Abrir menu principal
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto, mas que não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações (desde novembro de 2009). Ajude a melhorar este artigo inserindo fontes.
Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Quimera (desambiguação).
Representação de uma quimera em um prato de cerca de 350-340 a.C.
Belerofonte enfrentando a quimera. Gravura em terracota do século III a.C.

Quimera (em grego: Χίμαιρα, transl.: Chímaira) é uma figura mística caracterizada por uma aparência híbrida de dois ou mais animais e a capacidade de lançar fogo pelas narinas, sendo portanto, uma fera ou besta mitológica.

Índice

Origem e evoluçãoEditar

Oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a.C., sempre exerceu atração sobre o imaginário popular. De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tifão.

Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão da Nemeia, que foram mortos por Hércules. Criada pelo rei da Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia bafejando fogo incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la.

Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitetônica.

Em Alquimia, é um ser artificial (assim como o homúnculo), criado a partir da fusão de um ser humano e animalcarece de fontes.

Figurativamente ou em linguagem popular mais ampla, o termo quimera alude a qualquer composição fantástica, absurda ou monstruosa, constituída de elementos disparatados ou incongruentes, significando também utopia. A palavra quimera, por derivação de sentido, significa também o produto da imaginação, um sonho ou fantasia (por exemplo: A Quimera de Ouro).

AparênciaEditar

Sua aparência é descrita de forma diversa nas várias narrativas mitológicas ou nas artes plásticas. Por exemplo:

  • Cabeça e corpo de leão, com duas cabeças anexas, uma de cabra e outra de dragão, ou só uma cabeça de cabra.
  • Lança fogo pelas narinas e tem uma cauda de serpente e outra de leão.
  • Teria duas asas, semelhantes às de um dragão, ligadas ao seu corpo de leão. Apesar de aparentemente não voar, algumas lendas ou mitologias mencionam o fato de poder voar.

AtualidadeEditar

Após a Idade Média, com a expansão da ideia do dragão, a quimera perdeu espaço. Visivelmente claro na Igreja Católica de hoje, com São Jorge matando um Dragão substituindo Belerofonte e a quimera.

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar

 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Quimera
  Este artigo sobre mitologia grega é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.