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Aeroporto Regional do Vale do Aço, Aeroporto de Ipatinga

O Aeroporto Regional do Vale do Aço (IATA: IPNICAO: SBIP), também conhecido como Aeroporto de Ipatinga (antigo Aeroporto da Usiminas), é um aeroporto doméstico que está localizado no município brasileiro de Santana do Paraíso, no interior do estado de Minas Gerais. Serve à Região Metropolitana do Vale do Aço e a seu colar metropolitano, estando situado a 3 km de Ipatinga. Constitui uma das principais formas de acesso da região à capital mineira, disponibilizando rotas diárias regulares à Região Metropolitana de Belo Horizonte. Sua pista tem dimensões de 2 004 m x 45 m e em 2015, recebeu um total de 142 960 passageiros e 4 218 voos.

Criado em 1959 e em operação desde 1977, foi projetado pela Usiminas, inicialmente para servir a seus funcionários. Em 2008, houve um projeto de desativar o aeroporto e construir um novo terminal no município de Bom Jesus do Galho, a fim de que a empresa expandisse seu complexo industrial sobre a área original. Por questões ambientais e devido à crise financeira, no entanto, o projeto não prosseguiu e o atual aeroporto foi reformado e modernizado em 2011. A Usiminas administrou o aeródromo até março de 2016, quando uma crise econômica na empresa levou à concessão do custeio do terminal ao governo estadual e das operações à Socicam, atuante desde 2012.


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Fachada do Aeroporto de Porto Alegre

O Aeroporto Internacional de Porto Alegre – Salgado Filho (IATA: POAICAO: SBPA) é um aeroporto internacional no município de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É o maior e mais movimentado aeroporto do Rio Grande do Sul e o oitavo mais movimentado do Brasil em número de passageiros transportados.

Com uma área de quatro quilômetros quadrados, o complexo aeroportuário conta com um sistema de acesso viário próprio. A Avenida Severo Dullius, rua de acesso ao aeroporto, liga-se com a Avenida dos Estados, complemento da BR-116. Toda estrutura para passageiros é dividida em dois terminais, totalizando 42 pontos de check-in.

Foi o primeiro aeroporto administrado pela Infraero a ter o sistema integrado de check-in. O aeroporto dispõe do sistema de pouso por instrumentos (ILS) Categoria II, que conduz a aeronave até uma altura mínima de trinta metros sobre a cabeceira da pista, requerendo uma visibilidade mínima de quatrocentos metros como parâmetro para prosseguimento na aproximação do pouso. Em 2017, ficou em terceiro lugar no Prêmio Avião Revue, na categoria Melhor Aeroporto do Brasil.

O complexo aeroportuário foi concedido à iniciativa privada em 16 de março de 2017 para a empresa Fraport durante o período de 25 anos, pelo valor de 382 milhões de reais.


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Conceito artístico do AFVG

O AFVG (Anglo-French Variable Geometry) foi uma aeronave experimental supersónica de combate táctico com uma asa de geometria variável, desenvolvida por uma parceria entre a British Aircraft Corporation no Reino Unido e a Dassault Aviation de França. O projecto foi cancelado em Junho de 1967, quando o governo francês retirou-se do projecto. A BAC modificou as especificações do caça para atender unicamente às necessidades da Força Aérea Real, reconfigurando o design como UKVG e procurando novos parceiros internacionais para desenvolver a aeronave, que no final resultou no Panavia Tornado.


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Protótipo do A320neo

O Airbus A320neo é uma família de aeronaves bimotoras turbofan desenvolvida e fabricada pela Airbus. O A320neo substitui as aeronaves da família A320 original, que agora é referida como A320ceo, pois significa "antiga opção de motor". Além dos novos motores, o programa de modernização também incluiu melhorias como refinamentos aerodinâmicos, winglets, redução do peso, nova cabine de passageiros com maior espaço para bagagem de mão e sistema de purificação de ar melhorado. Os clientes terão a opção entre os motores CFM International LEAP-X ou Pratt & Whitney PW1100G.

Até janeiro de 2017, a Airbus recebeu pedidos da aeronave. O primeiro A320neo foi apresentado em Toulouse em 1 de julho de 2014. O primeiro voo ocorreu em 25 de setembro de 2014. A certificação da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) e da Administração Federal de Aviação (FAA) foi entregue em 24 de novembro de 2015. Em 25 de janeiro de 2016, o A320neo entrou em serviço com a Lufthansa. Seis meses depois, em Farnborough, o CEO da Airbus John Leahy informou que as aeronaves em operação naquele momento haviam atingido um índice de confiabilidade de 99,7%.


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E.381 por baixo de um Ar 234

O Arado E.381 (Kleinstjäger - Micro Caça) foi um protótipo de um caça parasita da Segunda Guerra Mundial. Concebido pela Arado Flugzeugwerke em Dezembro de 1944 para a Luftwaffe, o E.381 seria transportado por um Arado Ar 234 e, com a "aeronave mãe" já em voo, seria largado e activaria o seu motor a foguete, que o levaria de encontro a aeronaves inimigas, especialmente bombardeiros americanos e britânicos. O desenvolvimento deste protótipo não passou da fase de design devido à falta de fundos e apoio oficial do alto comando.

Houve três variantes propostas; cada uma delas tinha apenas autonomia de combustível para atacar duas vezes, após as quais o piloto teria que planar sem nenhuma fonte de alimentação e aterrar com o uso de pranchas de esqui. Para sobreviver em perseguições a bombardeiros, o E.381 foi desenhado com a fuselagem mais esguia possível, para aumentar as chances de não ser atingido pelo fogo defensivo dos bombardeiros. Isto fazia com que o piloto tivesse que pilotar a aeronave deitado.


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O Comodoro do Ar Cole, primeiro comandante da Área de Comando Central, discursando perante os pupilos do Esquema de Treino Aéreo do Império, em Agosto de 1940

A Área de Comando Central foi um de vários comandos geográficos criados pela Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Foi formada em Março de 1940, e cobria a porção central de Nova Gales do Sul. Com quartel-general em Sydney, a Área de Comando Central foi responsável pela defesa aérea, reconhecimento aéreo e protecção aérea da orla costeira dentro da sua área de comando. Foi dissolvida em Agosto de 1941 e as suas unidades foram distribuídas por outros comandos da RAAF. Apesar de ter havido propostas entre 1943 e 1944 para voltar a estabelece-la, nenhuma foi concretizada.

História
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Real Força Aérea Australiana era pequena o suficiente para todos os seus elementos serem controlados pelo próprio quartel-general da força aérea, em Melbourne. Depois do despoletar da guerra, em Setembro de 1939, a RAAF começou a implementar uma forma de comando descentralizada proporcional aos esperados aumentos de efectivos e unidades. A primeira medida tomada para ir de encontro com esta ideia foi a criação do Grupo N.º 1 e do Grupo N.º 2 para controlar as unidades em Vitória e em Nova Gales do Sul, respectivamente. Depois, entre Março de 1940 e Maio de 1941, a RAAF dividiu o continente australiano e a Nova Guiné em quatro áreas geográficas nas quais cada uma seria controlada por um comando: a Área de Comando Central, a Área de Comando do Sul, a Área de Comando Ocidental e a Área de Comando do Norte. Cada uma delas tinha a responsabilidade, dentro das respectivas áreas, de providenciar defesa aérea, protecção aérea da orla costeira e realizar reconhecimento aéreo. Cada uma das áreas ficou com um oficial comandante responsável pela administração e pelas operações de todas as bases aéreas e unidades dentro das respectivas áreas.


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O Capitão de grupo Allan Walters (à direita) com oficiais seniores da Asa N.º 72 na Nova Guiné, em Dezembro de 1943

A Asa N.º 72 foi uma formação da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Formada em Abril de 1943 em Townsville, Queensland, ficou subordinada à Área de Comando Nordeste. Comandada pelo Capitão de grupo Charles Eaton, a asa foi rapidamente enviada para Merauke, na Nova Guiné, onde ficou responsável pela gestão de três esquadrões que pilotavam caças CAC Boomerang e P-40 Kittyhawk e bombardeiros A-31 Vengeance. A meio de 1943 Eaton foi rendido pelo Capitão de grupo Allan Walters. A Asa N.º 72 participou na defesa do Estreito de Torres, realizando missões de intercepção, patrulha e alguns ataques ar-terra e antinavio. Em Julho de 1944, os seus esquadrões originais haviam sido dissolvidos ou transferidos para outras formações operacionais. O Esquadrão N.º 120, que chegou à asa em Maio de 1944 a operar aviões Kittyhawk, permaneceu em Merauke até Fevereiro de 1945. Em Maio o quartel-general da asa voltou para a Austrália, e no mês seguinte a asa foi dissolvida.

História
A Asa N.º 72 foi formada no dia 23 de Abril de 1943 em Townsville, Queensland, sob o comando o Capitão de Grupo Charles Eaton. No início do mês seguinte, o seu quartel-general foi enviado para Merauke, um local que é descrito na história oficial da RAAF durante a Segunda Guerra Mundial como "um pequeno porto desolado na Nova Guiné". Controlando o Esquadrão N.º 84 (CAC Boomerang), o Esquadrão N.º 86 (P-40 Kittyhawk) e o Esquadrão N.º 12 (A-31 Vengeance), a missão da asa era o de ajudar na defesa do Estreito de Torres.


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Comandantes e militares do quartel-general da Asa N.º 73 e dos seus três esquadrões em Los Negros, nas Ilhas do Almirantado, em Maio de 1944

A Asa N.º 73 foi uma formação da Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Formada em Fevereiro de 1943 em Port Moresby, na Papua-Nova Guiné, como parte do Grupo Operacional N.º 9, inicialmente era composta por três esquadrões de ataque equipados com aviões CAC Wirraway, Douglas Boston e Bristol Beaufighter, que participaram na campanha da Nova Guiné até meio do ano de 1943; posteriormente, foi re-organizado com três esquadrões de combate aéreo equipados com aviões P-40 Kittyhawk e Supermarine Spitfire. Com esta nova frota de aeronaves, a asa prestou serviço na Nova Bretanha e na Campanha das Ilhas do Almirantado entre 1943 e 1944. Em Agosto de 1944 a asa foi dissolvida em Los Negros, e no início de 1945 os seus esquadrões foram absorvidos por outras asas da RAAF subordinas ao Grupo Operacional N.º 10 (mais tarde Primeira Força Aérea Táctica Australiana).


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Um Catalina do Esquadrão N.º 43

A Asa N.º 76 foi uma formação da Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Inicialmente colocada em Queensland, o seu quartel-general foi transferido para Darwin, no Território do Norte, em Setembro de 1944, para assumir o comando de três esquadrões equipados com hidroaviões PBY Catalina: o Esquadrão N.º 20, o Esquadrão N.º 42 e o Esquadrão N.º 43. A principal tarefa destes esquadrões era a de lançar minas aquáticas no teatro do Sudoeste do Pacífico, realizando-a até longínquas áreas como Java, Bornéu, Filipinas e China. Além de lançar minas aquáticas, os hidroaviões Catalina realizaram missões de bombardeamento, patrulha aérea, transporte aéreo e lançamento de milhões de panfletos propagandísticos nos últimos meses da guerra. Com o final da guerra, o quartel-general da asa foi dissolvido em Novembro de 1945.

História
O quartel-general da Asa N.º 76 foi estabelecido no dia 3 de Janeiro de 1944 em Townsville, Queensland, e a meio do mês foi movido para Cairns. Liderado pelo Comandante de asa Reginald Burrage, foi transferido em Setembro para Darwin, no Território do Norte, para coordenar e controlar as operações de lançamento de minas aquáticas na Área de Comando Noroeste pelos esquadrões 20, 42 e 43. Cada um destes esquadrões estava equipado com hidroaviões PBY Catalina, apelidados de "Black Cats" (em português: Gatos Pretos); o Esquadrão N.º 20 havia estado colocado em Cairns juntamente com o quartel-general da Asa N.º 76, o Esquadrão N.º 42 foi formado em Darwin em Agosto e o Esquadrão N.º 43 já operava a partir de Darwin desde Março.


