Propaganda nazista

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Propaganda nazista é o termo que descreve a poderosa propaganda psicológica na Alemanha Nazista, muitas das quais centradas em declarar que os judeus e outras minorias eram a fonte dos problemas econômicos da Alemanha. A propaganda nazista também teve temas comuns entre os países em guerra: a iminente derrota dos seus inimigos, a necessidade de segurança, etc. Os telejornais também foram utilizados para obter apoio para a causa nazista.[1] Nesse sentido, Leni Riefenstahl é provavelmente a mais famosa propagandista; o filme "O Triunfo da Vontade" é um dos exemplos mais conhecidos de propaganda na história do cinema. Este filme foi popular no Terceiro Reich e continuou influenciando filmes, documentários e comerciais até os dias atuais.[2] Joseph Goebbels, o ministro da Propaganda da Alemanha Nazista, desempenhou um papel central na criação de material antissemita e pró-nazista para o partido. Ele estava no comando de uma máquina de propaganda que atingiu todos os níveis da sociedade alemã.

HistóriaEditar

 
Imagens de propagandas nazistas.

A propaganda teve uma tentativa coordenada para influenciar a opinião pública através da utilização de meios de comunicação. Foi pioneiramente utilizada pelo partido nazista, nos anos que antecederam e durante a liderança de Adolf Hitler da Alemanha (1933–1945).[3] A propaganda nazista forneceu um instrumento crucial para a aquisição e manutenção do poder, e para a implementação das suas políticas, incluindo o exercício de guerra total[4] e do extermínio de milhões de pessoas pelo Holocausto. A utilização generalizada da propaganda pelos nazistas é o grande responsável pela palavra "propaganda" adquirir no presente conotações negativas [5]

Durante a Segunda Guerra Mundial, as técnicas de propaganda foram cientificamente organizadas e aplicadas para influenciar a opinião pública. Hitler interessava-se e admirava os modelos de propaganda utilizados pelos ingleses. [carece de fontes?]

Na guerra, o objetivo da propaganda é sempre provocar o ódio:

Quando subiu ao poder em 1933, Hitler estabeleceu um Ministério da Propaganda dirigido por Joseph Goebbels. Em Berlim, Goebbels tornou-se o editor do jornal "Der Angriff" (O Ataque), que publicava constantemente difamações antissemitas.

Os objetivos do ministério eram assegurar que a mensagem nazi fosse espalhada através da arte, música, teatro, filmes, livros, rádio, material educacional e imprensa. O ministro da propaganda, Goebbels, tinha duas tarefas principais: assegurar que ninguém na Alemanha lia ou via ideias contrárias ao Partido Nazi e assegurar que as ideias Nazis fossem expostas da maneira mais persuasiva possível.

Ver tambémEditar

Referências

  1. «O Poder da Propaganda». Caros Ouvintes. 5 de novembro de 2015. Consultado em 15 de abril de 2021 
  2. David B. Hinton (Outono de 1975). «Triump of the Will: document or artifice?». Cinema Journal (em inglês). University of Texas Press, JSTOR. pp. 48–57. Consultado em 6 de fevereiro de 2009 
  3. Cristina Rauter. «Notas sobre o tratamento das pessoas atingidas pela violência institucionalizada». Psicologia em Estudo. Consultado em 15 de abril de 2021 
  4. Noam Chomsky, “What Makes Mainstream Media Mainstream?” op. cit., pgs. 5-6
  5. Welch, David (1993). The Third Reich: Politics and Propaganda. [S.l.]: Routledge. ISBN 0-203-93014-2 

Ligações externasEditar