Partido da Causa Operária

partido político brasileiro
Partido da Causa Operária
PCO29.jpg
Número eleitoral 29[1]
Presidente Rui Costa Pimenta
Fundação 7 de dezembro de 1995 (24 anos)
Registro 30 de setembro de 1997 (22 anos)[2]
Sede São Paulo, SP
Ideologia Comunismo
Socialismo
Marxismo
Trotskismo
Espectro político Extrema-esquerda[3][4]
Membros 4 366 filiados[5]
Cores      Amarelo

     Vermelho

Página oficial
PCO — Partido da Causa Operária
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido da Causa Operária (PCO) é um partido político brasileiro de extrema-esquerda. Suas cores são o vermelho e o amarelo e seu número eleitoral é o 29. Foi fundado em 1995 por dissidentes da Causa Operária (CO) filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT), e seu presidente é desde então o Rui Costa Pimenta. No movimento sindical milita na Central Única dos Trabalhadores (CUT). Em junho de 2020 possuía 4.366 filiados.[5] No seu símbolo constam três heráldicas socialistas: a foice e o martelo, que representam a classe trabalhadora (o trabalho agrícola e o trabalho industrial, respectivamente), e a engrenagem.[6][7][8]

O partido possui um jornal Diário Causa Operária, além de um canal de TV no YouTube, o Causa Operária TV.

HistóriaEditar

Causa OperáriaEditar

Em 1979 foi fundada Causa Operária (CO), uma organização de esquerda marxista, de orientação trotskista, atuante no Brasil entre os anos 1980 e 1990, dando origem posteriormente ao Partido da Causa Operária. Surgiu a partir de dissidência da então clandestina Organização Socialista Internacionalista (OSI), ligada ao dirigente trotskista francês Pierre Lambert, com o nome de Tendência Trotskista do Brasil, como uma organização de esquerda marxista, de orientação trotskista. O motivo da separação envolve leituras divergentes em relação à situação argentina no âmbito da IV Internacional liderada pelo francês Pierre Lambert, em que se referenciava a OSI. Inicialmente denominada Organização Quarta Internacional, posteriormente o grupo passou a ser reconhecido pela denominação de seu jornal porta-voz (então mensal), Causa Operária, publicado desde junho de 1979.[9][10]

Expulsão do PT e fundação do PCOEditar

Em 1992, após sua expulsão do PT, a CO integrou-se à Frente Revolucionária, composta principalmente pela Convergência Socialista, e que resultou na fundação do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). Vetada na Frente antes da formação do PSTU, os militantes da corrente Causa Operária reorganizaram-se como partido político legal a partir de 1995, mudando seu nome para Partido da Causa Operária para marcar a continuidade organizativa, política e ideológica. Os militantes da corrente Causa Operária reorganizaram-se como partido político legal a partir de 1995, mudando seu nome para Partido da Causa Operária para marcar a continuidade organizativa, política e ideológica. O PCO obteve seu registro definitivo em 30 de novembro de 1997. Seu código eleitoral é o 29.[10][1]

Ideologias e posições políticasEditar

O PCO é conhecido por suas posições socialistas revolucionárias de extrema-esquerda, defendendo as ideologias de Karl Marx e Leon Trótsky, além da doutrina bolchevique-leninista.[11][12]

São posições políticas do PCO: [13][14]
Assunto Posição
Desarmamento  
Democracia  
Descriminalização das drogas  
Neoliberalismo  
Revolução do proletariado  
Legalização do aborto  
Reforma agrária  
Privatização  
Redução da maioridade penal  
Impostos sobre igrejas e

templos religiosos

 
Nova Assembleia Constituinte  

DesarmamentoEditar

O PCO é contra a política de desarmamento, sendo a favor da população armada para se defender, dizendo que a violência é estimulada pelo aparato "político-militar-judiciário". Além disso, o presidente do partido, Rui Costa Pimenta, afirma que:[15][16][17]

AbortoEditar

Diz o coletivo feminino do partido que: "defende a legalização do aborto como parte dos direitos democráticos da população”. E ainda: “A moral e a religião não pertencem a essa discussão, a decisão sobre a continuidade ou não de uma gestação pertence a mulher”". Rui Costa Pimenta afirma que a posição do partido é: [18][19]

ImperialismoEditar

O PCO acusa os EUA e a França de utilizarem a Amazônia para interferirem no Brasil, com a desculpa de "proteger a natureza".[20]