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Um Beaufighter do Esquadrão N.º 31, parte da AsaN.º 77, a aterrar no aeródromo de Tarakan, Bornéu, em 1945

A Asa N.º 77 foi uma formação da Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Fez parte do Grupo Operacional N.º 10 (mais tarde Primeira Força Aérea Táctica Australiana) quando foi formada em Novembro de 1943, sendo composta por três esquadrões equipados com bombardeiros de mergulho Vultee Vengeance. A Asa N.º 77 começou a realizar operações no início de 1944, voando a partir de Nadzab, Papua-Nova Guiné. Contudo, pouco tempo depois as unidades que operavam os Vengeance foram retiradas da linha da frente e foram substituídas por esquadrões que operavam aviões Douglas Boston, Bristol Beaufighter e Bristol Beaufort. A asa combateu durante os ataques a Noemfoor, Tarakan e no norte de Bornéu, altura pela qual era uma formação que operava exclusivamente aviões Beaufort, composta pelos esquadrões 22, 30 e 31. Em Junho de 1945 a asa planeava participar na Batalha de Balikpapan, contudo a falta de condições no solo fez com que as unidades que operavam os Beaufort fossem retiradas para Morotai, ficando neste local até ao final da guerra e, posteriormente, regressando à Austrália onde foram dissolvidas juntamente com o quartel-general da asa, em 1946.


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Comandantes do Esquadrão N.º 18 e da Asa N.º 79: Tenente-coronel Asjes (segundo à direita) e o Capitão de Grupo Ryland (à direita) em Batchelor, Território do Norte, em 1944

A Asa N.º 79 foi uma formação da Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Foi formada em Dezembro de 1943 em Batchelor, no Território do Norte, como parte da Área do Comando Noroeste. Liderada pelo Capitão de Grupo Charles Eaton, a asa era composta por quatro esquadrões à data da sua fundação, equipados com caças-pesados Bristol Beaufighter e bombardeiros Bristol Beaufort e B-25 Mitchell. Esta formação participou na Campanha da Nova Guiné e nas campanhas da Área de Comando Noroeste entre 1944 e 1945, sendo eventualmente transferida para Balikpapan, nas Índias Orientais Holandesas, à medida que os aliados avançavam para norte. Com o final da Guerra do Pacífico a asa ficou adida à Primeira Força Aérea Táctica Australiana e ficou constituída pelos esquadrões N.º 2 e 18, ambos equipados com bombardeiros Mitchell. O Esquadrão N.º 18 foi transferido para a Força Aérea Holandesa no final de 1945, enquanto o Esquadrão N.º 2 regressou à Austrália, onde foi dissolvido um ano depois. Em Outubro de 1945, o quartel-general da Asa N.º 79 foi dissolvido.


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Adolf Galland a falar sobre uma manobra aérea, junto de Werner Mölders e Theo Osterkamp

Os ases da aviação da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial constituíram o maior e mais bem sucedido grupo de ases de uma única nacionalidade na história da aviação. Um ás da aviação é um aviador militar a quem é atribuído o abate (vitória) de cinco ou mais aeronaves inimigas durante um combate aéreo. Apesar de neste artigo ser usado o termo "ás da aviação" os alemães, em vez disso, usavam o termo "Experte". É certo que mais de 2500 pilotos de combate alemães alcançaram o status de ás da aviação, cada um deles tendo abatido pelo menos cinco aeronaves. Todos os ases alcançaram o status ao serviço da Luftwaffe, o único ramo militar alemão durante a guerra com poder aéreo.

Os pilotos alemães de combate diurno e nocturno alcançaram sensivelmente 70 mil vitórias aéreas durante a Segunda Guerra Mundial, 25 mil ao abater aeronaves francesas, britânicas e norte-americanas e 45 mil soviéticas. 103 pilotos alemães abateram mais de 100 aeronaves inimigas, totalizando 15 400 vitórias aéreas. Outros 360 pilotos abateram entre 40 e 100 aeronaves inimigas, o que totalizou cerca de 21 mil vitórias; além destes, outros 500 pilotos abateram entre 20 e 40 aeronaves, totalizando cerca de 15 mil vitórias. Estas proezas foram reconhecidas com a condecoração de 453 pilotos de caças diurnos e de caças-pesados (zerstörer) com os diferentes graus da Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro. Além destes, 85 pilotos de caças nocturnos, incluindo 14 tripulantes, também foram condecorados com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro.

Por outro lado, as baixas alemãs também foram muito elevadas. Cerca de 12 mil pilotos de caças diurnos faleceram ou ainda estão considerados como desaparecidos em combate, além dos 6000 que ficaram feridos. Os pilotos dos caças-pesados sofreram cerca de 2800 baixas e 900 feridos. Já os pilotos nocturnos sofreram com 3800 pilotos e tripulantes mortos ou desaparecidos, e cerca de 1400 feridos.


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Um ATR-72 da Azul.

Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. é uma companhia aérea brasileira fundada e homologada em 2008 por David Neeleman. É a terceira maior companhia do Brasil em número de passageiros, a segunda maior em frota de aeronaves e a maior em número de destinos oferecidos, operando em 96 aeroportos no território brasileiro e em 5 destinos internacionais. Em 2015, a Azul teve uma participação de mercado de 17,00% do total de assentos oferecidos em voos domésticos e é a companhia que mais cresce em termos de passageiros por quilômetro voado. Em 2014 tornou-se uma companhia aérea de bandeira do Brasil (Flag Carrier) ao começar rotas internacionais.

Seus principais centros de operações são os aeroportos de Viracopos em Campinas, Confins em Belo Horizonte e Gilberto Freire no Recife. A sede administrativa da companhia fica no bairro de Alphaville na região da Grande São Paulo. A Azul registrou aproximadamente 11 000 funcionários em 2014, é a única operadora brasileira a utilizar os E-Jets da Embraer e sua frota é formada basicamente por ATR-72, Embraer 190, Embraer 195 e Airbus A330, utilizados apenas em rotas longas e internacionais. A empresa também possui contratos com a Airbus para a compra de 35 aviões Airbus A320neo para rotas domésticas e Airbus A350 para rotas internacionais.


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Um Firebrand T.F. Mk IV em pleno voo.

O Blackburn Firebrand foi uma aeronave monomotor de ataque ar-solo, desenvolvida pela Blackburn Aircraft para a Fleet Air Arm da Marinha Real Britânica, para combater durante a Segunda Guerra Mundial. Originalmente pretendido para ser usado como um simples caça de combate ar-ar, a sua performance abaixo da expectativa e a atribuição do seu motor original para o Hawker Typhoon, fizeram com que fosse re-desenhado para se tornar num caça cujo missão seria a de ataque ar-solo. O seu desenvolvimento foi lento e a primeira aeronave entregue e pronta para serviço chegou apenas quando a Segunda Grande Guerra já havia terminado. Pouco mais de duas centenas de aeronaves foram construídas, tendo sido dispensadas em 1953.


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Blackburn B-48 Firecrest

O Blackburn B-48 Firecrest, também designado YA.1 pela SBAC, foi um caça construído pela Blackburn Aircraft para prestar serviço na Fleet Air Arm durante a Segunda Guerra Mundial. Foi desenvolvido a partir do problemático Firebrand. Com a designação B-48, e com o nome informal de Firecrest, de três protótipos construídos apenas dois chegaram a voar.

O desenvolvimento desta aeronave foi sucessivamente prolongado devido a alterações de design e um demorado fornecimento de componentes, porém, a determinação do Ministério do Abastecimento, em 1946, que a fuselagem não alcançava os requisitos de um caça, acabou por cancelar o projecto. A construção dos três protótipos continuou para serem usados em testes. Os dois exemplares foram vendidos de volta à Blackburn em 1950 e a terceira aeronave, juntamente com as restantes, foi transformada em sucata em 1952.


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Boeing 747-8 da Lufthansa

Boeing 747-8 é uma aeronave widebody quadrimotor desenvolvida pela Boeing. Anunciado oficialmente em 2005, o 747-8 é a terceira geração de Boeing 747, com fuselagem alongada, asas redesenhadas e melhor eficiência. O 747-8 é a maior versão do Boeing 747, maior avião comercial construído nos Estados Unidos, e o avião comercial mais longo do mundo, juntamente com o Airbus A340-600.

O 747-8 é oferecido em duas variantes, com o 747-8I servindo como aeronave comercial e o 747-8F servindo como aeronave cargueira. O primeiro voo do 747-8F ocorreu em 8 de fevereiro de 2010 e o primeiro voo do 747-8I ocorreu em 20 de março de 2011. A entrega do primeiro 747-8F ocorreu em outubro de 2011 e o 747-8I começou a ser entregue em 2012. Em agosto de 2015, havia 123 pedidos para o 747-8, compreendendo 72 para a versão cargueira, e 51 para a versão comercial.


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O segundo protótipo do XG-20

O Chase XCG-20, também conhecido como XG-20 e pela designação do fabricante MS-8 Avitruc, foi um planador de assalto desenvolvido imediatamente após a Segunda Guerra Mundial pela Chase Aircraft Company para a Força Aérea dos Estados Unidos, sendo o maior planador já construído nos Estados Unidos. O XG-20 não foi produzido devido a uma alteração nos requisitos da força aérea norte-americana, contudo acabou por ser modificado, tornando-se no bem-sucedido bimotor Fairchild C-123 que foi extensivamente utilizado na Guerra do Vietnã.

Projeto e desenvolvimento
Após o fim da guerra, as Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos que acabaram por se tornar na Força Aérea dos Estados Unidos em 1947, que emitiu um requerimento para um novo planador de assalto pesado para substituir modelos menores que ainda estavam em serviço, tendo todos sido declarados obsoletos. Os novos planadores deveriam ser construídos totalmente em metal e também deveriam ser fáceis de adaptar uma configuração motorizada. Como parte de um programa de desenvolvimento de cinco anos, um contrato foi celebrado com a Chase Aircraft Company de Trenton, Nova Jérsia em Agosto de 1946 para a construção de dois tipos de planadores. Estes incluíam um modelo menor, designado XCG-18A, e o maior e definitivo sendo designado XCG-20.


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Nuvens ao longa da corrente de jato sobre o Canada.

As correntes de jato, ou simplesmente jatos (em inglês: Jet Streams), são correntes de ar que ocorrem na atmosfera de alguns planetas, incluindo a Terra. Estes jatos de ar foram descobertos durante as incursões aéreas na Segunda Guerra Mundial. As principais correntes de jato localizam-se perto da tropopausa, na transição entre a troposfera (onde a temperatura diminui consoante a altitude) e a estratosfera (onde a temperatura aumenta com a altitude respectiva). As principais correntes de jato do planeta Terra são os ventos do oeste (que fluem para leste). Os seus percursos são determinados por formas sinuosas, onde a sua constância é indeterminável pelo seu carácter repentino de mudança de direcção; os jatos podem surgir subitamente, cessar, dividirem-se em duas ou mais partes, convergirem-se num único fluxo, ou mesmo fluir em várias direções, incluindo na direção oposta à do próprio jato. Os jatos mais poderosos são os jatos polares, que ocorrem em torno dos 7 e 12 km (entre as latitudes de 40°-70°) acima do nível do mar, e os jatos subtropicais que andam à volta dos 10 e 16 km (20° e 30°) de altitude. Cada um dos hemisférios Norte e Sul possuem tanto um jato polar como um jato subtropical. O jato polar do hemisfério norte flui sobre o meio das latitudes setentrionais da América do Norte, Europa e Ásia e nos oceanos que neles intervém; enquanto que o jato polar do hemisfério sul circunda principalmente a Antártica durante todo o ano.

As correntes de jato são provocados pela combinação da rotação do planeta sobre o seu eixo e o aquecimento da atmosfera (por radiação solar e, em outros planetas para além da Terra, pelo calor interno). As correntes de jato formam-se perto dos limites das massas de ar adjacentes com significantes diferenças de temperatura, tais como a região polar e o ar quente que segue em direção ao equador.


