c d e f g h i «Profissionais infectados com Covid-19 informado pelos Enfermeiros Responsáveis Técnicos/Coordenadores». Observatório da Enfermagem - COFEN. 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  114. «Cofen registra 10 mil casos suspeitos de COVID-19 entre profissionais de Enfermagem». Cofen – Conselho Federal de Enfermagem. 6 de maio de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  115. a b «Ao menos 76 profissionais de enfermagem morreram em decorrência da Covid-19 no Brasil, segundo conselho da categoria». Bem Estar. 6 de maio de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  116. «Brasil tem mais mortes de enfermeiros por covid-19 do que Espanha e Itália juntas». Congresso em Foco. 6 de maio de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  117. Caroline Borges (6 de maio de 2020). «Coronavírus: 661 profissionais de enfermagem são afastados em Santa Catarina». ND Mais. Consultado em 6 de maio de 2020 
  118. «São Paulo tem mais de 3 mil profissionais da saúde afastados por causa do coronavírus». G1. 13 de abril de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  119. Marcela Lemos (22 de abril de 2020). «RJ tem quase 2.000 profissionais de saúde da rede pública afastados». UOL. Consultado em 6 de maio de 2020 
  120. «Cerca de 2 mil profissionais de saúde são afastados devido ao coronavírus nas 18 maiores cidades do RS». Gaúcha ZH. 23 de abril de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  121. «Número de profissionais de saúde com covid-19 no ES sobe para 729». Folha Vitória. 28 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  122. «Amazonas tem 376 profissionais de saúde afastados por Covid-19». O Globo. 18 de abril de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  123. Thalys Alcântara (5 de maio de 2020). «Hospitais estaduais de Goiás têm 264 afastados por Covid-19». O Popular. Consultado em 7 de maio de 2020 
  124. «Hospitais de Belém enfrentam afastamento de profissionais infectados pelo coronavírus». Jornal Nacional. 22 de abril de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  125. Wesley Bischoff (24 de abril de 2020). «Paraná tem 63 funcionários de hospitais geridos pelo estado afastados por causa da Covid-19». G1 Paraná. Consultado em 6 de maio de 2020 
  126. Rafaelle Fróes (13 de abril de 2020). «Mais de 60 profissionais da saúde testaram positivo para Covid-19 no Maranhão, diz SES». G1 Paraná. Consultado em 6 de maio de 2020 
  127. «Pernambuco contabiliza 868 profissionais da saúde com novo coronavírus». Folha de Pernambuco. 18 de abril de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  128. «Mais de 2 mil profissionais de saúde de Pernambuco foram infectados pela Covid-19». Folha de Pernambuco. 2 de maio de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  129. Jonas Valente (14 de maio de 2020). «No Brasil, 31.790 profissionais de saúde contraíram covid-19». Agência Brasil. EBC. Consultado em 15 de maio de 2020 
  130. a b «Presidente do CFM ressalta, em entrevistas à imprensa, necessidade de se garantir EPIs para médicos e demais profissionais de saúde». Conselho Federal de Medicina. 21 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  131. «Coronavírus: cuidado com profissionais que atuam no SUS e no SUAS». Conselho Federal de Psicologia. 19 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  132. «CFP publica Nota de orientação a psicólogas(os) que atuam em Sistema Socioeducativo». Conselho Federal de Psicologia. 13 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  133. «CFP e CRPs apresentam orientações sobre a Portaria nº 639/2020». Matéria da CNN reforça necessidade de fisioterapeutas 24 horas nas UTIs. 7 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  134. «COVID-19: Papel do Fisioterapeuta em diferentes cenários de atuação». Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. 27 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  135. «Palavra do Presidente- CORONAVIRUS/COVID-19: Fisioterapeutas salvando vidas». Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. 26 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  136. «Covid-19: CNS recomenda transparência na divulgação de dados da saúde do trabalhador e da trabalhadora». Conselho Nacional de Saúde. 5 de maio de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  137. «CFP e CRPs apresentam orientações sobre a Portaria nº 639/2020». Conselho Federal de Psicologia. 4 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  138. a b c d e «O impacto do coronavírus na cultura. E o papel dos governos». Nexo. 21 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  139. a b c d e f «Qual é o impacto da pandemia do coronavírus na criação artística?». Exame. 15 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  140. «Lollapalooza Brasil é adiado para dezembro de 2020 por causa do coronavírus». G1. 13 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  141. «Virada Cultural de São Paulo é adiada para setembro». UOL. 17 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  142. «Festival de Curitiba é adiado para setembro após casos de coronavírus no Paraná». G1. 12 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  143. «Flip 2020 é adiada para novembro por causa do coronavírus». G1. 23 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  144. «Oktoberfest 2020 de Blumenau não será na data prevista, diz Secretaria de Turismo». G1. 30 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  145. «Coronavírus: Prefeitura de Ponta Grossa cancela München Fest e vários eventos marcados para 2020». G1. 18 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  146. «Festival será adiado, afirma Israel Paulain». Folha de Parintins. 17 de abril de 2020. Consultado em 22 de maio de 2020 