O partido também acusa os EUA de tentarem dar um golpe de estado na Venezuela buscando conquistar o petróleo do país, e utilizam artifícios como embargos econômicos e a proibição do país realizar transações internacionais e até mesmo a compra de alimentos e remédios. Afirma também que Cuba é outra vítima, que sofre com boicotes e embargos econômicos por parte dos EUA e países imperialistas, restringindo o desenvolvimento da ilha. O partido também acusa o governo norte-americano, com a ajuda de Israel, de querer controlar o Irã e toda a região do Oriente Médio por causa do petróleo e poder econômico.[21][22]

Legalização das drogasEditar

O partido afirma que as ações de repressão policiais no Brasil tem como um dos principais pretexto as drogas, oprimindo as classes mais pobres. Rui disse ainda que: [23][24]

NeoliberalismoEditar

O PCO afirma que o neoliberalismo apresenta inúmeros problemas, principalmente para as classes mais pobres. Cita o Chile, que, antes um modelo, agora mostra seu outro lado com a crise do capitalismo. Rui diz que:

Esses problemas do neoliberalismo inclusive culminaram em diversos protestos da população no Chile, com a população protestando contra a enorme alta do custo de vida, dos baixos salários e da qualidade precária do sistema de saúde. [25][26][27]

Redução da maioridade penalEditar

O partido é contra, afirmando que jovens pobres e negros é que serão penalizados com a medida, sofrendo mais violência e abuso nas cadeias, que já estão superlotadas. Além disso, serão mais pessoas recrutadas para facções criminosas, elevando dessa forma a violência e serão mais pessoas em condições precárias que o Estado não conseguirá dar conta.[28]

PrivatizaçõesEditar

O PCO é contra as privatizações, alegando que desde a era FHC, os custos dos serviços aumentaram com as privatizações, além de atenderem somente a parte da população que dispõe de dinheiro para pagar os serviços. Além disso, privatizações como a da Vale, além de serem vendidas por um valor muito menor que o que ela realmente vale, entrega boa parte de nossas riquezas para a mão de poucos capitalistas, que visam somente o lucro, e não a qualidade do serviço prestado. Alegam ainda que o estado "sucateia" as empresas para depois vendê-las, e a venda de empresas brasileiras como a Embraer servem somente para o monopólio do capital estrangeiro e a destruição da indústria nacional.[29][30][31]

Forças armadasEditar

Rui defende que as forças armadas devem garantir a soberania nacional, afirmando que o serviço militar deve ser obrigatório inclusive para mulheres, a fim de que a população saiba se defender, além de que os comandantes devem ser eleitos pela própria tropa. Ele, inclusive, considera que os militares também deveriam ter direito à greve e de se sindicalizar, ou seja, deveriam ter os mesmos direitos que qualquer outra pessoa possui, e que essa proibição favorece somente ao alto comando militar, que seria o setor que representa os interesses burgueses e dos grandes capitalistas nas forças armadas, e que detém o poder principalmente sobre os militares de baixa patente. Afirma que, dessa forma, se impediria a consolidação de uma dominação burocrática e ditatorial sobre as forças armadas, tornando-a mais democrática.[32][33]

O partido afirma que o Brasil deve ter direito a um programa nuclear próprio, e que o almirante Othon Pinheiro da Silva, pai do programa nuclear brasileiro, foi preso injustamente pela operação Lava-Jato, e acusam ainda países como os EUA de sabotarem o programa nuclear nacional, se referindo ao Programa de Desenvolvimento de Submarino (Prosub) da Marinha do Brasil. Num trecho da nota, afirma[32][34]:

Frente AmplaEditar

O partido é contra a chamada "Frente Ampla", afirmando que grupos como o "Somos 70 porcento" e o "Estamos Juntos" possuem adesão de pessoas como o ex-presidente FHC, Luciano Huck e Reinaldo Azevedo, que foram a favor do impeachment da Dilma Rouseff em 2016, apoiaram a candidatura de Bolsonaro em 2018 e continuam a defender a sua permanência na presidência. Isso seria então uma "armadilha" para a esquerda e iria contra o lema do "Fora Bolsonaro" defendido pelo partido. Uma reportagem afirma que o grupo "Estamos Juntos" foi fundado por Jorge Paulo Lemann, homem mais rico do Brasil, além de uma herdeira e uma das donas do Banco Itaú, que apoiou a eleição de Bolsonaro em 2018.[35][36][37]

Temas geraisEditar

O partido é ainda um forte crítico à Operação Lava-Jato, defensor da revogação da Reforma da Previdência, da redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais para ajudar a reduzir o desemprego e da dissolução da Polícia Militar, que considera que oprime as classes mais pobres.