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G. E. Douglas (fila da frente, no centro) com oficiais e um B-24 Liberator do Depósito de Aeronaves N.º 3, em Julho de 1945

O Depósito de Aeronaves N.º 3 foi uma unidade de manutenção da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Formada em Março de 1942 em Amberley, Queensland, inicialmente, a sua função principal foi a montagem e despacho de aeronaves de combate dos Estados Unidos, e também realizou operações de salvamento de equipamentos. De 1942 até 1947, assumiu o papel de administrar a Base aérea de Amberley. Mais tarde, ficou responsabilidade de proceder à manutenção profunda do bombardeiro da RAAF English Electric Canberra, depois da entrada de serviço dos mesmos em 1953. Durante os anos 70, começou a realizar operações de manutenção no General Dynamics F-111, ao mesmo tempo que também realizava manutenção aos helicópteros Bell UH-1 Iroquois e Boeing CH-47 Chinook.

O depósito fundiu-se com o Esquadrão de Manutenção N.º 482 em Março de 1992, para formar a Asa N.º 501, que trabalhou com o F-111 até ser extinta em 2001.

História
Segunda Guerra Mundial
O Depósito de Aeronaves N.º 3 foi formado na então Estação de Amberley, Queensland, no dia 16 de Março de 1942. Ficou sob a dependência hierárquica do Grupo N.º 5. O primeiro (e temporário) comandante foi o Squadron Leader W. H. Nicholson. Ao ser estabelecido, o depósito tinha como principal missão a montagem e despacho de aeronaves de combate produzidas nos Estados Unidos. Nas suas primeiras seis semanas de operação, montou 123 caças Bell P-39 Airacobra e uma dúzia de bombardeiros médios Martin B-26 Marauder. O depósito também era responsável pela inspecção nos aviões CAC Wirraway e Lockheed Hudson. Um papel extra que lhe estava atribuído era o de recuperar aeronaves danificadas e despacha-las para o Depósito de Aeronaves N.º 5 na Estação de Wagga, em Nova Gales do Sul, para serem reparadas.


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Um membro do Destacamento de Transporte da RAAF no Japão em visita a um contingente de forças australianas na linha do armistício, olhando em direcção à zona desmilitarizada em direcção às posições comunistas.

O Destacamento de Transporte da RAAF no Japão foi uma unidade de transporte aéreo da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou no rescaldo da Guerra da Coreia. Formada em Março de 1955 em Iwakuni, no Japão, foi equipada com três aviões Douglas C-47 Dakota e um CAC Wirraway. A principal missão do destacamento consistia na realização de voos de transporte de correio entre o Japão e a Coreia do Sul, em apoio às unidades militares da Commonwealth colocadas na península. O destacado cessou as suas operações em Junho de 1956 e foi dissolvido em Setembro do mesmo ano.

História
O Destacamento de Transporte da RAAF no Japão foi antecedido por um contingente de transporte aéreo que a Real Força Aérea Australiana manteve no Japão antes da Guerra da Coreia. Quando a guerra na península começou em Junho de 1950, o Esquadrão N.º 77 estava colocado em Iwakuni como parte da Força de Ocupação da Comunidade Britânica. Equipado com aviões North American P-51 Mustang, o esquadrão também operava um destacamento de comunicações equipado com dois aviões Douglas C-47 Dakota e dois Auster. A Asa N.º 91 foi estabelecida em Iwakuni em Outubro de 1950 para administrar as unidades da RAAF durante a guerra. Estas incluíam o Esquadrão N.º 77, o Esquadrão N.º 391, o Esquadrão N.º 491 e o Destacamento de Comunicações N.º 30, anteriormente conhecido como Destacamento de Comunicações do Esquadrão N.º 77. Em Novembro, o destacamento foi re-designado como Unidade de Transporte N.º 30. Por esta altura o destacamento tinha uma frota de oito aviões Dakota e dois Auster. Em Novembro de 1951, a Unidade de Transporte N.º 30 foi re-designada como Unidade de Comunicações N.º 30. No final de 1952, a sua força era composta por oito aviões Dakota, um avião CAC Wirraway e 59 militares.


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OV-103

Discovery é o terceiro dos cinco orbitadores que constituíram o programa de ônibus espaciais da NASA. Os dois primeiros foram o Columbia e o Challenger, respectivamente. Sua primeira missão foi a STS-41-D, que aconteceu entre os dias 30 de agosto e 5 de setembro de 1984. Foi ao espaço 39 vezes ao longo de 27 anos em serviço, tornando-se assim o ônibus espacial que mais realizou missões. Após as tragédias com o Challenger e o Columbia, o Discovery passou a ser o ônibus espacial mais antigo em funcionamento.

O Discovery também acoplou-se uma vez à estação espacial russa Mir e 13 vezes à Estação Espacial Internacional. Com sua grande quantidade de voos espaciais, o Discovery pôs no espaço um total de 31 satélites, incluindo o Telescópio Hubble, e durante sua missão STS-95 levou ao espaço o astronauta John Glenn, o primeiro norte-americano a orbitar a Terra a bordo da Friendship 7 e o astronauta mais velho a voar em um ônibus espacial. Fez seu último pouso em 9 de março de 2011 e atualmente encontra-se em exposição no Steven F. Udvar-Hazy Center em Chantilly, Virginia.


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Emil Lang (14 de Janeiro de 19093 de Setembro de 1944) foi um piloto da Luftwaffe durante a Segunda Guerra Mundial. Voou em 403 missões de combate, nas quais abateu 173 aeronaves inimigas (144 na Frente Oriental e 29 na Frente Ocidental), o que fez dele um ás da aviação. Numa das suas missões, afundou também um torpedeiro soviético.

Colocado numa asa de combate aéreo na Frente Oriental, Lang obteve a sua primeira vitória aérea em Março de 1943. Alcançou também o feito de obter 72 vitórias durante um período de 3 semanas, entre as quais abateu 18 aeronaves num único dia, em 3 de Novembro de 1943. Foi condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro no dia 22 de Novembro de 1944 pelas 119 vitórias que tinha à época. Já na Frente Ocidental, obteve a sua vitória n.° 150 durante a Invasão da Normandia, a 14 de Junho de 1944. Dias depois da sua última vitória, foi morto em combate no dia 3 de Setembro de 1944, nos céus da Bélgica.


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Um de Havilland Tiger Moth, a aeronave de treino básico da RAAF de 1940 até 1956-57

A Escola de Treino de Voo Básico N.º 1 (No. 1 BFTS) foi uma escola de treino e instrução de voo da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Juntamente com a Escola de Treino de Voo Inicial N.º 1 (No. 1 IFTS), foi formada em resposta à necessidade de novas e mais tripulações aéreas devido ao despoletar da Guerra da Coreia e da Emergência Malaia. A No. 1 BFTS foi criada em Dezembro de 1951 na Base aérea de Uranquinty, em Nova Gales do Sul, onde operava aviões de Havilland Tiger Moth e CAC Wirraway. A escola absorveu as actividades da No. 1 IFTS em Janeiro de 1955, dado que a necessidade de novos pilotos havia cessado com o cessar fogo da Guerra da Coreia. A No. 1 BFTS foi transferida para a Base aérea de Point Cook, Vitória, em Maio de 1958, numa altura em que apenas operava aviões CAC Winjeel. O seu programa de treino foi expandido por volta dos anos 60 graças à participação australiana na Guerra do Vietname. No final da década, em Janeiro de 1969, a escola foi re-formada como Escola de Treino de Voo N.º 1, em Point Cook.

História
Antes da Segunda Guerra Mundial começar, todo o treino de pilotagem na Real Força Aérea Australiana era realizado por uma unidade, a Escola de Treino de Voo N.º 1 (No. 1 FTS), na Base aérea de Point Cook, em Vitória. Com a expansão do treino de tripulações e pilotos sob o Plano de Treino Aéreo do Império Britânico, a No. 1 FTS foi substituída por doze escolas de treino de voo elementar, uma escola de voo central e oito escolas de voo de treino de serviço.


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Fotografia de grupo após graduação do Curso N.º 33 na Escola de Treino de Voo de Serviço N.º 5, em frente de um avião de treino Wirraway, em Julho de 1943

A Escola de Treino de Voo de Serviço N.º 5 foi uma unidade de treino e instrução da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Foi uma de oito escolas de treino de voo de serviço criadas pela RAAF para realizar o treino intermédio e avançado dos novos pilotos australianos, como acordado no Plano de Treino Aéreo da Comunidade Britânica. A escola foi formada na Estação de Uranquinty, Nova Gales do Sul, em Outubro de 1941, e extinta em Fevereiro de 1946. Os seus militares e equipamento foram usados para voltar a formar a Escola de Treino de Voo N.º 1, que foi transferida para a Base aérea de Point Cook no ano seguinte. A Unidade de Manutenção e Cuidado de Uranquinty também foi formada a partir da Escola de Treino de Voo de Serviço N.º 5, que permaneceu na base após a extinção da escola para supervisionar as aeronaves deixadas; em 1948, esta unidade também foi extinta.


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Militares da Escola de Treino de Voo Elementar N.º 1 em Dezembro de 1942

A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 1 foi uma unidade de treino da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Foi uma de doze escolas de treino de voo elementar criadas pela RAAF para providenciar instrução introdutória a recrutas da RAAF para mais tarde se tornarem pilotos. Fez parte do esforço de guerra australiano sob os termos do Esquema de Treino Aéreo do Império. A unidade foi estabelecida em Novembro de 1939 como Escola de Treino de Voo N.º 2, em Melbourne, Vitória. Um mês mais tarde, foi transferida para Parafield, no Austrália Meridional, e foi re-baptizada como Escola de Treino de Voo Elementar N.º 1 no mês seguinte. Em Maio de 1944 as actividades de treino foram transferidas para Tamworth, Nova Gales do Sul, e em Dezembro do mesmo ano a escola foi dissolvida.


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Formatura em parada na Escola de Treino de Voo Elementar N.º 2, em 1940

A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 2 foi uma unidade de treino da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Foi uma de doze escolas de treino de voo elementar criadas pela RAAF para providenciar instrução introdutória a recrutas da RAAF para mais tarde se tornarem pilotos. Fez parte do esforço de guerra australiano sob os termos do Esquema de Treino Aéreo do Império. A escola foi criada em Novembro de 1939, com a designação de Escola de Treino de Voo N.º 3, em Archerfield, Queensland, e fez uso de aeronaves e infraestruturas de organizações aeronáuticas civis da região. Em Janeiro de 1940 foi re-baptizada como Escola de Treino de Voo Elementar N.º 2. Em Março de 1942 a escola foi dissolvida, e as suas operações foram transferidas para a Escola de Treino de Voo Elementar N.º 5 em Narromine, Nova Gales do Sul, e para a Escola de Treino de Voo Elementar N.º 11 em Benalla, Vitória.


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Oficiais da RAAF na Escola de Treino de Voo Elementar N.º 3 em Essendon, Vitória, em 1941

A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 3 foi uma unidade de treino de pilotagem da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Foi uma de doze escolas de treino de voo elementar criadas pela RAAF para providenciar instrução introdutória a recrutas da RAAF para mais tarde se tornarem pilotos. Fez parte do esforço de guerra australiano sob os termos do Esquema de Treino Aéreo do Império. A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 3 foi estabelecida em Janeiro de 1940 em Essendon, Vitória, e inicialmente continha uma grande porção de pessoal civil e aeronaves privadas; a meio do ano de 1940, as aeronaves e o pessoal foram incorporados na força aérea. A escola foi dissolvida em Maio de 1942, e as suas aeronaves e pessoal foram transferidos para a Escola de Treino de Voo Elementar N.º 11, em Benalla.

