Partido Social Progressista (1946)

partido político brasileiro extinto (1946 - 1954)
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre partido de 1946. Para partido de 1987, veja Partido Social Progressista (1987).

Partido Social Progressista (PSP) foi fundado em São Paulo por Ademar de Barros, em junho de 1946. Criado a partir do Partido Republicano Progressista, presidido pelo mesmo Ademar, foi o resultado de uma fusão que além do PRP juntou o Partido Agrário Nacional (PAN) e o Partido Popular Sindicalista (PPS).[3]

Partido Social Progressista
Presidente Ademar de Barros
Fundação junho de 1946
Dissolução 27 de outubro de 1965
Sede São Paulo, São Paulo
Ideologia Social-democracia
Trabalhismo[1]
Espectro político Centro-esquerda[2]

Política do Brasil
Partidos políticos
Eleições

Na prática, foi a maior agremiação partidária depois do PSD, PTB e UDN entre 1947-1965 e o maior partido do estado de São Paulo no mesmo período. Foi dissolvido pelo Ato Institucional Número Dois (AI-2), de 27 de outubro de 1965. A maioria dos membros do PSP se agrupou no partido do governo, a Aliança Renovadora Nacional.

Foi representado por um presidente da República, João Café Filho, o vice de Getúlio Vargas em seu segundo mandato, que assumiu o cargo após o suicídio deste.

Foi extremamente forte no Estado de São Paulo, sob a direção de Ademar de Barros, novamente Governador do Estado eleito por duas vezes e Prefeito de São Paulo durante esse período, além de ter sido candidato à Presidência em 1960, obtendo mais de 20% dos votos. Notável também foi a participação de Benedito Manhães Barreto, que serviu como deputado federal por São Paulo[4] e secretário da fazenda do Estado de São Paulo [5]. Outro governador do PSP foi Lucas Nogueira Garcez, lançado por Ademar.

Referências

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