Considera que o impeachment de Dilma Rouseff em 2016 foi um golpe e que a prisão do ex-presidente Lula foi uma fraude para que ele não disputasse as eleições de 2018, afirmando ainda que as eleições são controladas pela justiça, pelos grandes empresários e pelos órgãos de comunicação.

Atualmente o partido, junto com Rui Costa Pimenta, realiza diversas manifestações e campanhas pelo Brasil com o lema "Fora Bolsonaro".[38][39][40][41][35][42]

Participação e desempenho eleitoralEditar

O PCO começou a participar das eleições em 1996, quando lançou alguns candidatos às eleições municipais. Nas eleições de 1998, o partido lançou candidatos a governos estaduais e senadores em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraíba e Rio Grande do Sul. Em 2004, no município amazonense de Benjamin Constant, o PCO elegeu seu primeiro e único vereador no país até hoje: João Vieira da Silva recebeu 635 votos e compôs uma coligação com PSC, PPS e PRP.

Nas eleições municipais de 2012, o PCO participou apenas em 6 cidades em todo o país. Em Belo Horizonte, João Pessoa, Rio de Janeiro e São Paulo, o partido teve candidatos a prefeito e vice-prefeito.Em Teresina, junto somente com o PCB, formou a frente Esquerda Revolucionária, tendo uma candidatura para o cargo de vice-prefeito. O partido sempre teve como princípio não realizar coligações.[43][44][45][46]

Participação em eleições presidenciaisEditar

Em 2002, O PCO lançou Rui Costa Pimenta como candidato à Presidência da República, tendo obtido 38.619 votos (0,05%).

Em 2006, foi novamente candidato, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu o pedido de registro da candidatura alegando erro na prestação de contas relativa à campanha presidencial das eleições de 2002. Em protesto, o partido começou a usar sua parcela do horário político para protestar contra o TSE e incentivar a população a fazer o mesmo. O partido alegava que a ação do TSE foi uma "aberração jurídica", pois o TSE se utilizou de uma deliberação de 2004, com efeito retroativo sobre o atraso da prestação de contas de 2002. O protesto do PCO foi tirado do ar pois, segundo o TSE, houve um "desvirtuamento do programa veiculado pela agremiação, veiculando-se conteúdo aparentemente ofensivo e dissociado dos fins da propaganda eleitoral gratuita".[47][48][49][50][51]

Em 2010, foi candidato pela segunda vez, tendo obtido 12.206 votos (0,01%)[52].

Em 2014, concorreu novamente, obtendo 12.324 votos (0,01%). Nessas eleições, Rui deu entrevistas à Rede Globo, ao site Congresso em Foco e à Rádio CBN. Na Rede Globo, quando perguntado sobre suas aspirações nas eleições, o candidato afirmou que concorre em condições desiguais e que: "Concorro sem a menor ilusão. Não acreditamos que o sistema eleitoral nos permita ganhar", e completou: "o objetivo da candidatura é cumprir o papel de debater o programa político do partido".

Em 2018, o partido decidiu apoiar de maneira crítica a candidatura do presidenciável do PT, Luíz Inácio Lula da Silva. O partido, no entanto, recusou entrar na coligação por diferenças programáticas.[52][53][54][55]

Ano Imagem Candidato(a) a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos % Colocação Ref.
2002   Rui Costa Pimenta (PCO) Pedro Paulo de Abreu (PCO) PCO 38.619 0,04 [56]
2010   Rui Costa Pimenta (PCO) Edson Dorta Silva (PCO) PCO 12.206 0,01 [57]
2014   Rui Costa Pimenta Ricardo Machado (PCO) PCO 12.324 0,01 11º [58]

Mídia e cursosEditar

O PCO apresenta todos os sábados no canal de TV on-line do YouTube Causa Operária TV o programa Análise Política Semanal, debatendo sobre os principais temas políticos da semana, e também todas as sextas-feiras o programa Análise Internacional, debatendo sobre os principais acontecimentos políticos internacionais da semana.

O partido ministra palestras e cursos de formação teórica e política marxista como o Universidade de Férias e o Universidade Marxista, apresentando temas de história, economia e política, além do curso Marxismo, em que discute assuntos históricos sob a perspectiva do marxismo, como a questão do negro, as universidades e a questão da mulher.