História
A instrução de voo na Real Força Aérea Australiana sofreu profundas modificações com o despoletar da Segunda Guerra Mundial, devido ao grande aumento de voluntários que se queriam tornar tripulantes aéreos e também à participação da Austrália no Esquema de Treino Aéreo do Império. A unidade de treino de pilotagem da força aérea antes da guerra, a Escola de Treino de Voo N.º 1 na Estação de Point Cook, em Vitória, foi substituída entre 1940-41 por doze escolas de treino de voo elementar e oito escolas de treino de voo de serviço.


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Aeródromo de Mascot, casa da Escola de Treino de Voo Elementar N.º 4

A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 4 foi uma unidade de treino de pilotagem da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Foi uma de doze escolas de treino de voo elementar criadas pela RAAF para providenciar instrução introdutória a recrutas da RAAF para mais tarde se tornarem pilotos. Fez parte do esforço de guerra australiano sob os termos do Esquema de Treino Aéreo do Império. A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 4 foi formada em Janeiro de 1940 em Mascot, Nova Gales do Sul, e inicialmente operou em conjunto com organizações aeronáuticas civis que já estavam sediadas em Mascot e Newcastle. A escola foi dissolvida em Abril de 1942, e as suas operações foram transferidas para a Escola de Treino de Voo Elementar N.º 6, em Tamworth.

História
A instrução de voo na Real Força Aérea Australiana sofreu profundas modificações com o despoletar da Segunda Guerra Mundial, devido ao grande aumento de voluntários que se queriam tornar tripulantes aéreos e também à participação da Austrália no Esquema de Treino Aéreo do Império. A unidade de treino de pilotagem da força aérea antes da guerra, a Escola de Treino de Voo N.º 1 na Estação de Point Cook, em Vitória, foi substituída entre 1940-41 por doze escolas de treino de voo elementar e oito escolas de treino de voo de serviço.


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Aviões de treino Tiger Moth da Escola de Treino de Voo Elementar N.º 5 em Narromine, Nova Gales do Sul

A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 5 foi uma unidade de treino da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Foi uma de doze escolas de treino de voo elementar criadas pela RAAF para providenciar instrução introdutória a recrutas da RAAF para mais tarde se tornarem pilotos. Fez parte do esforço de guerra australiano sob os termos do Esquema de Treino Aéreo do Império. A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 5 foi estabelecida em Junho de 1940 em Narromine, Nova Gales do Sul, e começou por operar aviões Tiger Moth. A escola foi dissolvida em Junho de 1944, depois de por ela terem passado mais de 3700 estudantes.

História
A instrução de voo na Real Força Aérea Australiana sofreu profundas modificações com o despoletar da Segunda Guerra Mundial, devido ao grande aumento de voluntários que se queriam tornar tripulantes aéreos e também devido à participação da Austrália no Esquema de Treino Aéreo do Império. A unidade de treino de pilotagem da força aérea antes da guerra, a Escola de Treino de Voo N.º 1 na Estação de Point Cook, em Vitória, foi substituída entre 1940-41 por doze escolas de treino de voo elementar e oito escolas de treino de voo de serviço.


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Estudante na Escola de Treino de Voo Elementar N.º 8, em 1941

A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 8 foi uma unidade de treino de pilotagem da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Foi uma de doze escolas de treino de voo elementar criadas pela RAAF para providenciar instrução introdutória a recrutas da RAAF para mais tarde se tornarem pilotos. A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 8 foi estabelecida em Setembro de 1940 em Narrandera, Nova Gales do Sul. O treino na escola parou em Dezembro de 1944, e a escola foi reduzida a uma unidade para manter as infraestruturas e as aeronaves da base. Em Junho de 1945 foi oficialmente extinta, e o que dela restou foi re-baptizado como Unidade de Cuidado e Manutenção Narrandera; em Dezembro de 1947, esta unidade foi extinta.


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Piloto estudante a preparar-se para entrar num avião de treino CAC Wackett na Escola de Treino de Voo Elementar N.º 11 em Benalla, Vitória, em 1942

A Escola de Treino de Voo Elementar N.º 11 foi uma unidade de treino da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Segunda Guerra Mundial. Foi uma de doze escolas de treino de voo elementar criadas pela RAAF para providenciar instrução introdutória a recrutas da RAAF para mais tarde se tornarem pilotos. Fez parte do esforço de guerra australiano sob os termos do Esquema de Treino Aéreo do Império. A unidade foi estabelecida em Junho de 1941 em Benalla, Vitória, e operou aviões de treino Tiger Moth e CAC Wackett durante a guerra. O treino na escola foi encerrado em Julho de 1945, depois de quase 3000 pilotos lá se terem formado. Em Fevereiro de 1946 a escola foi re-baptizada como Unidade de Cuidado e Manutenção Benalla, tendo esta unidade sido extinta em Outubro de 1948.


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Militares da Escola de Treino de Voo Inicial N.º 1, em 1953

A Escola de Treino de Voo Inicial N.º 1 foi uma unidade de instrução e treino da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Foi formada em 1951 como resposta à necessidade de aumento de tripulações e pilotos devido ao despoletar da Guerra da Coreia e da Emergência Malaia. Colocada na Base aérea de Archerfield, em Queensland, operava aviões de Havilland Tiger Moth. Originalmente denominada Escola de Treino Inicial N.º 1, teve o seu nome alterado em 1952. Em 1953, a escola ganhou o Troféu Hewitt. Com o final da Guerra da Coreia, o funcionamento independente desta escola deixou de fazer sentido, tendo sido incorporada na Escola de Treino de Voo Básico N.º 1 na Base aérea de Uranquinty, Nova Gales do Sul, em 1955.

História
Antes do começo da Segunda Guerra Mundial, todo o treino de pilotos e tripulações da Real Força Aérea Australiana era realizado na Escola de Treino de Voo N.º 1, na Base aérea de Point Cook, em Vitória. Com o aumento dramático do treino de pilotagem sob o Plano de Treino Aéreo da Comunidade Britânica, a Escola de Treino de Voo N.º 1 foi substituída entre 1949 e 1941 por doze escolas de treino de voo elementar, uma escola de voo central e oito escolas de treino de voo de serviço. A racionalização conforme o desenrolar da guerra, e consequente cessar fogo, fez com que todas escolas referidas (à excepção da escola de voo central) fossem encerradas. A escola, re-criada usando militares e equipamento da Escola de Treino de Voo de Serviço N.º 5 em Uranquinty, Nova Gales do Sul, regressou a Point Cook e tornou-se novamente na única unidade da RAAF que formava pilotos.


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Tripulantes de terra a ligar o motor de um Bristol Bulldog, em Point Cook

O Esquadrão de Caças foi um esquadrão da Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante os anos 30, que operou caças monolugar Bristol Bulldog. Juntamente com o Esquadrão de Hidroaviões, este esquadrão foi uma componente da Escola de Treino de Voo N.º 1, baseada na Base aérea de Point Cook, em Victoria. Além de participar em exercícios de treino, o esquadrão era frequentemente requisitado para realizar exibições e acrobacias aéreas, assim como participar em diversas cerimonias militares.

História
Embora o primeiro registo oficial do Esquadrão de Caças esteja datado a 12 de Fevereiro de 1934, a história oficial da Real Força Aérea Australiana no período entreguerras refere que a unidade foi criada especialmente para operar os oito caças Bristol Bulldog, que entraram em serviço pela RAAF em Maio de 1930. O Esquadrão de Caças foi uma de duas formações criadas na Base aérea de Point Cook, em Victoria, sob o auspício da Escola de Treino de Voo N.º 1, sendo a outra formação o Esquadrão de Hidroaviões, que operava vários tipos de hidroaviões, entre eles o Supermarine Southampton.


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Um bulldozer do Esquadrão de Construção de Aeródromos N.º 5 a trabalhar na ilha Noemfoor em Dezembro de 1944

O Esquadrão de Construção de Aeródromos N.º 5 foi um esquadrão da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Esta unidade foi formada em 1942 e serviu na Campanha da Nova Guiné e na Campanha de Bornéu durante a Segunda Guerra Mundial. O esquadrão foi um de apenas um punhado de esquadrões de construção de aeródromos que não foram extintos com o final da guerra, e fez parte da contribuição australiana na ocupação do Japão até 1949. Extinta no final da ocupação e re-estabelecida em Agosto de 1951, trabalhou em várias bases da força aérea. Para além do desempenho da sua função principal, também enviou vários destacamentos de engenharia para apoiar os destacamentos e missões da RAAF no Vietname do Sul e na Tailândia, durante a Guerra do Vietname. A partir de 1961 foi o único esquadrão do género na RAAF, até ser extinto em 1974.


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Supermarine Southampton do esquadrão, em 1939

O Esquadrão de Hidroaviões foi um esquadrão da Real Força Aérea Australiana (RAAF) no período entreguerras. Esta unidade operava hidroaviões, entre os quais se destacou o Supermarine Southampton. Juntamente com o Esquadrão de Caças, o Esquadrão de Hidroaviões era uma componente da Escola de Treino de Voo N.º 1, na Base aérea de Point Cook, em Victoria. Este esquadrão foi responsável por efectuar missões de reconhecimento aéreo na costa australiana, de treino de tripulações em hidroaviões e ainda prestava apoio à Real Marinha Australiana. Além das suas missões, realizava voos com destino a remotas partes da Austrália e mapeou a secção DarwinSydney do Esquema de Correio Aéreo do Império. Em Junho de 1939, o esquadrão foi extinto.

História
Embora o primeiro registo oficial do Esquadrão de Hidroaviões esteja datado a 16 de Fevereiro de 1934, a história oficial da Real Força Aérea Australiana no período entreguerras refere que a unidade, que possuía hidroaviões Supermarine Southampton, havia iniciado a sua existência em Janeiro de 1928. Os aviões Southampton formavam o que se pode entender por uma esquadrilha, cuja missão principal era a de realizar voos de reconhecimento aéreo costeiro; além disto, também tinham aeronaves para instrução e treino de voo. O Esquadrão de Hidroaviões era um de um conjunto de duas formações aéreas criadas na Base aérea de Point Cook, em Victoria, ficando hierarquicamente dependente da Escola de Treino de Voo N.º 1, sendo a outra formação aérea o Esquadrão de Caças, que operava aviões Bristol Bulldog.


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Um membro do Esquadrão N.º 285 a simular o lançamento de um paraquedista na rampa de um C-130 Hercules da RAAF, com membros do Esquadrão N.º 37, durante um exercício em Agosto de 2015

O Esquadrão N.º 285 é um esquadrão de treino da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Controlado pela Asa N.º 84, o esquadrão foi formado em Agosto de 1999 e é responsável pelo treino de tripulações aéreas e de terrestres nos Lockheed Martin C-130J Hercules da RAAF. O esquadrão não controla nenhuma aeronave, contudo possui um simulador de voo usado para converter tripulações para o Esquadrão N.º 37. Tem também em sua posse algumas fuselagens do C-130 para uso em determinados treinos, além de pilotar aeronaves do Esquadrão N.º 37 sempre que necessário. Desde a sua formação, o Esquadrão N.º 285 tem estado localizado na Base aérea de Richmond, a oeste de Sydney.

Missão e equipamento
O Esquadrão N.º 285 é responsável pelo treino de tripulações aéreas e de pessoal de manutenção dos aviões de transporte Lockheed Martin C-130J Hercules da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Opera a partir da Base aérea de Richmond, em Nova Gales do Sul, e está subordinado à Asa N.º 84, que é parte do Grupo de Mobilidade Aérea.

Doze aeronaves C-130J são operados pelo Esquadrão N.º 37, que também se encontra colocado na Base aérea de Richmond e está subordinado à Asa N.º 84. As aeronaves sao geralmente pilotadas por dois pilotos e um loadmaster; a missão principal deste meio aéreo é o de providenciar transporte aéreo táctico na Austrália e além-mar, transportando tropas e mercadorias, além de realizar evacuações aeromédicas, busca e salvamento e missões de largada de mercadoria.

