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Al-Ashraf Qansuh al-Ghawri

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Al-Ashraf Qansuh al-Ghawri ou Al-Achraf Qansuh al-Ghuri (em árabe: الأشرف قانصوه الغوري; em turco: Kansu Gavri, Gansu Gavri ou El-Eşref Kansu el-Gavri) foi o último dos sultões mamelucos. Um dos últimos integrantes da dinastia Burji, reinou de 1501 a 1516.[1] Alguns dias após o desaparecimento do sultão Al-Adil Sayf ad-Din Tuman Bay I, coube a ele a escolha dos emires e mamelucos. Havia servido, na condição de escravo circassiano, o sultão Al-Ashraf Sayf al-Din Qaitbay; tinha mais de quarenta anos de idade quando foi elevado à independência como "emir ("comandante") de dez" e, posteriormente, após ser rapidamente promovido ao comando das cidades de Tarso, Alepo e Melitene, tornando-se "emir de mil", camareiro da corte e grão-vizir. Inicialmente declinou do trono, porém ao ser pressionado pelos outros emires, a quem havia jurado servir fielmente, consentiu; tinha então 60 anos de idade, porém ainda firme e com vigor, logo mostrou-lhes que não poderia ser removido do poder por qualquer um deles.

Referências

  1. «The Encyclopedia of World History: The Postclassical Period, 500–1500». Consultado em 16 de junho de 2010. Arquivado do original em 25 de agosto de 2006 

BibliografiaEditar

  • Muir, William. The Mameluke; Or, Slave Dynasty of Egypt, 1260-1517, A. D.
 
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