  147. «Círio de Nazaré, em Belém, não terá procissão com imagem por causa da pandemia de Covid-19, diz diretoria». G1. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  148. «Com coronavírus, setor de eventos congela e pode ter pior ano em 2 décadas». UOL. 6 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  149. «Novo coronavírus: veja os eventos cancelados no Brasil». Forbes. 13 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  150. «Coronavírus: veja lista de shows, festivais e estreias de filmes cancelados por causa da pandemia». G1. 13 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  151. Padiglione, Cristina (12 de março de 2020). «Em razao do coronavirus, Domingao do Faustao vai ao ar sem plateia pela 1ª vez em 31 anos». Folha de S.Paulo. Consultado em 13 de março de 2020 
  152. Oliveira, Fernando (13 de março de 2020). «Com medo do coronavirus, Raul Gil cancela gravaÇao e se isola em sitio». UOL. Consultado em 13 de março de 2020 
  153. «Globo vai ampliar programação de jornalismo e exibir 'Fina estampa' no lugar de 'Amor de mãe'» 
  154. Principais jornais do país unificam capas: 'Juntos vamos derrotar o vírus'
  155. Jornais unificam capas contra o coronavírus
  156. «Coronavírus: Ibaneis suspende aulas e eventos no DF por mais 15 dias». Correio Brasiliense. 14 de março de 2020. Consultado em 17 de março de 2020 
  157. «Suspensão de aulas por coronavírus atinge três estados: São Paulo, Tocantins e Rio, além do DF». O Globo. 14 março de 2020. Consultado em 17 março de 2020 
  158. «Faculdades particulares de Belém suspendem aulas e eventos em alerta ao novo coronavírus». G1. 16 março de 2020. Consultado em 17 março de 2020 
  159. «UFPA emite nota sobre suspensão de atividades acadêmicas e administrativas presenciais». UFPA. 17 março de 2020. Consultado em 17 março de 2020 
  160. «Antecipação de férias escolares: como fica o ano letivo depois da medida?». Revista Crescer. 26 março de 2020. Consultado em 3 de maio de 2020 
  161. «UnB suspende semestre letivo por causa da pandemia de coronavírus». UOL. 23 março de 2020. Consultado em 3 de maio de 2020 
  162. «Coronavírus: MEC autoriza aulas a distância em universidades públicas e privadas». Quero Bolsa. 18 março de 2020. Consultado em 3 de maio de 2020 
  163. «Bolsonaro suspende obrigatoriedade de dias mínimos do ano letivo, mas mantém carga horária em meio à pandemia do coronavírus». G1. 1 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  164. «MEC abre cadastro para estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuarem no combate ao coronavírus». G1. 3 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  165. «MEC autoriza formatura antecipada de estudantes de Medicina, Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia». Ministério da Educação. 6 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  166. Verdélio, Andreia (6 de abril de 2020). «MEC autoriza antecipar formatura de alunos da área de saúde». Agência Brasil. Consultado em 7 de maio de 2020 
  167. «MEC autoriza antecipar formatura em medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia devido à pandemia do coronavírus». G1. 6 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  168. «MEC flexibiliza antecipação de formatura em áreas da saúde e exclui atuação 'exclusivamente' no combate à pandemia». G1. 13 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  169. «COVID-19: CFM é contra a antecipação de formatura para estudante que concluiu 75% do internato». Conselho Federal de Medicina. 15 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  170. a b c d «Universidades federais conduzem mais de 800 pesquisas para mapear coronavírus e encontrar uma vacina, diz associação». G1. 11 de maio de 2020. Consultado em 11 de maio de 2020 
  171. «Parcelas de pagamento do Fies estão suspensas por causa de pandemia do coronavírus». G1. 15 de maio de 2020. Consultado em 16 de maio de 2020 
  172. «Por coronavírus, Senado aprova adiamento do Enem e de vestibulares». UOL. 19 de maio de 2020. Consultado em 19 de maio de 2020 
  173. Bermúdez, Ana Carla (20 de maio de 2020). «MEC decide adiar ENEM por 30 a 60 dias». Uol. Consultado em 20 de maio de 2020 
  174. «Sem internet, estudantes de favelas não conseguem se preparar para o Enem». educacao.uol.com.br. Consultado em 20 de maio de 2020 
  175. «Coronavírus faz educação a distância esbarrar no desafio do acesso à internet e da inexperiência dos alunos». G1. Consultado em 20 de maio de 2020 
  176. «MEC adia prazo de inscrição do Enem para 23h59 de quarta-feira, 27 de maio». G1. Consultado em 22 de maio de 2020 
  177. «Inep abre enquete do Enem 2020 para candidatos escolherem data da prova; estudantes relatam problemas para votar». G1. Consultado em 21 de junho de 2020 
  178. «Maioria em enquete quer Enem em maio; Inep espera definir data este mês». UOL. Consultado em 1 de julho de 2020 
  179. «Provas do Enem 2020 serão em janeiro e fevereiro de 2021». G1. Consultado em 8 de julho de 2020 
  180. Ventura, Iolanda (25 de junho de 2020). «Aulas presenciais em escolas particulares de Manaus voltam dia 6 de julho, confirma sindicato». AMAZONAS ATUAL. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  181. «'Ano letivo deste ano deverá terminar em 2021', diz secretário de Educação sobre aulas no interior do Amazonas». G1. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  182. «Decreto do governo do Pará autoriza volta às aulas presenciais no estado a partir de 1º de setembro». G1. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  183. Hora 1 | Aulas presenciais na rede municipal recomeçaram nesta segunda-feira em Belém, PA | Globoplay, consultado em 15 de setembro de 2020 