O esquadrão opera um simulador de voo usado para converter tripulações para o C-130J, além de outros modelos do C-130 para treino do loadmaster. Possui também uma gama de ferramentas de treino computorizadas e pode pilotar os C-130 do Esquadrão N.º 37 sempre que necessário. Além de treinar novas tripulações aéreas para o C-130J, o simulador de voo também é usado pelas actuais tripulações "qualificadas" para treinarem e manterem o nível de precisão.


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Membros do Esquadrão N.º 391 em frente a um quadro de movimentos aéreos em Iwakuni, Japão, em Agosto de 1953

O Esquadrão N.º 391 foi um esquadrão de base da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Guerra da Coreia e no seu rescaldo. Foi estabelecido em Outubro de 1950 como parte da Asa N.º 91, que administrava as unidades da RAAF destacadas no conflito. Para além deste esquadrão, a Asa N.º 91 controlava o Esquadrão N.º 77, o Destacamento de Comunicações N.º 30 e o Esquadrão N.º 491.

O quartel-general do esquadrão situava-se em Iwakuni, no Japão, assim como estavam as outras unidades da Asa N.º 91, à excepção do Esquadrão N.º 77, que estava na península da Coreia. Este esquadrão estava responsável pela administração, logística, assuntos médicos, de comunicação e de segurança da base em Iwakuni, além de ter destacamentos na Coreia do Sul. Incluía uma secção marítima para patrulhamento marítimo e busca e salvamento. O Esquadrão N.º 391 foi extinto ao mesmo tempo que o quartel-general da Asa N.º 91, em Abril de 1955.


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Um bombardeiro a jacto Canberra, uma das aeronaves às quais o esquadrão realizava manutenção, entre 1953 e 1968

O Esquadrão N.º 482 foi uma unidade de manutenção da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Foi formada em Maio de 1942 como Unidade de Reparação e Salvamento N.º 4, foi posteriormente rebaptizada como Unidade de Reparação e Manutenção N.º 4 em Janeiro de 1945 e re-formada como Esquadrão de Manutenção N.º 482 em Maio de 1946. O esquadrão tornou-se então parte da Asa N.º 82 na Estação de Amberley, em Queensland. Ao longo das décadas em que esteve activo, o esquadrão trabalhou com aeronaves como o Consolidated B-24 Liberator, Avro Lincoln, English Electric Canberra, McDonnell Douglas F-4E Phantom e o General Dynamics F-111. Em Março de 1992, o Esquadrão N.º 482 fundiu-se com o Depósito de Aeronaves N.º 3 para formar a Asa N.º 501. Esta asa continuou a providenciar manutenção para os F-111, até ser extinta em 2001.

História
A Unidade de Reparação e Salvamento N.º 4 foi formada na Estação de Laverton, em Victoria, em 18 de Maio de 1942. O primeiro comandante desta unidade, a partir de 1 de Junho, foi o Lieutenant H. R. P. Relf. No dia 20 de Outubro, foi movido para o Aeródromo de Pell, no Território do Norte, e ficou operacional no dia 26 de Dezembro. Sob o controlo da Área de Comando Noroeste, a unidade de reparação ficou responsável pela salvamento de aeronaves danificadas, as quais teriam que ser posteriormente reparadas ou desmanteladas para aproveitamento de peças. Por volta de Dezembro de 1943, a sua força de efectivos contabilizava mais de 500 pessoas.


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Um C-130A Hercules na Base aérea de Richmond

O Esquadrão N.º 486 foi uma unidade de manutenção da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Foi formado em Agosto de 1946 como parte da Asa N.º 86, que operava aviões Douglas C-47 a partir da Estação de Schofields, em Nova Gales do Sul. O esquadrão foi transferido para a Estação de Richmond em Junho de 1949. Anos mais tarde, foi novamente transferido, desta vez para a Base aérea de Canberra, em 1954, antes de regressar a Richmond em Agosto de 1958 para realizar operações de manutenção nos recém-adquiridos C-130 da Asa N.º 86. Entre Agosto de 1964 e Março de 1966 o esquadrão esteve inactivo. Durante os anos 80 e 90, foi responsável pela realização de manutenção nos Boeing 707 de transporte e reabastecimento, além de continuar a realizar manutenção nos C-130. Em Outubro de 1998, o esquadrão foi dissolvido em Richmond, e as suas funções foram entregues aos diversos esquadrões da Asa N.º 86.


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Caças Mustang, do Esquadrão N.º 77, em manutenção na base de Iwakuni, no Japão, entre 1950 e 1951

O Esquadrão N.º 491 foi um esquadrão de manutenção da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Guerra da Coreia e no seu rescaldo. Diferente de todos os outros esquadrões da RAAF, este esquadrão nunca esteve na Austrália, tendo sido criado e dissolvido no Japão. O esquadrão foi estabelecido em Outubro de 1950 como parte da Asa N.º 91, que administrava todas as unidades da RAAF envolvidas na Guerra da Coreia. Além do Esquadrão N.º 491, a Asa N.º 91 também controlava o Esquadrão N.º 77, o Destacamento de Comunicações N.º 30 e o Esquadrão N.º 391. O Esquadrão N.º 77 estava colocado na Península da Coreia, enquanto o Esquadrão N.º 491 e as outras componentes da asa estavam em Iwakuni, no Japão.

A sua missão consistia na realização da manutenção de todas as aeronaves da Asa N.º 91 em Iwakuni, além de ter um destacamento que estava adido ao Esquadrão N.º 77 na Coreia do Sul, para assistir na manutenção diária das suas aeronaves. O Esquadrão N.º 491 foi extinto em Dezembro de 1954.

História
Quando a Guerra da Coreia começou, no dia 25 de Junho de 1950, o Esquadrão N.º 77 da RAAF estava colocado em Iwakuni, no Japão. Durante os quatro anos anteriores, equipado com aviões North American P-51 Mustang, o esquadrão estava a prestar serviço nas Forças de Ocupação da Comunidade Britânica (BCOF). Quando o pessoal do esquadrão estava a começar a preparar-se para regressar à Austrália, foi ordenado que esperassem um pouco devido ao eventos que estavam a desenrolar-se na Coreia; uma semana depois, o esquadrão começou a voar missões como parte das forças das Nações Unidas.


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Brasão de Armas da Força Aérea Portuguesa

A Força Aérea Portuguesa (FAP) é o ramo aéreo das Forças Armadas Portuguesas. As suas origens remontam a 1912, altura em que começaram a ser constituídas as aviações do Exército e da Marinha. Em 1 de Julho de 1952, as aviações do Exército (Aeronáutica Militar) e da Marinha (Aviação Naval) foram fundidas num ramo independente denominado Força Aérea Portuguesa.

Este ramo tem como comandante o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), principal colaborador do Ministro da Defesa Nacional e do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas. O Comandante Supremo é, por inerência, o Presidente da República Portuguesa. Ao longo da sua história, a FAP tem vindo a realizar a sua missão de forma eficaz, através da realização de operações de busca e salvamento em território nacional, salvando no decorrer dos anos milhares de vidas, defendendo o espaço aéreo nacional, realizando operações de apoio aéreo aproximado, transporte aéreo e reconhecimento aéreo em conflitos armados como a Guerra do Ultramar, e tem representado as forças armadas e Portugal em diversas missões internacionais, quer de âmbito humanitário como na Guerra Civil Angolana, cultural, como a participação em festivais e demonstrações aéreas, e de manutenção da paz, em missões como a Força Internacional para Timor-Leste e a Força do Kosovo.


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Tenente George W. Bush enquanto fazia parte da Guarda Nacional Aérea do Texas.

George Walker Bush (pronúncia inglesa: /ˈdʒɔrdʒ ˈwɔːkər ˈbʊʃ/ Ltspkr.png ouça; New Haven, 6 de julho de 1946) é um político estadunidense que serviu como o 43.º Presidente dos Estados Unidos, de 2001 a 2009, e como o 46.º Governador do Texas, entre 1995 a 2000. Bush faz parte de uma proeminente família política dos Estados Unidos. É o filho mais velho de George H. W. Bush, o 41.º Presidente dos Estados Unidos, e de Barbara Bush, fazendo-o um dos apenas dois presidentes norte-americanos a serem filhos de um presidente anterior. Seu irmão, Jeb Bush, foi Governador da Flórida e candidato à nomeação republicana para a eleição presidencial de 2016. Seu avô paterno, Prescott Bush, foi Senador dos Estados Unidos por Connecticut.

Depois de graduar-se pela Universidade de Yale em 1968 e pela Escola de Negócios de Harvard em 1975, Bush trabalhou na indústria do petróleo. Casou-se com Laura WelchG em 1977 e concorreu, sem sucesso, para a Câmara dos Representantes pouco depois. Mais tarde, tornou-se sócio da equipe de baseball Texas Rangers e, em 1994, elegeu-se Governador do Texas após derrotar a Governadora Ann Richards. Bush foi eleito Presidente em 2000 depois de uma eleição acirrada e controversa sobre o rival democrata Al Gore, tornando-se o quarto Presidente a ser eleito com menos votos populares do que seu oponente.

Os ataques terroristas de 11 de setembro ocorreram oito meses após o início de seu primeiro mandato. Bush respondeu ao ataque com o que se tornou conhecido como a Doutrina Bush: lançou uma "Guerra ao Terror", e uma campanha militar internacional que incluiu a Guerra no Afeganistão em 2001 e a Guerra do Iraque em 2003. Também promoveu políticas relacionadas a economia, saúde, educação, reforma da Previdência Social, uma alteração da Constituição para proibir o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e sancionou leis que resultaram em amplos cortes de impostos, além de promulgar o Ato Patriota.

Carreira militar
Em maio de 1968, Bush foi comissionado pela Guarda Nacional Aérea do Texas. Depois de dois anos de serviço ativo para treinamento, foi designado para Houston, pilotando jatos Convair F-102. Os críticos, incluindo o ex-presidente do Comitê Nacional do Partido Democrata, Terry McAuliffe, alegaram que Bush foi tratado favoravelmente devido à posição política de seu pai, que na época era Membro da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pelo Texas, citando sua seleção como piloto apesar de seus baixos resultados no teste de aptidão para pilotos e sua presença irregular. Em junho de 2005, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou todos os registros do trabalho de Bush na Guarda Nacional Aérea de Texas, que permanecem em seus arquivos oficiais.

No final de 1972 e início de 1973, recebeu autorização para transferir-se para a Guarda Aérea Nacional do Alabama. Mudou-se para Montgomery, Alabama, para trabalhar na malsucedida campanha do republicano Winton M. Blount ao Senado dos EUA. Em 1972, Bush foi suspenso de voar por ter faltado a um exame físico agendado. Foi honrosamente dispensado da Reserva da Força Aérea em 21 de novembro de 1974.


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Boeing 737-700 que operou o segundo voo comercial da Gol.

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes é uma companhia aérea brasileira fundada e homologada em 2001. É a segunda maior companhia aérea do Brasil em número de passageiros e em número de destinos oferecidos, operando em 60 aeroportos no território brasileiro e em 23 destinos internacionais, além de ser a terceira maior em frota de aeronaves. Em 2014, a Gol fechou o ano com uma participação de mercado de 32% do total de assentos oferecidos em voos domésticos e é a companhia com mais participação no mercado doméstico.

Seus principais centros de operações são os aeroportos de Guarulhos, em Guarulhos, Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, aeroporto de Congonhas, em São Paulo, aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, e aeroporto de Punta Cana, em Punta Cana. A sede administrativa da companhia fica no aeroporto de Congonhas em São Paulo. A Gol opera apenas aeronaves Boeing 737 Next Generation nas versões 737-700 e -800, com pedidos para a nova aeronave Boeing 737 MAX 8.

Para salvar a empresa da falência, foi editada uma medida provisória no dia 1 de março de 2016 e publicada no dia seguinte; com isso fica permitido à Delta Air Lines capitalizar a empresa brasileira após comprar quase metade de suas ações.


