Pirapozinho

município brasileiro do estado de São Paulo, também conhecido como Cidade Joia da Alta Sorocabana

Pirapozinho é um município brasileiro do estado de São Paulo, também conhecido como Cidade Joia da Alta Sorocabana. Localiza-se a uma latitude 22º16'31" sul e a uma longitude 51º30'00" oeste, estando a uma altitude de 487 metros. Sua população estimada em 2010 era de 24.718 habitantes. A cidade possui uma área de 482,28 km², fazendo parte em sua integridade do Aquífero Guarani. O município é formado pela sede e pelo distrito de Itororó do Paranapanema[6][7].

Pirapozinho
  Município do Brasil  
Vista parcial do município de Pirapozinho com ênfase ao Edifício Condomínio Saint Germain.
Vista parcial do município de Pirapozinho com ênfase ao Edifício Condomínio Saint Germain.
Símbolos
Bandeira de Pirapozinho
Bandeira
Brasão de armas de Pirapozinho
Brasão de armas
Hino
Lema Sigo o bem, consigo a paz
Apelido(s) "Pirapó"
"Cidade Joia"
Gentílico pirapozense
Localização
Localização de Pirapozinho em São Paulo
Localização de Pirapozinho em São Paulo
Mapa de Pirapozinho
Coordenadas 22° 16' 30" S 51° 30' O
País Brasil
Unidade federativa São Paulo
Municípios limítrofes Presidente Prudente, Anhumas, Narandiba, Tarabai, Estrela do Norte, Sandovalina e Álvares Machado
Distância até a capital 574 km[1]
História
Fundação 9 de abril de 1949 (71 anos)
Administração
Prefeito(a) Orlando Padovan (DEM, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [2] 480,795 km²
População total (Censo IBGE/2016[3]) 26 810 hab.
 • Posição SP: 212º
Densidade 55,8 hab./km²
Clima tropical (Aw)
Altitude 487 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[4]) 0,776 alto
PIB (IBGE/2017[5]) R$ 962.053,65
PIB per capita (IBGE/2017[5]) R$ 35 603,90
Outras informações
Padroeiro(a) João Batista
Sítio pirapozinho.sp.gov.br (Prefeitura)
camarapirapozinho.sp.gov.br (Câmara)

HistóriaEditar

Seu nome tem origem na língua Tupi-Guarani, sendo oriundo da palavra pirapó ou pirapora, que significa "lugar abundante em peixes que saltam" e teve como característica histórica uma colonização iniciada no começo século XX, a qual a ferrovia antecedeu as cidades e o plantio de café. Através da ferrovia foram surgindo núcleos urbanos, que serviram de apoio à expansão da colonização dessas terras em direção ao Norte do Paraná. O processo de ocupação da região ocorreu por meio de companhias de colonização e iniciativas tomadas tanto por grupos econômicos como por ações individuais para fragmentar o território e ampliar a especulação fundiária e o adensamento humano.[8]

 
O primeiro trem da Estrada de Ferro Sorocabana a chegar em Pirapozinho. [9]

Pirapozinho tinha a função inicial de local de passagem para quem ia à Presidente Prudente, acelerando a colonização com o desenvolvimento do comércio e a formação das propriedades agrícolas nas imediações. Na década de 1930, foi traçada a planta que deu origem ao loteamento da área. As famílias começaram a ocupar as áreas próximas das atividades comerciais e agrícolas, desenvolvendo aos poucos o núcleo urbano, que ficou por muito tempo delimitado pela SP-425 (Rodovia Assis Chateuabriand) e pela Estrada de Ferro Sorocabana.

Pirapozinho era um lugarejo ligado a Presidente Prudente por uma picada aberta no meio de densa mata, sendo proprietários Francisco Bertasso e Benedito Reis Barreiro.

No ano de 1933, o Dr. Albino Gomes Teixeira, engenheiro da Prefeitura Municipal de Presidente Prudente, traçou a planta de loteamento dos terrenos; lotes eram vendidos a trinta mil réis cada, tendo Francisco Nanci comprado, em longo prazo de pagamento, um quarteirão inteiro, por quatrocentos réis.

Os primeiros habitantes foram Francisco Nanci, Augusto Nanci, Francisco Marques, Sebastião Giroto, Arlindo Nogueira e os irmãos Artur, Manoel, João e Joaquim Gouveia, que se instalaram em 15 de novembro de 1933.