  184. Hora 1 | Apesar da autorização da prefeitura, apenas 2 escolas retomaram aulas presenciais em Natal | Globoplay, consultado em 15 de setembro de 2020 
  185. «Após autorização da prefeitura, escolas particulares voltam a receber alunos para aulas extracurriculares em Curitiba». G1. Consultado em 15 de setembro de 2020 
  186. «Primeiro dia de volta às aulas presenciais na rede estadual do RJ tem adesão de 5% dos alunos, diz secretaria». G1. Consultado em 26 de outubro de 2020 
  187. «Volta às aulas em SP: entenda a reabertura de escolas públicas e particulares - Educação». Estadão. Consultado em 26 de outubro de 2020 
  188. Daniel Mello. «Favelas se organizam para conter coronavírus em comunidades de SP». Agência Brasil. EBC. Consultado em 16 de maio de 2020 
  189. «Em meio à pandemia, fome ameaça maior favela de São Paulo». DW. Consultado em 16 de maio de 2020 
  190. «Depois de Oi TV e Claro, SKY anuncia sinal aberto de 74 canais». Minha Operadora. Consultado em 3 de maio de 2020 
  191. «Justiça proíbe cortes em serviços de telecomunicações, gás e água». Exame. Abril. Consultado em 3 de maio de 2020 
  192. ABRINT: GRANDES E PEQUENAS OPERADORAS PERDEM SEM CORTE DE SERVIÇOS
  193. Justiça cassa liminar e permite corte de Internet e telefone em caso de conta não paga
  194. «Oi, Vivo e Claro flexibilizam condições de pagamento das faturas». Correio Braziliense. Consultado em 3 de maio de 2020 
  195. «Aneel suspende corte de energia por inadimplência por 90 dias». Agência Brasil. EBC. Consultado em 3 de maio de 2020 
  196. Doria suspende cobrança e corte de água para população pobre de SP
  197. Contas de água, luz e gás: saiba quais as mudanças no RJ durante a pandemia do coronavírus
  198. «Corte de energia por falta de pagamento da conta volta a ser permitido». G1. Consultado em 4 de agosto de 2020 
  199. «CBF suspende competições nacionais a partir de segunda por conta de pandemia do coronavírus». Globo Esporte. Globo. 15 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  200. «CBF suspende todos os campeonatos nacionais por tempo indeterminado». Agência Brasil. EBC. 15 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  201. «Competições esportivas são suspensas em decorrência do coronavírus». Governo do Brasil. 16 de março de 2020 
  202. Redação Rádio Piratininga (10 de julho de 2020). «CBF anuncia novo calendário do futebol brasileiro; Série A volta em agosto». Rádio Piratininga. Consultado em 10 de agosto de 2020 
  203. Luís Fellipe Borges (26 de julho de 2020). «CBF divulga protocolo para retorno das competições nacionais». Surto Olímpico. Consultado em 10 de agosto de 2020 
  204. Assessoria CBF (15 de julho de 2020). «CBF anuncia novas medidas de apoio aos clubes, Cuiabá volta a receber ajuda». PNB Online. Consultado em 10 de agosto de 2020 
  205. Redação GE (8 de agosto de 2020). «Athletico-PR aproveita chances e vence o Fortaleza fora de casa na abertura do Brasileirão». GloboEsporte.com. Consultado em 10 de agosto de 2020 
  206. Redação GE (9 de agosto de 2020). «CBF adia Goiás x São Paulo». GloboEsporte.com. Consultado em 10 de agosto de 2020 
  207. a b c d e f g h i j «Lives religiosas batem recorde na pandemia com ajuda de padres cantores; veja como assistir». Exame. 8 de maio de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  208. a b c d «De cultos online a 'não leia notícias sobre pandemia': como as religiões estão lidando com o coronavírus no Brasil». UOL. 17 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  209. «Cresce audiência de emissoras de rádio e TV de inspiração católica por causa da pandemia». Rede Católica de Rádio. 8 de abril de 2020. Consultado em 22 de junho de 2020 
  210. «Missa católica na TV tem recorde de audiência e perde apenas pra Globo e SBT». Diário do Rio. 30 de março de 2020. Consultado em 22 de junho de 2020 
  211. «Religiosos se adaptam e levam igreja para celular: "tem de se reinventar"». UOL. 7 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  212. «Pandemia do coronavírus afeta religiões de matriz africana e indígena no Recife». Brasil de Fato. 8 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  213. «Com templos vazios, isolamento convida religiões à reflexão e testa fé». Folha de Pernambuco. 10 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  214. a b «Como as principais religiões estão respondendo ao coronavírus?». Dom Total. 27 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  215. «Bolsonaro inclui atividade religiosa como serviço essencial em meio ao coronavírus». Gaúcha ZH. 26 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  216. «Semana Santa sem encenações da 'Paixão de Cristo' por causa do coronavírus». Folha de Pernambuco. 9 de abril de 2020. Consultado em 19 de maio de 2020 
  217. «Pandemia do coronavírus impõe novas formas de celebrar o Dia das Mães». Estado de Minas. 3 de maio de 2020. Consultado em 19 de maio de 2020 
  218. «Com coronavírus, centrais sindicais farão celebração do Dia do Trabalho pela internet». Folha de S.Paulo. 22 de abril de 2020. Consultado em 19 de maio de 2020 
  219. «Câmara de SP aprova antecipação de feriados municipais para aumentar isolamento social». G1. Consultado em 19 de maio de 2020 
  220. «Alesp aprova antecipação do feriado de 9 de julho para próxima segunda-feira (25) em SP». G1. Consultado em 24 de maio de 2020 
  221. «AL-BA aprova antecipação dos feriados do São João e Dois de Julho». Bahia Notícias. Consultado em 26 de maio de 2020 