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Portão sul e a torre de comando no topo

O chamado Hangar do Zeppelin localiza-se nas dependências da Base Aérea de Santa Cruz, unidade da Força Aérea Brasileira, no bairro de Santa Cruz na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Trata-se de um hangar, edificação de grandes dimensões destinada a abrigar os dirigíveis alemães conhecidos como zeppelin. Atualmente é um dos últimos hangares mais bem conservados para dirigíveis existentes no mundo. É tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e poderá ser reconhecido por lei (PL 422/2009 da Câmara de Vereadores da Cidade do Rio de Janeiro) como uma das eleitas sete maravilhas do histórico bairro de Santa Cruz, por real interesse turístico e sociocultural da cidade do Rio de Janeiro.


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Desenho do Il-20

O Ilyushin Il-20 de 1948 foi uma aeronave protótipo soviética que visava estudar a concepção de um avião de ataque terrestre bem armado para substituir o Ilyushin Il-10. Este protótipo apresentava vários conceitos inovadores, como um cockpit instalado por cima do motor e metralhadoras nas asas que conseguiam rodar para baixo e disparar para alvos no solo, enquanto a aeronave continuava a voar na horizontal. Contudo, após vários testes, esta aeronave revelou ser mais lenta que o Il-10, e o seu motor M-47 nunca conseguiu atingir um estado operacional suficiente para entrar em produção. Cerca de seis meses após o seu primeiro voo, os testes foram cancelados e a aeronave nunca entrou em produção. Os pilotos de testes que a pilotaram deram-lhe a alcunha de Gorbach (em português: Corcunda).

Desenvolvimento
O Il-20 de 1948 surgiu a partir do plano de Sergey Ilyushin para ir de encontro com a necessidade do governo soviético em 1947 para que se concebesse uma aeronave de ataque terrestre superior ao Il-10, tendo esta nova aeronave ter que possuir um poder de fogo superior, carregar armamento pesado, ter um único motor, uma fuselagem toda em metal, ser monoplana e ser alimentada pelo novo motor em desenvolvimento, o M-47.


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Kurt Welter (Lindenthal, 25 de Fevereiro de 1916Leck, 7 de Março de 1949) foi um piloto alemão da Luftwaffe durante a Segunda Guerra Mundial. Foi o maior ás a jacto da história da aviação. Um ás, ou ás da aviação, é um piloto militar que tenha abatido cinco ou mais aeronaves inimigas em confronto aéreo. Welter abateu um total de 63 aeronaves inimigas ao longo da sua carreira, em apenas 93 missões de combate. 56 das suas vitórias ocorreram de noite, incluindo 33 Mosquitos, e também abateu mais de 20 aeronaves pilotando o Messerschmitt Me 262, fazendo dele o maior ás da aviação em aviões a jacto da Segunda Guerra Mundial e da história da aviação.


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Boeing 767 com a nova pintura da LATAM

A LATAM Airlines Brasil, anteriormente TAM Linhas Aéreas, é uma companhia aérea brasileira sediada em São Paulo, atualmente considerada a maior empresa do segmento do Brasil. Membro da aliança aérea Oneworld, faz parte da LATAM Airlines Group, uma holding chileno-brasileiro com atuação também na Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru. Desde o dia 5 de maio de 2016 a companhia adotou a marca LATAM Airlines como última fase da fusão da TAM com a chilena LAN. Em 2016, a LATAM Airlines Brasil foi eleita a 57ª melhor companhia aérea do mundo pela Skytrax.

A frota da LATAM Airlines Brasil é composta por 166 aeronaves da Airbus e Boeing, das quais os modelos Airbus A319, Airbus A320, Airbus A321 usados nas rotas domésticas e o Boeing 767, Boeing 777 e o novíssimo Airbus A350 nas rotas internacionais. A companhia também tem pedidos da nova família Airbus A320neo, que inclui Airbus A320neo e o A321neo.


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Formação de bombardeiros de mergulho Junkers Ju 87 Stuka. O Ju 87 foi o principal avião usado pelos alemães em ataque contra tanques inimigos.

Esta é uma lista dos ases da aviação alemães da Segunda Guerra Mundial por tanques destruídos. Um ás da aviação é um militar que, aos comandos ou a bordo de uma aeronave, abate cinco ou mais aviões inimigos, tendo-se adaptado este conceito também para alvos navais e terrestres como navios, tanques, e outros veículos militares; não apenas pilotos alcançavam o estatuto de ás, sendo que qualquer militar (por exemplo um atirador, um operador de rádio ou um observador) a bordo de uma aeronave que tivesse acesso a uma metralhadora, se abatesse um avião, podia contabilizar uma vitória para si. Hans-Ulrich Rudel foi o maior ás da aviação por tanques destruídos, o que fez dele o piloto de bombardeiros de mergulho Junkers Ju 87 Stuka mais condecorado da guerra, aeronave esta que por sua vez foi a mais utilizada pelos aviadores, listados neste artigo, para a realização das suas missões de ataque ar-terra.


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Quadro de registro de aeronaves inimigas destruídas pela Asa N.º 80 da RAF entre Julho de Novembro de 1918.

Esta é uma lista de ases da aviação da Austrália durante a Primeira Guerra Mundial. Durante a primeira grande guerra, pilotos australianos serviram em diversas unidades aéreas no Australian Flying Corps (AFC), no Royal Naval Air Service (RNAS), no Royal Flying Corps (RFC) e, mais tarde, na Real Força Aérea (RAF). Neste conflito a Austrália foi o único domínio do Império Britânico que possuía o seu próprio ramo aéreo. Os pilotos eram considerados como ases depois de abater cinco ou mais aeronaves inimigas; 81 australianos alcançaram este feito, sendo o maior deles Robert Alexander Little, a quem é atribuído o credito de ter abatido 47 aeronaves inimigas ao longo do conflito.


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O tenente Günther Rall, piloto da Luftwaffe, com as passadeiras de colarinho amarelas.

Esta é uma lista das cores de corpo da Luftwaffe. As cores de corpo (em alemão: Waffenfarbe), ou cores de função, foram usadas pelas forças armadas alemãs (Wehrmacht) entre 1935 e 1945, para distinguir os militares dos vários ramos, funções especiais, corpos, grupos de classificação, funcionários, entre outros serviços. A cor de corpo era uma parte do uniforme que se expressava através dos galões, das passadeiras de posto e dos ornamentos; fazia também parte das bandeiras, cores padrões e guias dos símbolos representativos de determinadas forças.

Na Luftwaffe, havia um sistema estritamente definido de cores de corpo para as divisas nas extremidades do colarinho, nos ombros e nos ornamentos da própria farda. As passadeiras em uniformes especiais da Luftwaffe, como os fatos de voo e macacões, também exibiam cores de corpo.


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Um desenho artístico de um A-12 Avenger II em pleno voo.

O McDonnell Douglas/General Dynamics A-12 Avenger II foi um projecto da McDonnell Douglas e da General Dynamics para uma aeronave de ataque e bombardeamento, a ser usada pela Marinha dos Estados Unidos. Seria uma asa voadora capaz de actuar em qualquer condição meteorológica e a partir de porta-aviões, e visava substituir o Grumman A-6 Intruder. O seu nome teve origem no Grumman TBF Avenger da Segunda Guerra Mundial.

O desenvolvimento desta aeronave sofreu vários problemas devido a custos imprevistos e vários atrasos na sua concepção, fazendo com que o programa não conseguisse cumprir as metas estabelecidas; estes problemas levaram ao encerramento do programa em 1991. O seu cancelamento foi contestado em processos judiciais até ser alcançado um acordo em Janeiro de 2014.


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Tenente de voo McNamara no Japão, em 1947

Sir Neville Patrick McNamara KBE AO AFC AE (Toogoolawah, 17 de Abril de 1923 – Jervis Bay, 7 de Maio de 2014) foi um militar e piloto da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Foi Chefe do Estado-maior da força aérea, a mais alta posição da RAAF, entre 1979 e 1982, e Chefe do Estado-maior das Forças Armadas da Austrália, entre 1982 e 1984. Foi o segundo militar da RAAF a atingir a patente de Air Chief Marshal (General OF-9).

Natural em Queensland, McNamara ingressou na RAAF durante a Segunda Guerra Mundial e combateu no Sudoeste do Pacífico, pilotando aviões P-40 Kittyhawk. Também foi piloto em missões de combate com o Gloster Meteor durante a Guerra da Coreia. Em 1961 foi condecorado com a Cruz da Força Aérea pela sua liderança da Unidade de Conversão Operacional N.º 2. Posteriormente, adquiriu ainda mais experiência operacional ao comandar o destacamento da RAAF em Ubon, na Tailândia, no final dos anos 60. Promovido a Comodoro do Ar, McNamara foi comandante das forças australianas no Vietname, serviço pelo qual foi elevado a Comandante da Ordem do Império Britânico. Como Vice-chefe do Estado-maior em 1976, foi nomeado Oficial da Ordem da Austrália. Elevado a Cavaleiro da Ordem do Império Britânico enquanto servia como Chefe do Estado-maior em 1980, retirou-se das forças armadas em 1984.


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Nimrod MRA4 durante um teste de voo

O BAE Systems Nimrod MRA4 foi uma aeronave de ataque e patrulha marítima, tendo sido desenvolvida com o propósito de substituir o Hawker Siddeley Nimrod MR2. Esta aeronave prolongaria o tempo de serviço da família Nimrod por várias décadas, sendo que, com esse objectivo em vista, poderosos motores a jato Rolls-Royce BR710 foram instalados, duplicando o alcance máximo da aeronave face às versões anteriores. A conversão do cockpit tradicional para um cockpit com vidro digital simplificaria significativamente a operação dos controlos da aeronave e reduziria o número de elementos da tripulação. Novos equipamentos de detecção seriam instalados, assim como armamento moderno para combate anti-submarino.

Contudo, o projecto sofreu vários atrasos devido ao aumento dos custos e intermináveis re-negociações. Isto deveu-se às dificuldades em combinar a fuselagem do Nimrod MR2, que não havia sido construída no modo tradicional, com asas de ultima geração. O número planeado de aeronaves que seriam construídas diminuiu drasticamente de 21 para 9 com o passar dos anos, enquanto os custos nunca pararam de aumentar.

Em 2010, o MRA4 foi cancelado, decisão que resultou do estudo da Strategic Defence and Security Review, numa altura que o orçamento já tinha um custo adicional de 789 milhões de libras, nove anos depois de se iniciar o projecto. Na actualidade, não há nenhum plano para a substituição desta aeronave. As missões que o MRA4 iria desempenhar estão a ser realizadas pela classe de fragatas Type 23 e pelo helicóptero EH-101.


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Operação Paula (em alemão: Unternehmen Paula) foi o nome de uma operação militar ofensiva da Luftwaffe durante a Segunda Guerra Mundial, cujo objectivo era o de destruir definitivamente a Força Aérea Francesa aquando da Batalha de França, em 1940. No dia 10 de Maio a Wehrmacht (Forças Armadas da Alemanha Nazi) iniciaram a invasão da Europa Ocidental. A 3 de Junho, o Exército Britânico havia já batido em retirada de Dunquerque e do continente na Operação Dínamo, os Países Baixos e a Bélgica tinham-se rendido e grande parte do Exército Francês estava destruído ou capturado. Para completar a derrota francesa, os alemães iniciaram uma segunda fase na Batalha de França, a Operação Fall Rot, para conquistarem as restantes regiões ainda sob o controlo francês. Para que isto pudesse ser realizado, os alemães necessitavam de obter supremacia aérea. Assim, a Luftwaffe foi ordenada a destruir a Força Aérea Francesa ao mesmo tempo que providenciaria apoio terrestre ao Exército Alemão.