Emancipação administrativaEditar

 
Pirapozinho em meados do século XX

Como o local oferecia boa passagem para os sitiantes da região, que demandavam a Presidente Prudente, acelerou-se a colonização com o desenvolvimento do comércio e a consequente formação de propriedades agrícolas nas imediações, propriedades estas que constituem a principal estrutura econômica do município. As famílias foram se agrupando em torno da atividade comercial e agrícola, atraindo para o local notáveis melhoramentos.

Pela Lei nº. 2.794, de 26 de dezembro de 1926, foi criado Distrito de Paz no Município e Comarca de Presidente Prudente. Pela Lei nº. 233, de 24 de dezembro de 1948, foi elevado a Município, constituído dos seguintes distritos: Pirapozinho e Narandiba.

Integrantes da comissão Pré-criação do Município, constituída em 9 de julho de 1948: Pres: Manoel Marques Silva, Secretário: Florisvaldo Ribeiro de Bessa, Tesoureiro: José Alves de Oliveira Filho, Membros: Manoel da Silva Santos, Francisco de Paula Barbosa Castro, Plauto Ramos Pereira Barreto, Avelino dos Santos, Américo Gori, Arthur de Toledo Freitas, Aquiles Vantini, João de Abreu, Milton Macedo Andrade, Benedito Pereira Ramos e Joaquim Divino Pantarotto.

Em 9 de abril de 1.949, foi realizada às 14,00 h. a Sessão de Instalação do Município de Pirapozinho, empossando como Prefeito o Sr. Manoel Marques Silva e os Vereadores eleitos.

Pela Lei nº. 2.456, de 30 de dezembro de 1953, foram incorporados os distritos de: Estrela do Norte, Itororó do Paranapanema e Tarabai.

Em 31 de dezembro de 1958, emancipa o distrito de Sandovalina e em 23 de março de 1964 com a Lei Estadual nº 8092, desmembram-se os distritos de Narandiba, Tarabai e Estrela do Norte.

Atualmente, Pirapozinho é constituído apenas do distrito de Itororó do Paranapanema.

GeografiaEditar

 
Rio Paranapanema

Pirapozinho está situado no extremo Oeste do estado de São Paulo, na microrregião de Presidente Prudente, distante 574 quilômetros de São Paulo, capital estadual, e 1010 quilômetros de Brasília, capital federal.

Sua área é de 482,28 km², e se limita com os municípios de Álvares Machado e Presidente Prudente, a norte; Narandiba, a sul; Anhumas, a leste; Tarabai, Estrela do Norte e Sandovalina, a oeste.

Os principais rios que drenam o município de Pirapozinho são o Rio Santo Anastácio (ao norte/nordeste do município), que forma divisa com o município de Presidente Prudente, e o Rio Paranapanema (o sul/sudoeste do município, no Distrito de Itororó do Paranapanema), que limita o território municipal com o estado do Paraná. Mas, na hidrografia local, há também o Córrego da Onça (ao sudeste/sul do município), Córrego do Peru (ao sudeste/sul do município), Ribeirão Laranjeira, Ribeirão Laranjeirinha, Rio Pirapozinho (ao norte/noroeste do município) e Ribeirão Rebojo. O ponto mais elevado da cidade situa-se a 484 metros.[8]

O solo predominante em Pirapozinho é o tipo Argissolo Vermelho-Amarelo.

BairrosEditar

Pirapozinho é dividido em bairros, tendo 35 reconhecidos:

  • CDHU
  • Centro
  • Cohab
  • Campo Largo
  • Jardim Alvorada
  • Jardim Bela Vista
  • Jardim Castilho
  • Jardim das Flores
  • Jardim do Sol
  • Jardim Esperança
  • Jardim Flores
  • Jardim Imperial
  • Jardim Marrafon
  • Jardim Monte Rei
  • Jardim Morada Sol
  • Jardim Sol
  • Jardim Soledade
  • Jardim Vantini
  • Jardim Wanderley Remelly
  • Jardim Xavier
  • Natal Marrafon
  • Noite Negra
  • Novo Horizonte
  • Núcleo Industrial
  • Vila Castilho
  • Vila Mariza
  • Vila Marquês
  • Vila Rouxinol
  • Vila São Francisco
  • Vila São João
  • Vila Santa Rosa
  • Vila São José
  • Vila Soler
 
Mapa de Pirapozinho (SP), em preto, e municípios limítrofes, em cinza.

ClimaEditar

O clima de Pirapozinho é classificado como Tropical típico, com duas estações bem definidas: um inverno seco e um verão chuvoso. A temperatura média anual é de 23,5°C.

As temperaturas máxima e mínimas registradas pela Estação Meteorológica da UNESP de Presidente Prudente são respectivamente de 39,3°C e mínima de -1,8°C.