Um de seus cursos já foi inclusive notícia no jornal Folha de São Paulo.[11][59][60]

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b «Partidos políticos registrados no TSE». TSE. Consultado em 25 de julho de 2007 
  2. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015 
  3. «Partidos de Extrema Esquerda lideram ações na USP». Globo. 10 de Junho de 2007 
  4. «Nanicos de extrema esquerda desistem de candidaturas próprias e fazem as pazes com o PT». O Globo. 10 de agosto de 2018 
  5. a b Predefinição:Http://www.tse.jus.br/eleitor/estatisticas-de-eleitorado/filiados Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "Filiados" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  6. «As 7 vezes que você não teve vergonha de concordar com o PCO». Spotniks. 7 de junho de 2015 
  7. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». www.tse.jus.br. Consultado em 7 de maio de 2020 
  8. «Foice e martelo». Wikipédia, a enciclopédia livre. 15 de outubro de 2019 
  9. MENEGOZZO, Carlos Henrique Metidieri. Causa Operária. In: FERREIRA, M. M.; FORTES, A. (Org.). Muitos Caminhos, uma estrela: memórias de militantes do PT. 1 ed. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2008, p
  10. a b «História». PCO. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  11. a b «Depois de Réveillon 'sem tio coxinha', PCO faz curso marxista de verão». Folha de S.Paulo. 14 de fevereiro de 2018. Consultado em 20 de janeiro de 2020 
  12. «Folha de S.Paulo - Banho de Marx: Esquerda decide ler "O Capital" na praia - 28/01/2002». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 20 de janeiro de 2020 
  13. «Batemos um papo com Rui Costa Pimenta, candidato à presidência pelo Partido da Causa Operária». Spotniks. 29 de setembro de 2014. Consultado em 29 de julho de 2019 
  14. Entrevista com o candidato à Presidência da República Rui Costa Pimenta - Eleições 2014 no G1 – Vídeos, Pesquisas, Apuração de Votos e Resultados - Catálogo de Vídeos, consultado em 30 de janeiro de 2020 
  15. «Bancada da bala». Wikipédia, a enciclopédia livre. 12 de outubro de 2019 
  16. G1, Do; Brasília, em (20 de agosto de 2014). «Rui Pimenta defende população armada para combater o crime». Eleições 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2020 
  17. «Desarmamento coloca extrema direita e extrema esquerda do mesmo lado». Gazeta do Povo. Consultado em 30 de janeiro de 2020 
  18. «Rui Costa Pimenta (PCO) aborto». BOL Vídeos. Consultado em 31 de janeiro de 2020 
  19. «Qual a posição oficial de cada partido político sobre o aborto?». Gazeta do Povo. Consultado em 31 de janeiro de 2020 
  20. «PCO faz discurso semelhante ao de Bolsonaro e diz que "imperialismo" quer usar Amazônia para interferir no Brasil». Política. 23 de agosto de 2019. Consultado em 31 de janeiro de 2020 
  21. «PCO participará de encontro anti-imperialista em Cuba». Diário Causa Operária. 10 de outubro de 2019. Consultado em 31 de janeiro de 2020 
  22. «Abaixo as sanções contra o Irã! Fora imperialismo do Oriente Médio!». Diário Causa Operária. 14 de janeiro de 2020. Consultado em 31 de janeiro de 2020 
  23. «Rui Costa Pimenta e Eduardo Jorge defendem legalização da maconha». Agência Brasil. 6 de agosto de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2020 
  24. «Por que é preciso dissolver a Polícia Militar». Diário Causa Operária. 6 de novembro de 2019. Consultado em 31 de janeiro de 2020 
  25. «Rui Costa Pimenta: Chile foi cobaia da política neoliberal, agora a população vive na corda bamba». Brasil 247. 25 de outubro de 2019. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  26. Minas, Estado de; Minas, Estado de (6 de dezembro de 2019). «Protestos persistem por 50 dias no Chile». Estado de Minas. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  27. Fuente, Francisco Jiménez De la (24 de novembro de 2019). «A dura realidade da saúde pública no Chile: 'Se você não tem dinheiro, morre'». BBC News Brasil 