Para esta operação, os alemães juntaram uma força de cinco corpos aéreos, totalizando 1100 aeronaves. A operação foi iniciada no dia 3 de Junho de 1940. Contudo, os serviços de inteligência britânicos souberam desta operação antes de ela ser iniciada, e avisaram os franceses, fazendo com que estes se preparassem minimamente. Devido a este aviso prévio, o Oberkommando der Luftwaffe não conseguiu os resultados desejados, apesar de ter estabelecido superioridade aérea. Felizmente para a Luftwaffe e para os alemães, por esta altura as forças francesas estavam tão descoordenadas e fracas que a derrota/vitória parcial desta operação não impediu que a Wehrmacht derrotasse os franceses.


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Edifícios danificados em Belgrado, em Abril de 1941

A Operação Strafgericht (em português: Operação Retribuição), também conhecida por Operação Punição, foi uma operação militar alemã realizada pela Luftwaffe em Abril de 1941, na qual a cidade de Belgrado, capital do Reino da Jugoslávia, foi bombardeada. Este evento ocorreu nos primeiros dias da invasão da Jugoslávia pelas forças do eixo.

A operação começou no dia 6 de Abril e foi concluída entre o dia 7 e 8 de Abril, resultando na paralisação dos comandos militares e civis da Jugoslávia, na destruição em grande escala do centro da cidade e em muitas baixas humanas. O bombardeamento de Belgrado foi precedido por uma invasão terrestre horas antes, e coincidiu com um ataque em grande escala contra os aeródromos da Real Força Aérea Jugoslava e outros alvos estratégicos por todo o território jugoslavo.

Mais tarde, a Real Força Aérea levou a cabo dois bombardeamentos em Sófia, a capital da Bulgária, em retaliação pelos ataques na Jugoslávia. A invasão resultou na rendição das forças da Jugoslávia no dia 17 de Abril. O oficial da Luftwaffe responsável pelos bombardeamentos foi capturado pelos jugoslavos no final da Segunda Guerra Mundial; depois de julgado por crimes de guerra, foi executado, em grande parte pelo envolvimento no bombardeamento de Belgrado.


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A Luftwaffe foi a força aérea da Alemanha Nazi

Entre 1933 e 1945, a organização da Luftwaffe sofreu diversas alterações. Originalmente, o Oberkommando der Wehrmacht alemão havia decidido que a organização da força aérea seria baseada na organização dos outros dois ramos independentes: o exército (Heer) e a marinha (Kriegsmarine). Contudo, entre o período de rearmamento alemão e o início da guerra, a Luftwaffe foi sendo organizada de uma maneira geográfica.

Sob os termos do Tratado de Versalhes de 1919, a Alemanha ficou proibida de possuir uma força aérea, depois de a Luftstreitkräfte ter sido dissolvida em 1920. Assim, os pilotos alemães que continuariam a receber treino e formação teriam que o fazer de maneira secreta, primeiro na União Soviética durante os anos 20, e depois na própria Alemanha durante os anos 30; aqui, o treino era realizado por parte da Deutscher Luftsportverband (DLV).


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O Polikarpov TIS foi um caça pesado soviético projetado durante o início da década de 1940. Os projetos contemporâneos que competiam com ele na URSS incluíam o Grushin Gr-1, Mikoyan-Gurevich DIS e o Tairov Ta-3.

Apenas dois protótipos foram construídos, pois os motores que seriam utilizados provaram ser muito inseguros para entrar em produção, faltando também ao fabricante do motor os recursos necessários para correção dos problemas.

O segundo protótipo se acidentou em Setembro de 1944 e o programa foi cancelado após a morte de Nikolai Nikolaevich Polikarpov, projetista chefe de sua epônima OKB, antes naquele ano.

Projeto e desenvolvimento
A solicitação original de um caça de escolta pesado (em russo: Tyazholyy Istrebitel' Soprovozhdeniya) foi recebido pela Polikarpov em Novembro de 1938, mas a pressão de trabalho com o I-180 e os protótipos SPB preveniram que qualquer projeto significativo fosse realizado até o terceiro trimestre de 1940. Mikhail Yangel foi designado projetista chefe, mas seu trabalho foi complicado por mudanças múltiplas na tarefa da aeronave, saindo de caça de escolta para interceptador, bombardeiro de mergulho e eventualmente para reconhecimento aéreo.

O protótipo, designado internamente como TIS "A", de asa baixa, construído inteiramente de metal, monoplano cantilever com dois motores Mikulin AM-37 e uma cauda dupla. A fuselagem monocoque vinha equipada com quatro metralhadoras ShKAS de 7,62 mm no nariz, cada uma com 1.000 cartuchos. O piloto e o atirador/operador de rádio sentavam-se de costas para o outro, separados por uma placa de metal.


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Capa do volume I do relatório assinado pelo dr. Leonard Reiffel

Projeto A119 ou "Um Estudo de Voos Lunares Investigativos" foi um plano ultra-secreto desenvolvido no final da década de 1950 pela Força Aérea dos Estados Unidos com a intenção de detonar uma bomba nuclear na Lua. Presume-se que a finalidade de tal ato seria demonstrar a superioridade dos Estados Unidos em relação à União Soviética e ao restante do mundo durante a Guerra Fria.

Todos os detalhes sobre a natureza dos estudos vieram do executivo aposentado da NASA, dr. Leonard Reiffel, que liderou o projeto em 1958 em uma fundação de pesquisa financiada pelo Exército dos Estados Unidos. Um jovem Carl Sagan integrou a equipe responsável por investigar os efeitos teóricos de uma explosão nuclear sob baixa gravidade. Ele acabaria revelando sua participação no plano secreto ao tentar um financiamento estudantil em 1959.


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Radioplane RP-77

O Radioplane RP-77 foi um veículo aéreo não tripulado (drone) produzido em 1958 pela Radioplane, uma divisão da Northrop Corporation. Construído essencialmente em plástico, foi testado com sucesso pelo Exército dos Estados Unidos que, no final, tomou a decisão de não produzir a aeronave.

Design e desenvolvimento
O desenvolvimento do RP-77 iniciou-se em 1955. Similar ao antecessor OQ-19, quatro protótipos do RP-77 foram construídos, dois na variante RP-77, alimentados por um motor a pistão McCulloch de quatro cilindros, e dois RP-77A, movidos por um motor a pistão Lycoming de seis cilindros. Os resultados dos testes que advieram destes protótipos foram insuficientes para provar a sua viabilidade, contudo em 1957 uma proposta de um RP-77D, alimentado por um motor turbopropulsor Boeing 502, resultou num contrato para a construção de 20 aeronaves.


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Raymond George "Ray" Funnell (Brisbane, 1 de Março de 1935) é um militar e piloto aposentado da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Serviu como Chefe do Estado-maior da RAAF entre 1987 e 1992. Graduado do Colégio da RAAF, começou a sua carreira militar a pilotar caças a jacto CAC Sabre na Austrália e no Sudeste Asiático durante os anos 50 e 60. Entre 1972 e 1975 comandou o Esquadrão N.º 6, mandato durante o qual o bombardeiro General Dynamics F-111C entrou em serviço pela RAAF. No início dos anos 80 desempenhou várias funções de comando e chefia, e em 1986 foi promovido a Marechal do Ar, tornando-se no primeiro Vice-chefe do Estado-maior das Forças Armadas da Austrália. Nomeado Chefe do Estado-maior da RAAF em 1987, Funnell esteve de perto envolvido no desenvolvimento e disseminação da doutrina de poder aéreo. Ele retirou-se na RAAF em Outubro de 1992, depois do seu mandato como comandante da força aérea terminar. Foi o primeiro director do Colégio Australiano de Defesa e Estudos Estratégicos, entre 1994 e 1998. Desde então, tem integrado vários comités do governo federal sobre imigração e detenção.


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Roald Amundsen

Roald Engelbregt Gravning Amundsen (Borge, 16 de julho de 1872Ártico, perto da Ilha do Urso, 18 de junho de 1928) foi um explorador norueguês das regiões polares, que liderou a primeira expedição a atingir o Polo Sul a 14 de dezembro de 1911 utilizando trenós puxados por cães.

Amundsen nasceu em uma família de proprietários de navio e capitães. Inspirado na leitura das aventuras do explorador inglês John Franklin, que provou a existência da passagem Noroeste, ele se decidiu por uma vida de exploração ao desconhecido. Com 16 anos Amundsen estudava as regiões polares, tendo como referência a travessia da Groenlândia por Fridtjof Nansen. Embora tivesse frequentado o curso de Medicina, Amundsen decidiu seguir uma vida ligada ao mar e à exploração. Em 1897, com 25 anos, fez parte da tripulação do Belgica, como primeiro oficial, na Expedição Antártica Belga, de Adrien de Gerlache. Anos mais tarde, em 1903, parte para uma expedição que iria atravessar a passagem Noroeste, que liga os oceanos Atlântico ao Pacífico, na região norte do Canadá, a bordo do Gjøa.


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Sukhoi Su-33 da Marinha Russa

O Sukhoi Su-33 (em russo: Сухой Су-33; OTAN: Flanker-D) é um avião militar de superioridade aérea, bimotor, de uso naval em porta-aviões desenvolvido pela Sukhoi e produzido pela KnAAPO. É uma derivação do Sukhoi Su-27, o qual inicialmente era conhecido como Su-27K. Começou a ser utilizado em operações em 1995 abordo do porta-aviões russo Almirante Kuznetsov, entrando oficialmente em serviço em agosto de 1998, período em que a designação "Su-33" foi utilizada. Devido a dissolução da União Soviética e subsequente diminuição da Marinha Russa, aproximadamente apenas 35 aeronaves foram produzidas. Tentativas de vendas para China e Índia não tiveram êxito.

Comparado ao Su-27, o Su-33 possui carenagem inferior e estruturas fortalecidas, asas dobráveis e stabilator, para compatibilidade em operações provenientes de porta-aviões. As asas são maiores do que a versão terrestre para aumentar a elevação. O Su-33 possui motores e trem de pouso dianteiro atualizados, além de possibilidade de realização de reabastecimento aéreo. Em 2009, a Marinha Russa ordenou a substituição do Su-33 pelo Mikoyan MiG-29K.


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Su-37 em 1996 no Show aéreo de Farnborough

O Sukhoi Su-37 (OTAN: Flanker-F) é um avião experimental monoposto, multiuso e de supermanobrabilidade projetado pela Sukhoi. O seu desenvolvimento começou a partir do Sukhoi Su-27 "Flanker", sendo modificado sobre os protótipos da primeira geração do Sukhoi Su-35 (T10M). O Su-37 possui sistemas de aviônica e sistema de controle de disparo avançados, e uma das suas atualizações mais notáveis são os sistemas de empuxo vetorial nos motores. Apenas duas unidades foram convertidas para esse modelo em específico.

Durante o programa de teste de voo do Su-35, controles ativos durante dogfight não podiam ser adicionados, fazendo a Sukhoi explorar a aplicação de sistemas de empuxo vetorial para dar melhores características para tais situações. O primeiro Su-37 foi convertido da décima primeira unidade de Su-35, fazendo seu primeiro voo em Abril de 1996 na cidade de Jukovsky. O segundo modelo foi introduzido no ano de 1998. Com o decorrer do programa, o Su-37 demonstrou publicamente suas características em vários shows aéreos, realizando manobras impossíveis de serem completadas com métodos de controle normais, inclusive a acrobacia aérea 360.º somesault (Kulbit). Apesar das potenciais vantagens, o Su-37 não entrou em produção, sendo sua tecnologia utilizada na atualização de aeronaves da família Su-27, como é o caso do Sukhoi Su-30 de exportação e a versão modernizada do Su-35.