A precipitação média anual é de 1300 mm.

EconomiaEditar

Composição da economia (IBGE/2012)
Comércio e serviços

54,97 %

Indústria

36,80 %

Agropecuária

8,24 %

Pirapozinho tem como base econômica a indústria, o comércio e atividades agropecuárias, com um Produto interno bruto (PIB) per capita de 35.603,90 reais (IBGE, 2017).

O comércio se concentra na área central, com lojas diversificadas, bancos, supermercados, etc. e a indústria que é expressiva para a cidade. Há indústrias ligadas ao ramo químico e agroindustrial de capital e projeção relevante, como a antiga Braswey (hoje Bracol) e a Danisco instalada em seu território. Há também a Foyer que se dedica à produção de roupas jeans, a Sumetal, voltada à produção de fivelas e botões, entre outras como as pertencentes ao segmento alimentício, como Sina, Charque Favorito e Frigorífico Naturafrig.

O setor industrial proporciona 36,80% no total do valor adicionado do PIB do município, o setor de serviços 54,97%, e o setor agropecuário 8,24% (IBGE, 2012).

Setor agropecuárioEditar

Pecuária
Rebanho Quantidade
Bovino (Corte) 20 mil
Bovino (Leite) 2.0 mil
Suinos 1.8 mil
Ovinos 1.3 mil
Equinos 1.0 mil

A área de menor participação econômica no município se dá, em sua maior parte, por pastagens e culturas temporárias, conforme o Levantamento Censitário das Unidades de Produção Agropecuária do Estado de São Paulo – LUPA (2008). Os demais usos são cobertura vegetal natural, culturas perenes, reflorestamento, entre outros usos. As principais criações animais do município estão entre a criação de gado e de aves. As culturas mais cultivadas são a produção de braquiária (devido a grande área de pastagens) e de cana-de açúcar (devido à existência de usina de açúcar e álcool nas proximidades do município). A estratificação das áreas agrícolas do município em maior parte dos extratos municipais é para propriedades de pequeno (até 20 hectares) e médio porte (20 a 50 hectares).

O município tem como principal exploração a bovinocultura do corte, com 20.596 cabeças, do leite com 2.340 cabeças e a mista, com 7.171 cabeças - para avicultura de ovos, com 19.150 cabeças dentre outras como suinocultura, com 1.896 cabeças, ovinocultura, com 1.340 cabeças, equinocultura, com 1.037 cabeças, caprinocultura, com 86 cabeças, bubalinocultura, com 52 cabeças, Asininos e Muares, com 37 e avicultura ornamental, decorativa e exótica com 30 cabeças.[10]

A área de cultivo se dá principalmente pela braquiária, com uma área(ha) de 17.382 km², cana-de-açúcar, com 16.749 km², Milho, com 2.117 km², Soja, com 1.289 km², Batata-doce, com 255 km² dentre outros, como: Eucalipto, Algodão, Abóbora, Café, Mandioca, Amora, Coco-da-baia e Capim-napier.[10]

Setor industrialEditar

Com a segunda maior participação na economia, o município dispõe de algumas indústrias de grande porte, tais como:

  • Sina Indústria De Alimentos Ltda; indústria de alimentos. Via De Acesso Nadir Flávia De Medeiros, Vila São Francisco;
  • Favorito Comércio E Indústria De Carnes Ltda; produção de charque. Sito a Estrada Municipal Pirapozinho a Cel. Goulart;
  • Naturafrig Indústria E Comércio Ltda; abate de bovinos, Rodovia Assis Chateaubriand- Sp 425, km 476;
  • Danisco Brasil Ltda; Rua João de Abreu, 186, Vl. Santa Rosa.

DemografiaEditar

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 24.893 habitantes, sendo o quinto mais populoso da Região Administrativa de Presidente Prudente, apresentando uma densidade demográfica de 51,66 habitantes por km². Segundo o censo de 2010, 12.082 habitantes eram homens e 12.612 habitantes mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 23.462 habitantes viviam na zona urbana e 1.232 na zona rural. Já segundo estatísticas divulgadas em 2019, a estimativa da população municipal era de 27.527 habitantes. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Pirapozinho é considerado elevado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Expectativa de vida (anos): 70,78

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,98

Taxa de Alfabetização: 89,13%

  • IDH-M Renda: 0,721
  • IDH-M Longevidade: 0,763
  • IDH-M Educação: 0,865

(Fonte: IPEADATA)

ComunicaçõesEditar

A cidade foi atendida pela Empresa Telefônica Paulista[11][12] até 1973, quando passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP)[13], que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[14], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[15] para suas operações de telefonia fixa.