  222. «Aprovada antecipação de feriados em Fortaleza para amanhã e depois de amanhã». OPovo. Consultado em 26 de maio de 2020 
  223. «Mudança do feriado municipal de São Pedro é aprovada na Câmara de Vereadores de Caruaru». G1. Consultado em 26 de maio de 2020 
  224. «Prefeitura de SP cancela festa de Réveillon na Paulista devido à Pandemia do novo coronavírus». G1. Consultado em 17 de julho de 2020 
  225. «'Não temos que celebrar nem Ano Novo, nem carnaval diante de uma pandemia', diz Doria sobre megaeventos». G1. Consultado em 18 de julho de 2020 
  226. «Carnaval 2021 pode ser adiando para junho em SP, Rio e Salvador». Catraca Livre. 15 de julho de 2020. Consultado em 18 de julho de 2020 
  227. «Carnaval 2021: Liga de SP quer desfiles das escolas de samba em maio ou julho». G1. Consultado em 18 de julho de 2020 
  228. «Prefeitura de SP adia carnaval 2021 devido ao coronavírus». G1. Consultado em 25 de julho de 2020 
  229. «Festa de réveillon do Rio é cancelada por causa da pandemia de Covid-19, anuncia prefeitura». G1. Consultado em 25 de julho de 2020 
  230. «Réveillon do Rio: Prefeitura decide fazer festa sem fogos, com live e jogos de luz». O Globo. 6 de agosto de 2020. Consultado em 24 de agosto de 2020 
  231. «Salvador terá réveillon sem público e com transmissão pela TV e internet, diz colunista - iBahia». www.ibahia.com. Consultado em 24 de agosto de 2020 
  232. «Réveillon virtual em Niterói». Plantão Enfoco. 17 de agosto de 2020. Consultado em 24 de agosto de 2020 
  233. «Rio cancela a festa oficial do réveillon 2021». G1. Consultado em 16 de dezembro de 2020 
  234. «Governo do Ceará proíbe festas até o início de 2021 por causa da escalada da pandemia». G1. Consultado em 16 de dezembro de 2020 
  235. «Covid-19: Ibaneis cancela festas públicas do réveillon deste ano e carnaval de 2021». G1. Consultado em 16 de dezembro de 2020 
  236. «Prefeitura cancela Natal em Natal, réveillon na praia e Carnaval 2021 e proíbe eventos com mais de 50 pessoas». G1. Consultado em 16 de dezembro de 2020 
  237. «Goiana cancela festas de Fim de Ano e carnaval de 2021 por causa do novo coronavírus». G1. Consultado em 16 de dezembro de 2020 
  238. «Belém terá casas noturnas e bares fechados no fim de ano; shoppings podem fazer virada no Natal». G1. Consultado em 16 de dezembro de 2020 
  239. «Liesa decide adiar desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro em 2021». G1. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  240. «Após adiar carnaval em 2021, Prefeitura de SP anuncia cancelamento da festa neste ano». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2021 
  241. «Veja o que abre e o que fecha em São Paulo e no Rio de Janeiro no Carnaval». CNN Brasil. Consultado em 13 de fevereiro de 2021 
  242. «Carnaval: A decisão de cada estado sobre festas e ponto facultativo». noticias.uol.com.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2021 
  243. «Olhar Olímpico - São Silvestre é adiada para julho do ano que vem». www.uol.com.br. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  244. «Alerj aprova criação de "superferiado" no RJ e mantém autonomia de cidades». noticias.uol.com.br. Consultado em 24 de março de 2021 
  245. Econômico, Brasil (18 de março de 2021). «Prefeitura de São Paulo antecipa cinco feriados na capital; veja quais». Economia. Consultado em 24 de março de 2021 
  246. «Cidades antecipam feriados para tentar conter pandemia». Agência Brasil. 22 de março de 2021. Consultado em 24 de março de 2021 
  247. a b c «Senado Federal aprova PEC que adia Eleições Municipais para 15 de novembro». www.tse.jus.br. Consultado em 1 de julho de 2020 
  248. «Câmara aprova PEC que adia para novembro eleições deste ano». G1. Consultado em 1 de julho de 2020 
  249. «Pesquisadores brasileiros desenvolvem 'novo coronavírus' em laboratório; material vai ajudar no diagnóstico da doença». Bem Estar. 6 de março de 2020 
  250. «Anvisa aprova oito testes rápidos para Covid-19». Agência Brasil. EBC. Consultado em 21 de março de 2020 
  251. [Covid-19: cooperação entre Fiocruz e OMS no Brasil mobiliza 12 estados e promete acelerar definição de tratamento Covid-19: cooperação entre Fiocruz e OMS no Brasil mobiliza 12 estados e promete acelerar definição de tratamento - Jornal O Globo (27/03/2020)]
  252. Fiocruz desenvolve kit de teste rápido para diagnóstico do novo coronavirus (04/03/2020)
  253. «Fiocruz comandará estudo clínico sobre covid-19 em novo centro Estudo é parte de ação da Organização Mundial da Saúde sobre covid-19». Agência Brasil. EBC. 27 de março de 2020 
  254. «Fiocruz irá coordenar pesquisas de tratamentos contra novo coronavírus no Brasil». Estadão. 27 de março de 2020 
  255. «Fiocruz dá treinamento para diagnóstico do novo coronavírus». Agência Fiocruz de Notícias. 11 de março de 2020. Consultado em 26 de março de 2020 
  256. Fiocruz - Coronavirus
  257. «Fiocruz dá treinamento para diagnóstico do novo coronavirus». Fiocruz 
  258. Fiocruz capacita países para diagnóstico do novo coronavirus
  259. Profissionais de 9 Estados do Brasil recebem treinamento para diagnóstico laboratorial do novo coronavirus
  260. Fiocruz capacita países da América Latina para diagnóstico laboratorial do novo coronavirus
  261. «Fiocruz e OPAS/OMS promovem capacitação para diagnóstico do novo coronavirus». Fiocruz 
  262. «Brasil capacita nove países para diagnóstico do novo coronavírus». Ministério da Saúde 
  263. A Universidade de São Paulo - USP cria rede colaborativa de laboratórios para diagnosticar coronavírus Uol. Consultado em 26 de março de 2020.