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Um Canberra T.4, um exemplo de um modelo com duplo controlo e três assentos, usado pela Unidade de Conversão Operacional N.º 1

A Unidade de Conversão Operacional N.º 1 foi uma unidade de treino operacional da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Formada em Janeiro de 1959 na Base aérea de Amberley, em Queensland, a sua missão era a de instruir pilotos e navegadores para os capacitar a operar os bombardeiros English Electric Canberra dos esquadrões 1, 2 e 6. A unidade possuía alguns aviões Canberra: um T.4 e um Mk.21, ambos com controlos duplos, e um Mk.20. Originalmente parte da Asa N.º 82, esta unidade tornou-se independente da asa em Abril de 1968 devido à alteração da sua missão prioritária, que passou a ser o treino e instrução de pilotos e navegadores do Esquadrão N.º 2, que prestava serviço na Guerra do Vietname. A Unidade de Conversão Operacional N.º 1 foi extinta em Junho de 1971 após a retirada do Esquadrão N.º 2 do Sudeste Asiático. Quando regressou à Austrália, sendo que era a única unidade a operar bombardeiros Canberra, o Esquadrão N.º 2 passou a realizar os seus próprios treinos de conversão até ser extinto em 1982.

História
Durante a Segunda Guerra Mundial a Real Força Aérea Australiana criou várias unidades de conversão operacional para capacitar os pilotos recém graduados a operar aeronaves de combate, além de treinar e instruir aqueles que já eram pilotos. Com o final da guerra, as unidades de conversão operacional foram dissolvidas, e a conversão dos jovens pilotos era realizada pelos esquadrões da linha da frente. Esta prática causou impacto no serviço normal dos esquadrões e com o eclodir da Guerra da Coreia, juntamente com a introdução da aviação a jacto, fez com que houvesse a necessidade de um sistema de treino mais formal. Em Março de 1952 a força aérea inicialmente decidiu re-estabelecer a Unidade de Treino Operacional N.º 2 (treino em caças) na Base aérea de Williamtown, Nova Gales do Sul; em Setembro de 1958, esta unidade foi re-baptizada como Unidade de Conversão Operacional N.º 2.


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Tropas da Commonwealth aguardam o embarque a bordo de um avião Dakota da Unidade de Transporte N.º 30 em Iwakuni, no Japão, em 1952

A Unidade de Transporte N.º 30 foi uma unidade de transporte aéreo da Real Força Aérea Australiana (RAAF) que operou durante a Guerra da Coreia. Formada em Novembro de 1950 como Unidade de Comunicações N.º 30, ficou colocada em Iwakuni, no Japão, como parte da Asa N.º 91. A unidade foi inicialmente equipada com quatro aeronaves Douglas C-47 Dakota e dois aviões Auster, sendo que um dos aviões Dakota era propriedade pessoal do Tenente-general Sir Horace Robertson, comandante da Força de Ocupação da Comunidade Britânica. Mais tarde, outros quatro aviões Dakota foram enviados para o Japão devido às necessidades operacionais. O papel desta unidade na Coreia era o de prestar apoio ao Esquadrão N.º 77 ao transportar suprimentos e equipamentos, além de entregar material às forças terrestres australianas e da Commonwealth no Japão e transportar entidades VIP. Normalmente os voos realizados da Coreia em direcção ao Japão eram realizados para evacuar pessoal do teatro de operações. A Unidade de Comunicações N.º 30 foi re-designada Unidade de Transporte N.º 30 em Novembro de 1951, e em Março de 1953 foi re-formulada como Esquadrão N.º 36. O esquadrão permaneceu na Coreia após o armistício, e regressou à Austrália em Junho de 1955.


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Membros de dois cursos de treino na Unidade de Treino Operacional N.º 1 em 1942

A Unidade de Treino Operacional N.º 1 (No. 1 OTU) foi uma unidade de instrução da Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Criada em Dezembro de 1941 em Nhill, foi transferida para Bairnsdale em 1942, e depois para East Sale no ano seguinte. A unidade tinha como missão treinar e instruir militares para cumprirem serviço a bordo de aeronaves multi-motor. Durante o seu pico de actividade, em Agosto de 1944, operava 130 aeronaves, sendo a aeronave mais usada o Bristol Beaufort. Os seus aviões e os seus militares também desempenharam várias missões de transporte na Nova Guiné e de patrulha marítima nas zonas marítimas do sul da Austrália. Depois do cessar das hostilidades, a unidade foi dissolvida em Dezembro de 1945.

História
Durante a Segunda Guerra Mundial, a RAAF criou várias unidades de treino operacional para converter pilotos que se haviam graduado recentemente para aumentar as habilidades e os conhecimentos adquiridos, especializando-os em determinadas aeronaves e missões. A Unidade de Treino Operacional N.º 1 foi formada em Nhill, Victoria, no dia 8 de Dezembro de 1941, sob a direcção da Área de Comando do Sul. O seu primeiro comandante foi A. I. G. Carr. A missão da unidade era a de treinar pilotos, observadores e atiradores para o desempenho de missões em aeronaves multi-motor. O primeiro curso teve início no dia 22 de Dezembro. Depois do treino preliminar, os pilotos entravam num período de seis semanas para se familiarizarem com o Lockheed Hudson e o Bristol Beaufort, enquanto os observadores receberiam instrução no Airspeed Oxford e no Avro Anson. O seu treino incluía bombardear posições e alvos, manusear armamento aéreo, navegação, acções evasivas, reconhecimento de embarcações e reconhecimento marítimo.


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Uma formação de aviões CAC Wirraway da RAAF em pleno voo

A Unidade de Treino Operacional N.º 4 foi uma unidade de conversão operacional da Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Formada em Outubro de 1942 em Williamtown, Nova Gales do Sul, foi criada para treinar pilotos e atiradores aéreos para prestarem serviço nos bombardeiros de mergulho Vultee Vengeance. A unidade foi equipada com aviões Vengeance e CAC Wirraway. Acidentes e incidentes aéreos eram comuns neste tipo de escolas, tendo esta unidade sofrido vários acidentes fatais durante a sua existência. Em Abril de 1944 a unidade foi dissolvida, entregando a base de Williamtown para a Unidade de Treino Operacional N.º 5.

História
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Real Força Aérea Australiana (RAAF) estabeleceu oito unidades de treino operacional para converter as tripulações recém-graduadas de aviões de treino para aviões de combate, além de também providenciar treino e instrução de novas técnicas àqueles que já era tripulantes. A Unidade de Treino Operacional N.º 4 foi formada no dia 1 de Outubro de 1942 em Williamtown, Nova Gales do Sul, para converter tripulações para o bombardeiro de mergulho Vultee Vengeance, um avião que a RAAF tinha encomendado 400 unidades (eventualmente, apenas 344 foram entregues).


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Graduados do Curso N.º 12 da Unidade de Treino Operacional N.º 5 em 1943

A Unidade de Treino Operacional N.º 5 foi uma unidade de treino operacional da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Foi formada em Wagga Wagga, Nova Gales do Sul, em Outubro de 1942 para treinar pilotos de bombardeiros e navegadores para prestarem serviço na Segunda Guerra Mundial. A unidade foi inicialmente equipada com aviões Bristol Beaufort e Bristol Beaufighter mas, mais tarde, chegou a estar equipada com aviões Douglas Boston, de Havilland Mosquito, entre outros. Esta unidade foi transferida para a Estação de Tocumwal em Outubro de 1943, e dali partiu para a Base aérea de Williamtown a meio de 1944. Em Fevereiro de 1946 foi reorganizada como uma unidade de conversão de caças, operando aviões P-51 Mustang e CAC Wirraway. Um ano depois, em Julho de 1947, a unidade foi dissolvida.

Restituída em Abril de 1970 como uma unidade de conversão de caças a jacto, na Base aérea de Williamtown, a unidade foi equipada com aviões CAC Sabre, de Havilland Vampire e Macchi MB-326. Um ano mais tarde, quando os CAC Sabre deixaram de prestar serviço pela RAAF, a unidade foi extinta.


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Um dos Daleks camuflados como Ironsides britânicos em exibição na Doctor Who Experience.

"Victory of the Daleks" (intitulado "A Vitória dos Daleks" no Brasil) é o terceiro episódio da quinta temporada da série de ficção científica britânica Doctor Who, transmitido originalmente através da BBC One e BBC HD em 17 de abril de 2010. Foi escrito por Mark Gatiss e dirigido por Andrew Gunn.

No episódio, o Doutor, um alienígena viajante do tempo interpretado por Matt Smith, e sua acompanhante, Amy Pond (Karen Gillan), chegam a Londres durante a Blitz, onde Winston Churchill (Ian McNeice) empregou "Ironsides", uma criação científica do professor Bracewell (Bill Paterson), para serem usados como armas de guerra. No entanto, o Doutor reconhece que na verdade os Ironsides são seus arqui-inimigos, os Daleks, que planejam destruir a Terra ativando um dispositivo localizado dentro de Bracewell, um androide disfarçado.

Desejando incorporar os Daleks na temporada, o showrunner da série, Steven Moffat, instruiu Gatiss a escrever um episódio sobre Churchill e os vilões. Nele, há a introdução do novo "Paradigma dos Daleks", projetados por Gatiss para serem maiores e mais coloridos do que a variante anterior. "Victory of the Daleks" foi visto por 8,2 milhões de telespectadores, sendo o segundo programa mais assistido na noite de sua exibição. A recepção crítica foi mista; enquanto as atuações de McNeice e Paterson foram elogiadas, alguns avaliadores reclamaram sobre a pressa do roteiro, comentando que a história funcionaria melhor se fosse divida em dois episódios.


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Um F-13 semelhante ao que realizou a missão no dia 1 de Novembro de 1944.

No dia 1 de Novembro de 1944, um F-13 Superfortress das Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos (USAAF) realizou o primeiro voo de uma aeronave aliada nos céus da região de Tóquio, no Japão, a primeira desde o Ataque Doolittle em Abril de 1942. Esta missão de reconhecimento aéreo foi considerada um sucesso, na qual a tripulação da aeronave conseguiu centenas de fotografias que mais tarde foram usadas para planear vários ataques aéreos durante os últimos meses da Segunda Guerra Mundial. As tentativas japonesas de atacar o avião com aeronaves ou de o abater com artilharia antiaéreo foram em vão, pois as aeronaves e a artilharia disponíveis não conseguiam alcançar a altitude necessária para ir de encontro com o F-13.

Antecedentes
No final de 1944, o Vigésimo Primeiro Comando de Bombardeiros da Vigésima Força Aérea preparou-se para conduzir bombardeamentos estratégicos nas ilhas japonesas a partir de bases nas Ilhas Marianas. Estes ataques tinham o intuito de substituir os ataques mal-sucedidos da Operação Matterhorn, que haviam sido realizados pelo Vigésimo Comando de Bombardeiros a partir de bases na Índia, e que passavam por bases na China desde Junho de 1944. Enquanto o Vigésimo Comando de Bombardeiros realizava missões de reconhecimento aéreo no Japão, as aeronaves que voavam a partir das bases na China não tinham alcance suficiente para voar até aos principais centros industriais japoneses.


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Comandante W. L. Brill DSO DFC em julho de 1944

William Lloyd Brill (Ganmain, 17 de Maio de 1916 – Campbell, 12 de Outubro de 1964) foi um oficial e piloto de bombardeiros da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Nascido no distrito de Riverina, em Nova Gales do Sul, era um agricultor e reserva do Exército Australiano, antes de se juntar à RAAF em 1940. Depois de treinar na Austrália e no Canadá, foi colocado na Inglaterra em 1941 para prestar serviço na guerra aérea europeia. Entrou pela primeira vez em combate com o Esquadrão N.º 460, a bordo de um bombardeiro médio Vickers Wellington. Em Maio de 1942 foi condecorado com a Cruz de Voo Distinto, por atacar um alvo inimigo mesmo tendo o seu avião severamente danificado por fogo antiaéreo. Depois de se tornar instrutor de voo na Real Força Aérea (RAF), regressou à campanha de bombardeamento em Janeiro de 1944 pelo Esquadrão N.º 463, com bombardeiros pesados Avro Lancaster.

A liderança e determinação de Brill em completar as suas missões, mesmo com aeronaves danificadas—numa ocasião danificada por bombas de um Lancaster que voava por cima dele—valeu-lhe a Ordem de Serviços Distintos. Promovido a Wing Commander, em Maio de 1944, tomou o comando do Esquadrão N.º 467 depois da morte do seu então comandante, o Group Capitain John Balmer.


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