  28. «Golpistas em ritmo de aprovação da redução da maioridade penal». Acervo do Diário Causa Operária. 24 de setembro de 2017. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  29. «Brasil entregou Embraer para empresa imperialista que derruba aviões». Diário Causa Operária. 15 de março de 2019. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  30. «Privatizar é ruim, descubra por quê: Universidade de férias do PCO». Acervo do Diário Causa Operária. 30 de novembro de 2017. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  31. «Filie-se e lute com o PCO, o partido que defende a reestatização das empresas privatizadas». Acervo do Diário Causa Operária. 17 de fevereiro de 2016. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  32. a b «O programa do PCO para as Forças Armadas». Causa Operária TV. Consultado em 23 de fevereiro de 2020 
  33. «O programa do PCO para as forças armadas». Acervo do Diário Causa Operária. 12 de março de 2017. Consultado em 24 de fevereiro de 2020 
  34. «Conspiração em andamento: o caso do programa nuclear brasileiro». Acervo do Diário Causa Operária. 16 de dezembro de 2016. Consultado em 24 de fevereiro de 2020 
  35. a b Alves, Antônio Eduardo (2 de junho de 2020). «#Somos70porcento é uma Frente Ampla com a direita». Diário Causa Operária. Consultado em 6 de junho de 2020 
  36. Attuch, Leonardo (5 de julho de 2020). «FHC prevê fracasso de Bolsonaro, mas defende sua permanência, desde que de boca fechada». Brasil 247. Consultado em 6 de julho de 2020 
  37. «Itaú é criticado na web por sugerir investimentos em "apoio a Bolsonaro"». Seu Crédito Digital. 31 de outubro de 2018. Consultado em 6 de julho de 2020 
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  39. Afiada, Conversa. «A burguesia brasileira não tolera desenvolvimento nacional». Conversa Afiada. Consultado em 16 de janeiro de 2020 
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  41. Moura, Athos. «Te cuida, Bolsonaro, o PCO vem aí». Lauro Jardim - O Globo. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  42. «Após apoiar golpe e levar o fascismo ao poder, bilionários criam o movimento #Juntos». CartaCampinas. 3 de junho de 2020. Consultado em 6 de junho de 2020 
  43. «Resultado da eleição 2004». www.tse.jus.br. Consultado em 14 de abril de 2017 
  44. «Candidatos a prefeito pelo PCO em 2012». TSE. Consultado em 30 de dezembro de 2013. Arquivado do original em 30 de dezembro de 2013 
  45. «Candidatos a vice-prefeito pelo PCO em 2012». TSE. Consultado em 30 de dezembro de 2013. Arquivado do original em 31 de dezembro de 2013 
  46. «Coligação PCB-PCO em Teresina». UOL. Consultado em 30 de dezembro de 2013 
  47. «Relatório das Eleições de 2002» (PDF). TSE. Consultado em 30 de janeiro de 2020 
  48. stf.jus.br: 1ª Turma nega recurso sobre impugnação de candidatura de Rui Pimenta Publicado 24 de outubro de 2006
  49. pco.org.br: Rui Pimenta promove protesto contra impugnação Publicado dia 8 de setembro de 2006.
  50. conjur.estadao.com.br: Justiça proíbe propaganda de protesto do candidato Rui Pimenta Publicado dia 16 de setembro de 2006.
  51. pco.org.br: TSE censura programa do PCO Publicado dia 17 de setembro de 2006.
  52. a b «Apuração de votos e candidatos eleitos (1º turno) - UOL Eleições 2010». placar.eleicoes.uol.com.br. Consultado em 29 de julho de 2019 
  53. G1, Do; Brasília, em (5 de outubro de 2014). «Dilma e Aécio decidirão eleição para presidente no segundo turno». Eleições 2014. Consultado em 29 de julho de 2019 
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  55. do Diário Causa Operária, Redação (17 de agosto de 2018). «A posição do PCO sobre a candidatura Lula». Diário Causa Operária. Consultado em 18 de agosto de 2018 
  56. «PDF.js viewer». www.justicaeleitoral.jus.br. Consultado em 17 de fevereiro de 2020 
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  58. «Resultado final das eleições 2014». O Globo (em inglês). Consultado em 17 de fevereiro de 2020 
  59. «Causa Operária TV - Televisão Operária e Revolucionária desde 2008». Causa Operária TV. Consultado em 13 de janeiro de 2020 
  60. «Folha de S.Paulo - Banho de Marx: Esquerda decide ler "O Capital" na praia - 28/01/2002». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 20 de janeiro de 2020 

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