  264. «A UNB faz chamada DPI/DEX para combate a COVID-19». UNB 
  265. «A Universidade de Brasília - UnB fecha parceria com governo do DF e fará até 700 testes de coronavírus por dia». Folha de S.Paulo. Uol. Consultado em 26 de março de 2020 
  266. «UFRJ Cartilha Coronavirus» (PDF). UFRJ 
  267. Boletim técnico da UFRJ sobre COVID-19 doença causada pelo novo coronavirus
  268. A Coppe/UFRJ desenvolve novo teste para detectar coronavirus - Valor Econômico (23/03/2020)
  269. Coronavirus: UFRJ desenvolve novo teste para detectar COVID-19
  270. «A UFMG e UFRJ sequenciam genoma de coronavírus em pacientes de 5 estados». Estado de Minas Gerais. 25 de maio de 2020 
  271. UFF - Coronavirus
  272. UFF reúne especialistas da universidade para atuar no controle e prevenção do coronavírus
  273. Fellet - @joaofellet, João (3 de abril de 2020). «De engenheiros a estatísticos, Unicamp mobiliza batalhão de cientistas contra o coronavírus». BBC News Brasil 
  274. «Unicamp elabora teste para detecção do coronavírus: 'Alternativa aos laboratórios de referência'» 
  275. «Unicamp participa de estudo da OMS que avaliará o uso de fármacos contra a Covid-19» 
  276. «Pesquisadores do país criam tecnologias para substituir insumos importados contra Covid-19». Jornal Nacional. 8 de abril de 2020. Consultado em 12 de abril de 2020 
  277. «Estudo da Unesp aponta cidades no interior de SP com maior risco de difusão da Covid-19». G1. Globo. 8 de abril de 2020. Consultado em 12 de abril de 2020 
  278. «13 cidades paulistas são polos de maior risco de difusão de coronavírus». Folha de S.Paulo. Uol. 7 de abril de 2020. Consultado em 12 de abril de 2020 
  279. «Corredores rodoviários transportam vírus e aceleram transmissão no interior paulista - Saúde». Estadão. Consultado em 12 de abril de 2020 
  280. «Coronavírus: Unesp de Araraquara começa realizar testes para diagnóstico de Covid-19». G1. Globo. Consultado em 12 de abril de 2020 
  281. «Unesp mobiliza dezenas de pesquisadores contra a COVID-19». Governo do Estado de São Paulo. 28 de março de 2020. Consultado em 12 de abril de 2020 
  282. Guilherme Mazui (10 de fevereiro de 2020). «Bolsonaro assina MP e destina R$ 11,2 milhões para combate ao coronavírus». G1. Globo.com. Consultado em 11 de fevereiro de 2020 
  283. «Coronavírus: Bolsonaro diz na TV que não há razão para pânico ainda que problema se agrave». G1. 6 de março de 2020 
  284. «Cidades registram panelaços contra Bolsonaro durante e depois de pronunciamento». G1. 18 de março de 2020. Consultado em 22 de março de 2020 
  285. Larissa Ricci (21 de março de 2020). «Bolsonaro é alvo de mais um panelaço neste sábado; veja vídeos». Estado de Minas. Consultado em 22 de março de 2020 
  286. Talita Bedinelli (19 de março de 2020). «Gestão de Bolsonaro do coronavírus é reprovada por 64%, e 45% se dizem a favor de impeachment». El País. Consultado em 22 de março de 2020 
  287. «Em pronunciamento, Bolsonaro critica fechamento de escolas, ataca governadores e culpa mídia». 24 de março de 2020 
  288. «Pronunciamento de Bolsonaro é repudiado nas redes sociais, aponta levantamento da FGV» 
  289. «Pronunciamento de Bolsonaro repercute na imprensa internacional» 
  290. «Um dia após pronunciamento, Bolsonaro repete ataques a governadores e críticas ao isolamento» 
  291. «Ao menos 25 dos 27 governadores manterão restrições contra coronavírus mesmo após Bolsonaro pedir fim de isolamento» 
  292. «Carreatas contra isolamento social em SP, Rio e Brasília têm críticas a Maia e apoio a Bolsonaro» 
  293. «Justiça não aceita relatório e dá 48 horas para Bolsonaro entregar exames» 
  294. «TRF-3 nega recurso de Bolsonaro contra divulgação de exame». 2 de maio de 2020 
  295. Bolsonaro diz não admitir interferência e que Forças Armadas estão com povo
  296. «Auxílio emergencial é publicado e governo abre crédito de R$ 98 bi». 3 de abril de 2020 
  297. «Bolsonaro decide demitir Mandetta ainda nesta segunda-feira». 6 de abril de 2020 
  298. «Bolsonaro ameaça, mas desiste de demitir Mandetta hoje» 
  299. «Nelson Teich toma posse como Ministro da Saúde». Ministério da Saúde. 17 de abril de 2020 
  300. Afonso Benites (16 de abril de 2020). «Mandetta é demitido por Bolsonaro». El País. Consultado em 9 de maio de 2020 
  301. ASCOM (19 de fevereiro de 2020). «Brasil apresenta ações para enfrentamento do novo coronavírus». Minstério da Saúde 
  302. «Brasil dobra número de países em monitoramento de casos suspeitos de novo coronavírus; Itália, França e Alemanha entram na lista». G1. 24 de fevereiro de 2020. Consultado em 25 de fevereiro de 2020 