Política e AdministraçãoEditar

A administração municipal se dá pelo poder executivo e pelo poder legislativo. Em dezembro de 2012, o candidato e ex vice-prefeito (2005-2008) que venceu as eleições suplementares no município foi Orlando Padovan, do DEM, sendo eleito com 51,98%[16] dos votos válidos, sendo reeleito ao cargo em dezembro de 2016 com 43,07%[17] para o 2º mandato consecutivo.

O poder executivo do município é representado pelo prefeito e seu gabinete de secretários, seguindo o modelo proposto pela Constituição Federal. O primeiro prefeito foi Manoel Marques Silva, que esteve à frente do cargo entre 1949 e 1953. Já o Poder legislativo é constituído pela câmara, composta por onze vereadores eleitos para mandatos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição). Seu primeiro presidente foi Francisco de Paula Barbosa Castro, entre 1949 e 1950. Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao Executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Cultura e lazerEditar

 
Fejupi (Festa Junina de Pirapozinho)

Festa Junina de PirapozinhoEditar

A cidade orgulha-se por ter a maior fogueira do Brasil, com mais de 50 metros de altura. A Fejupi (Festa Junina de Pirapozinho) é promovida pela Prefeitura Municipal em homenagem a São João Batista, o santo padroeiro da cidade, e acontece sempre entre os meses de Junho e Julho com duração inicial de uma semana, exceto em 2002 quando teve duração de 12 dias.

A Fejupi acontece desde 1987, deixando de ser realizada apenas em 2001 e 2020, em virtude do Racionamento, mais conhecido como Crise do apagão e a pandemia de Covid-19, respectivamente. E passam por lá cerca de 100.000 pessoas. No último dia da festa é acesa a fogueira acompanhada de um show pirotécnico, fechando com chave de ouro uma das maiores festas regionais do interior do Estado de São Paulo. Nos últimos anos a duração foi reduzida para 4 dias (quarta, quinta, sexta e sábado). Shows, parque de diversões, barracas de comidas típicas (ou não) fazem parte das atrações.

LazerEditar

  • Centro Cultural Municipal;
  • Estádio Municipal Mário da Costa Cruz;
  • Parque do Povo;
  • Pista de Motocross;
  • Pista de Wheeling;
  • Arena de Rodeio;
  • Ginásio Municipal de Esportes;
  • Praça Poliesportiva do Conjunto Habitacional Adélia Jorge de Oliveira;
  • BEC Grêmio Recreativo;
  • V.E.C. (Videira Esporte Clube);
  • Terra Parque Eco Resort;

ClubesEditar

  • Clube Recreativo e Esportivo;
  • Rotary Club de Pirapozinho;
  • Rotaract Club de Pirapozinho;
  • Interact Club de Pirapozinho;
  • ACAD;
  • Lions Club de Pirapozinho;
  • Loja Maçônica Fraternidade e Progresso;
  • Loja Maçônica Evolução e Dignidade;
  • Clube dos 30 de Pirapozinho;
  • Alps Futebol Clube;
  • Videira Esporte Clube (V.E.C.).
  • Unimaster Voleibol Feminino
  • Master Futebol Clube

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 23 de julho de 2011 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2016. Consultado em 11 de dezembro de 2016 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2017 revisada». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2017 
  6. «Municípios e Distritos do Estado de São Paulo» (PDF). IGC - Instituto Geográfico e Cartográfico 
  7. «Divisão Territorial do Brasil». IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 
  8. a b «A URBANIZAÇÃO DE CIDADES PEQUENAS - PIRAPOZINHO» (PDF). UNESP 
  9. «E. F. Sorocabana (1958-1971)» 
  10. a b «Explorações Animais no município de Pirapozinho (2007/2008)» (PDF). LUPA, São Paulo (2007/2008) 
  11. «Relação do patrimônio da Empresa Telefônica Paulista incorporado pela Telesp» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo 
  12. «Telesp assume controle da Cia. Telefônica Rio Preto e da Empresa Telefônica Paulista». Acervo O Estado de São Paulo 
  13. «Área de atuação da Telesp em São Paulo». Página Oficial da Telesp (arquivada) 
  14. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  15. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 
  16. «Apuração das Eleições 2012 em Pirapozinho | São Paulo». G1. Consultado em 9 de agosto de 2020 
  17. «Resultado da apuração das Eleições 2016 em Pirapozinho para prefeito e vereador». g1. Consultado em 9 de agosto de 2020 

Ligações externasEditar