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Partido Geral dos Trabalhadores
Número eleitoral 30
Presidente Francisco Canindé Pegado
Fundação 1995
Ideologia Trabalhismo
Social-democracia
Espectro político Centro-esquerda
Cores       Verde

      Amarelo

Política do Brasil
Partidos políticos
Eleições

Partido Geral dos Trabalhadores foi um partido político brasileiro criado em 1995, por dirigentes da CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores). Inicialmente foi presidido por Francisco Canindé Pegado, mas não conseguiu resultados expressivos. Mais tarde, foi incorporado ao Partido Liberal juntamente com o PST[1], como resultado das discussões de uma reforma no sistema partidário brasileiro que até o momento não teve grandes avanços. Seu número eleitoral era o 30, posteriormente atribuído ao Partido Novo.

Seu símbolo era uma ferramenta estilizada num fundo verde e amarelo.

Desempenho do PGT em eleiçõesEditar

Sua estreia eleitoral foi em 1996, não elegendo nenhum de seus candidatos. Em 1998, não elege novamente nenhum representante a algum cargo eletivo.

Nas eleições municipais de 2000, lança 14 candidatos a prefeito - em São Paulo, lançou Francisco Canindé Pegado à prefeitura municipal. Ficou na décima posição entre 15 prefeitáveis, uma vez que Fernando Collor de Mello (PRTB) teve a candidatura impugnada já na parte final da campanha eleitoral. Elegeu ainda 26 vereadores (destes, 11 foram em São Paulo). O melhor desempenho do partido foi em 2002, quando apoiou a candidatura de Anthony Garotinho à Presidência da República, e elegeu ainda seus 2 únicos deputados estaduais, José Bitencourt (São Paulo) e Professor Lima (Maranhão). Na disputa pelos governos estaduais, a maior votação foi de Carlos Apolinário, que recebeu 703.858 sufrágios do eleitorado paulista.

Diagrama da origem histórica do partido
Partido Geral dos Trabalhadores
(PGT) 1995–2003
Partido Social Trabalhista
(PST) 1996–2003
Partido Liberal
(PL) 1985–2006
Partido de Reedificação da Ordem Nacional
(PRONA) 1989–2006
Partido da República
(PR) 2006–2019

Partido Liberal
(PL) 2019–presente
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral[2][3][4]

Referências

  1. «PL se funde com PST e PGT e garante tempo na TV». Folha Online. 11 de fevereiro de 2003. Consultado em 11 de fevereiro de 2003 
  2. TSE. «Histórico de partidos». Consultado em 26 de outubro de 2016 
  3. «Resolução n.º 21374/2003». www.tse.jus.br. Consultado em 26 de outubro de 2016 
  4. «Aprovada alteração do nome do Partido da República (PR) para Partido Liberal (PL)». www.tse.jus.br. Consultado em 8 de maio de 2019 
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