  303. «"Ministério da Saúde faz compra direta de 20 milhões de máscaras cirúrgicas"». Gazeta do Povo. 2 de março de 2020. Consultado em 6 de maio de 2020 
  304. «Coronavírus: Ministério da Saúde anuncia novas medidas de contenção». Saúde. Abril. Consultado em 6 de maio de 2020 
  305. João Vitor Marques (8 de abril de 2020). «Ministério da Saúde anuncia compra de 14 mil respiradores que serão produzidos no Brasil». Estado de Minas. Consultado em 6 de maio de 2020 
  306. Quem é Eduardo Pazuello, o general que assume interinamente o Ministério da Saúde (16 de maio de 2020). «Quem é Eduardo Pazuello, o general que assume interinamente o Ministério da Saúde». BBC. Consultado em 21 de maio de 2020 
  307. Maria Eduarda Cardim (21 de maio de 2020). «Ministério da Saúde divulga assinaturas do protocolo da cloroquina». Correio Braziliense. Consultado em 22 de maio de 2020 
  308. «Ministério da Saúde mantém indicação de cloroquina após OMS suspender uso». G1. Consultado em 26 de maio de 2020 
  309. «ATUALIZAÇÕES E RECOMENDAÇÕES SOBRE A COVID-19 Elaborado em 09/12/2020» (PDF) 
  310. «NOTA INFORMATIVA Nº 17/2020- SE/GAB/SE/MS» (PDF) 
  311. «Resposta ao Ofício no 5422/2020/MPF/PRGO/3oONTC» (PDF) 
  312. «Sociedade de infectologia envia a procurador bolsonarista 44 estudos sobre ineficácia de remédios contra Covid-19» 
  313. «The American Journal of Medicine defende tratamento preventivo para COVID». Ministério da Saúde. 2 de janeiro de 2021. Consultado em 9 de janeiro de 2021 
  314. Baima, Cesar (6 de janeiro de 2021). «Ministério da Saúde abre 2021 empurrando cloroquina e desinformação». Instituto Questão de Ciência. Consultado em 9 de janeiro de 2021 
  315. «AO VIVO Últimas notícias sobre o coronavírus no Brasil e no mundo». El País. 31 de março de 2020. Consultado em 31 de março de 2020 
  316. a b c d e «Censo é adiado para 2021 por avanço do coronavírus; concurso fica suspenso». G1. 17 de março de 2020. Consultado em 5 de maio de 2020 
  317. a b c Nicola Pamplona (17 de março de 2020). «Por coronavírus, IBGE adia Censo Demográfico para 2021». Folha de S.Paulo. Consultado em 5 de maio de 2020 
  318. a b Carmen Nery (2 de abril de 2020). «IBGE faz parceria com Ministério da Saúde para monitorar casos de Covid-19». Agência IBGE. Consultado em 5 de maio de 2020 
  319. a b Rodrigo Viga Gaier (4 de maio de 2020). «IBGE começa pesquisa para acompanhar evolução do coronavírus no Brasil». UOL. Consultado em 5 de maio de 2020 
  320. «Ações de Bolsonaro podem caracterizar genocídio, apontam pesquisadores». Congresso em Foco. Consultado em 13 de abril de 2021 
  321. «Governo do DF confirma terceiro caso de coronavírus; falta contraprova». Globo. 12 de março de 2020. Consultado em 12 de março de 2020 
  322. «Ibaneis afirma que vai suspender aulas e eventos no DF por cinco dias devido ao coronavírus». G1. 11 de março de 2020. Consultado em 11 de março de 2020 
  323. «Witzel publica decreto sobre medidas emergenciais contra coronavírus». G1. Globo. 11 de março de 2020. Consultado em 3 de maio de 2020 
  324. «Número de mortes por coronavírus no estado sobe para 15; médica da Prefeitura de SP é uma das vítimas». G1. Globo. Consultado em 21 de março de 2020 
  325. «Governador do RS comunica corte de 30% no próprio salário por três meses devido queda na arrecadação com a pandemia». G1. Globo.com. 10 de abril de 2020. Consultado em 10 de abril de 2020 
  326. Cíntia Paes e Ricardo Mello (17 de abril de 2020). «Coronavírus: Zema sanciona lei que obriga uso de máscaras em estabelecimentos comerciais de MG». G1. Globo. Consultado em 3 de maio de 2020 
  327. «Coronavírus: Zema sanciona lei que obriga o uso de máscara de proteção no Estado». O Tempo. 17 de abril de 2020. Consultado em 3 de maio de 2020 
  328. Decreto que obriga uso de máscaras no Rio de Janeiro começa a valer nesta quinta
  329. Começa a valer decreto que obriga uso de máscaras no Rio de Janeiro
  330. Estátuas do Rio amanhecem de máscaras; uso é obrigatório a partir de hoje
  331. Estátuas do Rio amanhecem de máscara; acessório passa a ser obrigatório em quatro cidades
  332. Estátuas 'usam' máscaras no primeiro dia em que acessório é obrigatório no Rio
  333. «Uso de máscara em locais públicos é obrigatório em todo o Paraná». Agência de Notícias do Paraná. 28 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  334. «Uso de máscaras passa a ser obrigatório no Paraná com multa em caso de descumprimento». G1. 28 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  335. Perto de colapso em UTIs para coronavírus, juiz determina 'lockdown' no MA
  336. Zenaldo deve anunciar ‘Lockdown’ em Belém ainda nesta semana
  337. SP endurece bloqueios de trânsito até às 10h nesta terça (5)
  338. Prefeito de SP determina fim do bloqueio de trânsito nas avenidas da capital
  339. «Primeiros pacientes com Covid-19 começam a chegar ao hospital de Campanha no Pacaembu, em SP» 
  340. «Hospital de campanha no Pacaembu em SP começa a receber pacientes hoje» 
  341. «SP terá hospital de campanha contra covid-19 no complexo do Ibirapuera» 
  342. «Hospital de Campanha». Anhembi. Consultado em 6 de maio de 2020 
  343. Witzel: quem for flagrado em aglomeração será levado à delegacia e autuado
  344. «Assolada por coronavírus, Manaus busca ajuda e faz apelo à Greta Thunberg» 
  345. «'AM faz tanto segurando aquecimento global, está na hora de devolverem', diz prefeito de Manaus ao anunciar busca de ajuda ao G20 por causa do coronavírus» 
  346. Kleber Karpov (14 de março de 2020). «Covid-19: Corpo de Bombeiros vai atuar na detecção de casos suspeitos no Distrito Federal». Politica Distrital. Consultado em 8 de maio de 2020 
  347. «Bombeiros por conta do Coronavírus realizam conscientização da população, em Sobral». Corpo de Bombeiros Militar do Ceará 
  348. «Bombeiros militares reforçarão combate à Covid-19». SEAD. 15 de abril de 2020 
  349. «COVID-19: CNJ emite recomendação sobre sistema penal e socioeducativo». Jusbrasil. Consultado em 16 de maio de 2020 
  350. Rodrigo Loureiro (5 de abril de 2020). «Saída de presos pelo coronavírus pode gerar crise sem precedentes, diz Fux». Exame. Abril 
  351. «Alexandre de Moraes autoriza que governo descumpra LDO e LRF para medidas contra coronavírus». G1. Globo. 29 de março de 2020. Consultado em 29 de março de 2020 
  352. «STJ autoriza que R$ 3 milhões de delator da Calvário sejam investidos no combate ao coronavírus». O Antagonista. 30 de março de 2020. Consultado em 30 de março de 2020 
  353. «Juiz libera valor de fundos partidário e eleitoral para combate à covid-19». Exame. Abril. 7 de abril de 2020. Consultado em 10 de abril de 2020 
  354. «Congresso aprova proposta que facilita gastos contra covid-19». Senado Federal do Brasil. 3 de abril de 2020. Consultado em 4 de maio de 2020 
  355. «Congresso promulga emenda do 'orçamento de guerra', que facilita gastos do governo na pandemia». G1. 7 de maio de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  356. «Câmara, Senado e STF decretam luto pelos 10 mil mortos de coronavírus no Brasil». G1. Globo. 9 de maio de 2020. Consultado em 9 de maio de 2020 
  357. «Ato da Presidência». Câmara dos Deputados. 11 de fevereiro de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  358. «Ministério participa de comissão de ações preventivas sobre coronavírus na Câmara dos Deputados». Governo Federal. Consultado em 8 de maio de 2020 
  359. «Comissão externa sobre ações preventivas ao coronavírus faz hoje balanço das atividades». Câmara dos Deputados. 28 de abril de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  360. Fernanda Calgaro e Elisa Clavery (3 de abril de 2020). «Coronavírus: Câmara aprova PEC que cria 'orçamento de guerra'». G1. Globo.com. Consultado em 3 de abril de 2020 
  361. Luiz Henrique Campos (19 de maio de 2020). «COVID-19: Câmara aprova o uso obrigatório de máscara em todo o país». Estado de Minas. Consultado em 20 de maio de 2020 
  362. «Senado inicia primeira sessão virtual da história para votar decreto de calamidade pública». G1. Globo.com. 20 de março de 2020. Consultado em 20 de março de 2020 
  363. «Coronavírus: Senado aprova auxílio emergencial de R$ 600». Senado Federal. 30 de março de 2020. Consultado em 8 de maio de 2020 
  364. «Senado cria CPI da COVID». Senado Federal. 13 de abril de 2021. Consultado em 14 de abril de 2021 
  365. «10 x 1: STF confirma instalação da CPI da COVID». O Antagonista. 14 de abril de 2021. Consultado em 14 de abril de 2021 
  366. «Mônica Bergamo: Vídeo mostra Edir Macedo dizendo que coronavírus é inofensivo e que Satanás e mídia promovem medo». 15 de março de 2020 
  367. a b Breiller Pires (19 de março de 2020). «Igrejas desafiam recomendação de suspender missas e cultos diante da pandemia do coronavírus». El País. Consultado em 22 de março de 2020 
  368. «Moradores de SP realizam 'aplausaço' em homenagem a profissionais da Saúde». IstoÉ. 21 de março de 2020. Consultado em 22 de março de 2020 
  369. Ana Kézia Gomes (22 de março de 2020). «Moradores de Porto Velho rezam 'Pai Nosso' nas sacadas durante quarentena por coronavírus; veja VÍDEOS». G1. Consultado em 22 de março de 2020 
  370. «Bolsonaro diz que não há remédio para covid, mas ainda sugere tratamento precoce - Saúde». Estadão. Estadão. 25 de março de 2021. Consultado em 28 de março de 2021 
  371. «Seis práticas do Ministério da Saúde que incentivam desinformação sobre a pandemia». Aos Fatos. Consultado em 25 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2021 
  372. «Governo Bolsonaro reduz gastos com campanhas de incentivo a vacinação». UOL. Consultado em 13 de abril de 2021 
  373. «França suspende todos os voos ao Brasil». Portal G1 Mundo. 13 de abril de 2021 
  374. «Jean Castex annonce la suspension des vols entre la France et le Brésil» (em francês). Le Point. 13 de abril de 2021 
  375. «Le Premier ministre a annoncé ce mardi à l'Assemblée nationale la suspension de tous les vols entre le Brésil et la France "jusqu'à nouvel ordre" pour limiter la propagation du variant brésilien du Covid-19.» (em francês). La Chaîne Info. 13 de abril de 2021 
  376. UOL, ed. (17 de janeiro de 2021). «Anvisa aprova uso emergencial das vacinas CoronaVac e AstraZeneca no Brasil». Consultado em 1 de janeiro de 2021 
  377. «Após aprovação da Anvisa, governo de SP aplica 1ª dose da CoronaVac antes do início do plano nacional de vacinação». G1. Consultado em 19 de janeiro de 2021 
  378. «Vacina da Pfizer é a 1ª contra a Covid a obter registro definitivo no Brasil». G1. Grupo Globo. 23 de fevereiro de 2021. Consultado em 4 de março de 2021 
  379. «Governo decide comprar vacinas dos laboratórios Pfizer e Janssen». G1. Grupo Globo. 3 de março de 2021. Consultado em 3 de março de 2021 
  380. «Câmara aprova projeto que facilita compra de vacinas por União estados e municípios». G1. Grupo Globo. 2 de março de 2021. Consultado em 3 de março de 2021 
  381. «Ministério da Saúde confirma acordo com a Moderna para compra de doses». CNN Brasil. WarnerMedia. 5 de março de 2021. Consultado em 5 de março de 2021 
  382. «Ministério cita risco de falta de doses e pede para o embaixador da China averiguar disponibilidade de 30 milhões de doses com a Sinopharm». G1. Grupo Globo. 9 de março de 2021. Consultado em 10 de março de 2021 
  383. «ANVISA informa registro do primeiro medicamento para tratamento da COVID-19». G1. Grupo Globo. 12 de março de 2021. Consultado em 12 de março de 2021 
  384. «ANVISA recebe pedido do uso emergencial para vacina da Janssen». G1. Grupo Globo. 24 de março de 2021. Consultado em 24 de março de 2021 
  385. «Covid-19: Anvisa aprova uso emergencial da vacina da Janssen». Correio Braziliense. Diários Associados. 31 de março de 2021. Consultado em 2 de abril de 2021 
  386. «Entenda a vacina contra a COVID-19 que será produzida pelo Butantan». G1. Grupo Globo. 26 de março de 2021. Consultado em 26 de março de 2021 
  387. «ANVISA recebe pedido de uso emergencial de medicamento com anticorpos sintéticos para tratar COVID». G1. Grupo Globo. 30 de março de 2021. Consultado em 30 de março de 2021 
  388. «ANVISA autoriza testes clínicos de mais uma vacina contra a COVID-19 no Brasil». G1. Grupo Globo. 8 de abril de 2021. Consultado em 8 de abril de 2021 
  389. «Fábricas da vacina Sputnik na Rússia serão vistoriadas por técnicos da ANVISA na próxima semana». G1. Grupo Globo. 9 de abril de 2021. Consultado em 10 de abril de 2021 
  390. «ANVISA se reúne com Índia e Rússia em busca de soluções para COVAXIN e Sputnik». CNN Brasil. WarnerMedia. 9 de abril de 2021. Consultado em 10 de abril de 2021 
  391. «Coquetel contra COVID-19 reduziu em 81% de casos sintomáticos em contactantes». Estado de Minas. Diários Associados. 12 de abril de 2021. Consultado em 13 de abril de 2021 
  392. «ANVISA tem até 1 de maio para avaliar uso emergencial de Regen-Cov». Estado de Minas. Diários Associados. 13 de abril de 2021. Consultado em 13 de abril de 2021 
  393. «Polícia prende chineses vendendo testes para coronavírus de carga roubada em SP». G1. Globo. 11 de abril de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  394. «PF prende estrangeiros que tentavam realizar saque de auxílio emergencial com documento falsificado». Polícia Federal. Consultado em 7 de maio de 2020 
  395. «MP do Rio apreende respiradores na operação Mercadores do Caos». Extra. Globo. 7 de maio de 2020. Consultado em 7 de maio de 2020 
  396. «Operação Virus Infectio: PF cumpre mandados de prisão no Amapá». O Antagonista. 29 de maio de 2020. Consultado em 29 de maio de 2020 
  397. «Governador do AM tem bens bloqueados por fraudes e secretária é presa». noticias.uol.com.br. Consultado em 1 de julho de 2020 
  398. «MP e polícia fazem buscas na Secretaria de Saúde do DF em investigação sobre compra de testes de coronavírus». G1. Consultado em 2 de julho de 2020 

Ligações externasEditar

 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Pandemia de COVID-19 no Brasil